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  • 07jul

    Uol/Carros

    O presidente da Ford Brasil, Marcos de Oliveira, disse que é preciso um acordo com

    Marcos de Oliveira admite que o carro no Brasil é caro e culpa a cadeia produtiva

    o governo e todas as partes envolvidas no setor automobilístico para resolver o problema do custo da produção de carro no Brasil.

    Ele admitiu que o alto preço do carro ao consumidor brasileiro não é apenas por culpa do imposto.

    “O problema é muito mais amplo” – disse o dirigente ao repórter José Carlos Pontes, da Agência AutoInforme.

    “Não queremos uma reunião com o governo para reivindicar a redução do imposto. Nem queremos tocar neste assunto. É preciso uma discussão mais ampla, para evitar que daqui a alguns anos haja problemas sérios com a indústria automobilística brasileira”.

    Segundo Marcos de Oliveira, o Brasil corre o risco de “desindustrialização”, isto é: a redução da produção local em consequência do aumento das importações.

    O presidente da Ford disse que a concorrência está derrubando os preços, e com isso a rentabilidade das montadoras está diminuindo.

    E ameaçou: “resta saber até quando vamos aguentar. Se essa situação não for mudada, creio que em cinco anos a indústria vai começar a demitir”.

    Um estudo feito pela Anfavea, a associação dos fabricantes, mostra que o custo de produção do carro no Brasil é 60% maior do que na China.

    Foi estabelecido um índice de custo 100 para a China. Para o México esse índice seria 120 e para o Brasil 160.

    O curioso é que os maiores importadores de carros no Brasil são as montadoras, notadamente as quatro grandes.

    Elas são responsáveis por nada menos do que 78% de todos os carros estrangeiros vendidos no País.

    Os importadores oficiais, reunidos na Abeiva, importaram no semestre 20% do total, carros que, além dos impostos normais, pagam 35% de alíquota de importação; os outros 2% foram trazidos por importadores independentes.

    A despeito do alto custo de produção, o Brasil continua recebendo investimentos em novas fábricas.

    A Chery faz a cerimônia do lançamento da pedra fundamental da sua fábrica em Jacareí no próximo dia 19.

    Conforme anunciou o Carsale nesta semana, a Lifan e a importadora brasileira Effa assinaram um acordo para a construção de uma fábrica no Brasil com investimento inicial de US$100 milhões e produção de 10 mil unidades por ano.

    As duas montadoras já investiram US$ 70 milhões num centro de pesquisa e desenvolvimento, para a criação de um carro pequeno.

    Ou os dados do estudo da Anfavea estão errados ou os chineses estão muito mal informados. E vão quebrar a cara. Qual a sua aposta?

    Publicado por jagostinho @ 15:33



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3 Respostas

WP_Cloudy
  • Eliezer Pereira Disse:

    Ao Sr Presidente Marcos de Oliveira.
    Estou disposto e disponível para estágiar na Empresa Ford(Camaçari).Isso sempre foi um desejo meu e agora que estou cursando o 7º Semestre de Eng de Produção Mecânica me encontro capaz de atuar na Empresa trazendo resultados positivos para a Instituição.Peço um apoio e um oportunidade nesta hora.
    Desde já peço desculpa pelo “atrevimento indevido” ja agradecendo à sua atenção e compreenção.

    Eliezer Pereira
    Email:[email protected]

  • Maurício Disse:

    É só diminuir as perdas, tais como:( veja um exemplo )
    Comprei um EDGE da Ford 2012/13 em Novembro de 2012. O carro esta em garantia e teve um problema com retentores da caixa de câmbio detectado na primeira manutenção do veículo. Os retentores foram pedidos e fiquei com o carro até que os mesmos chegassem. Quando eles chegaram, levei o carro a concessionária da Ford de Poços de Caldas e detectaram que havia também rolamentos da transmissão danificados. Consequência, o que era para se corrigir ( retentores ) 03 dias com o carro parado, já fazem 23 dias e não me deram carro reserva pelo ocorrido. Ligo para a Ford e cai em uma voz eletrônica por mais de 20 minutos e ninguém me atendia. Tenho 02 protocolos ( 6529847 atendido por Hilton Oliveira e 6554859 atendido por Kátia Silvia, ambos sem iniciativa alguma ) tive esta proeza de quando me atenderam mas até agora estou sem resposta alguma, sem o meu carro e sem o carro reserva. Como pode uma empresa deste porte achar que vai reduzir custos com todo este desperdício. E vejam que eu sou apenas um caso, quantos não existem por aí????

  • regina de almeida passos Disse:

    a qualidade tb é um fator relevante à ser considerado, comprei uma eco zero/2011 atualmente está com 14 mil/km apresentou problema na guarnição da porta traseira(borracha)que foi trocada,na concesionária)em nov/2012.Logo após apresentou o mesmo problema,por questões pessoais de saude não pude realizar a 4 revisão,sendo que realizei todos as outras 3.Entrei em contato com o SAC para verificar a possibilidade de substituiçao da referida borracha, ocorre que pelo fato de eu não ter realizado a revisão dos 40mil/km a empresa não concordou em realizar a troca,independente do carro estar apenas com 14mil/km e já ter apresentado o problema anteriormente.É aceitável que um veículo com apenas 14mil/km apresentar por 2x o mesmo problema? Não seria o caso da empresa ter interesse em realizar uma anáise na qualidade do produto substituido, tendo em vista a reincidência em tão pouco tempo de uso???

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