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  • 26ago

    JORNALE
    Produção deve aumentar para 30 milhões de unidades por ano


    O Paraná produzirá toda a demanda do País por vacina antirrábica e terá o maior volume de fabricação do mundo do medicamento para imunização de cães e gatos.

    Para isso, o governo autorizou nesta semana a formalização de um convênio de R$ 56,5 milhões com o Ministério da Saúde para que o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) amplie a produção em escala industrial e adapte a planta produtiva à nova tecnologia de cultivo celular.

    Com os investimentos e a utilização da tecnologia, o instituto terá condições de fabricar gradativamente até 30 milhões de unidades por ano, o que representa um aumento de 300% na atual produção.

    Para atingir esses objetivos, será construído na Cidade Industrial de Curitiba (CIC) um novo prédio, com o complexo para a manipulação e o envase de produtos. A obra completa irá durar três anos.

    O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, explica que o instituto precisava adequar sua planta industrial para atender a demanda e a recomendação do Ministério da Saúde.

    “Com esse investimento, vamos produzir vacinas com alta tecnologia e transformar o Tecpar em um dos mais avançados institutos de pesquisa, desenvolvimento e produção de imunobiológicos do país”, disse ele.

    De acordo com Felix, a construção da unidade vai servir ainda para outros produtos do Tecpar. Além da ampliação na produção, a nova unidade industrial permitirá a fabricação de vacinas por cultivo celular, utilizando células de rim de hamster (BHK – baby hamsterkidney).

    São doses de 1 ml, com validade de dois anos, substituindo a vacina antirrábica de uso veterinário pelo método Fuenzalida Palácios, que utilizava como substrato cérebro de camundongos neonatos – em doses de 2ml e com validade de um ano.

    O novo método permite obtenção de um produto mais puro e capaz de induzir maior produção de anticorpos, sendo mais seguro para os animais por não provocar efeitos colaterais. Além de evitar sacrifício de animais.

    “Trata-se de uma inovação importante que gera segurança e qualidade ao produto, além de ter um reconhecimento internacional”, disse Felix.

     

    Publicado por jagostinho @ 16:54



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