• 17jul

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Paraná quer ser referência no Brasil em ações de sustentabilidade

     

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta terça-feira (16), em Nova York, do High-level Political Forum (HLPF), fórum das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável com foco no Pacto Global.

    O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, integrou a mesma rodada de apresentações.

    “Queremos ser uma referência para que o Brasil possa acompanhar as ações que gerem sustentabilidade”, afirmou Ratinho Junior, que neste ano foi o único governador brasileiro a falar na conferência.

    O encontro reúne chefes de estado e lideranças mundiais da sociedade civil.

    Em seu discurso, Ratinho Junior destacou que o Paraná é um dos estados mais comprometidos com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030 da ONU.

    Ele discorreu, ainda, sobre as maneiras encontradas pelo Paraná para atender as 17 orientações da ONU para aproximar estados e municípios da discussão sobre os ODS.

    O governador destacou que já foram firmadas parcerias com 248 dos 399 municípios como sensibilização dos atores locais em adotarem a agenda 2030.

    “Implantar localmente a Agenda 2030 depende de instrumentos e ferramentas que tornem as cidades sustentáveis, resilientes e saudáveis a seus moradores”, afirmou.

    “Instrumentos como o Plano Diretor, que vai orientar a política de desenvolvimento e de ordenamento da expansão urbana em cada cidade”, completou.

    MEDIDAS – O Paraná, disse o governador, tem iniciativas importantes importantes, que reforçam a parceria com a ONU, como o Programa Estadual de Compliance, implantado nos primeiros meses desta atual gestão e que determinam práticas administrativas que buscam a eficiência e a moralidade.

    Há também o Business Inteligence (sistema de informações geográficas desenvolvido para subsidiar a formulação e monitoramento da política pública) e o Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), que tem por finalidade fornecer empréstimos para fortalecimento institucional e investimentos em infraestrutura básica e na área social, a fim de promover o desenvolvimento municipal e regional em todo o Estado.

    “Buscamos mostrar os esforços do Governo do Estado do Paraná, que com forte vontade, busca garantir que as políticas públicas, planos e orçamentos junto aos governos locais incluam ações de implementação da Agenda 2030 e os seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, explicou.

    OCDE – O Paraná é o representante brasileiro em um grupo de trabalho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que auxiliará alguns países e regiões a atingirem os 17 Objetivos e 169 metas propostos pela ONU.

    Com isso, a OCDE vai dar o suporte técnico para que todas as regiões do Paraná atinjam os ODS de uma maneira mais rápida.

    A entidade é uma organização internacional, existe há 57 anos e tem sede em Paris. Entre suas funções principais está solucionar problemas, auxiliar no desenvolvimento socioeconômico e coordenar políticas públicas dos países.

    Atualmente 36 países fazem parte da organização e o Brasil está na lista de consideração.

    Para ser integrante, a comissão de adesão analisa o PIB – rendimento per capita do país e o Índice de Desenvolvimento Humano – IDH.

    Além do Paraná participam do programa a região sul da Dinamarca, a cidade de Kitakyushu, no Japão; a região de Flandres, na Bélgica; a cidade de Bonn, na Alemanha; o município de Kópavogur, na Islândia; o condado de Viken, na Noruega; a província de Córdoba, na Argentina, e a cidade de Moscou, na Rússia.

    AGENDA 2030 – A Agenda 2030 foi adotada em 2015 por diversos líderes mundiais como um plano de ação para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir direitos aos cidadãos. A plataforma abrange o conjunto dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    Nela estão previstas ações mundiais nas áreas de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros, com o objetivo de promover o bem no planeta.

  • 31jan

    [email protected]

    litoral do paraná

    O deputado Ney Leprevost convocou uma reunião pública na Assembléia Legislativa com o objetivo de promover o diálogo entre sociedade e órgãos governamentais sobre os desafios que terão que ser enfrentados para que o litoral do Paraná possa se desenvolver com qualidade nos próximos anos.

    Nesta quinta-feira (31/01), às 10horas da manhã, na sala das Comissões no prédio administrativo da ALEP.

    Na pauta estão questões urgentes, como a segurança nas balsas e ferry boats e temas que podem ser resolvidos a médio prazo, como a construção de uma ponte na Baía de Guaratuba e a iluminação da Serra do Mar.

    Entre as entidades convidadas para o debate estão: as prefeituras do litoral, o DER, a Secretaria Estadual de Infra Estrutura e Logística, as Associações Comerciais do Litoral, o Instituto Ambiental do Paraná, o CREA, a Federação das Indústrias, as Câmaras Municipais do Litoral, o Ministério Público, dentre outras.

    “Nesta primeira reunião queremos discutir prioritariamente as soluções para melhorar a mobilidade no litoral. Os subsídios obtidos servirão para prestarmos informações, elaborarmos projetos e cobrarmos soluções.

    A idéia é manter os temas relacionados ao litoral em evidência, fazendo outras reuniões fora do período de temporada”, afirma Ney.

  • 05set

    Altair Francener/[email protected]

     

    Programa melhora a saúde dos funcionários e promove aumento na produtividade

    Graças a um projeto inovador de saúde e qualidade de vida, os trabalhadores da BS Colway Pneus têm experimentado um novo sentido para a expressão “suar a camisa”.

    Normalmente associada ao trabalho pesado, ela se transformou em sinônimo de atividade física e foi incorporada à rotina dos empregados da mesma forma que os exercícios. A preocupação com o bem estar dos funcionários começou há cerca de 10 anos, com o intuito de evitar que eles desenvolvessem algum tipo de LER (lesão por esforço repetitivo).

    O argumento era de que promovendo a boa forma e melhorando a força e a flexibilidade, a integridade física seria protegida. Mas havia o desafio de conquistar a adesão e a disciplina dos trabalhadores.

    A solução foi implantar um sistema inédito de gratificação, premiando em dinheiro aqueles que cuidassem bem de sua saúde e da saúde de seus familiares.

    Os resultados foram surpreendentes. Os gastos com planos de assistência médica foram reduzido e o índice de faltas ao trabalho, que na maioria das grandes empresas ultrapassa os 20%, foi reduzido para menos de 5%.

    A BS Colway, localizada em Piraquara, região metropolitana de Curitiba, é uma grande importadora de pneus e possui 170 funcionários, todos engajados no programa de saúde e qualidade de vida oferecido pela empresa.

    Eles contam com uma academia de excelente qualidade e trabalham apenas 36 horas por semana — mas recebem salário equivalente a 44 horas — um tempo para se exercitar e dar maior atenção a família.

    O sistema de gratificação é dividido em três níveis: bom, acima da média e excelente. Dependendo da performance e dedicação, o empregado pode receber um prêmio extra de até R$ 600,00 no fim do mês, independente da função que exerce ou do salário.

    Periodicamente a saúde dos colaboradores é avaliada através de exames laboratoriais e apresentação de atestado de aptidão para as atividades físicas.

    O projeto é coordenado pelo fisioterapeuta Ricardo Lucas Walace e conta com o trabalho e o acompanhamento de um profissional de educação física, responsável pela elaboração do programa de exercícios e pelas aulas.

    “A intenção é oferecer um trabalho físico completo para fortalecer a musculatura, reduzir massa gorda e melhorar o condicionamento aeróbico”, explica Alan Szczepanski, professor de educação física.

    De acordo com o empresário Francisco Simeão, presidente da BS Colway Pneus, o gasto com a manutenção do projeto compensa, pois o aumento da produtividade cobre praticamente todas essas despesas. Além disso, ele argumenta que existem outros ganhos difíceis de mensurar.

    “Há casos de funcionários que passaram a usar o dinheiro extra para contratar alguém para ajudar nas tarefas domésticas. Ou seja, o projeto chegou a gerar novos postos de trabalho e deixou mais tempo livre para que eles pudessem aproveitar com a família”.

    Exemplos do sucesso do programa não faltam na BS Colway. Ireno Ferreira, que trabalha com serviços gerais e participa da atividade desde o início, diz que a gratificação ajudou a melhorar seu padrão de vida e também sua alto estima.

    “É muito bom poder dar uma vida melhor para sua família”. Já para Eliel Siqueira Cavalcanti, que compartilha a mesma função do colega, o programa foi o diferencial que o fez optar por permanecer na empresa. “Poucas lugares oferecem benefícios assim aos seus funcionários”, destaca.

    Embora o prêmio em dinheiro seja um grande incentivo e ajude a reforçar o orçamento, os ganhos vão muito além do financeiro.

    Há quatro meses na BS, a auxiliar administrativa Daniele Gomes conta que não tinha o hábito de se exercitar e que já sente a diferença. “Já consegui emagrecer e me sinto muito mais disposta e feliz”.

    Luciane Freire, que já atua há oito anos como assistente de venda, também diz que ganhou resistência e que se sente muito mais saudável.

     

  • 01set

    EFE

    Os garçons e funcionários de bares e restaurantes apresentaram uma melhora de saúde equivalente ao ganho de três anos de vida graças à lei que restringe o uso do cigarro em locais públicos fechados, aponta um estudo científico suíço divulgado na última quinta-feira (29).

    A pesquisa, realizada pelo Instituto Tropical e de Saúde Pública do Cantão de Basiléia, se baseou em exames cardiovasculares de uma centena de trabalhadores de bares e restaurantes, principalmente garçons.

    No caso dos estabelecimentos menores, a pesquisa também incluiu de forma voluntária os ajudantes de cozinha que costumam colaborar com o atendimento aos clientes.

    Segundo os pesquisadores suíços, os três anos de vida a mais que foram mencionados representam uma média da melhora dos indicadores cardiovasculares dos funcionários, que passaram a ficar menos expostos a fumaça em seus locais de trabalho.

    Os participantes do estudo foram submetidos a um primeiro exame médico antes da aplicação da lei antifumo na Suíça, no 1º de maio de 2010.

    Apos seis e 12 meses depois, os envolvidos com a pesquisa voltaram a realizar os mesmos testes médicos, o que permitiu um melhor acompanhamento desta evolução.

    Antes da restrição do cigarro em locais públicos fechados, os empregados inalavam passivamente o equivalente a cinco cigarros por dia e, após a nova lei antifumo, essa exposição passou a ser 16 vezes menor, concluiu a pesquisa.

     

     

     

  • 22ago

    GAZETA DO POVO

    Antônio More/Gazeta do Povo

    Antônio More/Gazeta do Povo / ONU destaca o transporte curitibano como um dos mais caros

    ONU destaca o transporte curitibano como um dos mais caros

    Uma cidade exemplo de desenvolvimento em algumas áreas e também marcada por desigualdade social.

    No relatório das Nações Unidas, Curitiba aparece com projetos referenciais nas áreas de tecnologia, gestão de resíduos e transporte público.

    Mas aparece também como a 6.ª pior cidade da América Latina em distribuição de renda.

    Um dos destaques do estudo da ONU é o Tecnoparque de Curitiba, que incentiva mais de 150 empresas que trabalham com inovações tecnológicas. Juntas, elas geram 16 mil empregos diretos.

    Outro ponto positivo é a gestão de resíduos sólidos. O documento conta que Curi­­tiba foi uma das primeiras a implantar a co­­ leta seletiva de lixo, em 1990, e cita programas como o Câmbio Verde, através do qual a po­­pulação de baixa renda troca material reciclável por alimentos.

    O transporte público também ganha destaque no capítulo sobre mobilidade urbana. Curitiba é citada como “um caso exitoso de densificação urbana planificada a partir da rede de transporte público”, por conta do sistema implantado a partir da década de 1970, em que os ônibus têm ramais exclusivos para circulação.

    O sistema considerado modelo, no entanto, sai caro para os usuários. O custo do transporte coletivo local é apontado como o quarto mais alto entre as principais cidades latino-americanas.

    Processo

    Para o sociólogo Lindomar Wessler Boneti, professor da­­ Pontifícia Universidade Ca­­tó­­­­li­­ca do Paraná (PUC-PR), a­­­­ con­­­­tra­­dição entre desenvol­­vi­­mento e desigualdade­­ se ex­­­­­­­­plica pelo processo de for­­ma­­ção da cidade.

    “Curi­­tiba é­­ uma das cidades brasi­­lei­­ras­­ que­­ mais receberam mi­­gran­­­­tes do meio rural. Es­­sa po­­­­­­pu­­­­­­lação ocupou a periferia­­ e­­ nun­­ca foi efetivamente in­­se­­­­rida no espaço urbano, on­­de­­ es­­tão todos esses avanços”,­­ diz.

     

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