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  • 02out

     

     

    Lei de Ney Leprevost garante exame de mamografia para prevenção do câncer 

     

     

    Com a chegada do mês de outubro, mês de conscientização do câncer de mama, as campanhas de prevenção se intensificam.

    O deputado Ney Leprevost, líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania, reforça a importância da realização do exame de prevenção e relembra que no Paraná as mulheres têm este direito assegurado pela Lei Nº 16.600 de 09/11/2010 de sua autoria.

    A Lei garante que todas as mulheres do Estado do Paraná, possam requerer, quando necessário, junto à rede pública de saúde o exame de mamografia gratuitamente mediante a solicitação médica.

    Ney também reforça que os homens também têm direito de solicitar a realização do exame amparado pela lei, já que podem apresentar casos raros de câncer de mama independente da orientação sexual.

    “A intenção do Outubro Rosa é sensibilizar a população sobre a importância de fazer o exame. É importante lembrar que o câncer de mama, se for detectado no início, tem imensa possibilidade de cura”, afirma Leprevost.

    Ney também destaca a importância da parceria com instituições que trabalham na prevenção, conscientização e auxílio de pacientes com câncer como: a Rede Feminina de Combate ao Câncer do Hospital Erasto Gaertner, a Associação das Amigas da Mama e o Instituto Humanista de Desenvolvimento Social – HUMSOL, entre outras.

    (Via Assessoria de Imprensa – Daniel Waldrigues)

  • 07mar

    UCHO.INFO

     

    Estudo aponta que tabagismo custa US$ 1 trilhão e até 2030 matará 8 milhões de pessoas por ano

     

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    Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, revela que o tabagismo custa à economia global mais de US$ 1 trilhão por ano, em gastos com saúde e perda de produtividade.

    Até 2030 o cigarro matará um terço a mais de pessoas do que atualmente.

    É importante destacar que o custo estimado supera bastante as receitas globais com os impostos sobre o fumo, que a OMS estimou em cerca de US$ 269 bilhões em 2013-2014.

    “O número de mortes relacionadas ao tabaco deverá aumentar de cerca de 6 milhões de mortes para cerca de 8 milhões anualmente até 2030, sendo que mais de 80% delas vão ocorrer em países de baixa e média renda”, aponta o estudo.

    Cerca de 80% dos fumantes vivem nesses países e, embora a prevalência de tabagismo esteja caindo entre a população global, o número total de fumantes em todo o mundo está aumentando.

    Especialistas em saúde dizem que o uso do fumo é a maior causa evitável de morte globalmente.

    “É responsável por provavelmente mais de US$ 1 trilhão em custos de saúde e perda de produtividade a cada ano”, alerta o estudo, revisado por mais de 70 especialistas.

    O cigarro contém 4 mil substâncias, sendo que 200 delas são tóxicas e 40 cancerígenas.

    O tabagismo é a principal causa de morte ao redor do planeta, sendo que o fumante passivo também sofre de doenças decorrentes do contato com a fumaça do cigarro.

  • 13fev

    LETRA DE MÉDICO – VEJA.COM

     

    Genes de células-tronco conseguem rejuvenescer animal idoso

    Estudos como esse mostram que o envelhecimento não é um fenômeno necessariamente irreversível, mas um fenômeno biológico controlável

     

     

    As células-tronco, além de poderem se diferenciar em qualquer tipo de células, exibem outra propriedade marcante: a capacidade de permanecerem jovens.

    Para compreender como isso ocorre é necessário entender que a estrutura dos cromossomos, que contêm os genes, sofre alterações com o decorrer do tempo, ou seja, assim como acontece com a nossa pele ou cabelos, os cromossomos também envelhecem.

    Este envelhecimento é devido, em boa parte, a modificações do material cromossômico que é remodelado, das proteínas nas quais o DNA se encontra enrolado (essas proteínas são as histonas) e dos próprios genes que recebem radical metila que modificam seu potencial de expressão.

    Estas modificações não acontecem na estrutura dos genes propriamente ditos, isto é, não são mutações.

    Conforme a alteração que ocorra numa determinada região do cromossomo, o DNA estará enrolado de forma mais justa ou mais frouxa, dificultando ou facilitando a atividade dos genes.

    Portanto, essas modificações que vão se acumulando ao longo da vida, tecnicamente denominadas como marcas ou modificações epigenéticas, têm a capacidade de modificar a eficiência do trabalho dos nossos genes.

    Há mais de duas décadas se sabe que as marcas epigenéticas têm um papel relevante no envelhecimento.

    O que foi descoberto mais recentemente, é que a reativação de quatro genes que estão ativos apenas em células embrionárias é capaz de erradicar as marcas epigenéticas de células envelhecidas transformando-as em células jovens.

    Em 2011, Laure Lapasset do Instituto de Genomica funcional de Montpellier reproduziu este experimento utilizando células humanas provenientes de indivíduos centenários, demonstrando que a ativação destes genes também rejuvenescia células humanas de qualquer idade.

    Até aqui, são experimentos feitos em células no laboratório.

    Para verificar se a ativação controlada destes genes teria um efeito rejuvenescedor em um ser vivo inteiro, Izpisua Belmonte e colaboradores do Instituto Salk da Califórnia utilizaram camundongos portadores de Progeria.

    A Progeria é uma doença rara, que também existe em seres humanos, caracterizado por um envelhecimento precoce e acelerado.

    Humanos quando acometidos por Progeria falecem de doença cardiovascular antes dos 20 anos de idade.

    O que os pesquisadores verificaram é que a ativação destes genes teve o efeito de retardar o envelhecimento destes animais aumentando seu tempo de vida em 33%.

    Como, à medida que envelhecemos, nossa capacidade de reparar os tecidos declinam, os pesquisadores testaram a técnica em animais saudáveis de meia idade nos quais as células beta, responsáveis pela produção de insulina, haviam sido removidas e também em animais com lesão muscular provocada por veneno de cobra.

    Novamente, os pesquisadores demonstraram que a ativação desse conjunto de genes embrionários provocou uma melhor recuperação dos distúrbios metabólicos e uma recuperação mais rápida do tecido muscular.

    Deste modo, essa pesquisa publicada na prestigiosa revista Cell no dia 15 de dezembro de 2016, estabelece uma prova de conceito pela qual, a ativação controlada de genes embrionários, levando à erradicação parcial das marcas epigenéticas pode provocar o rejuvenescimento de pelo menos, alguns órgão e tecidos.

    É importante, contudo, lembrar que a erradicação das marcas epigenéticas pode reverter as células às suas características embrionárias e modificar sua capacidade reprodutiva, aumentando a possibilidade de ocorrência de tumores, notadamente os teratomas.

    Apesar de estarem longe de poderem ser aplicadas como tratamento em seres humanos, estas pesquisas provam de maneira contundente que o envelhecimento não é um fenômeno necessariamente irreversível, mas sim um fenômeno biológico controlável.

    Pesquisas sobre os mecanismos de regulação do envelhecimento é que nos trarão as informações para que no futuro possamos realizar o sonho de prolongar a vida com qualidade.

     

    blog-letra-de-medico-freddy-goldberg-eliaschewitz
  • 03fev

    SEM EXCESSO

     

    Sobrepeso pode prejudicar a memória

    Estudos da Universidade de Cambridge atestam que pessoas com excesso de gordura corporal podem ter mais problemas de memória e concentração

     

     
    Você anda esquecido nos últimos tempos? Na era dos Gadgets e redes sociais, o excesso de informação muitas vezes dificulta a lembrança de certos acontecimentos ou dados, além de prejudicar a concentração. Caso você esteja acima do peso, esse problema pode ser ainda pior, como indica novo estudo da Universidade de Cambridge. A pesquisa sugere que quanto maior é o Índice de Massa Corpórea (IMC), mais danos surgem em relação à memória.

    Coordenado pela pesquisadora Lucy Cheke, o estudo convidou um grupo de voluntários a participar de uma espécie de “caça ao tesouro” virtual.

    No jogo, os participantes tinham que esconder objetos pelo caminho e na sequência deveriam responder uma série de questões sobre o local de cada objeto.

    De acordo com a pesquisadora, as pessoas com maior índice de gordura corporal tiveram mais dificuldade de se lembrar.

    Além de problemas na memória, o experimento sugere que o excesso de peso pode acarretar distúrbios neurodegenerativos, como o mal de Alzheimer.

    “Estar acima do peso não só tem um impacto sobre o que somos capazes de recordar como também pode influenciar o comportamento alimentar do futuro, ao alterar as lembranças de experiências passadas envolvendo comida”, destacou Cheke.

    De acordo com ela, outros estudos realizados pelo departamento de Neurociência de Cambridge reforçam a ligação entre a obesidade e problemas no aprendizado e na função de guardar memórias.

    Pesquisa recente, que realizou tomografias cerebrais em mais de 500 pacientes, identificou que pessoas de meia idade acima do peso ou obesas apresentaram um grau mais avançado de degeneração cerebral que indivíduos magros.

    Tendo em vista que a memória e a atenção controlam o apetite e o comportamento alimentar, o problema pode mostrar-se ainda mais grave, já que o déficit de memória pode levar a mais ganho de peso.

    Para ajudar aqueles que querem combater esse transtorno, o pesquisador da Universidade de Liverpool, Eric Robinson, desenvolveu um aplicativo de celular que estimula as pessoas a comerem com mais atenção.

    Os usurários são encorajados a tirarem fotos de suas refeições e responderem perguntas sobre elas.

    É uma maneira de estimular a lembrança sobre os pratos e fazer com que o usuário não coma em excesso ao longo do dia.

  • 26jan

    GAZETA DO POVO

    Teste de qualidade reprova 8 marcas de azeite vendidas no Brasil

     

    A associação de defesa do consumidor Proteste testou em laboratório 20 marcas que se dizem extravirgem; 40% delas foram reprovadas por trazer informações inverídicas no rótulo

     

    Azeite de oliva. Imagem ilustrativa. Foto: Visual Hunt/Reprodução

    Será que o azeite extravirgem que você compra no mercado é realmente extravirgem como informado no rótulo?

    Um teste de laboratório realizado pela associação de defesa dos consumidores Proteste com 20 marcas de azeite (nacionais e estrangeiras) vendidas no Brasil revelou que em 40% dos casos o rótulo traz informações inverídicas sobre o produto.

    Foram reprovadas no teste por não poderem ser considerados azeite de oliva as marcas Pramesa, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d’Aldeia – em teste anterior da associação em 2013, as três últimas também foram desclassificadas.

    Já as marcas Qualitá, Beirão, Carrefour Discount e Filippo Berio são azeite de oliva, mas não podem ser considerados extravirgem.

    Marcas reprovadas no teste da Proteste: Pramesa, Figueira da Foz e Tradição. Foto: Proteste/Reprodução

     

    O teste em laboratório averiguou se há impurezas, umidade, presença de metais, outros óleos que não sejam de oliva, entre outros critérios.

     Segundo a associação, nem todas as informações que estão na embalagem são confiáveis: o azeite de oliva, por exemplo, é um dos produtos difíceis de serem avaliados antes de provar.

    Dos oito azeites reprovados, cinco são virgens, e não extravirgens, como diz o rótulo. Foto: Proteste/Reprodução

    Dos oito azeites reprovados, cinco são virgens, e não extravirgens, como diz o rótulo. Foto: Proteste/Reprodução

    No teste sensorial e de laboratório, as marcas aprovadas foram Cocinero, Olive, Cardeal, Gallo, La Española, Borges, Serrata, Taeq, La Violetera, Andorinha, Selmi Renata Superiore, Carbonell.

    A Cocinero, importada da Argentina e distribuída no Brasil pela Bunge Alimentos, foi considerada a melhor em custo benefício.

    Na avaliação da Proteste, houve uma mudança positiva nas opções de mercado: as marcas La Española, Carbonell, Serrata, Gallo e Borges, considerados virgens no teste de 2013, foram comprovados como extra-virgem na edição de 2016.

    A defesa

    O Grupo Pão de Açúcar, que produz o azeite Qualitá afirmou em nota que “o produto é importado e que o fornecedor cumpre com todas as especificações legais e de qualidade necessários para a comprovação da pureza do produto” de acordo com a resolução normativa do Ministério da Agricultura (nº 1 de 30 de janeiro de 2012).

    O Grupo afirma, ainda, que a partir de setembro de 2016 muda as embalagens para verde escura.

    A Dolagar, empresa responsável pelo azeite Figueira da Foz, disse em nota que “não há clareza sobre os métodos e metodologias e eventual interesse provado que motiva” a Proteste.

    Queixa-se que não foram notificados sobre a análise e que não sabem quais foram os lotes periciados.

    Mesma questão foi posta em nota oficial pelo grupo Carrefour, que produz o Carrefour Discount.

    A empresa também afirma em nota que seus fornecedores são auditados anualmente e que a última análise foi em 29 de janeiro de 2016, quando os “testes laboratoriais comprovaram que o lote da marca própria era extravirgem, resultado este diferente portanto do apresentado pela Proteste”.

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