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  • 16out

    UCHO.INFO

     

    Considerada a “rainha das fake news”, Gleisi Hoffmann reclama de “máquina de mentiras no WhatsApp”

     

    Todo encantador de serpente corre o risco de um dia ser picado pela víbora, por mais experiente que seja.

    Durante anos, o Partido dos Trabalhadores abusou da boataria como ferramenta sórdida de campanha, lançando ao vento mentiras e ignomínias para destruir a reputação de adversários.

    Muitas foram as vezes em que, em passado não tão distante, petistas “aterrissaram” nas redações de jornais carregando debaixo do braço envelopes com dossiês e denúncias contra adversários.

    Quase sempre, os “companheiros” alegavam ter recebido os documentos de fonte anônima.

    Os profissionais responsáveis do jornalismo rejeitavam o material, mas os mais afoitos, que eram poucos, abraçavam a inglória causa cientes do risco.

    Nos últimos tempos, a única vez que o PT não ingressou na seara da boataria foi na eleição presidencial de 1998, quando preferiu passar ao largo do fatídico e rumoroso Dossiê Cayman, que o editor do UCHO.INFO até hoje insiste em classificar como uma obra de ficção sobre um fato verdadeiro.

    Desde então, os petistas recorreram á mitomania eleitoral como forma de abrir caminho para chegar ao poder central.

    O que os “camaradas” não previam é que um dia acabariam vítimas do próprio veneno, com o agravante de uma peçonha potencializada pelo revanchismo oposicionista.

    E isso acabou acontecendo na esteira do avanço tecnológico, que permitiu a disseminação das chamadas “fake news” em quantidade e velocidade impressionantes.

    Obrigada a mudar de status parlamentar por conta do risco de não conseguir novo mandato, a ainda senadora Gleisi Helena Hoffmann, presidente nacional do PT e eleita deputada federal pelo Paraná, concedeu entrevista queixando-se de uma suposta “máquina de mentiras do Whatsapp, que estaria destruindo a candidatura de Fernando Haddad”.

    O PT, que sempre foi mestre em destruir reputações, está a provar do próprio veneno.

    Segundo a presidente dos petistas, a eleição presidencial de 2018 está sendo decidida por uma “máquina de mentiras” montada no WhatsApp.

    Foi o que disse a senadora ao jornalista Rogério Galindo, da Gazeta do Povo.

    De acordo com a parlamentar, essa rede foi montada “não se sabe onde, como nem com que dinheiro” para propagar informações falsas sobre os anos em que o PT esteve no governo.

    Para Gleisi, o importante agora é provar que o partido não usou kit gay, não legalizou o aborto nem transformou o Brasil numa Venezuela no período em que governou o País.

    A democracia brasileira, segundo a presidente nacional do partido, estaria ameaçada pelo Whatsapp.

    Não se pode tirar a razão de Gleisi Helena em relação às falsas notícias sobre o tal kit gay, a legalização do aborto e a “venezuelização” do Brasil, mas o PT também vem fazendo uso desse expediente para minar a candidatura de Jair Bolsonaro, mesmo que em menor carga.

    Contudo, como reza a sabedoria popular, “chumbo trocado não dói”.

    Bom seria se a política brasileira fosse levada a sério e os candidatos se preocupassem em apresentar propostas aos eleitores, em vez de gastar tanto tempo em ataques recíprocos e espetáculos de mitomania.

    Quem sabe um dia…

  • 15out

    JOSÉ NÊUMANNE PINTO – YOU TUBE

     

    Ao tentar atribuir só ao adversário Bolsonaro atitudes violentas na disputa eleitoral, Haddad/Lula esquece que divisão do Brasil em 2 foi truque de Lula para derrotar Alckmin em 2006.

     

  • 13out

    PARANÁ PORTAL/PEDRO RIBEIRO

     

    PT, que rasgou e incendiou a Bandeira brasileira, se curva e usa, agora, as cores da Bandeira na campanha

    Enfim, o PT, que já resgou e queimou a Bandeira brasileira em praça pública, se rende e se curva diante do verde e amarelo.

    Coordenadores da campanha  divulgaram na quarta-feira nova logomarca da campanha à Presidência da República nas cores verde, amarela  e azul e sem o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Na imagem aparece apenas o nome do candidato, Fernando Haddad e de Manuela D’Ávila, vice na chapa.

    Para lembrar, nas peças do primeiro turno da disputa, o nome de Haddad era diretamente associado a Lula com a frase “Haddad é Lula” na cor vermelha, característica do PT.

    Resta saber se o candidato continuará sua visita semanal na cadeia em Curitiba para pedir bênção de Lula e orientação para a campanha.

    O PT planeja lançar uma “frente democrática” no segundo turno, em defesa da candidatura do preposto do presidiário Lula da Silva, Fernando Haddad.

    Sob a coordenação de Jaques Wagner, a legenda tenta pregar mais uma peça na população brasileira, dizendo que o PT pode ser o bastião da democracia ante o avanço da candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSL).

    Com o PT a democracia sempre esteve em risco.

    Basta ver que, no momento em que Lula ocupava a Presidência da República e o partido desfrutava de expressivo apoio popular, a legenda optou por subverter a democracia representativa, comprando parlamentares por meio do esquema que depois ficaria conhecido como mensalão.

    Mesmo após a confirmação do caso, o PT não fez nenhuma autocrítica.

    Os petistas nunca pediram desculpas à população brasileira por terem desrespeitado o princípio constitucional de que todo o poder emana do povo – sob o jugo do PT, o poder emanava do dinheiro periodicamente pago aos parlamentares.

    Não satisfeito com o mensalão, o PT instalou outro esquema de corrupção do sistema político, o petrolão, com o uso das estatais para intermediar a compra de apoio político em troca de benesses econômicas.

    Além de os valores desviados das empresas públicas terem atingido cifras até então inauditas – o escândalo do mensalão ficou parecendo manobra de principiante –, o petrolão representou um novo grau de subversão do poder.

    Era a apropriação de todo o aparato do Estado por parte de uma causa político-partidária. Evidentemente, esse cenário não é compatível com o que se espera de uma democracia pujante.

    Nos últimos tempos, o PT voltou a mostrar seu desprezo pelas instituições republicanas.

    A legenda instalou uma autêntica cruzada contra o Poder Judiciário, simplesmente porque várias instâncias da Justiça entenderam que Lula da Silva também devia estar submetido ao regime da lei.

    A absoluta evidência de que o ex-presidente petista pôde exercer um amplíssimo direito de defesa não foi motivo para que o PT interrompesse suas imprecações contra o Judiciário.

    Seguiram com sua infantil postulação de que todo o Estado Democrático de Direito deveria se curvar ao grande líder.

    Nos regimes admirados pelos petistas, o Judiciário não tem a audácia de condenar líderes populares por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Neste ano, Lula da Silva e seu séquito fizeram de tudo para desrespeitar as regras eleitorais, com uma massiva campanha de desinformação, pregando que, se o demiurgo de Garanhuns não pudesse se candidatar, a eleição seria uma fraude.

    “Eleição sem Lula é golpe”, repetiram por todo o País. Sem nenhum apreço pelo princípio da igualdade de todos perante a lei, a fantasiosa argumentação era um descarado pedido de privilégio para o sr. Lula da Silva.

    Segundo os petistas, a Lei da Ficha Limpa não podia ser aplicada ao grande líder.

    E para que não pairasse nenhuma dúvida de que continua havendo nas hostes petistas uma profunda ojeriza pelos princípios democráticos, o programa de governo do candidato Fernando Haddad foi talhado nos moldes do modelo bolivariano.

    Sem cerimônia, o PT prega um “novo processo constituinte: a soberania popular em grau máximo para a refundação democrática e o desenvolvimento do País”.

    A legenda promete subverter a democracia representativa.

    Além de instalar conselhos populares, ela quer “expandir para o presidente da República e para a iniciativa popular a prerrogativa de propor a convocação de plebiscitos e referendos”.

    Também fala abertamente em “instituir medidas para estimular a participação e o controle social em todos os Poderes da União e no Ministério Público”.

    Para coroar suas pretensões autoritárias, os petistas mencionam a necessidade de um “novo marco regulatório da comunicação social eletrônica”.

    A atual liberdade tem incomodado suas pretensões autoritárias.

    Quando o PT pede votos em favor de Fernando Haddad, que seria o campeão da defesa democrática do País, falta-lhe credibilidade.

    O passado e o presente o desmentem.

  • 11out

    PARANÁ PORTAL/PEDRO RIBEIRO

     

    Réquiem dos perdedores e o cão de aluguel de Taubaté

     

     

    Depois da derrota nas urnas, o marqueteiro que perdeu não apenas uma, mas três campanhas, enfia a viola no saco e tenta atravessar a praça para, novamente, se acomodar no pequeno, mas importante palacete.

    Pelo que sabemos, baterá com a cara na porta. Ninguém quer perdedor. Nem o burgomestre.

    Também, ao invés de crescer, a campanha diminuiu o que significa que não deu certo.

    Ainda sobre réquiem, o cão de aluguel, o famoso homem das fakes, denunciado em entrevista pela Band TV, também deverá colocar a viola no saco e rumar para Taubaté, aliás, de onde nunca deveria ter saído.

    De cão de aluguel, um cachorro vira-latas de rua.

    E assim termina mais uma campanha no Paraná.

  • 09out

    UCHO.INFO

     

    Após recado das urnas, Haddad flerta com o suicídio eleitoral ao visitar Lula um dia após o 1º turno

     

     

    Candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad parece ter problemas no campo da análise política, apesar de ter conseguido passar para o segundo turno da eleição presidencial com apenas três semanas de campanha.

    Como se o recado das urnas contra o petista nada representasse, Haddad rumou nesta-segunda-feira (8) para Curitiba, onde encontrou-se com o mentor de sua candidatura, o ex-presidente Lula, condenado e preso por corrupção e lavagem de dinheiro.

    No momento em que o voto contra o PT prevaleceu no primeiro turno, com alguns outrora expoentes do partido barrados nas urnas – como foi o caso de Eduardo Suplicy, Dilma Rousseff, Fernando Pimentel e Lindbergh Farias, entre outros – ir ao encontro de Lula mais parece suicídio eleitoral.

    Que Lula continua dando as cartas no partido ninguém tem dúvidas, mas Fernando Haddad poderia consultar o ex-metalúrgico sobre os rumos de sua candidatura no segundo turno através de emissários, caso queira de fato flertar com o centro.

    Acreditar que uma ida à capital paranaense poderá lhe render votos adicionais é abusar da inocência política.

    Em outras palavras, Haddad talvez não tenha compreendido o recado dos eleitores.

    Não obstante, o grupo destacado por Lula para acompanhar os passos de Fernando Haddad dispensa apresentações, pois é o que há de pior quando o assunto é radicalismo esquerdista.

    Se o objetivo do presidenciável petista é realmente amainar o discurso, o melhor é andar com as próprias pernas, mostrando ao mundo que nem tudo o que falam é verdade.

    Mas é preciso saber se isso realmente é possível.

    O Brasil está diante de duas tragédias anunciadas, mas ambos os candidatos continuam acreditando que podem resolver os problemas nacionais, cada um ao seu modo, sempre dentro do universo do ortodoxismo.

    Haddad demonstra viver um paradoxo político-eleitoral quando começa a acenar para os chamados partidos de centro, talvez mais precisamente aos seus candidatos, ao mesmo tempo em que não consegue se desvencilhar do beija-mão que quase semanalmente dedica a Lula.

    Como afirmou o editor do UCHO.INFO na edição especial do programa “QUE PAÍS É ESSE?”, levada ao ar na noite de domingo (7), Jair Bolsonaro passa ao segundo turno com larga vantagem em relação a Haddad, que terá de se mexer para manter a esperança de virar o jogo.

    E nesse cenário manter a coerência e o bom senso será preponderante.

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