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  • 05nov

    FOLHA.COM

    O tema da redação desta edição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) favoreceu os estudantes que têm o hábito de ler jornais e revistas diariamente, destacam professores ouvidos pela Folha neste domingo.

    A redação tinha como tema “O movimento imigratório para o Brasil no século 21”, no qual o aluno deveria elaborar um texto dissertativo de no máximo 30 linhas.

    Segundo o fundador do curso Objetivo e da Unip (Universidade Paulista), João Carlos Digenio, para desenvolver bem a dissertação, o aluno precisava estar atualizado com os problemas mais imediatos do Brasil

    “Os estudantes tiveram dois textos de apoio bem apropriados e que ajudava na elaboração do texto. Mesmo aquele alunos que não são bem informados, conseguiriam escrever sua redação sem grandes problemas”.

    Em relação ao tema do ano passado que versava sobre o uso da internet e a relação entre informações públicas e privadas, Digenio destaca que ambos os temas foram bem apropriados, mas que o tema desta ano era mais familiar aos estudantes.

    “O tema do ano passado estava relacionado com a experiência dos alunos e com o acesso à internet, mas muitos alunos não tinham computador em casa, o que poderia tornar mais complicado a elaboração da redação. Já o tema deste ano, o estudante consegue entender melhor, pois basta ele acompanhar o noticiário para estar bem informado sobre os problemas imigratórios”, expõe Digenio.

    “Foi um tema atual. A cara do Enem, que costuma trazer questões mais sociais. Não deve ter sido muito difícil para os alunos”, diz Simone Motta, professora de redação do cursinho Etapa.

    Célio Tasinafo, diretor-pedagógico do cursinho Oficina do Estudante, afirmou que a redação pegou de surpresa os “gurus” que sempre tentam prever qual será o tema.

    “Apesar de ser importante, a imigração nunca tinha aparecido nas dissertações do Enem. O assunto é relevante e atual e o tema foi bastante inovador”.

    CORREÇÃO

    Em maio deste ano, o Ministério da Educação alterou as regras de correção da redação. Pelo novo sistema, a prova será corrigida por dois avaliadores independentes.

    Se a nota final dada por eles tiver uma diferença de até 200 pontos, o resultado será a média aritmética entre elas.

    Se a discrepância entre as notas for de mais de 200 pontos, a redação seguirá para um terceiro corretor. Até então, essa diferença devia ser de, no mínimo, 300 pontos.

    Caso a diferença continue a ser maior que 200 pontos, a prova passará por uma banca formada por três professores, que irá determinar o resultado final do aluno.

    No Enem do ano passado, a última etapa de revisão da nota era o terceiro avaliador. Com as novas regras, uma redação poderá ser avaliada por até seis corretores.

    No ano passado, o Inep, órgão responsável pelo exame, recebeu cerca de 120 pedidos judiciais de candidatos que quiseram ter acesso à correção do texto.

    Publicado por jagostinho @ 09:35



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