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  • 19mar

    Da Coluna de Celso Nascimento/ Gazeta do Povo – 18/03/2011

    A Urbs notificou oficialmente a Consilux, no final da tarde de ontem, da decisão da prefeitura de iniciar procedimentos para romper o contrato que mantém com a empresa para operar o sistema de fiscalização eletrônica do trânsito de Curitiba.

    Alegou interesse público para o cancelamento, tendo por base a reportagem do programa Fantástico, da Rede Globo, que denunciou suposta prática de fraudes em licitações e manipulação de multas por parte da prestadora do serviço.

    Não há informações sobre o modo como se dará a transferência para a Urbs dos equipamentos e da tecnologia de propriedade da Consilux, assim como dos serviços operacionais hoje prestados pelos seus 500 técnicos.

    A Urbs não dispõe nem de estrutura nem de pessoal treinado para operar o sistema imediatamente.

    Tomar o controle de tudo como anunciou, pressupõe, porém, que a prefeitura esteja preparada para comprar da Consilux os equipamentos de sua propriedade – cerca de 110 radares e 23 lombadas eletrônicas (das 50 que estavam programadas para instalação) – e os direitos sobre os softwares que fazem o sistema funcionar.

    Calcula-se que só este conjunto requeira recursos da ordem de R$ 70 milhões, sem contar multas contratuais e lucros cessantes.

    Na Urbs, além da preocupação financeira, há outra a descabelar sua diretoria: como manter a operação sem ter de – suprema ironia! – contratar a própria Consilux para orientar a montagem da sua própria estrutura e dar treinamento aos [inexistentes] funcionários municipais?

    Mesmo remédio?

    Se os critérios usados para justificar o cancelamento do contrato com a Consilux forem extensivos a todos os casos semelhantes, ninguém poderá alegar surpresa se a mesma penalidade atinja outra empresa citada nas denúncias do Fantástico.

    Trata-se da Dataprom, que teve um dos seus funcionários flagrado por câmeras escondidas dispondo-se a pagar propina para suposto interessado em contratar seus serviços – delito que a diretoria da empresa nega.

    A Dataprom, conceituada empresa do ramo de sinalização semafórica e de bilhetagem eletrônica, também mantém contratos com a prefeitura de Curitiba.

    Desde 2003, segundo dados disponíveis no site do Tribunal de Contas, executou ou executa serviços que montam a R$ 12 milhões.

    Atualmen­­­te, disputa na Justiça o direito de ser declarada vencedora da licitação 030/2010, também da Urbs, para instalação de semáforos no valor de R$ 7 milhões.

    Publicado por jagostinho @ 17:43



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4 Respostas

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  • Tina Disse:

    O Ducci quer se mostrar mandão mas quem vai pagar pela sua macheza somos nós , os idiotas contribuintes curitibanos.

  • Gersino Disse:

    Só uma perguntinha: por que que a prefeitura já não comprou antes os radares e entregasse a manutenção a uma empresa privada? Aí tem né?. Mas da urbs do marcos isfer dá para se esperar de tudo. Uma vergonha.

  • Jeremias Disse:

    Tudo uma grande manipulação. E vai para justiça e ficará tudo como está. E nós pagando a conta das maracutaias. Vergonha.

  • Supimpa Disse:

    A urbs vai cuidar dos radares? Entendi bem? KKKKK. Colocar o coelho na plantação de alfaces. Vide a caixa preta do transporte coletivo. Acorda Ducci. Vai custar sua eleição. Tá assinando atestado de bobão !!!

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