Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 26dez

    AGÊNCIA ESTADO

    Favorecidas pela crise global, as empresas brasileiras não só estão se internacionalizando, mas também começaram a avançar sobre as estrangeiras no país.

    Estudo inédito feito pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização (Sobeet) revela que as companhias brasileiras desembolsaram 27,5 bilhões de reais desde 2008 até novembro deste ano para comprar ativos de empresas estrangeiras no Brasil.

    A cifra é um pouco menor do que a que foi gasta com a internacionalização das companhias brasileiras no mesmo período para comprar ativos no exterior (32,6 bilhões de reais).

    No entanto, o resultado é importante porque sinaliza uma nova tendência, de acordo com o estudo feito com base em 850 fusões e aquisições.

    Os negócios envolveram empresas brasileiras como compradoras, vendedoras ou alvo. Neste último caso, o Brasil não é nem comprador nem vendedor, mas sedia o ativo que é objeto da negociação.

    “O resultado foi surpreendente. Superou o que eu imaginava”, afirma o vice-presidente da Sobeet, Reynaldo Passanezi, economista responsável pelo estudo.

    Ele observa que, anteriormente, o que se via apenas era o movimento de internacionalização das multinacionais brasileiras.

    “Comecei a observar e constatei que as empresas brasileiras estavam não só indo às compras no exterior, mas também adquirindo estrangeiros no Brasil, num claro sinal de fortalecimento da sua situação financeira”, diz o economista.

    Na opinião dele, o que desencadeou esse movimento de compra pelas brasileiras de ativos das estrangeiras foi a crise nos países de origem dessas companhias.

    Tanto é que os dados do estudo mostram que houve uma grande concentração de negócios em 2010 e 2011, até novembro.

    Nesses dois anos, ocorreram cerca de 60% dessas transações, considerando-se os valores envolvidos.

    “Acredito que essa tendência continue não só enquanto a crise persistir. Isso porque há interesse das estrangeiras de ‘consertar’ as matrizes, investindo mais recursos em seus países de origem.”



    Publicado por jagostinho @ 15:05



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.