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  • 17nov

    TERÇA LIVRE TV/YOU TUBE

    ENTREVISTA: MÉDICA EXPÕE A VERDADE POR TRÁS DO MAIS MÉDICOS

     

  • 17nov

    DIÁRIO DO PODER

     

    Posse de Bolsonaro terá desfile em carro aberto e coquetel

     

    Quem quiser assistir ao evento de perto deverá ter uma vista mais privilegiada do presidente eleito da Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto

     

    Na data da posse, Bolsonaro estará se recuperando da cirurgia que fará para a retirada da bolsa de colostomia. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

     

    Um coquetel de recepção no Itamaraty e não um banquete, além de desfile em carro aberto, com a primeira dama Michelle, no tradicional Rolls Royce, são algumas definições tomadas na última semana para a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro.

    Só a chuva, comum nessa data em Brasília, poderá mudar esses planos. Também foi retirada da programação a cerimônia ecumênica, que inicialmente surgiu entre as possibilidades.

    Pelo roteiro desenhado para a posse, o futuro vice-presidente da República, general Hamilton Mourão e a mulher Paula Mourão também farão em carro conversível o percurso entre a Catedral e o Congresso onde, na primeira parte da cerimônia, serão empossados e, depois, do Congresso ao Palácio do Planalto.

    Só a última etapa, do Planalto ao Itamaraty, deverá ser feita em carro fechado.

    Apesar de não fazer parte do protocolo da posse, definido em decreto de 1972, a realização de uma cerimônia religiosa ecumênica chegou a ser discutida, mas nas últimas semanas foi descartada pela condição de saúde do presidente eleito.

    Na data da posse, Bolsonaro estará se recuperando da cirurgia que fará para a retirada da bolsa de colostomia, colocada na área externa do abdômen.

    A expectativa é de que a operação ocorra 15 dias antes da posse e, por isso, ele estará se recuperando.

    Caso a retirada da bolsa não seja possível, os cuidados com o presidente eleito terão que ser ainda maiores.

    Segurança

    Apesar da preocupação extrema com a segurança de Bolsonaro, ele tem dado sinais de querer estar próximo de populares.

    Prova disso foi a mudança de planos na primeira solenidade que participou depois de eleito, a comemoração dos 30 anos da Constituição Federal, no Congresso Nacional.

    Na ocasião, a segurança estava toda preparada para que ele deixasse o plenário da Câmara por uma saída alternativa, mas ele preferiu sair pelo Salão Verde, onde acenou para servidores e colegas parlamentares.

    Na última semana, ao visitar o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tribunal Militar (STM), Bolsonaro parou para cumprimentar e tirar fotos com servidores que o aguardavam.

    Nos últimos dias, no Rio de Janeiro, o presidente eleito deixou o condomínio onde mora para ir a um caixa eletrônico sacar dinheiro.

    Curiosos

    Quem quiser assistir ao evento de perto deverá ter uma vista mais privilegiada do presidente eleito da Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto.

    De lá, eleitores e simpatizantes de Bolsonaro poderão assistir à transmissão de faixa e ao discurso que ele fará no Parlatório.

    Ainda no Palácio do Planalto, a parte restrita será o “beija mão”, quando presidente, vice-presidente e suas respectivas esposas recebem os cumprimentos de autoridades nacionais e internacionais.

    Ainda na sede do Executivo, Bolsonaro dará posse aos seus ministros.

    Quem optar por ficar na Esplanada dos Ministérios, além da apresentação da Esquadrilha da Fumaça terá que se contentar em ver Bolsonaro rapidamente passando de carro, já que ali a concentração de populares ficará restrita ao imenso gramado atrás da chamada Praça das Bandeiras até a Catedral, sem sistema de som ou telões.

    A exemplo do que é feito quando há manifestações na Esplanada, a população será revistada pela Polícia Militar e objetos como mastros de bandeiras, máscaras, armas, objetos perfurocortantes, explosivos, fogos de artifício, entre outros, serão apreendidos.

    Chefes de estado

    Na complexidade da organização de uma posse presidencial, alguns detalhes anunciados essa semana, como a definição do diplomata Ernesto Araújo como futuro ministro das Relações Exteriores, são fundamentais para os próximos passos do evento.

    “É a partir de uma conversa com ele que serão definidos que chefes de estado serão convidados para a posse”, disse uma fonte.

    Tradicionalmente, os líderes dos países que têm relações diplomáticas com o Brasil são convidados, mas diante de recentes manifestações de Bolsonaro, há dúvidas se líderes como Nicolás Maduro (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia), por exemplo, seriam convidados.

    O professor Alcides Costa Vaz, do Instituto de Relações Institucionais da Universidade de Brasília, avalia que as divergências ideológicas não devem se sobrepor à gentileza de envio de um convite, por exemplo.

    “A diplomacia vive de sinais. Não enviar convite seria um sinal de há um problema, um desconforto, algo grave de desentendimento instalado.”

    Para o professor, essa possibilidade é algo a ser evitado, pois como “dono da festa” o presidente eleito tem essa prerrogativa, mesmo que, na prática, isso possa ser um grande constrangimento.

    Convites

    Com a definição do horário da posse para às 15h, os convites estão em processo de confecção e devem ser entregues a partir do dia 1º de dezembro.

    Boa parte deve ser entregue em mãos, o que não for possível, será enviado via Sedex.

    Somente para a cerimônia de posse no Congresso Nacional, serão distribuídos 2 mil convites.

    Para a recepção no Itamaraty, são previstos outros mil convidados.

    Na lista estão autoridades de primeiro escalão do governo, militares de alta patente, chefes de estado, diplomatas, parlamentares e governadores eleitos ou reeleitos de estados.

    A expectativa é de que 60 delegações estrangeiras prestigiem a posse. 

  • 16nov

    RENOVA MÍDIA

     

    Brasil avalia usar médicos recém-formados do Fies no lugar de cubanos

     

    Medida já estava em estudo nos últimos meses e ganhou força após a ditadura de Cuba anunciar a saída do Mais Médicos

     

    Brasil avalia usar médicos recém-formados do Fies no lugar de cubanos

     

    O Ministério da Saúde estuda propor à equipe de transição para o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, medidas para ampliar a participação de brasileiros no programa Mais Médicos.

    Entre elas, está a participação de alunos recém-formados que fazem parte do Fies (Programa de Financiamento Estudantil).

    A medida, que já estava em estudo nos últimos meses, ganhou força nesta quarta-feira (14) após a ditadura de Cuba anunciar o fim da parceria para envio de médicos ao programa.

    Em nota divulgada pela ditadura cubana, a decisão é atribuída a questionamentos feitos pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, à qualificação dos médicos de Cuba e ao seu projeto de modificar o acordo, exigindo revalidação de diplomas no Brasil e contratação individual

  • 16nov

    BEM PARANÁ

     

    Distante de Bolsonaro, Francischini garante comando do PSL no Paraná

     

    Distante de Bolsonaro, Francischini garante comando do PSL no Paraná
    (Foto: Divulgação ) 

    O deputado estadual eleito Fernando Francischini foi conduzido nesta sexta-feira (16) ao cargo de presidente do Partido Social Liberal (PSL) no Paraná.

    Eleito no Estado o candidato com o maior número de votos (427.627) para a Assembleia Legislativa, Francischini também garantiu nesta sexta que sua esposa Flavia Francischini, até então presidente estadual da sigla, fosse nomeada secretária-geral nacional do partido.

    A executiva nacional continuará sob comando de Luciano Bivar que foi reconduzido ao cargo de presidente do diretório. Até então, o partido atuava com comissões provisórias. 

    “Caberá a ela (Flavia Francischini), como secretária-geral, em conjunto com o Presidente Bivar, definir o comando do PSL em todos os estados e municípios”, diz a assessoria de Francischini em nota.

    O deputado paranaense, que participou coordenação da campanha presidencial do PSL, não apareceu mais ao lado do presidente eleito Jair Bolsonaro – em eventos ou como integrante da equipe de transição – após o fim da eleição, o que gerou especulações quanto a seu afastamento da cúpula nacional do partido. 

    Na semana passada, Francischini confirmou que pretende disputar a presidência da Assembleia Legislativa do Paraná, na eleição marcada para fevereiro, além de interesse em disputar a prefeitura de Curitiba em 2020.

    “Se os curitibanos entenderem que é hora de mudar a prefeitura de Curitiba, com certeza estarei pronto para assumir mais esta missão”, afirmou. 

    Na nota que anunciou sua nomeação como presidente do PSL do Paraná, a assessoria afirma que entre as prioridades do político está a atuação local.

     “Muitos esperavam que assumisse um ministério com a eleição do Jair Bolsonaro. Sempre disse que a missão de eleger Bolsonaro nunca passou por qualquer acordo envolvendo cargos. Fomos eleitos justamente para fazer uma outra política, com seriedade e combate incansável a corrupção no governo”.

    “Vou representar todos os paranaenses na Assembleia buscando fortalecer o parlamento e melhorar, de alguma forma, a vida das pessoas”, disse Francischini, segundo a nota. 

    Agora, diz Francischini, é hora de começar a pensar o PSL do Paraná para as eleições de 2020.

    “A ideia é fortalecer ainda mais o partido no Paraná elegendo um grande número de prefeitos e vereadores”, conclui.

    No Paraná, a sigla elegeu neste ano 11 deputados, sendo oito estaduais e três federais. 

  • 16nov

    BEM PARANÁ

     

    Só ‘Paranaense’ e nova cor: Petraglia defende mudanças no Atlético

     

    Só ‘Paranaense’ e nova cor: Petraglia defende mudanças no Atlético
    Petraglia (Foto: Geraldo Bubniak) 

    Se dependesse da vontade do presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia, o clube paranaense teria outro nome e outra cor. O nome de identificação seria “Paranaense” e a cor, vinho. Ao menos foi isso que o dirigente defendeu em entrevista à ESPN, que foi ao ar nesta quarta -feira (14).“Clube Atlético tem vários: Mineiro, Boca Juniors, River Plate e nós, o Paranaense”, disse.

    “O Atlético-MG se apossou do prenome, porque não gosta do ‘Mineiro’. Eu gostaria que nós nos chamássemos ‘Paranaense’. É o ‘meu’ nome, e é assim que somos conhecidos na América do Sul”, completou.

    Segundo o dirigente, o clube deveria passar a dar mais ênfase ao seu gentílico estadual, como forma de se diferenciar e até se projetar internacionalmente – na América do Sul, o clube é chamado de “El Paranaense”.

    Em declarações anteriores, Petraglia defendeu que o Atlético passasse a se chamar CAP – sigla de Clube Atlético Paranaense –, assim como acontece com os clubes alagoanos CSA (Club Sportivo Alagoano) e CRB (Clube de Regatas Brasil).

    Outra polêmica envolve a troca do escudo e a cor do clube. Segundo o dirigente, o escudo já teria um novo visual. E a cor poderia ser o vinho.

    “Não se esqueça de que vermelho mais preto, dá cor-de-vinho, por exemplo”, disse ele à ESPN.

    Para Petraglia, a identidade do clube não iria diminuir. “A identidade vai é aumentar. Nós contratamos empresas especializadas, as coisas não estão sendo feitas na base da opinião”, falou.

    Para essas mudanças saírem do papel, entretanto, é necessário que o clube as aprove.

    “Quem tem que aprovar é o conselho do clube. Eu sou o presidente do conselho do clube”, sugeriu.

    De acordo com o estatuto do Atlético, contudo, as mudanças teriam que ser submetidas a uma reunião do Conselho Deliberativo e aprovadas por 2/3 dos presentes.

    Grama Sintética

    Petraglia ainda falou à ESPN sobre a grama sintética da Arena da Baixada, que recentemente tem sido alvo de críticas dos adversários do Atlético.

    “Essa história da grama é uma bobagem inventada pelo Eurico Miranda (ex-presidente do Vasco). A grama é de altíssimo nível, aprovada pela Fifa”, disse ele.

    “Isso é papo de perdedor. Os clubes tinham era de reclamar dos buracos, que inviabilizam, muitas vezes, o bom futebol”.

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