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  • 05nov

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    No cardápio, puxão de orelha

    Chinaglia: conversinha indigesta

    O jantar marcado por Dilma Rousseff com líderes da base aliada no Palácio Alvorada, na terça-feira, tem vários objetivos.

     Um dos itens prioritários da pauta – além de mandar um recado a Eduardo Campos e sua turma de que a parceria PT-PMDB segue sólida – é a sucessão nas mesas de Senado e Câmara.

    E Arlindo Chinaglia que se prepare.

    Dilma avisará que não vai tolerar a velha estratégia de criar a dificuldade para vender a facilidade.

    Ou seja, não quer mais saber de Chinaglia dizendo por aí que vê com bons olhos a candidatura de Julio Delgado, do PSB, à presidência da Câmara.

    Vai reiterar que o nome da base é Henrique Eduardo Alves, quer o PT queira ou não.

    Dilma não vai precisar explicar que a puxada de orelha valerá como aviso para todos.

     

     

    Agora tem espaço

    Jornal produzido pela agência Câmara

    O site da Câmara resolveu dar espaço – cinco parágrafos – para as declarações de Marco Maia. Não por acaso.

    Desta vez, ele critica o depoimento prestado por Marcos Valério ao Ministério Público, em setembro, quando voltou a empurrar Lula para o centro do mensalão, como revelou  O Estado de S. Paulo.

    Quando o tema era a punição dos deputados condenados pelo STF, a notícia rendeu dois parágrafos (Leia mais em: O que menos interessa).

    Aliás, no post, Maia diz: “A expectativa da sociedade é que essa página do mensalão seja virada após o julgamento”.

     

    Problemas distintos

    Gastos altos com combustíveis

    Enquanto a Petrobras está na pindaíba, sem recursos de investir o que precisa por que o governo não autoriza o reajuste dos preços da gasolina; a Gol contabiliza:

    46% dos seus custos operacionais são do item combustível (há dez anos, esse percentual era de 20%).

    Ou seja, para a Petrobras o preço está baixo demais; para a Gol, nas alturas. Um é tabelado; o outro, não.

     

    Caça às bruxas

    Punição como contrapartida

    A Executiva nacional do PSOL vai ser reunir nesta semana para discutir qual a punição mais adequada ao seu único prefeito eleito em uma capital, Clécio Vieira, no Amapá, e Randolfe Rodrigues, patrocinador da candidatura.

    A cúpula não engoliu o fato de a turma de Clécio e Randolfe ter aceito o apoio do candidato do DEM, derrotado no primeiro turno.
    Vamos ver até onde vai o rigor ideológico do partido. Se for coerente mesmo, decide pela expulsão do prefeito e do senador e abre mão das cadeiras que eles ocupam.
    Será?

     

     

    Publicado por jagostinho @ 15:46



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