• 28ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE – OPINIÃO DE LUIZ CARLOS NEMETZ

     

    A Rede Globo quer entregar a Amazônia aos estrangeiros!

     

     

    Após tentar de todas as formas e não tendo conseguido desgastar o governo do Presidente Jair Bolsonaro no âmbito interno, as emissoras do Grupo Globo, agora tentam jogar o mundo contra o Brasil tendo como alvo a figura do Chefe de Estado.

    E isso me põe com a pulga atrás da orelha.

    Todos sabemos que o caixa das empresas Globo minguou com o corte da verbas do Governo Federal e das Estatais. E que o negócio da família Marinho, está a perigo.

    Essa gente não mede consequências dos seus atos.

    Tenho clara certeza de que a intenção deles é derrubar o Governo a todo custo.

    Nem que para isso, tenham que colocar em risco, o nosso maior patrimônio, que é a Amazônia legal e suas imensas, incomensuráveis e inesgotáveis riquezas.

    Será que atrás desses ataques que estão destruindo a imagem do Brasil no exterior, pondo em risco nossa segurança, nosso agronegócio e nossa soberania, não tem financiamentos diretos ou indiretos de potências estrangeiras?

    Ou de algum sócio oculto que financie essa estrutura?

    Será que dinheiro grosso vindo do exterior não está pagando essa postura editorial que afronta a segurança nacional?

    Não seria a hora de se investigar o que pode motivar uma emissora de TV promover um documentário denominado “Terra de Ninguém” tendo como pauta a amazônia brasileira?

    Não estou falando em censura. Me refiro a limites. Severos e inflexíveis!

    Estou falando da defesa dos nossos interesses nacionais! Da defesa da pátria!

    Uma concessionária de serviços públicos, agindo em favor do interesse internacional e em desfavor do Brasil? Nada justifica isso!

    Se isso não afrontar a Lei de Segurança Nacional e não justificar uma intervenção direta do Estado brasileiro para demarcar e investigar a fundo essa concessão e seus tentáculos econômicos, políticos e negociais, nada mais justifica.

    Imaginem um grupo editorial francês pregando dia e noite a internacionalização do Parque Nacional Amazônico da Guiana Francesa?

    Ou um conglomerado da mídia inglesa pregando a devolução das Malvinas aos argentinos?

    E aqui, não estou me referindo à colônias. Estou falando do nosso território, base constitucional indissociável do conceito de soberania do Brasil.

    Se permitirmos a continuidade desse comportamento das empresas Globo, em breve vamos ler editoriais defendendo a entrega da Amazônia ao domínio estrangeiro!

    Não falta mais nada! Está na hora do Estado Brasileiro por um fim neste absurdo!

  • 27ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE / RAQUEL BRUGNERA

     

    Atitude desafiadora de Macrom pode fazer Bolsonaro decretar o artigo 136 da Constituição?

     

     

    Macron finalmente deixou claro o seu plano: em sua fala na amanhã desta segunda-feira, 26, pediu a “AMAZÔNIA INTERNACIONAL!”

    Era exatamente o que a direita avisava há anos, que a esquerda loteou e vendeu a Amazônia para as ONGs e chegaria a hora de entregar…

    Essa atitude desafiadora do Presidente da França pode acabar forçando o Presidente Jair Bolsonaro a usar o ARTIGO 136 da Constituição Federal responsabilizando quem vendeu as terras e dando poder total ao EXÉRCITO naquela área.

    Chama-se ESTADO DE DEFESA:

    Previsto no artigo 136 da CF/88, o Estado de Defesa busca “preservar ou prontamente restabelecer a ordem pública ou a paz social”, sob duas hipóteses de ameaça:

     

    • Grave e iminente instabilidade institucional

    • calamidades de grandes proporções na natureza 

     

    Estamos passando pelas duas condições.

    Como funciona o Estado de Defesa :

    Seria um prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 30, em um local específico e não em todo território nacional, onde os moradores ficam proibidos de se reunir em grupos, correspondências poderiam ser violadas, mensagens interceptadas, aconteceriam as conduções coercitivas e prisões preventivas sem o devido processo legal.

    Não é hora de desafiar o governo brasileiro, mas finalmente eles provaram que o PT foi o governo mais entreguista de todos os tempos !

    A Amazônia já deles !

    Mas, quero ver quem terá coragem de vir buscar…

  • 26ago

    ESTADÃO

     

    Amazônia é fonte permanente de hipocrisia de políticos e militantes, e ministra de Lula e eterna pretendente à Presidência pela Rede a explora em todas as campanhas presidenciais sem nada ter feito de concreto para socorrê-la

     

    Marina era ministra de Meio Ambiente de Lula quando morreu o fotógrafo que captou flagrante de fogo na Amazônia e Macron usou agora para incriminar Bolsonaro. Foto: Clayton de Souza/Estadão

     

    A hipocrisia é uma palavra pronta para ser usada sempre que se levar em conta a preservação e a exploração econômica da Amazônia dita legal.

    Mas a campeã mundial nessa modalidade é Marina Silva, que se apropriou do legado do garimpeiro Chico Mendes e nada fez de útil em favor da região de que parece se considerar dona.

    No entanto, nada fez por ela, apesar de ter sido ministra do Meio Ambiente no começo das gestões de Lula, do PT, do qual sair para o PV e, depois, para fundar o tal do partido Rede Sustentabilidade.

    Seu artigo na Folha, “Sem fundo”, é a melhor prova da afirmação acima.

    Afinal, ela era a autoridade máxima no assunto em 1903, ano em que morreu o fotógrafo americano Loren McIntyre, cuja foto acaba de ser usada por outro hipócrita consumado, o presidente francês Emmanuel Macron.

    E até hoje nada pode ser considerado herança sua na valorização da floresta tropical.

    Direto ao assunto.

    Inté.

    E só a verdade nos salvará.

  • 21ago

    RENOVA MÍDIA  / CARLOS JÚNIOR

     

    A revelação de uma declaração de uma das lideranças do PCC de que a facção criminosa tinha um “diálogo cabuloso” com o PT parece ter causado espanto em muita gente.

    Até mesmo o dito áudio comprobatório foi colocado em xeque, lançados mil e um questionamentos acerca de sua veracidade.  

    Porém, o áudio é real e a dita revelação bombástica não deveria ter surpreendido ninguém.

     A relação e a defesa do crime organizado e do banditismo por parte das esquerdas é um fenômeno mundial e amplamente documentado; importantes intelectuais esquerdistas já colocaram os criminosos como classe revolucionária e, portanto, útil à pregação utópica. 

    Mas o fator de maior relevância para uma melhor compreensão do problema tratado no artigo é o seguinte: alguém no Brasil já tratava da união promíscua da esquerda com o banditismo em sua versão tupiniquim. E era ninguém mais ninguém menos que Olavo de Carvalho. 

    A coisa é mais ou menos dessa forma: Karl Marx usou a dialética de Hegel para tentar explicar a história da humanidade, e que para ele a dialética que movia o mundo era a luta de classe.

    Para o dito cujo, o estágio da dialética histórica era o conflito entre proletários e burgueses, o que seria sucedido pela revolução do proletariado e o consequente ápice da humanidade. 

    O marxismo foi então utilizado na Revolução Russa pelos comunistas russos. Mas já aí surge um problema.

    Com o advento da Primeira Guerra, os marxistas pensaram que os trabalhadores iriam abandonar as fábricas e iriam aproveitar o estado de coisas da guerra para fazer a revolução.

    O que aconteceu foi justamente o contrário: o proletariado em peso foi lutar na guerra por suas respectivas pátrias, com a família e a religião como bens irrevogáveis a defender. 

    Com o fiasco do proletariado como classe revolucionária, os marxistas deveriam procurar uma outra classe para assumir o seu lugar, uma vez que os trabalhadores eram apegados demais às velhas tradições e o capitalismo iriam proporcioná-los uma vida mais confortável.

    E aí que surge Herbert Marcuse. Em seu livro ”O homem unidimensional”, Marcuse afirma que a nova classe revolucionária seria composta por pessoas a margem da lei: bandidos, assassinos, prostitutas e desordeiros em geral. 

    Desde então, de marxistas ortodoxos a progressistas liberais, de Hobsbawm a Barack Obama, a esquerda política passou a defender a classe do crime, alegando que ela é vítima da sociedade opressora e das péssimas condições socioeconômicas, sendo a ação do Estado e a prometida revolução as soluções para o problema.  

    Se todo esse processo aconteceu no mundo inteiro e influenciou as esquerdas de diferentes países, aqui no Brasil não foi diferente.

    Por décadas a esquerda brasileira fez apologias ao banditismo social, criando heróis como Lampião e Carlos Marighella, sempre reverberando a narrativa do crime como legítima expressão das desigualdades sociais.

    A subida da esquerda ao poder seria a solução para todos os problemas da sociedade, sendo ela a única redentora dos bandidos supostamente vítimas da opressora exclusão social. 

    Tantas apologias ao banditismo não poderiam resultar em outra coisa. A ascensão do crime e o aumento da violência em todo o país não podem estar separados do apoio que a esquerda deu ao crime.

    Olavo de Carvalho foi um dos primeiros a denunciar tal fenômeno. Em um brilhante artigo intitulado ”Bandidos e letrados, Olavo expôs com a precisão de sempre as causas do problema:

    ” Humanizar a imagem do delinquente, deformar, caricaturar até os limites do grotesco e da animalidade o cidadão de classe média e alta, ou mesmo o homem pobre quando religioso e cumpridor dos seus deveres — que neste caso aparece como conformista desprezível e virtual traidor da classe —, eis o mandamento que uma parcela significativa dos nossos artistas tem seguido fielmente, e a que um exército de sociólogos, psicólogos e cientistas políticos dá discretamente, na retaguarda, um simulacro de respaldo “científico”. 

    Olavo foi mais longe e detectou a raiz do surgimento do crime organizado: ” Mas a colaboração desses senhores dialéticos para o crescimento da criminalidade no Rio foi bem mais longe do que a simples preparação psicológica por meio da literatura, do teatro e do cinema: foram exemplares da sua espécie que, no presídio da Ilha Grande, ensinaram aos futuros chefes do Comando Vermelho a estratégia e as táticas de guerrilha que o transformaram numa organização paramilitar, capaz de representar ameaça para a segurança nacional.

    Pouco importa que, ao fazerem isso, os militantes presos tivessem em vista a futura integração dos bandidos na estratégia revolucionária, ou que, agindo às tontas, simplesmente desejassem uma vingança suicida contra a ditadura que os derrotara: o que importa é que, ensinando guerrilha aos bandidos, agiram de maneira coerente com os ensinamentos de Marcuse e Hobsbawn — então muito influentes nas nossas esquerdas —, os quais, até mesmo contrariando o velho Marx, exaltavam o potencial revolucionário do Lumpenproletariat.” 

    A esquerda fez dos criminosos a classe revolucionária por natureza. Normalizou o crime e até mesmo o incentivou.

    Não foi a ícone das feministas tupiniquins que disse ver uma lógica no assalto? Não foi a máquina de passar vergonha psolista que tomou as dores de bandidos assassinos? O que Olavo de Carvalho fez foi diagnosticar o óbvio. 

    O áudio de uma das lideranças do PT apenas escancarou a óbvia relação da esquerda com o crime organizado. Uma ligação antiga. Não só relações pessoais, mas uma defesa podre e imunda de quem não merece defesa.  

  • 15ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE / MARCO ANGELI FULL

     

    O semideus Toffoli, o pé na “bunda” e o que o presidente do STF irá descobrir brevemente

     

    Janaína Paschoal é boa de impeachment.

    Dilma Roussef, apeada do poder por ela, que o diga.

    Agora, a deputada articula o impeachment do delirante presidente do STF, o auto proclamado semideus Toffoli.

    Janaína já protocolou, na semana passada, o pedido de afastamento de Toffoli, e nesta terça-feira (13) se reuniu em Brasília com 13 senadores, no gabinete de Lasier Martins, do Podemos.

    A pauta da reunião é articular o pé na bunda de Toffoli.

    Já na semana passada, Alcolumbre, em cima do muro, se recusou a receber o grupo de senadores que o pressionam para encaminhar o pedido.

    Outros políticos, como Jorge Kajuru, do Patriota, já tem em mãos outro pedido de afastamento, desta vez para o arrogante juiz especializado em soltar bandido, Gilmar Mendes.

    O pedido de impeachment de Toffoli feito por Janaína se baseia na suspensão feita por ele de todos os processos judiciais envolvendo dados do Coaf e Receita Federal autorizado somente por ele próprio e alguma entidade divina desconhecida por todos.

    Toffoli, evidentemente, é incapaz de ocupar a cadeira onde foi colocado pelo pulha luladasilva, em 2007.

    Hoje, quando ameaça a nação com a soltura ‘de supetão’ do chefe, fica mais perigoso do que nunca.

    Como constata Janaína, o gajo não dá satisfação a ninguém de seus atos arbitrários.

    Age realmente como um semideus impune de uma tribo analfabeta e manipulada.

    O problema – para ele – é que o Brasil já deixou de ser essa tribo há muito, se é que foi um dia.

    A rejeição da sociedade a tipos como ele, Gilmar ou Lewandowski cresce a cada dia.

    Em breve, ele descobrirá que não é nenhum semideus.

    E que na verdade jamais deixou de ser aquele advogadozinho do PT, lá pelo ano de 1993.

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