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  • 13jun

    AUGUSTO NUNES/VEJA.COM

     

    O DataFolha aceitaria a candidatura à Presidência do Papa Francisco

     

    • Lula tem tanta chance de ganhar a eleição quanto Tancredo e Getúlio

     

    O País do Carnaval passou oito anos desgovernado por um quadrilheiro semianalfabeto. Nos cinco anos seguintes, sobreviveu a uma fraude provida de um neurônio só.

    E agora faz o que pode para nadar até a praia da eleição e escapar do naufrágio pilotado pelo vice que Lula e Dilma escolheram.

    Esse passivo informa que ninguém deve surpreender-se caso a maioria do eleitorado resolva prolongar a sequência de espantos com instalação de um deputado Tiririca na Presidência da República.

    Feito o registro, convém lembrar que há limite para tudo, até para o delírio tropical.

    Não dá para imaginar, por exemplo, que o Brasil possa ser presidido por um presidiário banido das urnas pela Lei da Ficha Limpa.

    Só fingem acreditar na candidatura de Lula os altos sacerdotes da seita que o venera e, como reiterou a pesquisa publicada neste domingo, o Datafolha.

    O chefão engaiolado em Curitiba depois de condenado em segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro tem tantas chances de disputar a Presidência quanto Tancredo Neves ou Getúlio Vargas.

    Vai acompanhar a votação pela tevê da cadeia, mas o Datafolha teima em reincidir na publicação do que chama de “cenários com Lula candidato”.

    Caso prossiga o desfile de fantasias, o PSDB poderia enriquecê-lo com a candidatura do Papa Francisco.

    Pelos critérios do Datafolha, o Sumo Pontífice tem tanto direito quanto Lula de tornar-se presidente do Brasil.

    Já na próxima pesquisa, os tucanos estariam comemorando a chegada do novo candidato aos dois dígitos que Geraldo Alckmin vem tentando inutilmente alcançar.

  • 13jun

    ISTOÉ – CARLOS JOSÉ MARQUES

     

    Crédito da Foto: Divulgação

    Mesmo no xilindró, há quase três meses encarcerado, Luiz Inácio Lula da Silva não desiste da fuzarca. Quer visitas, quer passar recados, quer se manter nos holofotes. Recursos pela sobrevivência.

    E assim tem feito através de mensagens que envia por intermédio de seus estafetas. Dos comentários, a suprema maioria beira o ridículo – quase cômico, não fosse absurdo – e dá o tom de delírio avançado que arrebata o honorável líder petista.

    Tome-se, por exemplo, a avaliação que ele fez, logo a seguir trombeteada por ninguém menos que seu poste presidencial, Dilma Rousseff, sobre as injunções na política de preços da Petrobras.

    Avisou Lula estar muito preocupado com o futuro da estatal do petróleo. Logo ele, que junto com a sucessora, anarquizou as tarifas de combustível, praticou populismo rasgado congelando reajustes, pintou e bordou naquela seara, limando de vez a competitividade da empresa? Lula não se condói do que diz?

    O Petrolão, os dutos de escoamento da propina desavergonhada, a quadrilha de saqueadores que, junto com a sua turba, colocou lá não despertaram sequer uma ruga de preocupação no grande paladino moral.

    Já os movimentos para resolver uma greve incontrolável, esses são imperdoáveis na visão algo cínica desse mestre das dissimulações.

    É preciso muito óleo de peroba na cara para encenar tal papel. Lula maneja com destreza a arte de converter eventos, quaisquer que sejam, a seu favor.

    Com as patacoadas verbais esconde fatos desabonadores e adapta versões para beneficiar a cultuada imagem, que faz de si próprio, de um “salvador”.

    Não passaria em um detector de mentiras. O loroteiro tentou até pegar carona no movimento dos caminhoneiros falando que, se fosse ele, solto, não haveria desabastecimento.

    Por trás, incitou a tropa de partidários a promover a paralisação dos petroleiros. A maneira de fazer política que Lula encarna tem na ideia do “quanto pior, melhor” a grande bandeira.

    Para ele, o avança da algazarra é um benefício. Nada de promover a pacificação. Lula não admite nem mesmo composições.

    Deseja o poder absoluto. Sonha em resgatar o papel de mandatário para reativar, sem amarras, seus habituais desmandos.

    Deixou claro que no eixo das candidaturas de esquerda não fechará com ninguém. O pedetista Ciro Gomes até que tentou costurar uma aliança. Em vão. Levou um chega pra lá do demiurgo de Garanhuns.

    Em seguida, o PT foi orientado a comunicar que estavam suspensos todos os movimentos de acordos eleitorais.

    A agremiação prefere mesmo o isolamento suicida. A tal ponto que teve o atrevimento de pedir ao TSE o direito de colocar uma espécie de “dublê” nas eventuais sabatinas que venham a ser feitas durante a campanha – já que seu “titular” não poderá participar direto da cadeia.

    Desfaçatez sem tamanho. O Partido dos Trabalhadores sabe, de antemão, que o nome Lula está definitivamente fora das urnas, enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

    Somente uma reviravolta impensável – por representar uma quebra gritante do primado das regras – mudaria esse status quo.

    Enquanto isso, os petistas tumultuam o processo com desinformações e artimanhas. Nesse pormenor se esmeram.

    A última no capítulo dos escárnios foi pedir ao Comitê de Direitos Humanos da ONU que revisse, de forma cautelar, a prisão de Lula por não se tratar – no entender deles – de um criminoso comum.

    A velha conversa de processo político. O recurso foi finalmente julgado pelo colegiado internacional na semana passada, que rejeitou o pedido, realçando que o devido processo legal foi seguido e que não havia “dano irreparável” à luz dos direitos humanos.

    A agência da ONU, por mais delirante que tenha sido a opção de consultá-la, figurou como mais um degrau nas reinações de Lula, para quem apelar, procrastinar e reclamar sem fundamento não tem limites.

  • 14nov

    FOLHA.COM

     

    Não há governo no Brasil hoje, diz ministro do STF

     

    Pedro Ladeira – 27.mai.2015/Folhapress

     

    O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello

    O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello

     

    O ministro do STF Marco Aurélio Mello criticou, nesta sexta-feira (13), a crise política por que passa o Brasil e afirmou que ela tem origem na falta de harmonia entre os poderes, principalmente o Executivo e o Legislativo.

    “Precisamos reconhecer, com desassombro, que hoje não há governo no Brasil”, declarou.

    “Não se consegue tocar medidas econômica e financeiras indispensáveis à suplantação da crise mais séria, que é econômica e financeira. Precisamos deixar os interesses políticos paroquiais em segundo plano”, afirmou o ministro.

    Mello fez a declaração no Insper, em São Paulo, durante uma palestra que concedeu sobre liberdade de expressão.

    Durante o discurso, ele também falou sobre a situação econômica do país e demonstrou preocupação com a alta da inflação e do desemprego.

    Para o ministro, porém, os problemas não vêm só de conflitos políticos recentes, mas também do crescimento demográfico do país nas últimas décadas.

    “Em 1970, a população brasileira era de 90 milhões e desde então aumentou 128%. Saúde, educação e mercado de trabalho não aumentaram nesta porcentagem. E aí surge a confusão e grassa [alastra-se] a pobreza e a delinquência de toda ordem”, afirmou Mello.

    Sem citar explicitamente o Bolsa Família, o ministro afirmou ainda que programas de distribuição de renda têm sido apontado como solução para tais problemas, mas, na verdade, os agravam.

    “Se disse muito nesses últimos 12 anos que é preciso incrementar as bolsas, as diversas bolsas e benesses”.

    ” Ledo engano: a correção de rumos não está aí. As bolsas acabam provocando um aumento populacional e causar um desequilíbrio ainda maior”.

    “Mais do que isso, se não voltamos os olhos para criar oportunidades para os jovens, com as bolsas, acabamos criando uma casta de acomodados”.

  • 12nov

    REINALDO AZEVEDO 2BLOG DE REINALDO AZEVEDO – VEJA .COM

     

    Dilma decide editar Medida Provisória com perseguição inconstitucional a caminhoneiros

     

     

    O governo que se nega a votar uma lei antiterrorismo decide ser duro com caminhoneiros que fazem greve

     

     

    Que governo exótico!

    O Brasil corre o risco de ser punido em fóruns internacionais por não ter uma lei antiterrorismo, mas o sr. ministro da Justiça tem a ousadia de anunciar que o governo vai recorrer a uma Medida Provisória para alterar o Código Nacional de Trânsito e, assim, punir os caminhoneiros grevistas.

    Eu já disse que sou contra, sim, obstruir estradas, mas chamo atenção de vocês para a forma como os petistas tratam os seus manifestantes e como tratam aqueles que não têm canga.

    Cardozo anunciou que a multa para o dono do veículo que estiver obstruindo estrada saltará de R$ 1.915 para R$ 5.746 — podendo dobrar em caso de reincidência.

    Para organizadores do protesto, a sanção pode ser de R$ 19.154 — com risco também de ser aplicada em dobro.

    A má-fé, pois, é escancarada, assumida. Ora, que diferença faz se quem obstrui a estrada é líder ou não?

    Punir alguém por seu papel de destaque num determinado movimento não é da competência do Código Nacional de Trânsito.

    Nesse caso, o sr. ministro, professor de direito, deveria recorrer é ao Código Penal se ele considera tratar-se de um crime.

    É evidente que estamos diante de uma perseguição explícita aos caminhoneiros.

    Mais cedo a própria Dilma havia afirmado que reivindicar é livre e coisa e tal, mas as estradas não pode ser fechadas.

    Pois é… Quantas vezes vocês viram o governo federal atuar contra as obstruções de estradas promovidas por movimentos de esquerda, especialmente pelo MST?

    Já disse: não apoio que se cerceie o direito de ir e vir, contra Dilma ou a favor dela, pouco importa a ideologia de quem se manifeste.

    Mas é evidente que a MP anunciada pelo senhor José Eduardo Cardozo é pautada pela mais explícita e arreganhada perseguição política, além de conter elementos flagrantemente inconstitucionais.

    Não cabe ao Código Nacional de Trânsito punir “lideranças” de movimento.

    Essa gente enlouqueceu.

  • 29out

    COLUNA DE AUGUSTO NUNES – VEJA.COM

     

    O silêncio cafajeste da comparsa brasileira acelera a marcha batida da Venezuela em direção à ditadura escancarada

     

     

     

     

     

    O vídeo que resume as denúncias do promotor venezuelano Franklin Nieves não se limita a confirmar que a prisão e o julgamento do líder oposicionista Leopoldo López foram uma farsa de quinta categoria.

    Também avisa que o governo de Nicolás Maduro resolveu rasgar a fantasia em frangalhos, fraudar a eleição, calar os adversários e instituir a ditadura sem maquiagem.

    A mudez cafajeste do governo Dilma inclui o Brasil na trama que pretende consumar o assassinato do Estado Democrático de Direito.

    Até dezembro de 2002, o Brasil liderou a América do Sul sem bravatas nem bazófias. Hugo Chávez, por exemplo, comportou-se com muito juízo desde o dia da posse em 1998: para não ser enquadrado pelo governo do vizinho poderoso, dispensou-se de provocações e palavrórios beligerantes.

    Ao fim de complicadas negociações conduzidas pessoalmente pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, o acordo entre o Equador e o Peru encerrou um dos mais antigos conflitos fronteiriços do subcontinente.

    O Paraguai abrandou a choradeira pela revisão do Tratado de Itaipu. A Bolívia entendeu que o preço do gás vendido ao vizinho tinha de levar em conta que o comprador havia bancado sozinho a construção do gasoduto bilionário.

    Até a Argentina permaneceu bem comportada. Ninguém ousou desafiar ou pareceu criar juízo, e o Brasil não foi desafiado por ninguém.

    As coisas começaram a mudar em janeiro de 2003, com a instauração da política externa da canalhice, fruto do acasalamento de stalinistas farofeiros que controlam o PT e dos marxistas de chanchada que infestam o Itamaraty,

    A abjeção nasceu já com 200 anos de idade. Teria morrido de velhice na primeira semana se não fossem os cuidados que lhe dispensaram o padrinho Lula, para quem o Oriente Próximo tem esse nome por ficar logo ali, e a dupla de babás formada por Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia.

    Não teria chegado aos 212 anos sem a permanência de Garcia, homiziado no gabinete de Assessor Especial para Assuntos Internacionais, no cargo de chanceler.

    Nos oito anos de Lula, o Brasil fez concessões vergonhosas ao Paraguai e ao Equador, suportou com passividade bovina as bofetadas desferidas pela Argentina e pela Bolívia, hostilizou a Colômbia democrática enquanto afagava os narcoterroristas das FARC, curvou-se à vontade e aos caprichos da Venezuela chavista, deixou de ser sinuelo para virar mais um no rebanho.

    Simultaneamente, fantasiou-se de “potência emergente” para intrometer-se nos assuntos internos de outras nações. Reduzido a braço internacional da seita lulopetista, o Itamaraty aposentou valores morais e princípios éticos irrevogáveis. E não perdeu nenhuma chance de escolher o lado errado.

    Entre os Estados Unidos e qualquer obscenidade que se opusesse ao Grande Satã ianque, preferiu invariavelmente a segunda opção.

    Subordinado aos napoleões de hospício que proliferam nos grotões sul-americanos, Lula transformou a embaixada em Honduras na Pensão do Zelaya ─ Manuel Zelaya, aquele do chapelão que cobria o nada.

    Para prestar vassalagem a Fidel Castro, comparou os que discordam dos donos da ilha-presídio aos bandidos encarcerados em São Paulo e aprovou a deportação dos pugilistas Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux.

    O fundador do Brasil Maravilha escolheu sem hesitar quando instado a optar entre a barbárie e a civilização.

    Bajulou o faraó de cabaré Hosni Mubarak, o psicopata Muammar Kadafi, o genocida Omar al-Bashir e o iraniano atômico Mahmoud Ahmadinejad, fora o resto.

    Coerentemente, o penúltimo ato do homem que emasculou o Itamaraty foi promover a asilado político o assassino italiano Cesare Battisti.

    O último foi ordenar a Dilma Rousseff que desse prosseguimento ao cortejo de cafajestagens, iniquidades e vigarices.

    A afilhada fez mais que preservar a herança maldita. Conseguiu torná-la mais repulsiva com o engajamento na aliança golpista que tentou manter na presidência do Paraguai o reprodutor de batina Fernando Lugo, a manobra sórdida que infiltrou no Mercosul a Venezuela sem papel higiênico, os bilionários donativos secretos à tirania cubana, a importação de escravos de jaleco que rendem à ilha-presídio mais de 23 milhões de dólares por mês e a submissão a Evo Morales que fez da embaixada em La Paz o cárcere privado do senador boliviano Roger Morales ─ o acervo de bandalheiras internacionais é um malcheiroso colosso. Fora o resto.

    Para o governo brasileiro, parceiros ideológicos são tratados como menores de idade: seja qual for o crime cometido, a culpa é das injustiças sofridas durante a infância colonial.

    É natural que o Planalto governo brasileiro continue acompanhando com cara de paisagem a marcha batida da Venezuela em direção à ditadura escancarada, e se recuse a enxergar a feroz ofensiva liberticida comandada pelos herdeiros do bolívar-de-hospício que virou passarinho.

    A omissão diante das denúncias do promotor Franklin Nieves reafirma a obediência às regras do desregramento.

    Há dias, o líder oposicionista venezuelano Henrique Capriles afirmou que o silêncio do governo Dilma  dói.

    Essa mudez é dolorosa para todos os democratas do mundo. É escândalo que envergonha o Brasil que presta.

    E é um motivo a mais para apressar o fim da era da sordidez inaugurada há 13 anos.

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