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  • 06mar


    Cachimbo da paz – Aécio, Serra e FHC: tentativa de unir o partido

    É de FHC a fórmula que pode apaziguar os ânimos nada serenos dos tucanos. Numa tentativa de arranjar uma solução que agrade tanto a José Serra quanto a Aécio Neves, FHC vai propor a criação de um conselho político para o PSDB.

    O conselho não teria funções administrativas, mas seria uma instância que pairaria acima da direção formal do partido.

    Seria integrado pelo próprio FHC, Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin. FHC acha que assim pode mandar para o espaço a disputa pela presidência do partido, que, por essa engenharia, conti-nuaria nas mãos de Sérgio Guerra.

    Daria também a Serra um status no partido igual ao de Aécio e Alckmin, algo importante para que ele rode o país como líder oposicionista.

    Resta saber se as partes topam a ideia.

    A mamãe não gostou


    Questão de gosto – Dilma mãe: a Granja do Torto era melhor

    Dilma Rousseff — a mãe, não a filha — não está gostando do Palácio da Alvorada. Prefere, de longe, a Granja do Torto, onde ela, a irmã e a filha moraram no primeiro mês de governo.

    É Dilma mãe quem comanda o dia a dia do Alvorada.

    A filha manda — e muito — só do Palácio para fora.


    Buraco na balança – Carajás: cassação do direito de lavra da Vale

    Entre sexta-feira 25 e terça-feira 1º, um terremoto espocou na Vale — um tremor que arrastaria também as exportações brasileiras para o buraco.

    Uma decisão do superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) do Pará, Every Tomaz de Aquino, simplesmente cassou a licença da Vale para a lavra de minério em Carajás.

    Na prática, isso significa 277 000 toneladas a menos de minério de ferro exportadas por dia.

    Ou 33,5 milhões de dólares a cada 24 horas. No centro da briga, o imposto sobre a mineração, que a Vale discute na Justiça há tempos para pagar menos do que quer o governo.

    Sem alarde, Brasília, por intermédio do ministro Edison Lobão, entrou em campo.

    Na terça-feira, o DNPM revogou a decisão, menos pela Vale e mais de olho na balança comercial brasileira.

    A licitação do controvertido trem-bala que ligará o Rio de Janeiro a São Paulo — uma obsessão de Dilma Rousseff — já tem o cronograma definido.

    Em 11 de abril, acontecerá a entrega dos envelopes dos dois consórcios que o governo considera líquido e certo que farão ofertas.

    Duas semanas depois, mais precisamente no dia 29, os envelopes com as propostas serão abertos na Bovespa.

    Em novembro, o governo cancelou em cima da hora a entrega das propostas com o temor de que nenhum interessado comparecesse, Será que agora vai?

    Voos solo

    Aliviada, a cúpula do PDT acredita que a polêmica entre o partido e o governo Dilma Rousseff devido à votação do reajuste do salário mínimo chegou ao fim com a declaração da presidente de que Carlos Lupi tem sua confiança.

    Mas a sigla não se faz de rogada. Diz que voltará a contrariar os interesses do Palácio do Planalto quando outras votações no Congresso se chocarem com suas bandeiras históricas.

    A volta de Lula, a chegada de Aécio

    Dois atores de peso do meio político prometem voltar à cena depois do Carnaval. Lula diz que sua “quarentena” acabará na quarta-feira de cinzas.

    Do lado da oposição, é aguardado para o fim do mês o primeiro discurso de Aécio Neves na tribuna do Senado, no qual o tucano fará uma avaliação dos primeiros meses de governo e apresentará uma plano de ação para o PSDB, DEM e PPS.

    Publicado por jagostinho @ 10:03



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