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  • 22mar

    BBC BRASIL

     

    "Obama e Piñera acompanhados de suas mulheres (Foto: AP)"

    O presidente americano, Barack Obama, disse nesta segunda-feira que retirar o líder líbio Muamar Khadafi do poder continua a ser parte importante da política externa americana, mas que o objetivo da ofensiva militar no país africano é proteger os civis líbios, não afastar Khadafi.

    As afirmações foram feitas durante uma coletiva na capital chilena, Santiago, para onde Obama e sua família partiram após dois dias de visita ao Brasil.

    “Já deixei claro que Khadafi precisa deixar o poder. Mas nossa ação militar apoia a decisão do Conselho de Segurança que tem como foco a ameaça humana que Khadafi está impondo a seu povo. Ele não apenas está assassinando os civis, mas também ameaçando fazer muito mais.”

    Representantes dos países que integram a coalizão militar na Líbia já haviam afirmado que Khadafi não era, pessoalmente, o alvo dos ataques.

    Comando da operação

    Obama disse ainda que ‘em questão de dias, não de semanas’ os Estados Unidos pretendem transferir o comando das operações militares na Líbia para outros países da coalizão.

    “Obviamente, a situação está evoluindo e essa transferência será determinada pela recomendação de nossos comandantes sobre quando essa primeira fase for concluída.”

    O presidente americano também ressaltou que os Estados Unidos não atuaram de forma autônoma ou isolada como ocorreu no passado.

    ‘Atuamos em conjunto com outros países, de acordo com o Conselho de Segurança’, disse Obama, acrescentando que ele não queria que essa decisão fosse um peso para a sociedade americana.

    Passado do Chile

    Durante a entrevista, ele também garantiu que os Estados Unidos estão dispostos a cooperar com informações sobre a suposta participação do governo americano no golpe de 1974 no Chile, no qual o general Augusto Pinochet chegou ao poder, e sobre o homicídio do ex-presidente Salvador Allende.

    “Vamos considerar e colaborar caso seja feita qualquer solicitação por parte do governo chileno para obter mais dados sobre o passado”.

    “Acho importante que todos saibamos nossa história. E a história entre os Estados Unidos e a América Latina foi por vezes extremamente difícil, mas não podemos ficar presos ao passado. Porque temos muito a desenvolver juntos com o Chile e toda a América Latina.”

    Um grupo de deputados chilenos e de parentes de vítimas da ditadura pediu ao governo americano que fizesse um ‘mea culpa’ por seu papel durante o período.

    Publicado por jagostinho @ 18:57



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Míriam Disse:

    DESDE QUANDO AMERICANO PROTEGE OS CIVIS QDO SE TRATA DE MILHÕES DE DÓLARES ENVOLVENDO PETRÓLEO ? E SUA INDÚSTRIA BÉLICA QUE PRECISA SER DESOVADA?
    E OS ESCÂNDALOS NO IRAQUE?
    “AMEURICÀNOW” É TÃO BONZINHO!!

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