• 11jun

    METROPOLES.COM

    O resultado do laudo cadavérico detalha a crueldade com que Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, foi assassinado em Samambaia. De acordo com a Polícia Civil, o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia. Assustada, a vítima ainda se levantou e ficou ajoelhada ao lado da cama. Em seguida, levou mais 11 golpes desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe, no dia 31 de maio.

    O laudo apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes. Segundo a PCDF, enquanto a mãe começava a esquartejar o corpo, a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, acendia a churrasqueira. Ela teria segurado o garoto durante o esfaqueamento.

     

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  • 22fev

    O LIVRE

    Artigo de Bene Barbosa
    [email protected]

     

    Passando vergonha 100 vezes mais! Cem vezes!

     

    Para esse pessoal, a cena de uma mulher armada e preparada para se defender é muito mais perturbadora que a cena dela desfigurada após o ataque

     

    Foto: Oleg Volk

     

    Tudo começou com o bárbaro espancamento de uma mulher por um homem no primeiro encontro dos dois.

    Um daqueles casos escabrosos que nos fazem querer que as torturas medievais para prisioneiros voltassem à moda…

    Mas deixemos os pensamentos bárbaros de lado e voltemos ao ocorrido.

    Nas redes sociais pulularam várias postagens sobre o caso, dentre elas uma feita no Twitter pelo vereador Carlos Bolsonaro: “Se esta senhora tivesse como se defender, e fosse de sua vontade, uma arma de fogo legal resolveria justamente este absurdo. Imagine as sequelas eternas deixadas por esse covarde? A defesa pessoal dentro de sua casa tem que ser prioridade urgente do Congresso Nacional”.

    Pronto! Foi o que bastou para que uma série de notícias fossem publicadas – quase exclusivamente criticando o posicionamento do filho do presidente – em diversos jornais e portais de notícias.

    A questão é: afinal, qual foi o absurdo dito? Nenhum!

    Se eu tivesse que tecer alguma crítica, ou melhor, uma análise mais fria do ocorrido, poderia dizer que por não conhecer em detalhes a dinâmica da agressão seria impossível prever se uma arma resolveria ou não a questão em favor da vítima.

    Agora, óbvio, desarmada e não contando com força física equiparada ao de seu agressor, ela não tinha praticamente nenhuma chance de revidar para cessar o covarde ataque.

    Fato! Neste ponto cheguei à conclusão que, para esse pessoal, uma cena de uma mulher armada e preparada para se defender é muito mais perturbadora que a cena dela desfigurada após o ataque.

    A partir daí os justiceiros sociais saíram em defesa do desarmamento – das vítimas, claro! – reafirmando que uma arma não poderia fazer diferença e que, na realidade, se ela tivesse uma o risco seria ainda maior.

    Juro que até hoje eu não consigo entender essa deturpação lógica e moral que acomete certas pessoas.

    Oras, como assim seria pior? Ele só não a matou, porque assim não o desejou.

    Lembro aos incautos que em São Paulo, por exemplo, 83% dos assassinatos de mulheres correm sem o uso de armas de fogo!

    Uma faca, um fio, um ferro de passar e as próprias mãos são armas tão letais quanto qualquer arma de fogo quando um homem tem uma mulher já subjugada pela desproporcional diferença de forças!

     

    Mesmo que o risco fosse comprovadamente maior – e não é! – a escolha deveria ser tão somente da mulher em possuir ou não uma arma para sua defesa.

     

    Dessas postagens surgiu a citação a um artigo que mostraria “comprovação” de que mulheres armadas possuem mais chances de morrer que mulheres desarmadas…

    Nas exatas palavras do postante: “Estudo COMPROVOU que uma mulher com uma arma de fogo em casa tem 100 vezes mais chances de morrer pelo companheiro do que usá-la para defesa pessoal. 100 vezes mais chances de morrer. Cem vezes”.

    Pouco tempo depois houve o compartilhamento dessa “informação” pela sub-vice candidata à presidência, Manuela d’Ávila, que ostentou aquela camiseta “lute como uma garota”.

    Fico me perguntando, uma garota desarmada contra alguém mais jovem, maior e mais forte? Como Manú? Como?

    Neste ponto cheguei à conclusão que para esse pessoal, a cena de uma mulher armada e preparada para se defender é muito mais perturbadora que a cena dela desfigurada após o ataque.

    O artigo em questão tem um título sedutor aos que recorrem ao Google para comprovar suas teses sem checar a veracidade do fato e, principalmente, sem nem mesmo saber o que significa a checagem de fontes primárias:

    “Um novo estudo desmascara a alegação da NRA de que as armas protegem as mulheres”.

    autor, entre outras coisas, trabalhou como pesquisador para Michael Moore! Quem conhece essa triste figura já pode imaginar o resto. O tal estudo que comprovaria essa tese é de 2017 e já havia passado pelas minhas mãos na época.

    Primeiro, ele não fala em mulheres que têm arma em casa, e sim em mulheres que são mortas com a utilização de armas de fogo versus mulheres que em legítima defesa mataram seus agressores usando armas de fogo. 

    São coisas completamente diferentes! A autoria do estudo, cuja íntegra está aqui, é da ONG Violence Policy Center que, como vocês poderão verificar visitando o site, tem por objetivo implementar restrições à posse de armas nos EUA e confecciona “estudos” e “pesquisas” unicamente com esse objetivo, sempre partindo do pressuposto que armas são ruins e ponto final.

    Mas isso, por si, não quer dizer muita coisa, afinal o tal estudo poderia estar correto. Certo? Não!

    O tal estudo é uma gigantesca fraude estatística; usa claras artimanhas para “provar” suas hipóteses.

    Entre elas a falácia, ou seja, partir de um pressuposto verdadeiro, de fatos, para chegar em uma conclusão completamente falsa.

    Em resumo, o estudo não passa da comparação direta entre o número de mulheres assassinadas com o uso de armas de fogo, 1.686 casos, e os casos onde elas usaram armas de fogo e mataram os seus agressores, apenas 16 ocorrências.

    Qual a relação entre as duas coisas? Nenhuma!

    No excepcional livro Como Mentir com Estatística, autoria de Darrell Huff, está a explicação disso:

    Se você não puder provar o que deseja, demonstre outra coisa e finja que são iguais. Na confusão que resulta do choque da estatística com a mente humana, dificilmente alguém notará a diferença”.

    Por algum acaso essas 1.686 mulheres estavam armadas quando assassinadas? Não!

    As 16 que mataram seus algozes estavam? Sim!

    São situações completamente diferentes. Mesmo que o estudo levasse em consideração apenas casos onde mulheres estavam armadas e foram mortas seria pouco válido, uma vez que somente casos onde os criminosos morrem é que vão parar nas estatísticas.

    Um exemplo? Aquele vídeo onde um homem soca a cara de uma moça em um restaurante, a sua colega de trabalho saca a arma e coloca o valentão para correr, salvando, talvez, a vida da mulher agredida. Isso vira estatística? Não! Não vira!

    De acordo com as pesquisas dos professores Kleck e Gertz constante no estudo intitulado Armed Resistance to Crime, mais de 200.000 mulheres usam defensivamente armas de fogo contra crimes sexuais todos os anos nos Estados Unidos.

    Você acredita que esses especialistas de Internet já passaram perto ou teriam a honestidade de reconhecer tais estudos e números? Nunca!

    O mesmo estudo aponta uma estimativa de uso de armas em legítima defesa naquele país: 2.500.000 de vezes ao ano!

    Vidas salvas! Salvamentos invisíveis às estatísticas oficiais.

    Temos, ainda, o estudo Rape Victimization in 26 American Citiesfeito pelo Departamento de Justiça americano que demostra que apenas 3% – sim, apenas 3%! – dos estupros se concretizam quando a mulher está armada e reage.

    Há diversas outras variáveis que foram convenientemente esquecidas no estudo, entre elas qual era o histórico criminal dos assassinos?

    Esses criminosos compraram legalmente suas armas? Seria possível afirmar que se não possuíssem uma arma de fogo deixariam de assassinar suas vítimas?

    Pois bem, sabem por qual motivo nada disso é levantado? Simplesmente porque mataria a narrativa no nascedouro!

    O documento em análise acaba ele próprio se contradizendo.

    De acordo com o gráfico constante na página 3, o número de homicídios de mulheres caiu consecutivamente por quase duas décadas, porém, a venda de armas nesse período continuou crescendo e muito.

    Para vocês terem uma ideia do tamanho da coisa, apenas na Black Friday de 2017 estima-se que foram vendidas mais de 300 mil armas de fogo.

    Em um dia, a população americana comprou armas suficientes para equipar todo nosso Exército ou metade das nossas forças policiais!

    Para encerrar, de acordo com um estudo do Instituto EMI – Eu Mesmo Inventei – lançar-se ao debate sem conhecimento, sem checar as fontes, sem estudar, acreditando em manchetes visivelmente falsas faz com que uma pessoa tenha 100 vezes mais chances de passar vergonha.

    Cem vezes!

  • 14jan

    RENOVA MÍDIA

     

    Mourão diz que governador do Ceará é responsável pela onda de violência

     

    Mourão diz que governador do Ceará é responsável pela onda de violência

     

    Em entrevista ao “Estadão“, o general Hamilton Mourão afirmou:

    Na minha opinião, o governador do Ceará não estava a cavaleiro da situação. O dado que nós temos é que parcela significativa da Polícia Militar estava de férias, em um período conturbado.

    E, criticando o governador Camilo Santana (PT), acrescentou:

    Se a PM tem cem de efetivo e nós temos 12 meses no ano, só podem ter 8 a 9 de férias por mês. É uma matemática simples, não é?

    Então, acho que o governador andou falhando nisso aí e, obviamente, pediu reforço da Força Nacional.

    Agora, a questão do Ceará tem de ser resolvida, em primeiro lugar, por ele.

    Há 500 agentes federais no Ceará, além de policiais de outros Estados, informa o jornal “Metrópoles“.

  • 22dez

    ISTOÉ

     

    Combate ao crime: é vencer ou vencer

     

    A violência no Brasil mata mais que a guerra na Síria e o novo governo, Sergio Moro à frente, quer inaugurar uma nova era na Segurança: a do jogo duro contra os bandidos

     

     

    Crédito: Divulgação/flickr

    Medidas duras: O ex-juiz Sergio Moro durante entrevista a jornalistas em Brasília: os criminosos não terão trégua no novo governo (Crédito: Divulgação/flickr)

     

    No ano passado, foram assassinadas no Brasil 62.517 pessoas. Em dez anos, a criminalidade tirou a vida de 550 mil brasileiros, um número muito próximo dos 511 mil mortos na guerra da Síria desde 2011.

    Esses dados revelam como a violência atingiu proporções epidêmicas no Brasil, com características de uma verdadeira guerra civil, comandada por grandes organizações criminosas de dentro e fora dos presídios.

    Por fim à essa tragédia foi, inclusive, uma das principais promessas de campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    Justamente por isso, ele não vacilou em escolher o ex-juiz Sergio Moro para ser seu superministro de Justiça e Segurança Pública, com a missão de coordenar ações que acabem com essa barbárie.

    Se o ex-juiz foi destemido ao enfrentar os maiores corruptos do Brasil, considerou o presidente eleito, ele também tem credibilidade para desarticular as facções criminosas que deixam as autoridades policiais de joelhos e a população em pânico.

    Confisco de bens

    O novo ministro já trabalha em um projeto contra a corrupção e o crime organizado para apresentá-lo ao Congresso em fevereiro.

    Para combater a corrupção, Moro pretende adotar parte das 70 medidas que estão paradas no Senado e endurecer por exemplo a lei para crimes de caixa dois, que hoje são passíveis de punições na Justiça Eleitoral.

    O desafio maior mesmo está na segurança pública, onde ele pretende aplicar as mesmas estratégias que usou na Operação Lava Jato.

    Entre outras medidas, vai comandar o cerco aos chefões das grandes organizações criminosas, pedir penas mais elevadas para eles e isolá-los em presídios federais, mas, sobretudo, confiscar seus bens.

    Pedirá que os bandidos que cometem crimes mais graves sejam presos preventivamente.

    E que passem a cumprir a pena logo após a sentença em segunda instância, como já ocorre no caso dos crimes de colarinho branco.

    No seu projeto, Moro vai até mesmo pedir que eles não tenham progressão de pena (que permite que deixem o regime fechado para cumprirem pena no regime semiaberto ou aberto).

    “As penas no Brasil precisam deixar de ser uma fantasia. O preso é condenado a 30 anos, mas não cumpre nem dez”, disse Moro em entrevista exclusiva à ISTOÉ em novembro.

    Moro deseja também que a implantação de seu projeto seja feita de forma integrada com os Estados.
    Afinal, ele sabe que a violência urbana está tomando proporções de problema de segurança nacional e que a selvageria não se restringe apenas às grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.
    Ao contrário do que se imagina, a violência está correndo solta nos Estados mais pobres.
    Segundo dados do Atlas da Violência 2018, a média brasileira de assassinatos é de 30,3 por 100 mil habitantes, mas no Sudeste, onde estão Rio e São Paulo, a taxa é menor, de apenas 19,5 por 100 mil habitantes, enquanto que no Norte a matança é de 44,5 e no Nordeste de 43,7 por 100 mil habitantes.
    Não por acaso, Moro escolheu para secretário nacional de Segurança Pública o general da reserva Guilherme Theóphilo, do Ceará, um dos estados mais violentos do País.

     

    “Não vamos acabar com a corrupção e o crime organizado da noite para 
    o dia, mas vamos reduzir a criminalidade a níveis aceitáveis” 
    Sergio Moro, futuro ministro da Justiça e Segurança Pública

     

    Para auxiliá-lo nessa hercúlea tarefa, o ex-juiz levou também para o ministério dezenas de experientes delegados da Polícia Federal que trabalharam com ele na “República de Curitiba”.

    Com esses verdadeiros Sherlock Holmes, Moro deu um freio na corrupção que minava a Petrobras durante os governos petistas. Desta vez, vai usar essa experiência para enfrentar quadrilhas ainda mais perigosas,

    “Não vamos acabar com a corrupção e o crime organizado da noite para o dia, mas vamos reduzir a criminalidade a níveis aceitáveis”, disse Moro à ISTOÉ.

    Parafraseando o jurista Francisco Horta, lendário presidente do Fluminense, que levou o clube carioca ao bicampeonato em 1975 e 1976, agora, é vencer ou vencer.

     

  • 01dez

    BLOG DO ALUÍZIO AMORIM

     

    JORNALISTA E DEPUTADA FEDERAL ELEITA EM SP REVELA EM VÍDEO O MACABRO PACOTE QUE LHE FOI ENVIADO COM AMEAÇA DE MORTE

     

    A jornalista e deputada federal eleita por São Paulo, Joice Hasselmann, revelou em vídeo, como se vê abaixo, o macabro pacote que lhe foi enviado e junto um bilhete ameaçando-a de morte.

    O macabro pacote contendo uma cabeça de porco e uma peruca loura já está em poder da polícia que investiga o caso.

     

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