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  • 10jun

    Folha Online

    – O ex-deputado Fernando Carli Filho (PSB-PR) afirmou, em depoimento à polícia nesta terça-feira, 9, não se lembrar de nada que ocorreu no dia do acidente que causou duas mortes em Curitiba (PR), informou a Sesp (Secretaria de Estado de Segurança do Paraná). Ainda segundo a Sesp, Carli Filho foi indiciado por homicídio com dolo eventual, ou seja, quando o autor sabe do risco e assume esse risco.

    “Ele garante não se lembrar de nada do dia do acidente. Diz que a última coisa que se recorda é ter visitado o pai, mas não sabe dizer nem se foi naquele dia. Depois, relata só se lembrar de ter acordado num quarto branco, onde informaram a ele estar em uma UTI”, afirmou o delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Armando Braga – .

    ANALISANDO:- Numa coisa todos estamos concordando. Houve avanços. O ex-deputado não fugiu, foi ouvido pelo delegado e indiciado. Tal seria. Mas, numa situação como essa, depois de toda a operação que, acintosamente, se armou para livrar o figurão de uma prisão em flagrante, até que estamos evoluindo bem.

    Mas a luta continua. Nenhum minuto de desatenção. Não se pode ficar, apenas, olhando, comovido, a titânica luta dos pais, para que o caso não desapareça, no esquecimento coletivo, de uma sociedade meio encalacrada e inerte. Todos temos o dever de estar juntos, irmanados, solidários, com pais e amigos dos meninos assassinados.

    O depoimento do acusado, dizendo que não lembra de nada, não nos deve revoltar. Era esperado que isso acontecesse. E, também, por que isso fortalece as provas irrefutáveis que se tem contra ele. A tática da amnésia é uma confissão de culpa. Afinal, o que restaria a ele, ao depor?  Como defender-se diante das evidências? Restou calar-se. E quem cala, consente.

    O que não se pode  é permitir que a lentidão da justiça dê chances, para o uso das tais filigranas jurídicas, que advogados caríssimos sabem, muito bem, manobrar. Isso sim não pode acontecer.

    Tem que haver uma atitude agilizadora, dentro do nosso Judiciário, até para que esse Poder recupere pontos diante da opinião pública, pois a morosidade o desacredita. Não por culpa dos membros do Judiciário e sim de leis que permitem tantas brechas. Mas, a hora é agora. O Judiciário, pode , se quiser, mesmo com leis que atrapalham, fazer com que as coisas fluam mais rapidamente.

    Porém, o castigo maior para o ex-deputado, após todas as oportunidades para que se defenda, será conviver com sua própria consciência. Carregar consigo, para sempre, as imagens, que hoje ele alega não lembrar.

    Publicado por jagostinho @ 00:52



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3 Respostas

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  • Mateus Disse:

    Esse filho da mãe deveria estar preso e ser tratado como marginal. Espero que a jusatiça seja feita nesse caso.

  • luis antonio Disse:

    disse bem vc jota

    o maior castigo será sua consciencia latejando a vida toda

  • josué Disse:

    nao vai pra cadeia nunca. As familias do pai e da mae do bêbado são donos de metade do Pr.

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