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  • 21jun

    FOLHAPRESS

     

    Caseiro do sítio entrega reunião de Lula com Léo Pinheiro no local

     

    Só abri o portão, não fiquei por perto’, disse o caseiro ao juiz Sérgio Moro

     

    Lula chegou a negar esta reunião, registrada em foto e confirmada pelo caseiro.

     

    O caseiro do sítio de Atibaia (SP), Élcio Pereira Vieira, conhecido como Maradona, afirmou ao juiz Sergio Moro nesta quarta-feira (20) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro conversaram no local em 2014.

    Segundo Maradona, a conversa aconteceu antes das intervenções na cozinha e no lago. Nesta segunda (18), o encarregado de obras da OAS Misael de Jesus Oliveira disse a Moro que, em 2014, foi convocado para fazer uma reforma no sítio atribuído ao ex-presidente.

    Durante as obras, a mulher de Lula, Marisa Leticia, teria feitos alguns pedidos específicos a ele.

    Maradona relatou ao juízo que o empresário Fernando Bittar, proprietário formal do sítio, ligou e avisou que Léo Pinheiro iria ao local.

    “Não participei, só abri o portão, não fiquei por perto, não sei o teor da conversa.”

    Segundo ele, além de Pinheiro e Lula, também participou da conversa Paulo Gordilho, ex-arquiteto da empreiteira.

    Maradona disse que Bittar estava na propriedade neste dia, mas que já havia saído no momento do encontro.

    Em abril de 2017, Gordilho disse a Moro que foi à casa de Lula, em São Bernardo do Campo, para mostrar o projeto de reforma da cozinha do sítio.

    Maradona afirmou que acredita que Gordilho decidiu com Marisa como seria feita a reforma na cozinha.

    “A dona Marisa gerenciava essa parte da cozinha (…) Totalmente a dona Marisa.” O caseiro disse não saber quem pagou pela obra.

    Segundo ele, a OAS também chegou a realizar uma impermeabilização no lago, sem sucesso.

    Maradona prestou depoimento como testemunha de defesa de Bittar.

    Nesta ação, Lula é acusado de ter se beneficiado de R$ 1,02 milhão em benfeitorias no sítio, que teriam sido pagas pela OAS e Odebrecht.

    Segundo a acusação, o ex-presidente era o verdadeiro dono do sítio, cujos proprietários formais são os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar.

  • 21out

    DIÁRIO DO PODER

     

    JANOT PASSA A BOLA PARA MORO, QUE VAI AVALIAR ENVOLVIMENTO DE LULA

     

    JUIZ AVALIARÁ PAPEL DE LULA (SEM FORO PRIVILEGIADO) NO PETROLÃO

    COMO JÁ NÃO TEM FORO PRIVILEGIADO, LULA SERÁ JULGADO PELO JUIZ FEDERAL SERGIO MORO. (FOTO: RICARDO STUCKERT)

     

     

    A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu – e o ministro Teori Zavascki deferiu – o desmembramento do depoimento do lobista Fernando Soares, o “Fernando Baiano”, sob acordo de delação premiada, mantendo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF) a parte que trata de políticos e autoridades com foro privilegiado, e enviando todo o restante ao juiz federal Sérgio Moro, que coordena a Operação Lava Jato.

    Como ex-presidente, Lula não tem direito a foto privilegiado. Apenas autoridades no exercício do cargo têm essa prerrogativa. No Brasil, são 22 mil ao todo.

    Com medo de ser alcançado pela força-tarefa da Lava Jato, Lula cogitou pedir sua nomeação para o ministério do governo Dilma, para, com isso,ganhar direito ao foro orivilegiado.

    Foro por prerrogativa de função é definido pelo art. 102, inciso I, alínea “c”, da Constituição Federal.

    Entre os casos remetidos a Sérgio Moro pela PGR estão empresários como o fazendeiro José Carlos Bumlai e políticos sem privilégio de foro, como o ex-presidente Lula.

    Na prática, o chefe da PGR, Rodrigo Janot, transferiu para Moro a decisão de abrir ou não inquérito para apurar o envolvimento do ex-presidente Lula na roubalheira da Petrobras.

    A força-tarefa da Operação Lava Jato considera provado que o esquema bilionário de corrupção na estatal foi implantado durante o governo Lula, em 2005, por meio de figuras-chave como o então ministro José Dirceu (Casa Civil) e de prepostos na petroleira como os diretores, hoje presos, que representavam os interesses de partidos como PT, PMDB e PP.

    O ex-presidente Lula foi citado em diversas ocasiões, no curso das investigações da Lava Jato, até que Fernando Baiano revelou que chegou a pagar R$ 3 milhões de “comissão” cobrada por José Carlos Bumlai, amigo de Lula, por possibilitar um negócio do interesse lobista.

    Segundo o relato de Baiano, Bumlai contou que r$ 2 milhões seriam destinados a uma nora do ex-presidente. Há também relatos sobre dinheiro sujo entregue a filhos de Lula.

  • 02out

    FELIPE MOURA BRASIL

     

     

    Mensagens indicam que Dilma foi reeleita com dinheiro roubado. Acabou a desculpa contra o impeachment!

     

     

    FHC já pode dizer ao povo que “houve dinheiro do petrolão na campanha”

     

     

    Dilma Edinho

    Para o impeachment de Dilma Rousseff, FHC queria “alguma coisa que seja clara para a população”, como, por exemplo, que “houve dinheiro do petrolão na campanha”.

    Pronto, FHC. Agora a coisa está clara até para tucano.

    Reveladas pelo Estadão, as mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do dono da UTC, Ricardo Pessoa, indicam que Dilma foi reeleita com dinheiro roubado da Petrobras:

    1) As doações da empreiteira para a campanha de reeleição de Dilma estavam relacionadas ao recebimento de valores dos contratos que Pessoa detém na estatal.

    2) Um executivo da UTC sugere a Pessoa que repasses da empreiteira à campanha foram “resgatados” de dinheiro desviado da Petrobras.

    3) O chefe de gabinete do então tesoureiro da campanha Edinho Silva, Manoel Araújo Sobrinho, foi a ponte de cobrança desses valores, pagos em duas parcelas.

    4) Walmir Pinheiro Santana, um dos executivos da UTC hoje presos, escreve para Ricardo Pessoa (“RP”) em 29 de julho de 2014, já no calendário oficial de campanha:

    “RP, vc acha que eu devo ligar para o contato que o bovino religioso passou???.”

    5) A PF não identificou o “bovino religioso”, mas o apelido faz remeter ao ex-deputado e ex-líder do governo na Câmara Candido Vaccarezza, já que o bovino seria a “Vacca” e o religioso… “rezza”. A PF abriu inquérito contra Vaccarezza em junho.

    6) Duas horas depois, Pessoa responde que esteve com Edinho Silva (contra quem o STF já determinou abertura de inquérito) e que eles acertaram o pagamento de R$ 5 milhões para a campanha de Dilma.

    7) O dono da UTC orienta o subordinado a procurar o chefe de gabinete da Secom:

    “A pessoa que você tem que ligar é Manoel Araújo tel: 16 (…). Acertado 2.5 dia 5/8 (até) e 2.5 até 30/8. Ligue para ele que está esperando. O problema é bem maior. Me dê resposta.”

    8) No dia 1ª de agosto, diante da dificuldade de realizar o depósito para a campanha de Dilma, Walmir pergunta:

    “RP, posso resgatar o que fizemos de doações esta semana?? Tá pesado e não entrou um valor da PB que estava previsto para hj, +/- 5mm”.

    O dono da UTC concorda:

    “Ok pode. Você não resgatou nada ainda certo?”.

    O executivo confirma:

    “Esta semana já foi 6,35 de contribuição e não resgatamos nada”.

    9) Os investigadores encaram os resgates como a compensação de valores pagos em propina.

    Ou seja: a UTC doava para a campanha de Dilma quando entravam os pagamentos da Petrobras – “os valores da PB” – dos quais eram deduzidos os percentuais de propina destinados ao PT e conhecidos como “resgates”.

    10) FHC já pode dizer ao povo que “houve dinheiro do petrolão na campanha”.

    Caiu a última desculpa contra o impeachment.

  • 01out

    VEJA.COM

     

     

    PF: Whatsapp de delator revela dinheiro da Petrobras para campanha de Dilma

     

    Troca de mensagens por celular mostra acerto de Ricardo Pessoa, da UTC, com assessor do ministro Edinho Silva, ex-tesoureiro da reeleição e investigado na Operação Lava Jato

     

     

    Depoimento do empresário dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa durante a CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados - 15/09/2015
    Depoimento do empresário dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa durante a CPI da Petrobras na Câmara dos Deputados – 15/09/2015(Alan Marques/Folhapress)

     

    Mensagens de Whatsapp do dono da UTC Engenharia, o delator Ricardo Pessoa, e de um executivo da empresa reforçam os indícios de que as doações feitas à campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff estavam relacionadas a pagamentos por contratos que ele detém na Petrobras, conforme análise da Polícia Federal (PF).

    A troca de mensagens, ocorrida no final de julho de 2014, foi anexada ao processo da Operação Lava Jato.

    Em um dos trechos, um subordinado de Pessoa na UTC indica que repasses da empreiteira à campanha petista foram “resgatados” de dinheiro desviado da Petrobras.

    Neste mês, o Supremo Tribunal Federal determinou a abertura de um inquérito para investigar o ex-tesoureiro da campanha de Dilma, o ministro petista Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social).

    Pessoa afirma que foi chantageado, de maneira “cordial”, por Edinho a doar dinheiro para a campanha de Dilma. O ministro nega.

    A troca de mensagens indica que o chefe de gabinete de Edinho Silva, Manoel Araújo Sobrinho, foi a ponte de cobrança desses valores, pagos em duas parcelas.

    Às 10h33 do dia 29 de julho de 2014, durante a campanha eleitoral, Walmir Pinheiro, um dos executivos da UTC, escreve para Ricardo Pessoa: “RP, vc [você] acha que eu devo ligar para o contato que o bovino religioso passou?”.

    A Polícia Federal não identificou quem seria “bovino religioso”. Porém, duas horas depois, Ricardo Pessoa responde que esteve com um interlocutor, cujo nome foi ocultado pela PF, e passa as orientações de quem procurar e o valor “acertado”:

    “A pessoa que você tem que ligar é Manoel Araújo tel: 16 (…). Acertado 2.5 dia 5/8 (até) e 2.5 até 30/8. Ligue para ele que está esperando. O problema é bem maior. Me dê resposta.”

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra duas doações de 2,5 milhões de reais cada para a campanha de Dilma em datas coincidentes com as comunicações entre Ricardo Pessoa e Walmir Pinheiro.

    Uma doação ocorreu no dia 5 de agosto, como indicado por Pessoa, e outra do dia 27 de agosto, três dias antes do combinado.

    Do total de doações que a UTC fez nas eleições de 2014 (foram 52,2 milhões de reais), a campanha da petista recebeu 7,5 milhões de reais.

    Houve um terceiro repasse de 2,5 milhões de reais no dia 22 de outubro, às vésperas do segundo turno.

    O nome de Manoel Araújo caiu no radar da Lava Jato quando foram encontrados os registros de doação da UTC.

    Em um deles, o nome do chefe de gabinete aparece como contato do comitê da campanha de Dilma e o nome do ministro Edinho Silva, como responsável pela emissão do recibo.

    Em um dos registros, anotado à caneta, consta: “2.500 – 05/08 / 2.500 – 30/08?”. Um dos números de telefone de contato de Araújo é o mesmo da mensagem mandada por Pessoa ao seu executivo, com código de área 16 (região de Araraquara, interior de São Paulo, base política de Edinho).

    O outro é o telefone do comitê da campanha presidencial, em Brasília.

    A análise dos equipamentos apreendidos com os executivos da UTC mostra ainda que no dia 24 de julho de 2014, Pessoa recebeu um e-mail de um interlocutor agendando encontro no comitê da campanha presidencial em Brasília, às 11h do dia 29, quando se dá a troca de mensagens.

    O nome do interlocutor da agenda marcada foi ocultado pela PF, bem como o nome da presidente Dilma Rousseff, porque eles não podem ser investigado pela Justiça na primeira instância.

    Às 15h23, duas horas e meia após ser orientado por Pessoa a procurar Manoel Araújo, o executivo da UTC escreve para o chefe.

    “Já estive com ele. Abrs”. Os dois então seguem a troca de mensagens sobre os valores a serem pagos. “Ele pensa que é 5, mas é 4. Ele me pediu 1. Então só dei 1. Contorne aí pois ainda tem rescaldo”, orienta Ricardo Pessoa.

    O executivo da UTC sugere então o abatimento de valores doados e também relaciona os pagamentos à entrada de dinheiro da “PB”, que, para a PF, é a sigla usada por eles para citar Petrobras.

    Walmir Pinheiro foi preso com Pessoa em 14 de novembro de 2014, alvo da 7ª fase da Lava Jato, batizada de Juízo Final.

    “RP, posso resgatar o que fizemos de doações esta semana? Tá pesado e não entrou um valor da PB que estava previsto para hj, +/- 5mm”, pergunta o executivo.

    O dono da UTC concorda: “Ok pode. Você não resgatou nada ainda certo?”.

    Segundo a análise dos investigadores, os resgates poderiam ser a compensação de valores pagos em propina.

    “Esta semana já foi 6,35 de contribuição e não resgatamos nada”. Pessoa fez acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República.

    Ele confessou ter repassado valores de propina para o PT e citou dezoito políticos.

  • 01out

    ISTOÉ

     

    Suíça bloqueia conta que teria Cunha como beneficiário

     

    Descoberta, segundo o Ministério Público suíço, ocorreu após a realização de um pente-fino nas transações de operadores do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras

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    O Ministério Público da Suíça bloqueou uma conta que teria como beneficiário o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

    A descoberta da conta ocorreu após a realização de um pente-fino nas transações de operadores do esquema de corrupção na Petrobras.

    No início da semana, o Estado revelou que os suíços abriram investigações criminais contra os lobistas Fernando “Baiano” Soares e João Augusto Henriques, apontados como operadores do PMDB no esquema na estatal petrolífera.

    Os dados da conta secreta que teria Cunha como beneficiário já foram repassados ao Ministério Público Federal no Brasil, assim como os detalhes de quem fez depósitos.

    As autoridades suíças prometeram divulgar mais informações até esta quinta-feira, 1º.

    Condenado na Operação Lava Jato, Fernando Baiano fechou acordo de delação premiada e confirmou o relato de outro lobista, Julio Camargo, de que o presidente da Câmara teria recebido propina de pelo menos US$ 5 milhões por contratos de aluguel de navios-sonda pela Petrobras.

    Cunha, que já foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por corrução e lavagem de dinheiro, nega participação em irregularidades.

    Henriques, também preso, revelou como eram as indicações políticas na Diretoria Internacional da Petrobras, controlada politicamente pelo PMDB, segundo a força-tarefa da Lava Jato.

    Ele afirmou à Polícia Federal que abriu uma conta na Suíça para pagar propina ao presidente da Câmara. Segundo ele, a suposta transferência para Cunha está ligada a um contrato da Petrobras relativo à compra de um campo de exploração em Benin, na África.

    Os suíços tentam rastrear essas contas, a fim de identificar os destinos dos recursos e o motivo do pagamento.

    Novo delator

    O Ministério Público da Suíça já havia anunciado na semana passa que abriu investigações contra o ex-gerente da área Internacional da Petrobras Eduardo Musa, novo delator da Operação Lava Jato e que também citou o presidente da Câmara.

    Seus ativos já foram bloqueados e procuradores tentam traçar o destino e origem do dinheiro que alimentou suas contas.

    No Brasil, Musa afirmou que chegou a ter US$ 2,5 milhões no banco Cramer e admitiu ter usado também o Credit Suisse e o Julios Baer.

    Musa ainda disse à força-tarefa ter ouvido de Henriques que “quem dava a palavra final” em relação às indicações para a Diretoria Internacional da Petrobras era do deputado Eduardo Cunha.

    No total, a Suíça anunciou a existência de US$ 400 milhões bloqueados nas contas do país, entre eles o valor de Musa.

    Ao Estado, Andre Marty, porta-voz do Ministério Público suíço, indicou que a investigação “foi aberta e que seus ativos foram congelados”.

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