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  • 11jan

    DIÁRIO DO PODER

     

    Brasil não reconhece governo Maduro e defende novas eleições na Venezuela

     

    Itamaraty reconhece legitimidade só no Legislativo golpeado pelo tirano

     

    Brasil não reconhece legitimidade de Maduro e reitera desejo de “restauração da democracia”

     

     

    O governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores, reiterou hoje (10) a defesa pela “restauração da democracia” na Venezuela e o não reconhecimento da legitimidade do segundo mandato presidencial de Nicolás Maduro.

    Em nota, o Itamaraty informou que mantém a confiança na Assembleia Nacional Constituinte e o apelo para novas eleições no país.

    “O Brasil confirma seu compromisso de continuar trabalhando para a restauração da democracia e do estado de direito na Venezuela e seguirá coordenando-se com todos os atores comprometidos com a liberdade do povo venezuelano”, diz o documento do Itamaraty.

    A mesma posição foi ratificada pelo Brasil durante reunião do Grupo de Lima no último dia 4, na capital peruana, que defendeu a transmissão do poder para o parlamento venezuelano e a convocação de novas eleições para escolha de presidente da República.

    A nota do Itamaraty é divulgada no dia em que Maduro toma posse para mais seis anos de mandato.

    “Tendo em vista que nesta data, 10 de janeiro de 2019, Nicolás Maduro não atendeu às exortações do Grupo de Lima, formuladas na Declaração de 4 de janeiro, e iniciou novo mandato presidencial ilegítimo, o Brasil reafirma seu pleno apoio à Assembleia Nacional, órgão constitucional democraticamente eleito, ao qual neste momento incumbe a autoridade executiva na Venezuela, de acordo com o Tribunal Supremo de Justiça legítimo daquele país.”

  • 08out

    RENOVA MÍDIA

     

    Médico de Bolsonaro diz que Ciro Gomes é um ‘imbecil’

     

    O médico do Hospital Israelita Albert Einstein ficou indignado com as declarações recentes de Ciro Gomes 

     

    Médico de Bolsonaro diz que Ciro Gomes é um ‘imbecil’

     

    O cirurgião que acompanhou Jair Bolsonaro no Albert Einstein, Antonio Luiz de Vasconcelos Macedo, disse que poderia processar Ciro Gomes por ter declarado que o candidato do PSL não foi ao debate da Globo porque usaria um “atestado médico falso”.

    O candidato do PDT afirmou na quarta-feira (3) que Bolsonaro usaria um “atestado médico falso” para alegar necessidade de repouso e não comparecer ao evento.

    Ciro declarou:

    Eu quero dizer a você que eu vou tirar a sua máscara, Bolsonaro. Você não pode deixar de ir ao debate. Você está mentindo, e atestado médico falso é crime.

    O médico respondeu ao candidato:

    Aquela besteira que aquele imbecil, candidato a presidente, falou, se eu quiser, eu meto um processo contra ele de danos morais e tiro um dinheirão dele, mas não é o meu caso, porque o que vem debaixo não me atinge.

    E acrescentou:

    O mundo inteiro me conhece, sabe que eu não passo atestado falso. Simplesmente, eu contra-indiquei a ida ao debate porque o candidato está muito cansado e, quando ele fala, ele cansa e passa a tossir.

  • 19jul

    O GLOBO

     

    Entidades repudiam declarações de Ciro contra membros do MP

     

    Presidente da associação nacional do MP diz que ‘tom ameaçador’ causou apreensão

     

    O ex-ministro Ciro Gomes AILTON DE FREITAS / AGÊNCIA O GLOBO

     

     As críticas do pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, contra membros do Ministério Público (MP) causaram apreensão em entidades representantes da categoria.

    Nesta terça-feira, durante uma palestra, enquanto falava sobre privilégios de juízes e promotores, Ciro criticou em tom ofensivo o promotor que o processou por injúria racial no caso em que atacou o vereador paulistano Fernando Holiday (DEM-SP), e disse para o promotor cuidar de suas atribuições pois se ele fosse eleito presidente “a mamata iria acabar”.

    — Um promotor aqui de São Paulo resolve me processar por injúria racial. E pronto, um filho da puta desse faz isso. Ele que cuide de gastar o restinho das atribuições dele, porque se eu for presidente essa mamata vai acabar — afirmou Ciro durante a palestra.

    Victor Hugo Palmeiro, presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), lamentou, nesta quarta-feira, as declarações de Ciro Gomes e disse que o “tom ameaçador” causou apreensão.

    — O que é mais grave é o tom ameaçador, que nos surpreendeu e nos causou apreensão. No momento em que ele sugere que, se eleito, vai investir contra as atribuições do Ministério Público e de seus membros, será que ele realmente acha que tem que mexer nas prerrogativas do Ministério Público? — questiona o presidente da Conamp.

    Palmeiro argumentou que qualquer investida contra as atribuições do MP fragiliza o estado democrático de direito:

    — Essas atribuições não foram criadas para engrandecer o Ministério Público mas para dar funcionalidade ao estado democrático de direito, assim como são as prerrogativas dos parlamentares e do Poder Executivo. Qualquer investida contra elas fragilizam o estado democrático de direito — defendeu.

    O presidente da Conamp disse ainda que estava em contato com outras associações pelo país, que também repudiaram as declarações, e esperava que a fala tenha sido apenas um “momento infeliz”:

    — Nós lamentamos e repudiamos a declaração do candidato Ciro Gomes e espero que tenha sido um momento infeliz. Essas declarações nos pegaram de surpresa. Estive em contato hoje com outras associações e todos estão solidários. A nossa posição é de manifestar para a sociedade o nosso repúdio — disse Palmeiro.

    José Robalinho, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), classificou as declarações como “absolutamente indevidas”, mesmo se Ciro não fosse pré-candidato, e disse que o pedetista, como um homem público sabe que o relacionamento entre as instituições deve ter um “padrão mínimo de civilidade”:

    — Ciro é um homem que tem uma história de cargos ocupados e responsabilidades e sabe que o relacionamento entre as instituições tem que ter um padrão mínimo de civilidade.

    O ataque que ele fez, com palavras de baixo calão, é absolutamente indevido. Seria indevido ainda que ele não fosse pré-candidato à Presidência da República, só pelo fato dele ser uma pessoa pública, com o nível de responsabilidade que ele tem — disse o presidente da ANPR.

    A Conamp e a ANPR devem divulgar uma nota conjunta sobre as declarações de Ciro Gomes ainda nesta quarta-feira.

    Em nota divulgada nesta quarta-feira, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) também criticou as declarações de Ciro.

    Na nota, o MPSP afirmou que a ação que requisitou abertura de inquérito deu-se “estritamente dentro dos marcos estabelecidos pela legislação e pela Constituição” e que os termos utilizados por Ciro foram “completamente inapropriados”.

    O MPSP vem a público esclarecer que a atuação da promotora de Justiça que requisitou inquérito policial sobre eventual prática de injúria racial por parte do senhor Ciro Ferreira Gomes dá-se estritamente dentro dos marcos estabelecidos pela legislação e pela Constituição, que garante a inviolabilidade das prerrogativas dos membros do Ministério Público, cuja atuação ocorre sempre em nome da sociedade.

    Sendo assim, cabe ressaltar que os termos com os quais o investigado referiu-se à promotora são completamente inapropriados.

    Compete ao conjunto dos promotores de Justiça, nos termos do artigo 127 da Carta Magna, defender a ordem jurídica e o regime democrático. E esse trabalho continuará sendo feito com a mais absoluta serenidade, levando-se em conta rigorosos parâmetros de profissionalismo, técnica e impessoalidade“, diz a nota.

  • 01mar

    FOLHAPRESS

    Em nota, entidade diz que o Brasil tem apenas um Exército.

    Na terça-feira, petista disse que “exército” do líder do MST, João Pedro Stédile, vai para as ruas.

     

    Ricardo Stuckert/Instituto LulaO ex-presidente Lula em comemoração pelos 35 anos do PT | Ricardo Stuckert/Instituto Lula

    O ex-presidente Lula em comemoração pelos 35 anos do PT

     

    As declarações do ex-presidente Lula durante ato em favor da Petrobras, na terça (24), causaram revolta à direção do Clube Militar.

    Formada em sua maioria por oficiais da reserva do Exército, a entidade divulgou uma nota em sua página criticando o ex-presidente.

    Para os militares, Lula exagerou ao reclamar das manifestações contra a presidente Dilma Rousseff.

    A nota ainda critica as palavras do ex-presidente quando ele cita um “exército” que iria para as ruas sobre o comando de João Pedro Stédile, do MST (Movimento dos Sem-terra).

    “Esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na nação”.

    “Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas”, informou a nota no site da instituição.

    Para o presidente do Clube Militar, o general Gilberto Pimentel, o ex-presidente Lula tenta se antecipar à prováveis denúncias de corrupção que possam ainda surgir no processo da Lava Jato, que apura irregularidades praticadas na Petrobras.

    “O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação desse senhor, pois neste país sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas”, disse Pimentel.