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  • 19fev

    Comunicação Alexandre Curi

     

    Curi apresenta requerimento para recuperação da PR 170

     

    Foto: Divulgação Alep

     

    A PR 170 – Rodovia João Lunardelli – é estratégica fazendo a ligação com o Estado de São Paulo.

    Passa por diversas cidades e distritos e é caminho para transportes de cargas, deslocamento de estudantes e trabalhadores.

    Ciente da necessidade de melhorias urgentes, o deputado Alexandre Curi, juntamente com deputado Tercílio Turini, solicitou inclusão da estrada nas ações de recuperação de rodovias do governador Carlos Massa Ratinho Júnior.

    “Solicitei, em conjunto com o deputado Turini, que o governador inclua esta importante rodovia, sobretudo para o norte do Paraná, em seu programa de recuperação de estradas estaduais, citado o perigo eminente de acidentes pela sinalização precária e grande quantidade de burracos”, justifica o deputado.

    O requerimento apresentado, e aprovado pela Assembleia Legislativa do Paraná em 13 de fevereiro, se refere aos aproximadamente 70 Km entre Rolândia a Porecatu.

    “Atende diversos municípios e carece dessas melhorias, disso o nosso encaminhamento, certos do compromisso e confiantes no excelente papel que nosso governador vem desempenhando no Paraná”, afirma Alexandre Curi.

    De acordo com o parlamentar, seria importante duplicar a PR 170, mas  diante do momento desfavorável enfrentado pelo País, o requerimento solicita o recapeamento, melhor sinalização, melhoria nos acostamento e 3ª faixa em trechos mais perigosos.

  • 19fev

    CONEXÃO POLÍTICA

     

     

    Caso Bebianno não é crise do Governo, é compromisso com o eleitor

     

    Não existe um único eleitor de Jair Bolsonaro que tenha tomado a decisão de conceder seu voto ao então candidato à presidência da república considerando qualquer tipo de benefício na figura do senhor Gustavo Bebianno.

    O ex-presidente do PSL representou sim, durante a campanha eleitoral de 2018, apoio significativo, mas limitando-se à esfera da estruturação partidária, sem gozar de qualquer tipo de prestígio e reconhecimento com o eleitor comum, e isso só não é evidente para aqueles que desejam utilizar o caso do momento como pano de fundo para uma crise plantada.

    Não há muito o que dissertar sobre quaisquer qualidades de Bebianno à frente da Secretaria-Geral da Presidência, o período do ministro até sua exoneração, publicada hoje no Diário Oficial da União, foi muito curto para avaliarmos com profundidade quais vantagens seus serviços trariam ao governo em médio e longo prazo.

    Sobretudo, em que pese sua liderança dentro do partido que elegeu o presidente, Bebianno nunca figurou entre os principais nomes que formatavam a tropa de elite ministerial, nem antes e muito menos depois das eleições.

    Entretanto, o desgaste que culminou em sua demissão nos deixa a certeza de que velhas práticas do corporativismo político formam um lugar comum no portfólio de Bebianno.

    Diante da eclosão de denúncias envolvendo o PSL e repasse de R$ 400 mil do fundo partidário para suposta candidata laranja durante as eleições, Bebianno não hesitou em imediatamente tentar buscar a proteção presidencial para blindar-se de ter que conceder prontamente os devidos esclarecimentos públicos sobre a polêmica.

    Além disso, levar até o presidente queixumes e alaridos durante uma recuperação médica delicada, demonstra no mínimo uma falta de sensibilidade mesquinha, para não dizer outra coisa.

    Tendo isso posto, não é de se surpreender que Gustavo Bebianno tenha fabulado três ligações para Bolsonaro, e pior, tenha afirmado ter conversado com o presidente, explicitamente, sobre a suposta denúncia envolvendo o PSL e seu fundo partidário.

    Um ministro que não consegue ter o mínimo discernimento para lidar com uma notícia plantada por uma mídia categoricamente mal intencionada não teria estrutura para administrar os ataques deliberados que ainda virão ao longo do mandato.

    Apenas por isso, sua exoneração já é plenamente justificável, mas existe outro agravante que valida ainda mais essa decisão, e aí, trata-se de um compromisso com o eleitor.

    O presidente Jair Bolsonaro foi taxativo e incondicional durante a campanha eleitoral de 2018 ao afirmar que teria tolerância zero com integrantes da equipe de governo que por ventura sofressem acusações de corrupção de qualquer natureza.

    Grave seria se o presidente optasse por seguir o caminho oposto ao de fato adotado, concedendo à Bebianno uma proteção institucional consolidada no prestígio presidencial.

    Estamos tão pessimamente acostumados neste país, após 8 anos de social democracia fabianista de FHC e 14 anos de socialismo petista de Lula e Dilma, estes sempre protegendo seus condiscípulos e capatázios não importando o nível chocante de gravidade das denúncias de corrupção, que nos escandalizamos quando um presidente da república cumpre o que promete e despacha um ministro mediante situação que possa prejudicar os projetos e reformas do governo, ou seja, quando coloca os interesses do povo que o elegeu à frente dos interesses do partido.

    Não resta qualquer dúvida de que Bolsonaro errou ao nomear o ex-presidente do PSL para ministro de qualquer coisa, mas antes um erro corrigido agora do que um desastre no futuro.

    O presidente nos deve desculpas por ter viabilizado Gustavo Bebianno.

    Alain Ibrahim, 18 de Fevereiro de 2019.

  • 18fev

    BEM PARANÁ

     

    Plauto nega ter ameaçado colegas e alerta para risco de retrocesso na Assembleia

     

    Plauto: “Não sou um acusador, apenas me posicionei para que diante de uma possível e descabida acusação, terei como me defender”
    Plauto: “Não sou um acusador, apenas me posicionei para que diante de uma possível e descabida acusação, terei como me defender” (Foto: Sandro de Oliveira) 

    Depois de causar polêmica na semana passada, ao dizer que fez cópias de todos os documentos que tramitaram pela Assembleia Legislativa, nos oito anos em que foi primeiro-secretário da Casa, o deputado estadual Plauto Miró Guimarães (DEM) voltou hoje à carga, alertando em texto publicado em sua página oficial e nas redes sociais, para o risco de retrocesso na administração do Legislativo.

    A primeira-secretaria é o segundo cargo mais importante da Assembleia, ficando abaixo apenas da presidência.

    O primeiro-secretário é responsável pela administração da Casa, incluindo verbas, contratos, além de ter o poder de nomear dezenas de cargos.

    Plauto ocupava o posto desde 2011, ainda durante a gestão do então presidente Valdir Rossoni (PSDB), e permaneceu no cargo após a eleição de Ademar Traiano (PSDB), em 2015.

    Na eleição para a Mesa Executiva da nova legislatura, porém, ele perdeu a vaga para o ex-líder do governo Beto Richa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSB) e acabou ficando com a 1ª vice-presidência.

    Na terça-feira da semana passada, Plauto afirmou em discurso ter feito cópia de todos os documentos que tramitaram na Assembleia “por precaução”.

    Também falou ter recebido muitos pedidos de deputados, e que conhece os mais “gulosos”.

    No dia seguinte, o deputado delegado Jacovós (PR) pediu explicações de Plauto sobre as supostas ameaças veladas aos colegas, afirmando que ele não poderia guardar documentos oficiais “para pressionar ninguém”.

    No texto publicado hoje, o deputado do DEM negou ter feito ameaças aos colegas.

    “Não sou aventureiro e devolvo, com letras maiúsculas, qualquer insinuação de procrastinador, achacador ou senil. Os que o fazem, não me conhecem”, escreveu ele.

    “Não nasci ontem! Passei mais tempo da minha vida no parlamento do que em qualquer outro lugar. Também não sou um neófito!”, alega.

    O ex-primeiro-secretário comenta que, durante seu período no cargo, a Assembleia avançou na transparência.

    “Quem comigo convive sabe do zelo, da responsabilidade em cada ato, no cuidado de cada assinatura e no enfrentamento para combater os que tentavam fazer deste parlamento algo como se fosse propriedade particular”, afirma.

    “Meus amigos sabem o desprezo que nutro por aqueles que se afastam da missão diária de servir e optam por desrespeitar a palavra empenhada. Dizem uma coisa, e agem de modo contrário”, aponta, sem dar nomes.

    “Mas de repente observei movimentos assustadores que indicavam uma temerária volta ao passado, na época em que as regras não eram cumpridas e a ética não era exercida”.

    “Não aceito! Não jogo minha história no lixo e por isso cumpro o dever de advertir o Paraná. Pois acredito que um estado se faz com atitudes e não com jogadas de marketing. Quem alerta não quer o mal”, diz Plauto.

    Plauto afirma que torce para que o governo Ratinho Jr tenha sucesso, lembrando que apoiou a eleição do governador, apesar do DEM ter apoiado a candidatura à reeleição da ex-governadora Cida Borghetti (PP).

    “E para isso, a gestão que se inicia não pode começar com agentes novos repetindo erros antigos. Para dar certo não pode permitir que ‘gulosos’ se coloquem como os senhores da razão”, afirma, dizendo que cunhou a expressão em referência “aos que, muitas vezes, sem representatividade nas urnas, se sentem senhores dos espaços públicos e das posições políticas.

    “Exalam a soberba pelo simples fato de estarem momentaneamente em uma posição de poder. Por vezes, uma conquista que se dá por questões circunstanciais e não por mérito”, alega.

    “Tudo o que falei, assumo. Tenho cópias de documentos que assinei e dos pedidos administrativos que me fizeram. Os originais seguem em arquivo público, como deve ser”.

    “Fiz meu próprio arquivo para que seja possível comprovar os atos administrativos, caso, por algum motivo, em algum momento, se tente apagar a história”.

    “Caso a história seja ameaçada, ou se tente alterar as versões dos fatos, terei como recompor a verdade. Com responsabilidade afirmo que estou vigilante, como sempre estive”, reforça Plauto.

    “Não sou um acusador, apenas me posicionei para que diante de uma possível e descabida acusação, terei como me defender”, conclui ele.

  • 18fev

    BLOG DO TUPAN

     

    Reforma administrativa começa a ser examinada na Alep

     

    Presidente da Alep, deputado Ademar Traiano (Foto: Dálie Felberg/Alep)

    O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), deputado Ademar Traiano (PSDB), declarou que a reestruturação da administração estadual proposta pelo governo começa a ser apreciada na próxima terça-feira (19) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    Depois de tramitar na CCJ e demais comissões permanentes, a matéria será imediatamente discutida e votada pelo Plenário da Assembleia.

    Além de reduzir a máquina administrativa do Estado, o projeto de lei 57/2019 prevê inovações na estrutura governamental.

    Uma delas é a criação da figura das superintendências gerais, que vão integrar a Governadoria como um de seus órgãos auxiliares.

    Caberá às superintendências gerais, segundo a proposta do Poder Executivo, o planejamento, coordenação e execução de atividades que o governo defina como prioritárias, compatibilizadas com as diretrizes gerais de gestão.

    Além de reduzir a máquina administrativa do Estado, o projeto de lei 57/2019 prevê inovações na estrutura governamental.

    Uma delas é a criação da figura das superintendências gerais, que vão integrar a Governadoria como um de seus órgãos auxiliares.

    Caberá às superintendências gerais, segundo a proposta do Poder Executivo, o planejamento, coordenação e execução de atividades que o governo defina como prioritárias, compatibilizadas com as diretrizes gerais de gestão.

    Presidente da Alep, deputado Ademar Traiano (Foto: Dálie Felberg/Alep)

  • 16fev

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Governador recebe presidente do STF e destaca agenda em prol do Paraná

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta sexta-feira (15), no Palácio Iguaçu, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e destacou a consolidação de uma agenda de trabalho em favor do Paraná. O ministro Edson Fachin e os senadores Álvaro Dias, Oriovisto Guimarães e Flávio Arns também participaram do encontro. - Curitiba, 15/02/2019 - Foto: Rodrigo Félix Leal/ANPr

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta sexta-feira (15), no Palácio Iguaçu, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e destacou a consolidação de uma agenda de trabalho em favor do Paraná.

    O ministro Edson Fachin e os senadores Álvaro Dias, Oriovisto Guimarães e Flávio Arns também participaram do encontro.

    Ratinho Junior, que mais cedo também se reuniu com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, destacou que há décadas não havia um alinhamento político tão forte em favor no Estado.

    Ele lembrou que em pouco mais de um mês de governo o Paraná recebeu quatro visitas ministeriais, além dos encontros desta sexta-feira com personalidades importantes do cenário nacional.

    “Tivemos a oportunidade de conversar sobre uma agenda positiva para o Estado. O encontro com os três senadores paranaenses é histórico e uma grande oportunidade para alinhar ações de trabalho”, afirmou o governador.

    “Além disso, receber a cúpula do Corte do nosso País, junto com o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, demonstra a harmonia e o bom momento que o Paraná vive”, destacou.

    Um dos assuntos tratados foi a instalação do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) no Paraná, uma demanda antiga do Estado.

    O governador afirmou que entende que a questão não é simples, mas que o Estado seguirá defendendo a medida.

    O ministro Dias Toffoli ressaltou que a reunião demonstra harmonia entre os poderes e é positiva para o Estado e o País.

    “O Brasil precisa dessa integração para que volte a crescer e se desenvolver. O gesto do governador, convidando a todos para esse encontro, faz parte desse movimento de fazer com que o Brasil volte a ser um grande País”, disse.

    SENADORES – Senador pelo Paraná por quatro mandatos, Álvaro Dias disse que é a primeira vez que participa de um encontro dos três representantes do Senado com o governador do Estado.

    “Os três senadores estão unidos na defesa do Paraná. Viemos dizer ao governador que estamos em Brasília à disposição para defender todos os pleitos do nosso Estado”, afirmou, ressaltando que o Paraná deve assumir o protagonismo no País.

    Pela primeira vez ocupando uma cadeira no Senado, Oriovisto Guimarães destacou a união em favor dos paranaenses.

    “Existe muito trabalho para ser feito em conjunto. Juntos podemos muito mais do que um brigando contra o outro. Vamos puxar o carro na mesma direção, sempre com o Paraná em primeiro lugar”, afirmou.

    “Queremos um País melhor, unido, pessoas dialogando e convergindo para uma mesma direção”, ressaltou Flávio Arns.

    “Todos estamos a favor do Brasil e do Paraná. Precisamos ter um trabalho conjunto com o governo, as prefeituras e a comunidade. Vamos nos empenhar para isso, estamos dispostos a trabalhar e ter bons resultados lá na frente”, declarou.

    PRESENÇAS – Também participaram do encontro o vice-governador Darci Piana; os presidentes do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Adalberto Jorge Xisto Pereira; do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Gilberto Ferreira; e do Tribunal Regional do Trabalho, Marlene Fuverki Suguimatsu; o secretário de Estado da Segurança Pública, Luiz Felipe Kraemer Carbonell; e o deputado estadual Hussein Bakri.

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