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  • 23maio

                                                    DOMINGOS MORO  

    O telefonema de Vilson Andrade 

    Às 09h45minhs da manhã dessa quarta-feira, 23/05/2012, recebo uma ligação em meu celular de um número não agendado.

    Já estando à frente do computador para minhas tarefas diárias, atendo o telefone e ouço a identificação de seu autor: o Presidente do Conselho Administrativo do Coritiba Foot Ball Club, Senhor Vilson Ribeiro de Andrade.

    Gentil como de hábito o interlocutor me pergunta como estou e se está tudo bem. Respondo-lhe com a firmeza e honestidade que me é peculiar: “não Vilson, nem estou bem e nem está tudo bem, ao contrário, estou profundamente chateado com sua afirmação DESPROVIDA DE MÍNIMA VERDADE na entrevista publicada no jornal GAZETA DO POVO, em edição de 22/05/2012, escrita e reproduzida na internet”.

    Continuei falando: “nunca estive na CBF pedindo o que você afirmou que pedi, é só ligar para o Virgílio Elísio, meu especial amigo, para confirmar. Aproveite e ligue também para o Presidente Hélio Cury e lhe pergunte quantas viagens fizemos juntos ou quantas vezes estivemos juntos na CBF”.

    Prossegui: “Só não liguei ontem à noite (22/05) ao Virgílio para um desmentido oficial da parte dele para não alimentar mais discórdias desnecessárias ao nosso clube e porque estava, ainda, extremamente fora de meu estado normal de controle absoluto”.

    Disse mais algumas coisas e acabei sendo, sempre com a elegância e educação que lhe é peculiar, interrompido para as explicações, que sucintamente reproduzo na sequencia.

    Ouvi de Vilson que a afirmação publicada na GAZETA DO POVO NÃO FOI POR ELE DITA, embora tenha chegado ao seu conhecimento a notícia/especulação (através de uma pessoa que não merece o crédito da verdade e sim o descrédito da intriga). Precisou inclusive a ocasião em que o comentário teria sido feito.

    Continuamos longamente conversando e ele registrou suas escusas pelo mal entendido que me desgastou, chateou e decepcionou a crença nos seres humanos.

    – Só que é muito fácil acusar em público e escusar-se pelo engano no particular!

    Então disse ao Presidente Vilson que esperava sua retratação perante o veículo de comunicação, de forma a que fosse tornado público o desmentido. Ele me prometeu que faria expediente à GAZETA DO POVO na tarde de hoje.

    Aguardo o cumprimento da palavra empenhada e do compromisso assumido.

    E aguardo a postura do jornal que tanto admiro, prezo e leio diariamente há muitos anos.

    Continuamos dialogando sobre o tema e sobre outros assuntos, tais como aspectos de incompatibilidade de funções, de eu nunca ter recebido uma proposta ou oportunidade de trabalho do Coritiba, de possibilidades futuras (em conversa aprazada para a próxima semana) e de minha intenção (que estou amadurecendo) de me afastar, temporária ou definitivamente do Egrégio Conselho Deliberativo do centenário Coritiba Foot Ball Club, do qual faço parte há mais de 20 anos e ocupo uma das 40 vagas vitalícias.

    Então o Presidente Vilson (e senti verdade em suas palavras…) me pediu para que não renunciasse e que pensasse com muita calma e carinho. Deu-me opiniões e conselhos. Sábias opiniões e valiosos conselhos.

     Fez-me apelo concreto pelo não afastamento. E argumentou fartamente a respeito.

    Assumi com Vilson o compromisso de amadurecer mais a ideia e lhe disse que na noite dessa quarta-feira, 23/05/2012, quando estarei nas comemorações familiares dos 79 anos de meu Padrinho (segundo Pai, pois perdi Constante Resieri Moro muito jovem, além de inspirador profissional e o melhor dos conselheiros e orientadores de minha vida) Carlos Alberto Moro, ex-presidente do Conselho Deliberativo do CFC, tribuno incomparável e advogado de escol, com ele conversaria a respeito do assunto, como sempre fiz nas decisões mais importantes que precisei tomar.

    Despedimo-nos, eu e Vilson, disse-lhe que tornaria público nosso diálogo (com o que ele concordou de pronto) e aproveitei para desejar boa sorte ao Coritiba na partida de logo mais a noite, todavia, lembrando-lhe que espero suas prontas providências junto à GAZETA DO POVO.

    Fico no aguardo do almoço da próxima semana e registro meus agradecimentos ao telefonema recebido, afável entre dois afáveis e educado entre dois educados.

    ESTÁ PAUTADO, e no aguardo das providências públicas de Vilson e comemorando os 79 de meu Padrinho, mentor e exemplo maior Carlos Alberto Moro…

    Publicado por jagostinho @ 14:56



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