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  • 26mar

    PORTAL BONDE

    Reportagem da Revista Veja, publicada nesta sexta-feira (25), revela um sério 

    Agentes informaram que a Marinha do Paraguai tem recebido propina de traficantes para deixar passar contrabando pelo Rio Paraná.

    problema diplomático na fronteira entre Brasil e Paraguai.

     

     

    O cenário é o Rio Paraná, rota do tráfico no Estado. Um agente da Polícia Federal que atua em Guaíra, enviou um e-mail na sexta-feira da semana passada (18) pedindo socorro à Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), em Brasília.
    Ele informou que, em pelo menos três ocasiões recentes, oficiais da Marinha paraguaia trocaram tiros com policiais brasileiros – acobertando traficantes e contrabandistas no Rio Paraná.  

    A reportagem revela que o presidente da Fenapef, Marcos Wink, procurou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) – que foi relator da CPI que investigou, em 2006, o tráfico de armas no Brasil.

    Em e-mails aos quais o site de VEJA teve acesso, agentes da Delegacia Especial de Polícia Marítima (DEPOM) de Guaíra informam que a Marinha paraguaia tem recebido propina de traficantes e contrabandistas para disparar armas de grosso calibre contra policiais brasileiros.

    O objetivo seria permitir – em troca de propina – que o tráfico de drogas continue a agir impunemente na região.  

    Num e-mail enviado em 21 de março, um dos agentes de Guaíra afirma que nos últimos dois anos houve no mínimo cinco confrontos entre a Marinha paraguaia e a PF.

    Também conta que uma licitação, aberta para a compra de uma lancha blindada para a PF de Guaíra, foi interrompida sem motivos aparentes.  

    Uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo publicada em maio de 2010 confirma que não foi a primeira vez que forças brasileiras e paraguaias protagonizaram um tiroteio na região.

    Nela, um delegado da PF afirmou terem ocorrido, desde março daquele ano, mais de 20 confrontos entre a Marinha paraguaia e agentes federais brasileiros em Foz do Iguaçu. Em um só dia três tiroteios foram registrados.  

    A Fenapef informou que os tiroteios estão cada vez mais frequentes porque os policiais brasileiros estão frustrando muitas travessias de barcos criminosos pelo Rio Paraná (As informações são da Veja).



    Publicado por jagostinho @ 12:48



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