• 27jan

    BEM PARANÁ

     

    Estudioso da Bíblia vai falar sobre códigos secretos e UFOs durante congresso em Curitiba

     

     

    Há ufólogos e outros estudiosos que afirmam com convicção que nosso planeta é visitado desde seu início por seres extraterrestres. E dentre esses há quem afirme que, mais do que visitados, fomos criados e moldados por outras espécies cósmicas.

    Nossos antepassados sempre declararam em sua mitologia e história que haviam sido gerados ou ensinados por deuses que vieram do espaço.

    Mesmo povos tecnologicamente avançados, como os sumérios, egípcios e gregos, acreditavam firmemente em seus deuses espaciais e contavam histórias sobre raptos, criaturas estranhas, aparelhos voadores e de guerra.

    Se voltarmos ainda mais no tempo teremos as civilizações da Índia com sua magnifica mitologia sobre deuses guerreiros, cidades nas estrelas e bases submarinas contada em seus livros sagrados. A própria Bíblia conteria diversos códigos secretos a esse respeito.

    “A Bíblia também guarda segredos que, quando lidos por quem conhece sua linguagem original, o hebraico, revelam uma nova maneira de entender suas muitas histórias”, afirma Paulo Sérgio Batalini, conferencista do XXV Congresso Brasileiro de Ufologia, que acontece em Curitiba de 27 a 29 de março de 2020.

    Todo o livro, em especial o Velho Testamento, está repleto de alusões a avistamentos de UFOs e contatos com ETs.

    “Há até mesmo ocorrências de abduções alienígenas descritas com clareza, como a do Profeta Elias”, diz Batalini.

    O Vaticano sabe disso, mas não discute por razões óbvias.

    Quando lida sob uma ótica moderna e interpretada com conhecimentos recentes, a Bíblia, guarda inúmeras outras menções um código secreto, que hoje é estudado pela chamada Ufocriptologia.

    Paulo Sérgio Batalini, que é especialista em hebraico e estudioso da Bíblia, decifrou muito do que está codificado no livro sagrado e fará uma palestra sobre aquilo que descobriu em Curitiba.

    Ele é o Rabino Misha’ Ël Há’ Levi e entre seus livros estão Qabalah e Os Filhos das Estrelas.

    Admirável mundo novo

    Os paulistas Fábio Medeiros e Rebeca Casagrande apresentarão no congresso o tema “Um Admirável Mundo Novo Após a Data Limite”, levando-nos a olhar para alguns fatos recentes, como as inéditas revelações dos Estados Unidos a respeito de UFOs, não como coincidência, mas como efeito direto da chamada “Data Limite Segundo Chico Xavier”, que se encerrou em 20 de julho.

    Segundo o médium, o mundo seria gradualmente transformado para melhor em várias áreas, como a medicina, astronáutica e a física, o que já vem ocorrendo de forma acelerada. Em sua palestra os congressistas discutirão estes avanços.

    No evento haverá também uma palestra sobre os segredos da NASA a respeito de UFOs fotografados no espaço e na Lua, apresentada pelo professor de TI Jackson Camargo.

    Ele afirma que quase todos os voos espaciais – tanto dos Estados Unidos quanto da então União Soviética –, mesmo aqueles não tripulados, foram seguidos de perto por naves alienígenas, que foram fotografadas e filmadas.

    Hoje muitas destas fotos estão vindo a público após vários vazamentos, e dezenas destas fotos serão mostradas na conferência.

    O que muda com a abertura ufológica?

    Outro destaque do congresso – que terá 13 expositores, sendo um americano – será a apresentação do autor Thiago Ticchetti, que falará sobre a mudança que o mundo viverá após a abertura ufológica, ou seja, a admissão oficial da existência de vida extraterrestre visitando a Terra.

    Esse é um tema cada vez mais relevante, já que declarações de membros de vários governos caminham no sentido da uma abertura em relação à Ufologia.

    Mas como a humanidade encarará esta realidade quando esta for confirmada oficialmente pelas potências globais, a exemplo dos Estados Unidos e Rússia?

    Este será o debate.

    Serviço:

    -XXV Congresso Brasileiro de Ufologia

    -27 a 29 de março, Hotel Bourbon Curitiba

    -Site oficial: www.ufologiabrasileira.com.br

    -Ingressos a partir de R$ 120,00

  • 05fev

    GAZETA DO POVO

     

    Já avistou um OVNI? Relatos ‘fazem’ de Curitiba a capital dos discos voadores

     

    Fama da cidade veio após a liberação de arquivos da Aeronáutica sobre avistamento de objetos voadores não identificados

     

    Foto ilustrativa: Pixabay

     

    Já passava das 4 horas da madrugada quando o engenheiro Guilherme* saiu de frente do computador em sua casa no Bairro Alto, em Curitiba, e olhou pela janela.

    No céu de verão, levemente estrelado, viu um objeto se movimentando. Era redondo, de cor amarelada e piscava constantemente. Ao se deslocar pelo céu, emitia feixes de luz na vertical e não fazia qualquer barulho.

    “Era um objeto diferente, não tinha nada a ver com aviões ou coisas parecidas. Nenhum objeto feito pelo ser humano emite luz daquele jeito”, contou o engenheiro à reportagem da Gazeta do Povo, sem antes recordar de outros quatro casos anterior que vivenciou na capital paranaense e no Litoral.

    Esse último, porém, ele entendeu que precisava reportar à Aeronáutica.

    “Eu registrei porque achei um absurdo aquilo e ninguém fazer nada. Se fosse um objeto armado, vai saber. É questão de segurança nacional. Liguei para o Cindacta [Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, localizado no aeroporto do Bacacheri] e relatei essa situação”, revela.

    O oficial de plantão ouviu o relato e preencheu o formulário padrão de ocorrência de “Tráfego Hotel” – expressão utilizada pelas Forças Armadas para se referir a Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs).

    O documento foi enviado ao Comando de Defesa Aeroespacial (Comdabra) e posto em sigilo.

    Isso até 2017, quando esse episódio se juntou a outros cerca de 700 dessa natureza ao serem desclassificados e liberados para consulta pública no site do Arquivo Nacional.

    Entre os relatos, há um pouco de tudo. Objetos redondos, em forma de estrela e com desenhos diferentes, das mais diversas cores.

    Movimentam-se ora lentamente, ora param e aceleram rapidamente. Tudo visto a olho a nu, seja de dia ou de noite.

    A fama de Curitiba

    Na leva de arquivos que perderam a confidencialidade, um detalhe chamou a atenção: 84 registros de avistamento de OVNIs ocorreram em Curitiba e Região Metropolitana.

    Número superior a qualquer outra cidade ou região do país. E apesar de conter casos que datam da década de 1950, a maioria relacionada à capital paranaense é do ano 2000 em diante.

    Essa peculiaridade foi suficiente para que Curitiba ganhasse o título informal de “capital oficial dos discos voadores”.

    E casos, além dos disponíveis abertamente, não faltam e nos levam para mais de 60 anos atrás.

    Objetos que sobrevoaram a região central em 1954, o pouso de um disco voador no Bacacheri com direito a contato com seres extraterrestres, avião precisando arremeter próximo ao aeroporto Afonso Pena para evitar a colisão com um OVNI. Sem contar os misteriosos casos de abdução.

    Apesar da quantidade de casos relatados, ufólogos dizem que cidade não é tão especial assim para quem vem de outros lugares do universo.

    “Curitiba não é tão diferente de outras regiões. Os objetos aparecem em todos os lugares do mundo. Temos grandes ufólogos aqui e vários eventos do tema. Por serem mais expostas ao assunto, as pessoas acabam ligando para a Aeronáutica e fazendo o registro. E aqui o Cindacta tem dado mais atenção aos relatos”, comenta o ufólogo Jackson Camargo.

    No ano passado, por exemplo, a cidade sediou um grande evento de ufologia chamado International UFO Summit Brazil 2018, que recebeu nomes importantes do ramo, como Giorgio Tsoukalos, apresentador do programa Alienígenas do Passado, do History Channel, além do pesquisador Erich von Däniken, que defende que seres extraterrestres visitam a Terra há milênios.

    O ufólogo Ademar Gevaerd atribui a fama da cidade ao Cindacta, especialmente a partir da virada do século.

    Segundo ele, um militar da Aeronáutica que esteve à frente do órgão incentivava que os comandados preenchessem o formulário de Tráfego Hotel a cada ligação que chegasse.

    “Acredito que por ele ser interessado no assunto e mais zeloso com os relatos, havia mais registros. E isso não aconteceu em outras cidades do Brasil”, diz.

    Desconfiança

    Os relatos não significam necessariamente que os objetos avistados sejam de fora da Terra.

    Segundo os especialistas, na maioria das ocorrências que chegam que a público são facilmente descartados. E

    m geral, há a confusão com aeronaves comerciais, satélites e mesmo planetas.

    “Nós temos um feeling sobre as ocorrências. É muito raro alguém tentar nos enganar, inventar uma história. O que é mais comum é alguém achar que viu algo e não ter visto nada. De 100 pessoas que ouvimos, descartamos pelo menos 90, e somente de três a quatro casos que consideramos como fenômenos de interesse para a ufologia”, explica Gevaerd.

    São os ufólogos que buscam elucidar os avistamentos. Oficialmente, nenhum órgão público, inclusive das Forças Armadas, se encarrega de investigar os casos.

    “O Comando da Aeronáutica não dispõe de estrutura e de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito desse tipo de fenômeno aéreo”, informou a Força Aérea Brasileira (FAB), via assessoria de imprensa.

    Esse distanciamento gera desconfiança entre os estudiosos do ramo. Para eles, a FAB mantém secretamente informações sobre os episódios mais significativos, até para evitar que se jogue pânico sobre a população.

    Sem contar que seriam casos que podem interferir no aparato de defesa.

    “Eu acredito que [a Aeronáutica] liberou de 10 a 20% de tudo que produziram. O restante não foi liberado. O que foi liberado é ponta do iceberg. O mais importante e mais quente não são liberados, é de segurança nacional”, lamenta Gevaerd.

    *O nome real foi omitido a pedido do entrevistado.

    Relatos de Curitiba

    Tráfego desconhecido

    “É… não, negativo, ele tá aqui, tá parado agora, ele tá acompanhando a gente, está parado aparentemente, na subida ele tava vermelho, todo vermelho, aí ele foi mudando branco, vermelho, branco, vermelho, agora ele tá todo branco, entendeu?”

    Piloto do voo 9063 da Varig, 7 de agosto de 2003, às 19h40, no espaço aéreo entre Curitiba e o Litoral do Paraná.

    Os discos que fecharam o centro

    Aproximadamente às 13 horas do dia 14 de dezembro de 1954, três pontos luminosos surgiram no céu de Curitiba.

    A população saiu à rua para ver e a Rua XV de Novembro parou. Aos poucos foram diminuindo a altitude, aproximando-se de alguns prédios do centro.

    Os comerciantes fecharam as lojas com medo. A Força Aérea Brasileira mandou duas aeronaves para tentar alcançar os objetos, mas nada feito.

    Os três do Bacacheri

    Em uma noite de 1977, um soldado da Aeronáutica avistou um disco voador pousando na base aérea do Bacacheri.

    Atônito, viu três seres com vestimentas escuras deixarem a nave e se dirigir a um hangar da Força Aérea Brasileira.

    De lá, chegaram a arrastar um avião. Não demorou muito e retornaram ao objeto de onde saíram e levantaram voo.

    No local do pouso, a grama ficou queimada, mas foi retirada na manhã seguinte.

    Disco do Hospital Cajuru

    Uma mulher com três filhos transitavam em um carro próximo ao Hospital Cajuru.

    Avisados por motoristas que vinham no sentido contrário, viram que acima do veículo havia um disco voador.

    Rapidamente chegou à sua casa. Da janela do apartamento, ainda viram o objeto estacionado ao lado hospital.

    Logo depois decolou e não foi mais visto.

  • 25ago

    PARANÁ-ONLINE — Giselle Ulbrich

     

     

    Alvo de fenômenos curiosos, bairro de Curitiba reúne estudiosos de Ovnis

     

     

     

     

    Sítio Cercado têm várias ruas com nomes de planetas. Foto: Ciciro Back.

     

    Dizem que Curitiba é a capital da ufologia (estudo de fenômenos relacionados a objetos voadores não identificados. Em português OVNIs, em inglês UFOs).

    Será que é mesmo? Moradores do Sítio Cercado, que vivem em ruas com nomes de planetas, acreditam que algumas coisas que acontecem no bairro só podem ser do “outro mundo”.

    Mas para outras pessoas o assunto é muito sério. Tem até vereador querendo instituir o Dia da Ufologia no calendário municipal.

    Ademar Gevaerd, um dos mais respeitados ufologistas do mundo, discorda de Curitiba ser capital da ufologia.

    Ele explica que as pessoas passaram a dizer isto porque, a partir de 2007, o governo brasileiro começou a liberar, em etapas, registros oficiais de objetos vistos no Brasil.

     

    Documentos

    “Primeiro vieram documentos dos anos 1950, 1960, e assim por diante. Quando os documentos dos anos 2000 a 2010 foram liberados, havia uma quantidade maior de registros em Curitiba do que em outras cidades brasileiras. Mas, na minha opinião, não significa que os UFOs aumentaram por aqui. O que eu acho é que, nesta década, os oficiais aeronáuticos do Cindacta do Bacacheri e do Aeroporto Afonso Pena passaram apenas a ter olhar mais apurado e registrar tudo com mais rigor e frequência”, analisa Gevaerd, editor da revista UFO e membro do Centro Brasileiro de pesquisas de Discos Voadores e da Comissão Brasileira de Ufólogos.

    Mas Gevaerd explica que 90% dos avistamentos são confusões que as pessoas fazem com aviões, balões e luzes. Na revista UFO chegam cerca de 200 ocorrências por mês.

    Depois de estudar todas, constata-se que cerca de três apenas são realmente UFOs.

    Turismo

    O vereador Toninho da Farmácia (PP), propôs na Câmara instituir 2 de outubro o “Dia da Ufologia’. Ele não pretende transformar a data em feriado. Quer apenas incluir o dia no calendário municipal, com o intuito de explorar o turismo.

    O vereador explica que muitos eventos internacionais de ufologia ocorrem em Curitiba e atraem cientistas do mundo todo, movimentando hospedagem, restaurantes, os pontos turísticos.

    Três dos maiores ufólogos brasileiros moram aqui: Ademar Gevaerd, Rafael Cury e Ruisdael Marques.

     

  • 23jul

    G1 -PR

     

    Lavoura no Paraná tem imagens que podem ser de ETs, diz ufólogo

     

    Desenhos misteriosos foram encontrados em Chopinzinho, sudoeste do PR.

    Especialista acredita que o fenômeno seja uma mensagem extraterrestre.

     

     

    Marca foi encontrada em meio à lavoura de trigo, na cidade de Chopinzinho (Foto: Edson/ Arquivo Pessoal)

    Marca foi encontrada em meio à lavoura de trigo, na cidade de Chopinzinho (Foto: Edson/ Arquivo Pessoal)

     

    Círculos misteriosos apareceram em uma lavoura de trigo em Chopizinho, no oeste do Paraná. O desenho foi encontrado na manhã do domingo (19), pelo gerente da fazenda, Edson Carlos Moreira.

    O ufólogo Ademar José Gevaerd, que analisou as imagens, acredita que o fenômeno seja um sinal emitido por seres extraterrestres.

    Moreira contou ao G1 que viu as marcas quando foi aplicar um produto na lavoura.

    “Eu não sei explicar o que é. Pesquisei na internet e vi que apaceram marcas iguais em Santa Catarina e parece ser a mesma coisa. São círculos, o maior tem aproximadamente 10 metros de largura e o de dentro cerca de dois metros”, diz.

    A fazenda fica em uma comunidade conhecida como Jaboticabal. Ele relata que o local onde os círculos apareceram é isolado e perto de uma mata.

    “Não tem nenhum sinal de que alguém tenha entrado lá e feito aquilo. O trigo foi deitado e os círculos são perfeitos”, conta o agricultor.

    Moreira diz ter ficado impressionado e curioso com os desenhos.

    “Quando vi os sinais em Santa Catarina, falei que alguém tinha feito aquilo. Mas agora vi aqui na fazenda, onde não tem nenhum sinal de que alguém entrou lá. Não foi uma pessoa que fez, porque parece ter sido feito com um compasso, é muito perfeito”, afirma.

    Não há sinais que alguém tenha se aproximado do local para fazer as figuras, diz agricultor (Foto: Edson Moreira/ Arquivo Pessoal)

    Não há sinais que alguém tenha se aproximado
    do local para fazer as figuras, diz agricultor
    (Foto: Edson Moreira/ Arquivo Pessoal)

    Segundo o ufólogo, o primeiro agroglifo brasileiro – como são chamadas pelos especialistas as figuras geométricas que aparecem em plantações – foi visto em Ipuaçu, no oeste de Santa Catarina, em 2008.

    Desde então, o fenônemo se repete todo ano na cidade, sempre no fim do mês de outubro.

    Gevaerd viu as fotos e conversou com Moreira. “Estou 70% convencido de que seja um agroglifo.

    A figura é simétrica, não é provocada por fungo ou doença, e o relator do fato parece ser sincero e está tão surpreendido quanto nós”, comenta.

    O especialista diz que esse fenômeno pode ser um sinal seres extraterrestres.

    “É uma mensagem emitida do alto, como se fosse uma energia que faz essas figuras. Eles não chegam a tocar o chão”, explica. 

    Gevaerd conta que o que se sabe sobre agroglifos é que eles são autênticos, não são feitos por mão humana e têm características que comprovam que sua natureza não é humana, como a forma, a perfeição simétrica, a exatidão nas medidas e a existência de alteração eletromagnéticas dentro das figuras.

    Para ele, o fenômeno deve se repetir na região.

    “Pode ser que esteja sendo estabelecido outro padrão desse fenômeno, em duas épocas do ano e em locais diferentes. Está se espalhando pelo mundo e chegou ao Brasil”, aponta Gevaerd.

   



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