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  • 14nov

    repassando6

    José Pio Martins

    Os socialistas gastam parte de seu tempo tentando convencer a população de que eles detêm o monopólio da indignação diante da pobreza e que os liberais são defensores dos ricos.

    Para começar, ninguém detém o monopólio do amor aos pobres em razão da doutrina que professa.

    Segundo, o que difere uns dos outros é o caminho que julgam ser o mais adequado para a obtenção do progresso material e da melhoria social.

    A prosperidade deve começar com uma questão essencial: o fim da pobreza depende da criação de riqueza, entendida como o conjunto de bens e serviços necessários a um padrão de vida digno a toda a população.

    A geração de riqueza de forma crescente, em volume superior ao aumento da população, exige que a nação consiga colocar em marcha as engrenagens do capitalismo, sistema sob o qual a produção se dá e o crescimento econômico acontece.

    O socialismo não é o caminho para o progresso material, pois esse sistema requer o fim da propriedade privada e o comando da produção pelo Estado, coisa que não se faz sem ditadura.

    Socialismo marxista democrático com liberdades individuais é algo que não existe.

    A engrenagem capaz de gerar riqueza, dar eficiência ao sistema produtivo, promover inovação e gerar crescimento suficiente para melhorar o padrão médio de vida é o capitalismo democrático.

    O capitalismo é um sistema com direito de propriedade privada, liberdades individuais, produção comandada pelo setor privado e governo para fornecer os bens coletivos e corrigir falhas de mercado.

    Mas o capitalismo é uma engrenagem complexa, cujos dentes precisam ser lubrificados e limpos para não comprometer sua eficiência e sua capacidade de gerar riqueza.

    Não é um sistema perfeito, mas é o melhor que a humanidade inventou.

    Há três virtudes, que não temos no Brasil, sem as quais a engrenagem produtiva emperra e não avança.

    A primeira é a cultura da confiança. O bom funcionamento do sistema produtivo depende da confiança nas instituições, confiança nas leis e nos contratos juridicamente perfeitos, confiança na palavra empenhada e na solução rápida dos conflitos comerciais, para o que é preciso haver um bom corpo de leis e Justiça rápida e eficaz.

    No Brasil, a cultura é da desconfiança, que emperra o funcionamento da engrenagem produtora de riqueza.

    A segunda é a ética pública. Quanto maior o grau de ética dos governos, das instituições, das empresas e das pessoas, maior é a certeza sobre o comportamento esperado dos outros e, portanto, mais eficiente é o sistema.

    As ações do governo não são neutras em termos de consequência moral. Quando age, o governo educa para o bem ou para mal, e sua ética tende a ser imitada por parte das pessoas e das empresas.

    Por fim, falta-nos o óleo das engrenagens do capitalismo. O sistema produtivo é uma engrenagem complexa, cujos componentes (dentes) contribuem para fazer o sistema funcionar com mais ou menos eficiência, produtividade e qualidade.

    Cabe ao governo ser promotor das engrenagens produtivas, não um empecilho. No Brasil, o setor público é um entrave ao empreendedorismo, ao espírito de iniciativa e aos negócios.

    O Estado brasileiro é pródigo em jogar areia na engrenagem capitalista, não em azeitá-la.

    O capitalismo por si só não resolve certos problemas sociais, como, por exemplo, a distribuição de renda.

    Para isso existe o governo, cuja missão é tributar a riqueza (produção) e reduzir as desigualdades.

    Se não faz isso, o governo não cumpre uma das principais razões de sua existência.

     

    José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.
  • 14nov

    O GLOBO

     

    BNDES emprestou à usina de amigo de Lula com garantia inferior a 1%

     

    Banco sustenta que operação ocorreu dentro dos padrões normais

     

    Empresário não honrou pagamentos e BNDES pediu falência da empresa

    Empresário não honrou pagamentos e BNDES pediu falência da empresa

     

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) emprestou, entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009, R$ 459,8 milhões para a usina São Fernando, empreendimento de José Carlos Bumlai com o grupo Bertin.

    A garantia oferecida, porém, foi de menos de 1% desse valor: R$ 2 milhões, ou seja, 0,45%. Na sessão de ontem, a CPI do BNDES aprovou a convocação de Bumlai para prestar depoimento.

    Esse empréstimo se deu de forma direta, quando o próprio BNDES concede os recursos e arca com os riscos de inadimplência.

    Em resposta a um requerimento de informação do deputado José Rocha (PR-BA), relator da CPI, o banco informou que os R$ 2 milhões ofertados como garantia se deram porque “se tratava de um projeto greenfield (quando um empreendimento começa a ser desenvolvido do zero), no qual a garantia é evolutiva e, portanto, tem seu valor incrementado ao longo de sua implementação”.

    O banco acrescentou que as garantias atingiram R$ 496,1 milhões após a conclusão do projeto, em julho de 2010.

    Ao GLOBO, o BNDES também justificou a operação com garantia inferior a 1% do valor do crédito: “A estruturação de projeto com garantia evolutiva é padrão para este tipo de empreendimento”.

    “Não houve qualquer tipo de excepcionalidade no caso em questão. Outro ponto importante é que o desembolso do BNDES não ocorre de uma só vez, mas de acordo com o andamento do projeto. À medida em que o projeto vai avançando, a garantia real vai se robustecendo”.

    “Além da garantia real, o projeto da São Fernando conta com fiança da Heber Participações”.

    A documentação fornecida à CPI sobre a transação com a usina de Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, revela uma sucessão de empréstimos e calotes que culminaram com o pedido de falência da São Fernando pelo próprio BNDES.

    A São Fernando teria capacidade para moer 2,3 milhões de toneladas de cana por ano para gerar energia. Em julho de 2009 o projeto já estava pronto e, no mesmo mês de 2010, entrou em funcionamento.

    Mal havia começado a operar, a usina quis dobrar sua capacidade. Mas a safra de 2010/2011 teria sido afetada pelas chuvas, como alega o próprio BNDES. Em consequência, a produção foi de 3,1 milhões de toneladas.

    A partir daí houve uma sucessão de transações financeiras que acabaram levando ao calote. Em 2011, a usina reestruturou sua dívida com o BNDES. O saldo devedor era, na época, de R$ 362,4 milhões.

    A Bertin reescalonou sua dívida de R$ 59,3 milhões, em 23 de julho de 2012, e a São Fernando, outros R$ 303 milhões, na mesma data.

    A Bertin só pagou o refinanciamento até junho de 2014 e se tornou inadimplente, devendo R$ 39,4 milhões. Mesmo assim, obteve novo reescalonamento, e, mais uma vez, não pagou.

    A São Fernando pagou até março de 2013 apenas R$ 2 milhões, dos R$ 303 milhões que devia e, no mês seguinte, entrou com pedido de recuperação judicial.

    Como não pagou aos credores, o BNDES pediu a falência da empresa.

    No dia 1º deste mês, a “Folha de S.Paulo” noticiou um empréstimo do BNDES a Bumlai de R$ 101,5 milhões, em julho de 2012.

    Em novembro de 2011, Bumlai já fora alvo de um pedido de falência por parte de um fornecedor, a quem devia R$ 523 mil.

    Ainda segundo o jornal, as normas do BNDES proíbem empréstimos a empresas nessa situação.

  • 14nov

    FOLHA.COM

     

    Não há governo no Brasil hoje, diz ministro do STF

     

    Pedro Ladeira – 27.mai.2015/Folhapress

     

    O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello

    O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello

     

    O ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou, nesta sexta-feira (13), a crise política por que passa o Brasil e afirmou que ela tem origem na falta de harmonia entre os poderes, principalmente o Executivo e o Legislativo.

    “Precisamos reconhecer, com desassombro, que hoje não há governo no Brasil”, declarou.

    “Não se consegue tocar medidas econômica e financeiras indispensáveis à suplantação da crise mais séria, que é econômica e financeira. Precisamos deixar os interesses políticos paroquiais em segundo plano”, afirmou o ministro.

    Mello fez a declaração no Insper, em São Paulo, durante uma palestra que concedeu sobre liberdade de expressão.

    Durante o discurso, ele também falou sobre a situação econômica do país e demonstrou preocupação com a alta da inflação e do desemprego.

    Para o ministro, porém, os problemas não vêm só de conflitos políticos recentes, mas também do crescimento demográfico do país nas últimas décadas.

    “Em 1970, a população brasileira era de 90 milhões e desde então aumentou 128%. Saúde, educação e mercado de trabalho não aumentaram nesta porcentagem. E aí surge a confusão e grassa [alastra-se] a pobreza e a delinquência de toda ordem”, afirmou Mello.

    Sem citar explicitamente o Bolsa Família, o ministro afirmou ainda que programas de distribuição de renda têm sido apontado como solução para tais problemas, mas, na verdade, os agravam.

    “Se disse muito nesses últimos 12 anos que é preciso incrementar as bolsas, as diversas bolsas e benesses”.

    ” Ledo engano: a correção de rumos não está aí. As bolsas acabam provocando um aumento populacional e causar um desequilíbrio ainda maior”.

    “Mais do que isso, se não voltamos os olhos para criar oportunidades para os jovens, com as bolsas, acabamos criando uma casta de acomodados”.

  • 12nov

    REINALDO AZEVEDO 2BLOG DE REINALDO AZEVEDO – VEJA .COM

     

    Dilma decide editar Medida Provisória com perseguição inconstitucional a caminhoneiros

     

     

    O governo que se nega a votar uma lei antiterrorismo decide ser duro com caminhoneiros que fazem greve

     

     

    Que governo exótico!

    O Brasil corre o risco de ser punido em fóruns internacionais por não ter uma lei antiterrorismo, mas o sr. ministro da Justiça tem a ousadia de anunciar que o governo vai recorrer a uma Medida Provisória para alterar o Código Nacional de Trânsito e, assim, punir os caminhoneiros grevistas.

    Eu já disse que sou contra, sim, obstruir estradas, mas chamo atenção de vocês para a forma como os petistas tratam os seus manifestantes e como tratam aqueles que não têm canga.

    Cardozo anunciou que a multa para o dono do veículo que estiver obstruindo estrada saltará de R$ 1.915 para R$ 5.746 — podendo dobrar em caso de reincidência.

    Para organizadores do protesto, a sanção pode ser de R$ 19.154 — com risco também de ser aplicada em dobro.

    A má-fé, pois, é escancarada, assumida. Ora, que diferença faz se quem obstrui a estrada é líder ou não?

    Punir alguém por seu papel de destaque num determinado movimento não é da competência do Código Nacional de Trânsito.

    Nesse caso, o sr. ministro, professor de direito, deveria recorrer é ao Código Penal se ele considera tratar-se de um crime.

    É evidente que estamos diante de uma perseguição explícita aos caminhoneiros.

    Mais cedo a própria Dilma havia afirmado que reivindicar é livre e coisa e tal, mas as estradas não pode ser fechadas.

    Pois é… Quantas vezes vocês viram o governo federal atuar contra as obstruções de estradas promovidas por movimentos de esquerda, especialmente pelo MST?

    Já disse: não apoio que se cerceie o direito de ir e vir, contra Dilma ou a favor dela, pouco importa a ideologia de quem se manifeste.

    Mas é evidente que a MP anunciada pelo senhor José Eduardo Cardozo é pautada pela mais explícita e arreganhada perseguição política, além de conter elementos flagrantemente inconstitucionais.

    Não cabe ao Código Nacional de Trânsito punir “lideranças” de movimento.

    Essa gente enlouqueceu.

  • 11nov

    VEJA.COM

     

    Globais sofrem críticas por campanha pró-aborto

     

    Atrizes como Bruna Linzmeyer, da novela ‘A Regra do Jogo’, participaram do vídeo ‘Meu Corpo, Minhas Regras’ e agora são alvo de mensagens que pedem o boicote aos seus trabalhos

     

    Bruna Linzmeyer no vídeo 'Meu Corpo, Minhas Regras'
    Bruna Linzmeyer no vídeo ‘Meu Corpo, Minhas Regras’(VEJA.com/Reprodução)

     

    As atrizes Bruna Linzmeyer (A Regra do Jogo) e Nanda Costa (Salve Jorge e Império) estão sofrendo ataques nas redes sociais por participar do vídeo Meu Corpo, Minhas Regras, uma campanha a favor do direito da mulher de optar pelo aborto, e que também trata da violência e do machismo sofrido pela parcela feminina da população.

    Nas páginas dos atores nas redes sociais, usuários contrários à campanha pedem o boicote aos trabalhos das atrizes.

    “Abortista hipócrita! Faz campanha para o Criança Esperança e tira a esperança de futuras crianças nascerem”, escreveu Aline Maria na página do Facebook de Bruna Linzmeyer.

    O tom indignado se repete em vários comentários na página de Bruna, como o que fez Walter Reis: “Que horror, que nojo, que falta de carinho, de amor de vocês, atores. Isso realmente mostra que vocês vivem do ser humano mas, não o entendem em nada. Só quem já nasceu é a favor do aborto”.

    Outro seguidor, Alex Juliano, volta a falar sobre o Criança Esperança — programa que ele promete nunca mais ver — e chama Bruna de “linda, abortista e hipócrita”.

    Na página de Nanda Costa, André Ribeiro fez uma montagem com uma imagem da atriz, como se ela dissesse: “Obrigada pela sua doação ao Criança Esperança! Sua doação ajuda a salvar a vida de milhares de crianças! Agora me dá licença que vou ali gravar um vídeo pedindo a legalização do assassinato de crianças no útero da mãe”.

    Johhny Massaro também foi alvo de críticas, embora menos do que suas colegas. O internauta Weslei Silva classificou a campanha como “lamentável” e pediu para Deus abençoar a “pobre alma” do ator. “Você deveria conversar com algumas famílias para se informar mais”, completou Silva no Facebook.

    O vídeo Meu Corpo, Minhas Regras foi feito após o Festival do Rio deste ano, que escolheu como melhor documentário Olmo e a Gaivota (2014).

    A diretora, Petra Costa, subiu ao palco e discursou em favor das mulheres, para quem ela dedicou o prêmio, e pediu para que elas tenham soberania sobre o próprio corpo.

    Depois, a página do filme no Facebook recebeu vários ataques pelo posicionamento da diretora.

    Como resposta, Petra convidou, além de Nanda e Bruna, Johnny Massaro, Alexandre Borges e Julia Lemmertz para participar da gravação do vídeo da campanha, que já foi visto por mais 700.000 pessoas no YouTube.

     

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