• 18jun

    DIÁRIO DO BRASIL

     

    Uma semana antes do ‘vazamento hacker’, Gleisi e Dilma estiveram na Rússia


    Na primeira semana deste mês, a ex-presidente Dilma Rousseff e a deputada Gleisi Hoffmann estiveram em Moscou, numa missão não divulgada no Brasil … ou seja, não oficial.

    Segundo o site oficial da Câmara dos Deputados, Gleisi publicou justificativa de ausência por “missão autorizada”, porém não deu mais detalhes.

    O relatório da viagem também não foi apresentado até a data de hoje.

    Um site russo registrou o encontro das duas senhoras com membros do partido comunista local. (clique aqui para ler …)

    Coincidência?

    Durante o dia de ontem (17), um suposto grupo de hackers publicou algumas denúncias contra Glenn Greenwald.

    Numa série de postagens feitas no twitter, o grupo intitulado Pavão Misterioso alega que o jornalista teria pago para um hacker russo (em bitcoins – moeda virtual ) para obter informações relacionadas ao recente caso Moro e Dallagnol.

    Deu pra entender a ‘coincidência’, caro internauta?

    hacker russo ► Dilma e Gleisi na Rússia

    A PF tem que investigar essa enorme ‘coincidência’ e descobrir se há alguma conexão entre a viagem das madames comunistas e as denúncias feitas no twitter.

  • 09mar

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Presidente Bolsonaro irá ao Chile para enterrar órgão criado por Lula e Chávez

     

    Nova organização deve ser criada para substituir Unasul

     

    Divulgação | Instagram Jair Bolsonaro

     

    O presidente Jair Bolsonaro irá participar ainda nesse mês de uma reunião com os líderes sul-americanos para consolidar a criação do Prosul em substituição à Unasul (União das Nações Sul-Americanas).

    Orquestrada pelo presidente Sebastián Piñera, presidente do Chile, o evento ocorrerá dia 22 de março, em Santiago.

    A proposta é consolidar um órgão internacional para isolar a Unasul.

    Juan Guaidó também foi convidado para participar da reunião.

    O Prosul deve ser um órgão mais flexível, sem sede, nem orçamento.

  • 09mar

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Presidente Jair Bolsonaro confirma viagem à China em busca de aprofundar relações comerciais

     

    Presidente da República também afirmou que governo brasileiro se esforça para abrir novos mercados internacionais.

     

    Divulgação | Instagram Jair Bolsonaro

     

    Em busca de aprofundar a relação com a China, principal parceiro comercial do Brasil, o presidente da República Jair Bolsonaro confirmou nesta sexta-feira (8) que fará uma visita oficial ao país asiático ainda em 2019.

    Confirmei com embaixador [chinês] que farei viagem à China este ano”, disse Bolsonaro.

    [O comércio com a China] Vai melhorar com toda a certeza. Nós queremos nos aproximar com o mundo todo, ampliar nossos negócios e abrir nossas fronteiras”, concluiu.

    A declaração do presidente foi dada após receber seis cartas credenciais diplomáticas durante cerimônia no Palácio do Planalto, entre elas a do embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming.

    Na avaliação do diplomata do país asiático, a relação entre os dois países é importante e as reformas econômicas devem fortalecer o comércio bilateral.

    O Brasil é o sócio principal da China, tanto político quanto econômico e comercial. Por isso que a reforma e a mudança da instituição política e econômica no Brasil vão representar mais oportunidades de negócio com a China”, destacou, em entrevista a jornalistas.

    No mês passado, o governo federal apresentou ao Congresso Nacional a PEC da Nova Previdência, que tem como objetivo tornar os regimes de aposentadoria no País mais igualitários, eliminando privilégios e equilibrando as contas públicas.

    Parceira

    Apenas em 2018, o comércio entre o Brasil e os chineses gerou um superávit de US$ 29,4 bilhões, confirmando a China como o principal comprador de produtos brasileiros e o mais importante país importador para o Brasil.

  • 02fev

    UOL/VIAGEM

    • Getty images

      Não é só dinheiro vivo que custeia as suas despesas no exterior

    • Não é só dinheiro vivo que custeia as suas despesas no exterior

    Ao viajar para o exterior, o turista brasileiro tem à sua disposição diferentes recursos para bancar as próprias despesas e as de seus acompanhantes.

    E cada uma delas possui vantagens e desvantagens. O UOL Viagem conversou com especialistas em finanças para ajudar você a escolher a melhor alternativa.

    Dinheiro em espécie

    Com dinheiro vivo, todas as despesas no exterior saem mais baratas. Isso porque o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incide sobre a quantia gasta no exterior é de 0,38%, uma pechincha perto da taxa de 6,38% que recai sobre os outros meios de pagamento, como o cartão de crédito e o pré-pago.

    Com dinheiro no bolso, o turista pode chegar ao destino e já começar a gastar, sem ter de se preocupar em encontrar uma casa de câmbio ou um caixa eletrônico.

    Essa é, também, a única forma de pagamento que possui 100% de aprovação em qualquer lugar, além de não oferecer risco cambial.

    Ou seja, uma vez com a moeda estrangeira em mãos, você não precisa mais entrar todos os dias no site de cotações para acompanhar a flutuação do câmbio.

    As desvantagens também existem, é claro. Carregar grandes quantias pode ser perigoso e deixá-lo vulnerável em caso de assalto.

    Além disso, existem taxas nas casas de câmbio para comprar moeda corre-se o risco de ter que lidar com notas falsas.

    Voltar ao país de origem com moeda estrangeira, muitas vezes, ainda significa perder dinheiro, já que essa quantia será desvalorizada progressivamente.

    “Outro ponto a ser observado é que existe um limite de R$ 10 mil para ser levado ao exterior sem ter de declarar à Receita Federal”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingos, da DSOP Educação Financeira.

    De qualquer forma, para viajar com dinheiro vivo mais tranquilo, vale a pena investir em doleiras – aquelas pequenas pochetes usadas sob a roupa – e em hotéis que disponibilizem cofres nos quartos.

    Cartão de crédito internacional

    Getty Images

    A grande vantagem do chamado dinheiro de plástico é que ele é aceito em quase todos os lugares. É, também, uma forma mais segura de carregar dinheiro, já que, se você for vítima de assalto, furto, ou se simplesmente perder o cartão, bastará solicitar o bloqueio à operadora.

    “Vale citar que muitos cartões internacionais oferecem seguro saúde e de extravio de bagagem, o que ajuda a reduzir os gastos do viajante”, diz o planejador financeiro pessoal Lucas Radd, da WG Finanças Pessoais.

    Além disso, muitos cartões oferecem programa de pontos por valor gasto, que podem ser trocados por produtos ou milhas para adquirir novas passagens aéreas.

    Mas é preciso ter em mente que, além do IOF que incide sobre as compras, quem gasta no cartão fica sujeito à variação cambial.

    Ou seja, você pode viajar numa época em que a moeda estrangeira está com um valor razoável e levar um susto ao abrir a fatura, um mês depois, se ocorrer uma repentina alta do câmbio.

    Há, ainda, o risco de descontrole financeiro, afinal, poucas coisas são tão fáceis de fazer quanto abrir a carteira e passar o cartão de crédito para quitar uma despesa.

    Por isso, os educadores financeiros sempre indicam que essa forma de pagamento seja usada apenas como um plano B, se o dinheiro acabar antes do fim da viagem, por exemplo.

    Traveller check

    Os cheques de viagens já foram mais populares. No entanto, ainda há bancos que trabalham com esse produto.

    Eles funcionam da seguinte forma: são emitidos no Brasil, com valores diversos, como se fossem notas de dinheiro, geralmente em dólar ou euro – moedas reconhecidas em quase todos os países.

    Com esses cheques em mãos, o turista procura uma casa de câmbio no exterior e faz a conversão para a moeda local.

    “É uma modalidade que está em desuso porque os cartões eletrônicos são, evidentemente, mais práticos”, diz o especialista em mercado financeiro e economia Wilson Pires, professor da Faculdade de Administração do Centro Universitário da FEI.

    A vantagem é que esses cheques possuem seguro contra roubo ou perda. No entanto, além do IOF de 6,38% que recai sobre o valor gasto, outras taxas podem ser cobradas pelas casas de câmbio que aceitam trocar essa forma de dinheiro.

    Remessas para o exterior

    Getty Images

    Quem vai gastar uma grande quantia no exterior pode pensar em enviar remessas de dinheiro para uma conta estrangeira.

    Mas, para isso, óbvio, é preciso ter uma conta corrente no exterior – ou ao menos conhecer alguém de confiança que tenha, como um amigo ou familiar – o que só vale a pena se você é um viajante frequente.

    “Alguns bancos brasileiros oferecem a possibilidade de abrir uma conta no exterior, de forma bem simples, porque possuem filiais em outros países”, diz Domingos.

    Nesse caso, a transferência pode ser feita via internet, com IOF de 0,38% e considerando o valor do dólar comercial, conforme explica o educador financeiro. Mas será necessário arcar também com as tarifas cobradas pelo banco internacional.

    Por fim, vale ter em mente que todas as movimentações em contas estrangeiras precisam ser declaradas no imposto de renda e podem estar sujeitas a cobranças de tributos.

    Cartão pré-pago

    Esses cartões são ótimos como disciplinadores financeiros, porque só é possível gastar aquele valor que foi creditado.

    É, inclusive, uma boa opção para dar um certo nível de autonomia aos outros membros da família, nos momentos em que decidirem fazer compras e passear sozinhos.

    A modalidade também não oferece risco cambial, já que a cotação é definida na data de abastecimento do cartão.

    Em caso de perda, ele é facilmente bloqueado e reposto pela operadora financeira.

    A desvantagem é que o IOF em transações com cartões pré-pagos é a mesma do cartão de crédito, ou seja, 6,38%.

    Outro contra: com esse tipo de cartão, o acompanhamento das despesas é mais difícil, já que ao contrário do cartão de crédito, o de débito não gera uma fatura com a discriminação de cada gasto.

    Saques internacionais

    Talvez você não saiba, mas pode habilitar o seu cartão de conta corrente para fazer saques em caixas automáticos de outros países.

    Não é preciso que seu banco possua filial estrangeira, porque os saques são realizados em caixas eletrônicos ligados às redes internacionais, como Visa e Mastercard.

    O dinheiro sai com a cotação do dia, acrescido de IOF de 6,38%. Também será cobrada uma tarifa de saque internacional, que varia de acordo com o banco.

    Por isso, o mais indicado é fazer poucas retiradas e em valores altos, para que essa taxa não pese demais no orçamento.

    Tenha em mente, ainda, que cada banco possui um limite de saque internacional, que independe do seu saldo em conta corrente.

  • 27jan

    VEJA.COM

    Sem comentar os protestos que ocorreram no Brasil no sábado, a presidente Dilma Rousseff deixou pelas portas do fundo o hotel em que se hospedava em Lisboa e embarcou na manhã deste domingo, 26, para Havana, capital cubana.

    Dilma e sua comitiva passaram o sábado em Portugal, ocupando um total de 45 quartos de dois dos hotéis mais caros de Lisboa, com um custo total de 71.000 reais, segundo informou a agência Estadão Conteúdo.

    A presidência optou por não usar o palácio do século XVII mantido pelo governo brasileiro e que serve de embaixada em Portugal por indicar que o local não comportaria a delegação.

    No sábado, enquanto os protestos ocorriam em várias cidades, ela jantava em um restaurante com estrela pelo Michelin, a referência da boa gastronomia no mundo.

    A viagem estava sendo mantida em sigilo e apenas foi explicada depois que reportagem do jornal O Estado de S. Paulorevelou o momento em que Dilma entrou num hotel da capital portuguesa.

    A suíte em que ficou hospedada a presidente tem diária com preço de tabela equivalente a 26.000 reais.

    No sábado, às 9h35 (horário de Lisboa), o comboio que levaria a presidente do hotel ao aeroporto foi obrigado a entrar em uma garagem pública que dá acesso ao hotel.

    Enquanto um dos funcionários lavava carros sem saber o que ocorria, os seguranças realizavam a operação para driblar os jornalistas e impedir que a presidente tivesse contato com a imprensa que a aguardava.

                                                                                                               

    Dilma Rousseff à saída do restaurante Eleven, Lisboa,onde foi jantar neste sábado

    Dilma Rousseff à saída do restaurante Eleven, Lisboa,onde foi jantar neste sábado – Expresso

    Jantar ao Tejo 

    Na noite de sábado, diferentemente do que havia informado o Palácio do Planalto,Dilma saiu para jantar no elegante restaurante Eleven, com vista para o rio Tejo.

    O Planalto havia informado que a presidente estava “dormindo”, enquanto outros assessores indicavam que “desconheciam” qualquer plano de saída da presidente.

    No entanto, uma foto publicada no jornal português ‘Expresso’ de ontem deixou a comitiva sem explicações.

    Na foto, Dilma está saindo do luxuoso restaurante, acompanhada pelo embaixador do Brasil em Portugal, Mario Vilalva.

    O ministra Helena Chagas, chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, também aparece na foto.

    Pode-se ver um dos seguranças e o próprio embaixador carregando uma sacola com garrafas de vinho.

    O restaurante é um dos melhores de Portugal e um dos poucos no país classificado com estrela Michelin.

    Dilma esteve na Suíça desde quinta-feira, 23, e, sexta-feira, 24, foi uma das palestrantes no Fórum Econômico Mundial, em Davos.

    O próximo compromisso da presidente é a inauguração de um porto financiado pelo Brasil em Cuba, nesta segunda-feira, 27.

    Oficialmente, a explicação para a parada em Portugal é a de que o avião da FAB não teria autonomia para viajar entre Zurique e Havana.

    Mas o Planalto não explica nem porque a visita foi mantida em sigilo nem porque o abastecimento do jato não poderia ter ocorrido com a comitiva dentro do avião, algo que levaria cerca de uma hora.

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