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  • 03maio

    GAZETA DO POVO

     

    Paraná Pesquisas: Bolsonaro lidera cenário sem Lula, seguido por Marina e Barbosa

     

    Jair Bolsonaro lidera pesquisa de intenção de votos para a presidência em dois cenários que excluem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando o petista está no páreo, a liderança é dele

     

     

     | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

    Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) lidera pesquisa de intenção de votos para a presidência quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não está no páreo. Levantamento nacional feito pelo instituto Paraná Pesquisas mostra Bolsonaro na frente em dois cenários que excluem o ex-presidente.Bolsonaro aparece à frente de nomes como Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (PSB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Quando o nome de Lula aparece como candidato, é o petista que lidera a pesquisa.No primeiro cenário da pesquisa estimulada, o candidato do PT é o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

    Neste caso, Bolsonaro desponta com 20,5% das intenções de voto. Um indicador que chama atenção é o de eleitores que não escolheriam nenhum dos candidatos desse cenário: 17,5% dos entrevistados disseram que não votariam em ninguém.

    Na sequência, quatro candidatos aparecem com porcentuais muito próximos, que revelam um empate técnico, considerando a margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.

    Marina Silva tem 12% das intenções de voto, seguida por Joaquim Barbosa (11%), Ciro Gomes (9,7%) e Geraldo Alckmin (8,1%).

    Ainda foram citados na pesquisa o senador Alvaro Dias (Podemos) com 5,9%, Fernando Haddad (PT) com 2,7%, Manuela D’Ávila (PCdoB) com 2,1%, o atual presidente Michel Temer (PMDB) com 1,7% e o empresário Flavio Rocha (PRB) com 1% das intenções de votos.

     

    O segundo cenário da pesquisa que não considera o ex-presidente Lula também exclui um candidato próprio do PT. Nesse caso, os porcentuais de intenção de votos são muito semelhantes.

    Bolsonaro segue liderando com 20,7%. Em seguida, a opção nenhum dos candidatos aparece com 17,3%.

    Marina Silva tem 13,3% das intenções de voto e na esteira aparecem Joaquim Barbosa (11,2%), Ciro Gomes (10,1%), Geraldo Alckmin (8,4%) e Alvaro Dias (6,1%).

    Manuela D’Ávila, Michel Temer e Flavio Rocha repetem o desempenho do cenário anterior.

    Nesses dois cenários, ainda foram citados os candidatos Guilherme Boulos (PSol), Henrique Meirelles (PMDB), João Amoêdo (Novo) e Rodrigo Maia (DEM), mas eles não atingiram 1% das intenções de votos.

     

    Lula ainda lidera cenário

     

    Quando o ex-presidente Lula é incluído como candidato, a situação muda.

    No cenário com Lula, o petista lidera a pesquisa com 27,6% das intenções de voto, mesmo estando preso.

    Jair Bolsonaro é o segundo colocado, com 19,5% – porcentual semelhante ao que ele tem quando Lula não está no páreo.

    O percentual de entrevistados que diz não votar em nenhum dos candidatos cai para 9,6%.

    Na sequência, o ex-ministro do STF Joaquim Babosa aparece com 9,2%, seguido por Marina Silva (7,7%), Geraldo Alckmin (6,9%), Ciro Gomes (5,5%) e Alvaro Dias (5,4%).

    Ainda aparecem na pesquisa Manuela D’Ávila (1,2%) e Michel Temer (1%). Neste caso, Flavio Rocha, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, João Amoêdo e Rodrigo Maia foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto.

     

    Para onde vão os votos de Lula?

     

     

    O levantamento da Paraná Pesquisa ainda levantou a percepção dos eleitores sobre a possibilidade de registro de candidatura de Lula.

    Para 63,2%, o petista não vai conseguir registrar a candidatura. Outros 32,7% acreditam que ele conseguirá ser candidato.

    A pesquisa ainda questionou os eleitores se eles votariam em um candidato apoiado por Lula. A maioria (61,2%) disse que não, e 23,4% dos entrevistados afirmaram que sim.

    Para 14,1%, esse voto dependeria de quem teria o apoio de Lula.

    Ao considerar apenas os eleitores de Lula, 62% responderam que votariam no candidato apoiado pelo petista.

    Para 20,3%, o voto dependeria de quem seria esse candidato e 16,8% não escolheriam essa pessoa.

    Os eleitores também foram questionados sobre quem seria esse candidato apoiado por Lula, caso o ex-presidente não dispute a eleição.

    A maior parte dos entrevistados, 30,4%, não soube responder.

    Entre os que arriscaram algum palpite, 15% acreditam que Lula apoiaria Marina Silva, que já foi integrante do PT e ministra de seu governo, antes de romper com o partido.

    Na sequência, aparecem como eventuais apoiados por Lula Ciro Gomes (11,8%) e o petista Fernando Haddad (11,5%).

    Ainda foram citados o atual presidente Michel Temer (4,1%), o tucano Geraldo Alckmin (3,9%), Jair Bolsonaro (3,6%), Joaquim Barbosa (3,3%) e Manuela D’Ávila (2,9%).

    Alvaro Dias, Flavio Rocha, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, João Amoêdo e Rodrigo Maia não atingiram 2% cada.

    Entre os eleitores de Lula, a percepção de quem seria o candidato apoiado pelo petista é semelhante, com pouca diferença percentual.

     

    Em quem os brasileiros não votariam

     

    O levantamento da Paraná Pesquisas também avaliou a rejeição a Jair Bolsonaro, Marina Silva, Joaquim Barbosa, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad.

    As maiores rejeições são aos nomes do petista Fernando Haddad e do tucano Geraldo Alckmin.

    De acordo com a pesquisa, 66,1% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum em Haddad e 61,3%, em Alckmin.

    Na sequência, aparecem Ciro Gomes (55%), Marina Silva (51,5%) e Jair Bolsonaro (49,6%).

    O menor indicador é o de Joaquim Barbosa: 45,5% dos entrevistados disseram que nunca votariam nele.

    Metodologia

     

    O levantamento da Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 27 de abril e 2 de maio de 2018 em todo território nacional.

    Foram ouvidos 2.002 eleitores e a margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

    A pesquisa abrange um grau de confiança de 95%.

    O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-02853/2018.

     

  • 22dez

    METRO

     

    A 10 meses das eleições de 2018, o deputado Ratinho Junior (PSD) desponta na preferência dos eleitores paranaenses para assumir o Palácio Iguaçu, segundo pesquisa de opinião realizada entre os dias 9 e 16 de dezembro pela Radar Inteligência.

    Foram entrevistadas 1.199 pessoas em 45 cidades do Estado.

    O instituto fez simulações com e sem o senador Roberto Requião (PMDB). As informações são do Metro/Curitiba desta sexta-feira, 22.

    Com Requião, Ratinho Junior (PSD) aparece em 1º com 35,6% das intenções de voto, seguido por Osmar Dias (PDT) com 23,3% e Requião, com 15,4%.

    Em quarto lugar aparece a vice-governadora Cida Borghetti, (PP) com 3,3% e depois o prefeito de Guarapuava, Cesar Silvestri Filho, com 2,5%.

    Na sondagem sem Requião, Ratinho segue na frente, porém com distância menor para Osmar: cai de 12,3% para 7,6%.

    Os que não sabem ou não opinaram também saltam de 16,9% para 23%.

    Em um possível 2º turno enfrentando Osmar Dias, Ratinho teria 44,6% contra 36,5% – 18,9% não sabem ou não opinaram.

    A margem de erro das pesquisas é de 2,9%, para mais ou para menos.

  • 10nov

    ANSA

     

    Argentina: Macri ultrapassa governista Scioli em pesquisa

     

    Oposicionista tem 51,8% das intenções de voto, contra 43,6% do candidato de Cristina Kirchner; segundo turno da disputa pela presidência acontece em 22 de novembro

     

     

    O candidato opositor à Presidência argentina Maurício Macri
    O candidato da oposição à presidência argentina Maurício Macri(Agustin Marcarian/VEJA)

     

    Uma pesquisa realizada pela consultoria Management & Fit e publicada pelo jornal argentino El Clarínmostra o candidato de oposição Mauricio Macri com mais de oito pontos de vantagem sobre o governista Daniel Scioli na disputa pela presidência da Argentina.

    Segundo a pesquisa, o prefeito de Buenos Aires e ex-presidente do Boca Juniors tem 51,8% da preferência do eleitorado, contra 43,6% do indicado pela mandatária Cristina Kirchner.

    Outros 4,6% devem anular seus votos.

    No pleito de 25 de outubro, Scioli obteve 37,08%, e o oposicionista Macri, 34,15%, levando as eleições para um inédito segundo turno na Argentina.

    O terceiro colocado na ocasião, Sergio Massa (21,39%), um peronista dissidente, não deu apoio explícito ao prefeito de Buenos Aires, mas disse que não votará no candidato de Cristina.

    O segundo turno está marcado para 22 de novembro.

  • 09nov

    DIÁRIO DO PODER

     

    IBOPE INDICA AUMENTO DA REJEIÇÃO AO PT
    BRASILEIROS REJEITAM OS PETISTAS E SOMENTE 12% O APOIAM

    PT É O PARTIDO É O MAIS REJEITADO DO BRASIL

     

    Ocupante da Presidência da República desde o início de 2003, o PT é hoje o partido com maior rejeição no Brasil, segundo pesquisa Ibope feita na segunda quinzena de outubro.

    Do total de entrevistados, 38% apontaram a legenda de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff como aquela de que menos gostam.

    No outro extremo, 12% indicaram o PT como partido preferido – ou seja, para cada petista, há cerca de três antipetistas no País.

    No ranking da rejeição, o PT não apenas está em primeiro lugar, mas é o líder disparado.

    Em distante segundo lugar, com 30 pontos porcentuais a menos, está o PSDB (8% de rejeição).

    O PMDB com 6%, aparece em empate técnico, também na segunda colocação.

    É a primeira vez que o Ibope mede a rejeição às legendas com uma pergunta específica (“de qual desses partidos você gosta menos?”).

    Não é possível, portanto, saber se a onda antipetista está em seu ápice. Mas há indícios de que essa tendência no eleitorado se fortaleceu desde o ano passado.

    Em outubro de 2014, pouco antes da eleição presidencial vencida por Dilma, o PT tinha uma imagem “favorável” ou “muito favorável” para 41% dos eleitores, também segundo o Ibope.

    Outros 46% viam o partido de forma “desfavorável” ou “muito desfavorável”.

    De lá para cá, a parcela com opinião contrária ao PT cresceu para 70%, enquanto os favoráveis se reduziram a apenas 23%.

    Outro indicador do desgaste dos petistas é a evolução da taxa de preferência pela sigla.

    Em abril de 2013, pouco antes da onda de manifestações de protesto pelo País, o PT era o partido preferido de 36% da população – o melhor resultado para a legenda em uma década.

    Mas os protestos de rua provocaram mudanças significativas na opinião pública: em julho de 2013, a taxa de preferência pelo PT já havia caído para apenas 22%.

    Desde então, apesar de ter vencido a eleição presidencial de 2014, o partido foi associado a novos episódios de desgaste, entre eles o agravamento da crise econômica e o escândalo de corrupção na Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato.

    O PSDB, partido que disputou com Lula e Dilma os segundos turnos das quatro últimas quatro eleições presidenciais, não se beneficiou diretamente da queda de popularidade de seu principal adversário.

    Os tucanos também têm hoje uma imagem pior do que de outubro de 2014.

    Na época, segundo o Ibope, a soma de opiniões “desfavoráveis” e “muito desfavoráveis” sobre a sigla chegava a 45%. Atualmente, atinge 50%.

    Por outro lado, no ranking da preferência partidária, é a primeira vez que o PSDB empata tecnicamente com o PT no primeiro lugar – mas o fenômeno se explica mais pela queda dos petistas que pela ascensão dos tucanos.

    Geografia

    A rejeição ao PT é maior na região Sul, onde 46% dos entrevistados apontam a legenda como aquela de que menos gostam – taxa oito pontos porcentuais superior à média nacional.

    Também se concentra nos setores mais escolarizados e de renda mais alta.

    Entre os eleitores com curso superior, a taxa de rejeição ao partido chega a 50%, mas cai para 28% entre os que estudaram até a quarta série.

    Na divisão do eleitorado por renda, o PT é o mais rejeitado por 46% dos que ganham mais de cinco salários mínimos, e por 28% dos que recebem até um salário mínimo.

    O partido também sofre maior rejeição entre os mais jovens (43% na faixa de 16 a 24 anos) que entre os mais velhos (33% entre aqueles com 55 anos ou mais).

    O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios do País entre os dias 17 e 21 de outubro.

    A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

  • 07nov

    DIÁRIO DO PODER

     

    REJEIÇÃO DA POPULAÇÃO AO GOVERNO DILMA CHEGA A 86,5%
    PERCENTUAL CHEGA A 90% ENTRE AS PESSOAS MAIS AFETADAS PELA CRISE

    PERCENTUAL CHEGA A 90% ENTRE AS PESSOAS MAIS AFETADAS PELA CRISE. (FOTO: ANDRÉ DUSEK/AE)

     

    Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná revelou que a desaprovação da presidente Dilma Rousseff atingiu 86,5%. Apenas 11,1% aprovam a condução do País e 2,4% não souberam o que dizer.

    A desaprovação atinge o seu máximo, 90,1%, entre as pessoas de 25 a 34 anos, justamente quem está tentando se consolidar no mercado de trabalho.

    Se as eleições presidenciais fossem hoje, Aécio Neves (PSDB) apareceria em primeiro com 34,2% das intenções de voto e disputaria o segundo turno com Marina Silva (Rede) que aparece em segundo com 19,7%.

    O ex-presidente Lula ficaria em terceiro com 17,1%, seguido por Jair Bolsonaro (PTB) com 5,3% e Ciro Gomes (PDT) com 5,2%. Michel Temer (PMDB) e Ronaldo Caiado (DEM) tiveram apenas 1,5% e 1%, respectivamente.

    Cerca de 8,5% dos eleitores disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 7,5% não souberam responder.

    Caso Geraldo Alckmin fosse o representante do PSDB, Marina Silva lideraria com 24,3% contra 22,6% do tucano.

    Lula continuaria em terceiro com 18,2%, seguido por Ciro Gomes (6,1%) e Jair Bolsonaro (5,7%). Temer e Caiado teriam 1,6% e 1,4%, respectivamente.

    Nesse cenário, 10,7% dos eleitores não votariam em nenhum dos candidatos citados e o número de indecisos subiria para 9,4%.

    Se o candidato do PSDB fosse José Serra, ele apareceria em primeiro com 25,5% dos votos contra 23,8% de Marina Silva.

    Lula ficaria em terceiro com 17,7%, seguido por Ciro Gomes (6%) e Bolsonaro (5,8%). Temer e Caiado apareceriam com 2% e 1,4%, respectivamente.

    Outros 9,8% não votariam em nenhum deles e 8% não souberam dizer em quem votariam.

    O Instituto Paraná ouviu 2.085 eleitores em 170 municípios de 23 estados entre os dias 28 de outubro e 2 de novembro.

    Houve checagem simultânea de 19,95% das entrevistas e o grau de confiança do resultado é de 95%.

    A margem de erro é de 2% para mais ou menos.

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