Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 03jul

    PARANÁ ONLINE/ELIZABETE CASTRO

    Requião deve ter candidatura formalizada, mas adversários internos já articulam chapa de oposição 

    Começa nesta segunda-feira (4), o primeiro round da briga pelo comando do PMDB de Curitiba, na convenção marcada para o próximo dia 17.

    O grupo ligado ao senador Roberto Requião (PMDB) pretende formalizar sua candidatura à presidência do partido na capital propondo como candidato a vice-presidente o deputado estadual Alexandre Curi.

    Requião ainda não confirmou a candidatura, mas seus adversários internos já estão articulando o lançamento de uma chapa para disputar o partido na convenção da próxima semana.

    Os peemedebistas ligados ao ex-governador Orlando Pessuti e um grupo de deputados estaduais, composto por Reinhold Stephanes Junior, Cleiton Quielse e Antonio Anibelli Neto, está preparando a ofensiva, caso não haja entendimento sobre a composição da chapa.

    O grupo rejeita a eleição de Requião para o comando do partido argumentando que o diretório deveria ser conduzido por um nome de consenso.

    A questão de fundo é a abertura do partido não apenas para o ingresso, mas também para garantir a candidatura do ex-deputado Gustavo Fruet à prefeitura de Curitiba.

    A posse de Requião na presidência é vista como o fim das negociações para a entrada de Gustavo no partido.

    Embora tenha declarado que não tem veto à volta de Gustavo ao partido, o senador deixou claro que o ex-deputado não tem candidatura assegurada no partido e terá que disputar uma convenção com o ex-deputado Rafael Greca.

    “Se der Requião na presidência, acabou tudo”, prevê Stephanes Junior.

    Concessão

    Alexandre Curi seria a concessão do grupo de Requião à ala oposta. O atual presidente do PMDB de Curitiba, Doático Santos, afirmou que, inicialmente, a proposta era lançar Greca como candidato a vice-presidente, mas a pedido dos deputados estaduais, Alexandre será convidado a compor a chapa.

    “Ele foi o presidente do Conselho Político do partido nos últimos quatro anos. Ele tem o apoio da maioria da bancada”, justificou Doático.

    Alexandre ainda não disse se aceita, mas está afinado com a posição de Requião.

    Ele declarou que Gustavo é bem-vindo no PMDB, mas não é o único nome que o partido tem para lançar à prefeitura.[

    “O PMDB tem que estar aberto a todas às lideranças. Mas o partido não pode dar exclusividade a ninguém. Nós temos o Greca, o Stephanes e o Marcelo Almeida que também querem disputar a prefeitura”, declarou.

    Para o líder da bancada estadual, Caito Quintana, mais do que nomes para assumir o comando do PMDB de Curitiba, o partido precisa definir uma nova estratégia para a disputa à prefeitura.

    “O consenso não passa pela escolha de Requião ou de outro nome. O consenso tem mais a ver com uma visão mais aberta do partido para as eleições municipais. O pré-requisito para o consenso está na abertura do partido para as filiações e a linha de indicação do candidato a prefeito”, comentou.

    Publicado por jagostinho @ 12:31



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.