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  • 11maio

    ISTOÉ

     

    Exclusivo: os diálogos que comprometem Beto Richa

    Áudios obtidos por ISTOÉ indicam que o governo Beto Richa atuou para favorecer a Odebrecht em obra bilionária e reforçam inquérito contra o ex-governador do Paraná, hoje nas mãos do juiz Sergio Moro, que o acusa de receber R$ 2,5 milhões da empreiteira por meio de caixa dois

     

    Crédito: Revista IstoÉ

     

    Ao renunciar ao governo do Paraná para disputar uma vaga no Senado, o tucano Beto Richa perdeu o foro privilegiado e, como consequência imediata, um dos inquéritos da Lava Jato contra ele foi parar nas mãos do juiz Sergio Moro.

    Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça enviou à primeira instância a investigação que apura se a campanha à reeleição de Richa em 2014 recebeu R$ 2,5 milhões da Odebrecht via caixa 2.

    Áudios que estão em poder do Ministério Público Federal, e obtidos com exclusividade por ISTOÉ, complicam ainda mais a situação do ex-governador.

    Em uma das conversas, o então chefe de gabinete de Richa, Deonilson Roldo, revela a negociata com a Odebrecht justamente em torno da obra que teria lhe rendido milhões em recursos para a campanha, por meio do caixa paralelo.

    Clique aqui para ler a reportagem completa na revista IstoÉ

    A GRAVAÇÃO

    GAZETA DO POVO – YOU TUBE

     

  • 10maio

    IMPRENSA PSD

     


    O Avante oficializou apoio à candidatura de Ratinho Jr ao Governo do Paraná.

    A nova legenda é o sexto partido na base de apoio do candidato do PSD.

    Agora, ele conta com o PSD, PSC, PV, PR e o PRB.

    Estes partidos somados garantem mais de 5 minutos diários de TV para Ratinho Jr, tempo considerado suficiente para uma campanha forte no horário gratuito.

    Aliás, esse é o principal motivo que move os candidatos a disputar apoios partidários.

    As lideranças e pré candidatos do Avante oficializaram o apoio.

  • 09maio

     

    Na política e, principalmente nela, as verdades verdadeiras não estão nas declarações dos personagens, pois isto pode ser desmentido ou modificado logo após.

    A verdade pode e deve ser procurada nos atos e ações dos políticos. Nesta fase de pré-campanha ao governo do Paraná muito se diz, muito se fala e muito se blefa.

    Mas, para este blogueiro, com anos de experiência na área, as atitudes e gestos são mais eloquentes do que as palavras ou declarações deste ou aquele.

    Por exemplo, para um candidato a governador, o Plano de Governo é coisa muito séria. Ou deveria ser. Mas a história nos mostra que muitos destes planos, ou quase todos, são difusos, confusos, repetitivos e, o que é pior, inexequíveis.

    Mas todos tem que apresentar um Plano de Governo. Está na lei eleitoral. E já estamos em Maio. As eleições estão logo ali.

    Todos estão, a pleno vapor, com suas cabeças pensantes, debruçados sobre pranchetas, transformando em programas de governo as demandas recebidas pelos pré-candidatos em suas reuniões com o povo e entidades civis organizadas. Será?

    Diria eu que não. Um pelo menos, e que desponta bem nas pesquisas, no caso, Osmar Dias, não tem mais sua equipe que elaborava um Plano de Governo. E era uma equipe respeitável, com ex-deputado estadual renomado e outras inteligências de destaque.

    Osmar Dias simplesmente dissolveu seu planejadores. Não há mais equipe. E mais. Já em Abril autorizou quem deles quisesse, podia filiar-se ao PODEMOS, partido de seu irmão Alvaro Dias.

    Conclusão indesmentível: Osmar não é candidato ao governo do Paraná.

    Tudo que se falava sobre seus encontros com Ratinho Jr, mais de cinco, salvo engano, era verdadeiro. Osmar Dias será candidato ao Senado Federal na chapa de Ratinho Jr.

    Nos meses de Maio e Junho, Osmar Dias não confirmará nada, aproveitando a polêmica para alavancar mais a sua candidatura ao Senado, no que está absolutamente certo.

    Mas, em Julho, tudo se concretizará.

  • 08maio

    REDES SOCIAIS – RATINHO JR LIDERA COM FOLGA ENTRE OS PRÉ-CANDIDATOS AO GOVERNO DO PARANÁ 

     

    Segundo o IBGE, a quantidade de usuários de Internet no Brasil praticamente dobrou entre 2010 e 2017. Saltou de 65,9 milhões para 135 milhões (Projeção para 2018).

    Em 2014, o IBOPE noticiava que: “Internet é a primeira fonte de informações para 47% dos brasileiros”.

    Já em 2018, sem dúvida alguma, será a principal fonte de informações para a maioria dos brasileiros.

    Desde o fim de janeiro de 2018 este blogueiro vem acompanhando as principais redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) dos pré-candidatos ao Governo do Paraná.

    Atualmente o brasileiro gasta, em média, mais de 3 horas diárias para acessar redes sociais.

    No período analisado o Deputado Estadual Ratinho Jr lidera, com folgas, nas três redes analisadas. A Governadora Cida Borghetti aparece em segundo lugar e o ex-Senador Osmar Dias aparece em terceiro lugar.

    FACEBOOK

     O Facebook é a rede social mais utilizada no Brasil, aproximadamente 70% dos usuários de internet brasileiros tem um perfil no Facebook sendo que 92% deles fazem o acesso pelo celular.

    Nessa rede social:
    – O domínio é de Ratinho Jr. que tem mais de 8 vezes a soma dos outros dois pré-candidatos. São mais de 630 mil pessoas  que ‘Curtiram’ a página para consumir as informações postadas por ele.

    – Cida Borghetti após assumir em definitivo o cargo, vem demonstrando um crescimento acima da média.

    – Osmar Dias vem patinando e não conseguiu atingir nem 20 mil seguidores.

    INSTAGRAM

    O Instagram é a segunda rede social mais utilizada no Brasil, tem uma interface limpa onde os usuários podem acompanhar o dia-a-dia dos pré-candidatos.

    Nessa rede social:
    – A liderança também é de Ratinho Jr. que tem mantido uma boa constância em suas postagens, inclusive de sua vida privada, atraindo o público.

    – O crescimento Cida Borghetti se deu, novamente, em razão de assumir em definitivo o cargo de Governadora. Vem postando com uma grande freqüência, priorizando sua agenda diária.

    – Essa é a rede social de Osmar Dias, recentemente criada, com uma freqüência baixa de postagens que acabam não gerando interações e interesse por parte dos usuários.

    TWITTER

    O Twitter é a quarta  rede social mais utilizada no Brasil.  Hoje, a rede social é usada principalmente como segunda tela em que os usuários comentam e debatem o que estão assistindo na TV, postando comentários sobre noticiários, reality shows, jogos de futebol, debates políticos e outros programas.

    Erroneamente, é a menos explorada pelos 3 pré-candidatos.

     Nessa rede social:
    – A liderança também é de Ratinho Jr. que não atualiza a rede desde 2015.

    – Cida Borghetti apesar de estar em terceiro lugar, vem utilizando a rede social de forma constante e diária para divulgação de sua agenda e ações.

    – O perfil de Osmar Dias se refere a campanha de 2010 e ficou sem atualizações por 8 anos até voltar a ser atualizado em Janeiro desse ano.


    CONCLUSÃO

    – Até o momento Ratinho Jr parece ter estruturado melhor a sua área de mídias digitais tendo uma quantidade de seguidores muito superior aos de seus adversários.

    – Cida Borghetti vem demonstrando um crescimento, principalmente, pela maior exposição após assumir o cargo em definitivo.

    – Já, Osmar Dias não tem dado muita ênfase mídia digital, parece ter parado no tempo ficando preso em 2010. O fluxo de como as informações são veiculadas e consumidas mudou tremendamente entre 2010 e 2018. Se quiser se manter no páreo, não pode ignorar completamente a vida online.

  • 03maio

    GAZETA DO POVO

     

    Paraná Pesquisas: Bolsonaro lidera cenário sem Lula, seguido por Marina e Barbosa

     

    Jair Bolsonaro lidera pesquisa de intenção de votos para a presidência em dois cenários que excluem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando o petista está no páreo, a liderança é dele

     

     

     | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

    Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) lidera pesquisa de intenção de votos para a presidência quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não está no páreo. Levantamento nacional feito pelo instituto Paraná Pesquisas mostra Bolsonaro na frente em dois cenários que excluem o ex-presidente.Bolsonaro aparece à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (PSB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Quando o nome de Lula aparece como candidato, é o petista que lidera a pesquisa.No primeiro cenário da pesquisa estimulada, o candidato do PT é o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

    Neste caso, Bolsonaro desponta com 20,5% das intenções de voto. Um indicador que chama atenção é o de eleitores que não escolheriam nenhum dos candidatos desse cenário: 17,5% dos entrevistados disseram que não votariam em ninguém.

    Na sequência, quatro candidatos aparecem com porcentuais muito próximos, que revelam um empate técnico, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.

    Marina Silva tem 12% das intenções de voto, seguida por Joaquim Barbosa (11%), Ciro Gomes (9,7%) e Geraldo Alckmin (8,1%).

    Ainda foram citados na pesquisa o senador Alvaro Dias (Podemos) com 5,9%, Fernando Haddad (PT) com 2,7%, Manuela D’Ávila (PCdoB) com 2,1%, o atual presidente Michel Temer (PMDB) com 1,7% e o empresário Flavio Rocha (PRB) com 1% das intenções de votos.

     

    O segundo cenário da pesquisa que não considera o ex-presidente Lula também exclui um candidato próprio do PT. Nesse caso, os porcentuais de intenção de votos são muito semelhantes.

    Bolsonaro segue liderando com 20,7%. Em seguida, a opção nenhum dos candidatos aparece com 17,3%.

    Marina Silva tem 13,3% das intenções de voto e na esteira aparecem Joaquim Barbosa (11,2%), Ciro Gomes (10,1%), Geraldo Alckmin (8,4%) e Alvaro Dias (6,1%).

    Manuela D’Ávila, Michel Temer e Flavio Rocha repetem o desempenho do cenário anterior.

    Nesses dois cenários, ainda foram citados os candidatos Guilherme Boulos (PSol), Henrique Meirelles (PMDB), João Amoêdo (Novo) e Rodrigo Maia (DEM), mas eles não atingiram 1% das intenções de votos.

     

    Lula ainda lidera cenário

     

    Quando o ex-presidente Lula é incluído como candidato, a situação muda.

    No cenário com Lula, o petista lidera a pesquisa com 27,6% das intenções de voto, mesmo estando preso.

    Jair Bolsonaro é o segundo colocado, com 19,5% – porcentual semelhante ao que ele tem quando Lula não está no páreo.

    O percentual de entrevistados que diz não votar em nenhum dos candidatos cai para 9,6%.

    Na sequência, o ex-ministro do STF Joaquim Babosa aparece com 9,2%, seguido por Marina Silva (7,7%), Geraldo Alckmin (6,9%), Ciro Gomes (5,5%) e Alvaro Dias (5,4%).

    Ainda aparecem na pesquisa Manuela D’Ávila (1,2%) e Michel Temer (1%). Neste caso, Flavio Rocha, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, João Amoêdo e Rodrigo Maia foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto.

     

    Para onde vão os votos de Lula?

     

     

    O levantamento da Paraná Pesquisa ainda levantou a percepção dos eleitores sobre a possibilidade de registro de candidatura de Lula.

    Para 63,2%, o petista não vai conseguir registrar a candidatura. Outros 32,7% acreditam que ele conseguirá ser candidato.

    A pesquisa ainda questionou os eleitores se eles votariam em um candidato apoiado por Lula. A maioria (61,2%) disse que não, e 23,4% dos entrevistados afirmaram que sim.

    Para 14,1%, esse voto dependeria de quem teria o apoio de Lula.

    Ao considerar apenas os eleitores de Lula, 62% responderam que votariam no candidato apoiado pelo petista.

    Para 20,3%, o voto dependeria de quem seria esse candidato e 16,8% não escolheriam essa pessoa.

    Os eleitores também foram questionados sobre quem seria esse candidato apoiado por Lula, caso o ex-presidente não dispute a eleição.

    A maior parte dos entrevistados, 30,4%, não soube responder.

    Entre os que arriscaram algum palpite, 15% acreditam que Lula apoiaria Marina Silva, que já foi integrante do PT e ministra de seu governo, antes de romper com o partido.

    Na sequência, aparecem como eventuais apoiados por Lula Ciro Gomes (11,8%) e o petista Fernando Haddad (11,5%).

    Ainda foram citados o atual presidente Michel Temer (4,1%), o tucano Geraldo Alckmin (3,9%), Jair Bolsonaro (3,6%), Joaquim Barbosa (3,3%) e Manuela D’Ávila (2,9%).

    Alvaro Dias, Flavio Rocha, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, João Amoêdo e Rodrigo Maia não atingiram 2% cada.

    Entre os eleitores de Lula, a percepção de quem seria o candidato apoiado pelo petista é semelhante, com pouca diferença percentual.

     

    Em quem os brasileiros não votariam

     

    O levantamento da Paraná Pesquisas também avaliou a rejeição a Jair Bolsonaro, Marina Silva, Joaquim Barbosa, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad.

    As maiores rejeições são aos nomes do petista Fernando Haddad e do tucano Geraldo Alckmin.

    De acordo com a pesquisa, 66,1% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum em Haddad e 61,3%, em Alckmin.

    Na sequência, aparecem Ciro Gomes (55%), Marina Silva (51,5%) e Jair Bolsonaro (49,6%).

    O menor indicador é o de Joaquim Barbosa: 45,5% dos entrevistados disseram que nunca votariam nele.

    Metodologia

     

    O levantamento da Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 27 de abril e 2 de maio de 2018 em todo território nacional.

    Foram ouvidos 2.002 eleitores e a margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

    A pesquisa abrange um grau de confiança de 95%.

    O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-02853/2018.

     

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