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  • 10jun

    O Brasil é o País do mundo que mais tem enganadores no futebol. Em todos os níveis, segmentos e setores. Começa , é claro, pelos nossos dirigentes. Com raríssimas exceções, são incompetentes, vaidosos e rídiculos. Passa pelos, ditos, coordenadores, chega aos treinadores (que ofensa àqueles que realmente entendem do assunto !) e culmina com jogadores.

    Mas o nicho onde se concentram os maiores absurdos é num grupelho de treinadores, corporativistas, bem organizados, com lobby perfeito na imprensa espalhada pelo País todo. Se tivessem essa mesma competência, na hora de trabalhar em clubes, seria uma maravilha.

    Mas, como dirigente não entende bolhufas de futebol, a tchurma vai enganando pelo Brasil a fora. Tem até caixinha para socorrer os, momentaneamente, desempregados. Isso quando, sem clube para enganar, não arrumam vaguinha de comentaristas de televisão.

    Este é o futebol brasileiro. Uma festa. Uma esculhambação. Salários nas alturas, e competência ladeira abaixo. Mas se têm salários altíssimos para muitos despreparados é porque têm ingênuos que pagam. Talvez, não seja só ingenuidade. Mas, paremos por aí.

    Vejam agora o Atlético. Lídimo lanterna do Campeonato Brasileiro. Manda o treinador embora (no que está certo, pois um fato novo teria que ser produzido). Mas, o fato novo é de terceira linha. O tal de Waldemar Lemos tem como maior  marca  ser irmão de Osvaldo de Oliveira. Outro que se tornou treinador, por acaso. E por acaso, deu sorte. E por acaso, também, engana por aí. Parece que está vendendo seu peixe no Japão. Alíás, o que  tem de treinador brasileiro tomando  dinheiro de japonês é uma grandeza.

    Mas voltemos ao novo treinador do Atlético, Waldemar Lemos. Nos últimos tres anos, o Atlético é o seu nono time. Isso é bom ou ruim? Sei lá. Campeão?  Uma vez, em 2002 , no Fluminense. É um técnico vencedor?  Os números mostram que é um perdedor.

    Por que de terceira linha? É só olhar os times que dirigiu:-  Mesquita, São Cristóvão, Goytacaz, Fluminense, Flamengo, Figueirense, Cabofriense, Paulista de Jundiaí, Joinvile, Harbour Wiev(Jamaica), e por último, Náutico. (2004 e 2005 estão em branco no seu currículo).

    Na minha opinião, mesmo lanterna, um time que já foi campeão do Brasil, o Atlético merecia coisa melhor. Quanto ao novo diretor de futebol, Ocimar Bolicenho, apesar da má companhia de Luxemburgo, é gente nossa. É sangue bom e preparou-se para função. Menos mal para o Atlético.

    Publicado por jagostinho @ 12:10



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