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  • 27mar

    EFE

    Bento XVI desfilou com o papamóvel pelas ruas da Santiago de Cuba

    O papa Bento XVI acredita que “ainda restam muitos aspectos” nos quais deve avançar a relação entre a Igreja Católica e Cuba e assegurou que leva em seu coração “os legítimos desejos” de “todos os cubanos, onde quer que se encontrem”.

    Na cerimônia de recepção no aeroporto de Santiago e após o discurso do presidente Raúl Castro, o pontífice afirmou que em sua visita à ilha pedirá à Virgem da Caridade, patrona do país, que guie os destinos de Cuba “pelos caminhos da justiça, da paz, da liberdade e da reconciliação”.

    “Venho a Cuba como peregrino da caridade para confirmar meus irmãos na fé e encorajá-los na esperança”, declarou o papa Joseph Ratzinger.

    Em suas primeiras palavras na ilha, Bento XVI lembrou que a visita em 1998 de seu antecessor, João Paulo II, deu um “novo vigor” à Igreja na ilha e inaugurou uma etapa de “maior colaboração e confiança” nas relações entre a Igreja e o Estado.

    Porém, acrescentou, “ainda restam muitos aspectos nos quais se pode e deve avançar, especialmente no que se refere à contribuição imprescindível que a religião pode desempenhar no âmbito público da sociedade”.

    “Estou convencido que Cuba, neste momento especialmente importante de sua história, está olhando para o amanhã, e para isso se esforça em renovar e alargar seus horizontes”, continuou o pontífice.

    Para isso, prosseguiu, cooperará “esse imenso patrimônio de valores espirituais e morais que formam a identidade mais genuína” do país.

    Raúl Castro cumprimentou Bento XVI com um aperto de mão e uma reverência, ainda na escada de descida do avião. “Cuba o recebe com afeto e respeito e se sente honrada com sua presença”, disse o presidente cubano.

    “Estamos satisfeitos com as estreitas relações entre a Santa Sé e Cuba”, disse o governante, que também aproveitou para relatar, “como acontecimento de grande significado”, a recente peregrinação nacional em louvor à Virgem da Caridade do Cobre, padroeira de Cuba.

    “Temos enfrentado carências, mas nunca deixamos de compartilhar com os que têm menos”, disse o governante.

    Durante os três dias que permanecerá na ilha, o papa visitará o Santuário de Nossa Senhora da Caridad del Cobre, próximo a Santiago, para depois voar a Havana onde na quarta-feira (28) rezará uma missa na emblemática Praça da Revolução, entre outros atos.

    Este é a segunda viagem de Bento XVI à América Latina, depois da visita que fez ao Brasil em 2007, e a 23ª que realizou pelo mundo em quase sete anos de Pontificado.

    Publicado por jagostinho @ 13:07



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Míriam 8 Disse:

    Já é um grande avanço, e isso, mostra que algo por lá está mudando . Seria a falência de uma sociedade comunista?
    Bem se ela foi se fechando até chegar onde chegou, agora que sua abertura seja devagar, devarainho….

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