• 05jun

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Paraná tem menos homicídios e roubos, e mais prisões

     

    Governador Carlos Massa Ratinho Junior coordena reunião com a equipe de Governo - Curitiba, 04/06/2019 - Foto: José Fernando Ogura/ANPr

     

    Menos homicídios, mais prisões, menos roubos e mais drogas apreendidas.

    Esse é o balanço dos primeiros cinco meses do ano apresentado nesta terça-feira (04) durante a reunião do governador Carlos Massa Ratinho Junior com o secretariado, no Palácio Iguaçu.

    O resultado das ações da Secretaria da Segurança Pública foram apresentadas pelo general Luiz Felipe Carbonell, titular da pasta neste período e que deixa o cargo para responder pela diretoria de Coordenação da Itaipu Binacional.

    No seu lugar assume o coronel do Exército Rômulo Marinho Soares.

    “Esses bons resultados são frutos da seriedade e criatividade do trabalho, uma dedicação incrível”, disse o governador, destacando a atuação do ex-secretário e da equipe.

    Ratinho Junior ressaltou que a troca de secretário não muda a estrutura organizacional da segurança e que todos os profissionais que estão no comando de órgãos vinculados à pasta serão mantidos.

    O balanço apresentado por Carbonell mostra a diminuição em 32% no registro de ocorrências de homicídios dolosos, principal indicador da segurança pública.

    Dos 399 municípios paranaenses, 271 (68%) não registraram este tipo de crime durante o primeiro trimestre deste ano.

    Nos 128 municípios restantes, 67 tiveram apenas um caso.

    Também caíram consideravelmente os índices de roubos seguido de morte (-46%) e de roubos em geral (28,7%).

    As apreensões de drogas subiram, com destaque para o ecstasy (47,64%). De outra parte, o número de prisões cresceu 253%.

    “O sucesso que conseguimos em poucos meses é por causa do pessoal que fica na ponta da linha, da Polícia Militar, Polícia Civil, Departamento Penitenciário”, disse Carbonell.

    “Graças a eles, o Paraná tem um dos melhores índices do Brasil em termos de contenção da criminalidade”, ressaltou.

    NOVAS AÇÕES – Na reunião foram mencionados pontos que balizarão a gestão da pasta nos próximos meses.

    Um deles é a implantação do Centro Integrado de Inteligência da Fronteira, em Foz do Iguaçu, uma parceria com o Ministério da Justiça.

    Outra ação de destaque é a integração da segurança pública para unificar áreas de planejamento, comando, controle e inteligência em um mesmo lugar, dentro da Cidade da Polícia.

    O projeto, orçado em R$ 140 milhões, ocupará uma área de 35 mil metros quadrados no bairro Rebouças, em Curitiba, onde funcionava a antiga fábrica da Ambev.

    A construção de novas unidades prisionais também foi lembrada, como forma de reduzir a superpopulação nas carceragens.

    Além de obras em execução, o Estado está finalizando o processo licitatório de quatro novas cadeias públicas, com capacidade para mais de 3 mil detentos e investimento de R$ 69 milhões.

    DIRETORIA – Na reunião, o secretário Rômulo Marinho Soares confirmou Pedro Luiz Humphreys Stonoga, que é coronel do Exército, como o novo diretor-geral da pasta.

    PRESENÇAS – Além dos secretários e dirigentes de estatais, participaram também da reunião o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Hussein Bakri; e o vice-líder, Tiago Amaral.

  • 01mar

    ASSESSORIA DE IMPRENSA/DEPUTADO RECALCATTI

     

    Recalcatti defende maior participação dos Conseg nas decisões do governo

     

    Recalcatti, no centro, recebeu Antonio Carlos Carvalho e Eduardo Siqueira, lideranças de Conseg -Foto: Tita Lucindo

     

    O deputado Delegado Recalcatti (PSD) entregou nesta semana o documento “Que Polícia Você Quer para o Paraná” ao coordenador da União dos Conselhos Comunitários de Segurança, Antonio Carlos Carvalho, destacando que uma das 31 medidas sugeridas pelo documento é a valorização e a participação efetiva dos Conseg nas decisões das políticas públicas do setor.

    “Como delegado de Polícia, sempre estimulei a formação dos Conseg em bairros e em pequenas cidades para que a sociedade possa se manifestar e manter um canal de comunicação com as autoridades da segurança pública”, afirmou Delegado Recalcatti.

    Ele lembrou que, quando atuou como delegado em Araucária, foi um dos fundadores do Conseg local.

    Os Conseg são entidades civis formadas por voluntários que atuam como elo entre a sociedade e autoridades públicas e forças de segurança.

    O documento “Que Polícia Você Quer para o Paraná” pede para que seja estabelecida “uma relação direta e a participação da sociedade nas questões da segurança pública” por meio dos Conseg.

    OFÍCIO PARA SECRETÁRIOS

    No encontro, Antonio Carlos Carvalho pediu ao Delegado Recalcatti para que apoiasse duas reivindicações que vão exatamente nesse sentido: o acesso periódico aos dados da evolução da criminalidade em bairros das grandes cidades e pequenos municípios; e a participação no processo de escolha do coordenador dos Conselhos de Segurança.

    De acordo com um ofício protocolado pela União dos Conseg aos secretários de Segurança Pública, Luiz Felipe Carbonell, e da Casa Civil, Guto Silva, o ocupante desse cargo, que faz parte da estrutura da SESP, atua como o canal de acesso dos Conseg ao governo e às Polícias.

    Eles reclamam que as indicações não têm favorecido uma boa relação.

    Sobre acesso aos dados da criminalidade, os Conseg alegam que necessitam avaliar “o quanto as estratégias adotadas estão ou não surtindo efeito”.

    “Sem tais informações, as ações passam a ser meramente intuitivas e muitas vezes podem ser conduzidas de forma errada”. Eles pedem que esses relatórios sejam mensais.

    AUDIÊNCIA PÚBLICA

    O documento “Que Polícia Você Quer para o Paraná” foi divulgado no início de fevereiro como resultado da audiência pública, de mesmo nome, realizada em 27 de novembro de 2018 na Assembleia Legislativa.

    O evento contou com a participação de representantes das forças de segurança, entidades classistas e sociedade organizada e traçou um amplo panorama da situação da segurança pública no Paraná.

    Antonio Carlos Carvalho esteve acompanhado do presidente do Conseg Juvevê, Eduardo Siqueira. Fazem parte da União dos Conseg as comunidades organizadas dos bairros Abranches, Água Verde, Alto Boqueirão, Bigorrilho, Bom Retiro, Boqueirão, Cajuru, Capão da Imbuia, CIC, Cristo Rei, Guabirotuba, Guaíra, Jardim Social, Juvevê, Mercês/Vista Alegre, Pilarzinho, Pinheirinho, Portão, Sítio Cercado, Tarumã, Umbará, Vila Fanny, Vila Guaíra e Vila Lindóia, de Curitiba, além dos municípios de Almirante Tamandaré, Antonina, Araucária, Matinhos, Morretes, Piraquara, Pontal do Paraná, São José dos Pinhais e União da Vitória.

  • 15fev

    ASSESSORIA DE IMPRENSA / DEPUTADO DELEGADO RECALCATTI

     

    Classe policial propõe ao governador 31 medidas para melhorar a segurança pública

     

    Documento é resultado de audiência pública na Assembleia e foi entregue nesta quinta-feira a Ratinho Junior pelo deputado Delegado Recalcatti

     

    Governador Ratinho Junior recebe documento do deputado Delegado Recalcatti – Foto: Tita Lucindo (Assessoria de Imprensa)

     

    Um documento com 31 medidas práticas para melhorar a segurança pública no Paraná sugeridas pela própria classe policial, autoridades e sociedade organizada.

    É este o conteúdo do relatório “Que Polícia Você Quer para o Paraná” entregue nesta quinta-feira, 14, ao governador Carlos Massa Ratinho Junior pelo deputado Delegado Recalcatti (PSD).

    O documento é o resultado de uma audiência pública, realizada em novembro passado, na Assembleia Legislativa, e foi assinado por seis deputados estaduais que tomaram posse no último dia 1º.

    “Este documento reúne as principais propostas e ideias dos representantes das forças de segurança que manifestaram suas opiniões e posições em relação às necessidades de investimentos, política de recursos humanos e alterações na legislação”, explicou Recalcatti.

    A audiência pública foi realizada por Recalcatti a pedido de dirigentes de entidades classistas policiais.

    Além dele, assinaram o relatório os deputados Subtenente Everton (PSL), Soldado Adriano (PV), Delegado Jacovós (PR), Delegado Fernando (PSL) e Mauro Moraes (PSDB).

    As 31 sugestões estão divididas em duas grandes áreas: Políticas de Segurança Pública (Investimentos, Servidores e Inovação) e Alterações Legislativas (Constituição e Legislação Federal e Estadual).

    “Buscamos compilar as propostas de forma direta, sem muitos detalhes, para expormos de forma clara o que pensam a classe policial e as pessoas que estão diretamente envolvidas com a segurança pública”, disse Recalcatti ao governador.

    Ratinho Junior afirmou que irá estudar o documento pessoalmente e encaminhá-lo às autoridades estaduais.

    DOCUMENTO – Os parlamentares alegam que a segurança foi um dos grandes temas do debate eleitoral no ano passado, o que resultou na eleição de centenas de deputados estaduais e federais dessa área em todo o país.

    Somente no Paraná foram eleitos 10 deputados estaduais com origem profissional na Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Exército.

    “Acreditamos ser este o momento propício para propormos mudanças efetivas, agregando forças dessa bancada emergente no Parlamento paranaense”, escreveram os sete parlamentares.

    Eles chamam atenção para dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que confirmam a crise no setor: em 2017 foram registrados 61 mil homicídios no país.

    “Em termos econômicos, os custos da criminalidade passaram de 113 bilhões de reais, em 1996, para 285 bilhões de reais em 2015”, anotaram.

    Cópias digitais do documento também foram protocoladas ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

    Todas as entidades participantes da audiência pública começaram a receber o relatório nesta semana.

    INVESTIMENTOS – Dentre os investimentos sugeridos, estão a criação da “Cidade da Polícia” para centralizar, em Curitiba, os comandos das forças de segurança e a unificação dos bancos de dados das Polícias Militar, Civil e Científica, além do Depen.

    Também pede a construção de novas unidades do IML no interior, captação de recursos internacionais para novas penitenciárias e aquisição de viaturas especiais e não meramente adaptadas.

    Eles querem também um aplicativo para celular em que policiais em operação possam acessar dados das centrais de informação.

    POLÍTICA DE PESSOAL – A apresentação de um cronograma de concursos públicos para os próximos quatro anos, observando as aposentadorias previstas, é a principal preocupação em relação à recomposição dos quadros das polícias do Paraná.

    Mas eles querem também o pagamento de auxílio-alimentação devido às longas jornadas de trabalho, a contratação de profissionais especializados (psicólogos, tecnólogos da Informação, entre outros) e investimentos nas escolas de formação das forças policiais.

    LEGISLAÇÕES – A classe policial também pede maior envolvimento nos debates nacionais, em especial, no Congresso Nacional, sobre mudanças estruturais, como a unificação das polícias e a implantação da Carreira Única.

    Em termos estaduais, o documento pede urgência na apresentação e discussão na Assembleia Legislativa do novo Estatuto da Polícia Civil.

    A íntegra do documento pode ser acessada em www.recalcatti.com.br.

  • 19jan

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

    Segurança pública se faz com presença física e tecnologia

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse nesta sexta-feira (18), em entrevista à GloboNews, que vai estruturar a segurança pública do Paraná com maior presença de policiais e integração das polícias.

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse nesta sexta-feira (18), em entrevista à GloboNews, que vai estruturar a segurança pública do Paraná com maior presença de policiais e integração das polícias.

    “Segurança pública se faz de duas maneiras: com presença física e tecnologia. Vamos aliar as duas”, afirmou.

    Ele confirmou a implantação da Cidade da Polícia, proposta durante a campanha eleitoral, que integrará em um mesmo local a cúpula da segurança estadual, federal e municipal.

    O objetivo é aproximar todas as corporações, que manterão sua atuação, mas terão a facilidade de desenvolver estratégias conjuntas.

    O governador informou, ainda, que técnicos do Exército na área de inteligência treinarão equipes de segurança do Paraná.

    ESCOLA – Ratinho Junior anunciou, para fevereiro, o início do programa Escola Segura, que terá policiais da reserva na porta de escolas públicas para garantir a segurança de alunos, pais e professores.

    A inspiração vem de um projeto semelhante adotado na década de 90 em Portugal, segundo ele, com ótimos resultados.

    “Essa medida também deve reduzir a evasão escolar, porque muitos jovens não vão à escola por causa da insegurança no entorno”, afirmou.

    PRESÍDIOS – Outro desafio que está na pauta do governo é a questão penitenciária. O governador lembrou que hoje cerca de 10 mil presos estão alojados provisoriamente em delegacias do Paraná por falta de vagas em presídios.

    “Um problema comum em todo país”, disse ele.

    Além da necessidade de investimentos, explicou o governador, é preciso repensar todo o sistema prisional brasileiro, que descreveu como ultrapassado e mal gerido.

    Ratinho Junior citou problemas de estrutura, da mistura de presos com diferentes graus de crime e do custo acima da média mundial.

    “Hoje o preso custa no Brasil U$ 1,2 mil por mês. No mundo inteiro o valor é de U$ 1 mil. Estamos gerindo mal o dinheiro e tratando de forma quase desumana esses presos que estão vivendo empoleirados nos presídios.”

    Um bom exemplo disso é a economia de quase R$ 100 milhões nas refeições das penitenciárias, conseguida pelo novo governo apenas com uma renegociação de contrato.

    “O fornecedor é o mesmo, a qualidade da comida é a mesma, só fizemos uma renegociação. Então se vê que o dinheiro era mal gasto. Faltava gestão.”

    PARCERIA – O governador defendeu a parceria com a iniciativa privada na área penitenciária.

    Ele deu como exemplo os Estados Unidos, onde cerca de 50% dos presídios são geridos por empresas privadas, sem tirar a tutela do Estado de comandar e ser responsável pelo preso.

  • 26out

    PARANA PORTAL -Andreza Rossini e Assessoria

     

    Ratinho Júnior anuncia General Carbonell para Secretaria de Segurança do Paraná

     

     

    O governador eleito no Paraná, Ratinho Junior (PSD) anunciou o primeiro secretário de sua equipe, nesta quinta-feira (25). 

    O General Luiz Felipe Kraemer Carbonell, atual chefe da Assessoria de Informações da Itaipu Binacional, vai assumir a secretaria da Segurança Pública, no lugar de Júlio Cezar dos Reis.

    O governador eleito disse que a escolha de Carbonell foi realizada depois de uma análise bastante criteriosa e reforça a importância que as ações de segurança pública terão em seu governo.

    “O Paraná tem território e população maiores que muitos países e está em uma região com duas fronteiras internacionais. A segurança pública do nosso estado tem que ser planejada e coordenada como se fosse um país”.

    O general serviu no Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília, e foi Chefe da Seção de Comunicação Social da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti, a MINUSTAH, em Porto Príncipe.

    Nascido em 20 de setembro de 1955, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o futuro secretário iniciou sua carreira no exército em 1974, na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), sediada em Resende (RJ).

    Além da AMAN, cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e a Escola de Comando e Estado-Maior.

    Fez o Estágio de Comunicação Social e o Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército.

    Foi instrutor do Curso de Preparação de Oficiais da Reserva de Porto Alegre, em Porto Alegre (RS), e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, no Rio de Janeiro (RJ).

    Carbonell tem especialização MBA em Gestão de Projetos na Fundação Getúlio Vargas, e Gestão de Processos na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP).

    Como Oficial de Estado-Maior, chefiou a 5ª Seção do Comando Militar do Oeste, em Campo Grande (MS) e foi Subchefe do Centro de Comunicação Social do Exército em Brasília onde também foi Chefe de Gabinete do Estado-Maior do Exército.

    Foi Comandante do 14º. Regimento de Cavalaria Mecanizada em Santa Catarina e Comandante da 4ª. Brigada de Cavalaria Mecanizada no Mato Grosso do Sul.

    Em Curitiba foi Comandante da 5ª. Região Militar e Comandante da 5ª. Divisão de Exército

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