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  • 01mar

    FONTE: Assessoria de Imprensa Sinclapol

    O Sinclapol (Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná) promete organizar uma Assembleia Geral da categoria, nos próximos dias 23, 24 e 25, como forma de repúdio ao anúncio do secretário de Estado da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, ontem (segunda-feira, 28), na Assembleia Legislativa.

    Durante a apresentação de prestação de contas do Poder Executivo referente ao 3º quadrimestre de 2010, Hauly disse que não há previsão, para este ano, de reajuste salarial aos policiais civis, militares e bombeiros do Paraná.

    Como resposta, o presidente do Sinclapol, André Gutierrez, não descartou a possibilidade dos policiais civis iniciarem, após a assembleia, um movimento grevista em todo o estado, para exigir o cumprimenro da Emenda 29 (PEC 64).

    Recuperação salarial

    Aprovada em outubro do ano passado na Assembleia Legislativa, a emenda garante recuperação salarial aos policiais civis, militares e bombeiros.

    O texto da emenda foi publicado no Diário Oficial do Estado no final de outubro, fixando um prazo de 180 dias, para a implantação do subsídio.

    Para Gutierrez, é totalmente possível regulamentar o subsídio para o pagamento nos próximos três anos do governo. “É o mínimo que a classe espera, pois o reajuste poderá ser pago de forma escalonada pelos próximos três anos”, disse Gutierrez.

    Segundo o líder sindical, a lei prevê o efetivo de 6.246 policiais, mas a instituição conta com apenas 3,5 mil.

    “Se a lei determina esse efetivo, onde está essa diferença?”, indaga. E completa: “a verba destinada pela lei para Polícia Civil já existe equivalente com o efetivo estabelecido”.

    ADI

    Outro entrave à proposta do subsídio refere-se à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI-4504/10), protolocada em dezembro de 2010, pela direção do PTC (Partido Trabalhista Cristão), do Rio de Janeiro, sugerindo a suspenção da regulamentação da Emenda 29 (PEC 64).

    Ontem, na Assembleia, Gutierrez informou à imprensa que o presidente nacional do PTC, Daniel Sampaio Tourinho, será convocado, em Brasília, pelo deputado federal e delegado, Fernando Francisquini (PSDB), para prestar esclarecimentos sobre a ADI.

    O parlamentar pretende questioná-lo sobre a procedência da ação, as razões para o partido protocolar a ADI ou quem realmente solicitou a interveção do PTC na questão da PEC 64.

    “O deputado Francisquini, assim como nós, ficamos bastante surpresos com a postura do PTC, um partido sem nenhuma representação política no Paraná, ao adotar uma posição incompreensível, que prejudica, em muito, a segurança pública no Paraná”, disse André Gutierrez.

    E complementa: “Alguém pediu a intervenção do PTC: o crime organizado do Rio de Janeiro, na tentativa de desmobilizar a polícia, facilitando a migração de criminosos para o Paraná, ou o governo Beto Richa, que foge da responsabilidade de custear o subsídio”.

    Publicado por jagostinho @ 14:40



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Uma resposta

WP_Cloudy
  • Um Piá de Curitiba Disse:

    Será q os policiais votaram no Beto? Agora tem que engulir e ficar quietinhos. Até criaram comitê de apoio né? Se danem. Bem feito para todo mundo que votou num mentiroso. Eu não votei. Meu voto foi para o Salamuni.

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