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  • 22jun

    GAZETA DO POVO/CARNEIRO NETO

     

    Despreparada Argentina não tem nada a ver com Brasil, que terá ‘jogo da vida’

     

     

    Sofreu goleadas na preparação, o técnico Sampaoli foi contestado, o time é sem esquema e com jogadores que não sabem o que fazer em campo, inclusive o craque Messi.
    Façamos um link desta Argentina com o Brasil: não tem nada a ver.
    A seleção brasileira, ao contrário, se preparou muito bem, jogou bem as partidas preparatórias e chegou na Rússia como uma das favoritas.
    Houve um acidente na estreia, contra a difícil Suíça.
    O time de Tite poderá recomeçar se vencer a Costa Rica e deixar claro que pode vencer o título.
    É o jogo da vida. Brasil precisa vencer e convencer.
  • 21jun

    AUGUSTO NUNES/VEJA.COM

     

    Os juízes de araque tramam a libertação de Lula

     

    • A absolvição de Gleisi pode ter sido o ensaio derradeiro para o ato mais audacioso da ópera dos infames

     

     

     

    A absolvição de Gleisi Hoffmann pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal pode ter sido o ensaio derradeiro do elenco que prepara para este 26 de junho o ato mais audacioso da interminável ópera dos infames.

    Nesta terça-feira, cinco ministros acharam insuficientes as incontáveis provas que afogaram no pântano do Petrolão a presidente do PT, o maridão e ex-ministro Paulo Bernardo e um comparsa.

    Quem faz isso pode fazer de conta que Lula é mesmo a alma viva mais pura do planeta. E livrar da cadeia em Curitiba o ex-presidente presidiário.

    Se vissem as coisas como as coisas são, os ministros da defesa de bandidos juramentados teriam enxergado em Gleisi o prontuário ambulante rebatizado de Amante pelo Departamento de Propinas da Odebrecht.

    A opção pela miopia malandra levou a bancada dos libertadores de delinquentes a enxergar numa atropeladora do Código Penal a menina que, segundo Roberto Requião, queria ser freira para ajudar os pobres.

    Essa espécie de miopia não é uma disfunção visual. É decorrência de fraturas no caráter.

    Se Lula for absolvido no dia 26, a Segunda Turma deixará de ser um tribunal para transformar-se no departamento jurídico do grande Clube dos Cafajestes.

    Caso se consume essa afronta ao país que pensa e presta, os juízes de araque vão descobrir que podem muito, mas não podem tudo.

    Mesmo num Brasil infestado de vigaristas verbosos, ainda existem juízes de verdade.

    Existem também milhões de cidadãos honrados, todos decididos a apressar o sepultamento da canalhice hegemônica.

  • 19jun

    REPUBLICA DE CURITIBA ONLINE

     

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    Por  Claudia Wild*

    Na verdade o Brasil vive um paradoxo entre seus desejos realizáveis e exigências fictícias!

    Nunca tivemos um país tão inculto, com tantos analfabetos funcionais, tomado pela barbárie e pela falta de civilização, mas em contrapartida, as exigências para a política se colocam à procura de um heróico e santo salvador, que seja culto, probo, desligado da velha arte de fazer política, que possa trazer a moralização total, e claro – que agrade uma elite intelectual que sempre aprendeu male-male o beabá da tabuada, e arrota ensinamentos de Albert Einstein.

    Uma turma que tem no atraso de Woodstock, a explicação do próprio atraso brasileiro.

    Muitos acusam Bolsonaro de “tosco“ e “despreparado“, mas não se atentam para o que tivemos num passado recente.

    Tivemos dois presidentes toscos (um analfabeto e outra semi-alfabetizada) que ganharam o coração de boa parte dos brasileiros e que jamais tiveram suas competências questionadas.

    Já um capitão do Exército que tem boa formação educacional e moral, é sumariamente rechaçado por uma turma que só curte uma aparência cool de um idealismo que não leva em conta a barbárie civilizacional brasileira e que deve, portanto, ser enfrentada por alguém corajoso e sem politicamente correto.

    Bolsonaro pode ter sido infeliz em algumas falas, não é perfeito, não é nenhum salvador da pátria, mas tem honestidade – que para o brasileiro não vale se estiver divorciada de chavões retóricos, de vernizes literários, de competências financeiras (que inclusive Lula e Dilma nunca tiveram).

    Daí a implicância com relação ao seu nome e o que ele se propõe.

    Segundo meu amigo Mozart Lisboa, “Bolsonaro agride o senso estético do provincianismo intelectual brasileiro“.

    É isto, um povo extremamente ligado à “jecura” da nossa elite intelectual que tem “nojinho“ de quem fala a verdade direta, crua, sem rodeios e que está disposto a colocar a mão na massa.

    Bolsonaro precisa de uma boa equipe, bons assessores ligados à competência e não aos apadrinhamentos políticos -geralmente espúrios e regados a muita corrupção.

    As deficiências de Bolsonaro, para um país que teve Sarney, Collor, Lula e Dilma, a nação tira de letra.

    Os defeitos de Bolsonaro são muito menos importantes do que as suas qualidades, estas absolutamente necessárias ao país neste momento.

    Um homem honesto, corajoso, patriota e que não está comprometido com este nefasto projeto de poder marxista que varreu a possibilidade de deixarmos nosso subdesenvolvimento.

    Em sendo assim, para começarmos uma nova fase, Bolsonaro será fundamental.

    Já tentam caricaturá-lo como fizeram com o saudoso Eneas Carneiro.

    Tentam manchar 24 horas por dia sua ilibada conduta e reputação política.

    Tentam afastar o brasileiro do caminho certo, e temo que não conseguirão! Sabem por quê?

    __Estamos enfastiados de canalhas e de homens sem compromisso com o Brasil. No que depender de mim, Bolsonaro será o próximo presidente brasileiro.

    Está com o tal “nojinho“ e repetindo os jargões de intelectuais de meia-tigela?

    __Mude-se para a Inglaterra e aguarde a futura encarnação de Churchill ou da Thatcher, ou então encare a nossa realidade!

    O que há de melhor no Brasil neste momento. Sim, ele, o Capitão.

  • 15jun

    BLOG DE JOSIAS/UOL

     

    Fim da condução coercitiva elevará nº de prisões

     

    A pretexto de proteger os investigados, o Supremo Tribunal Federal proibiu por 6 votos a 5 a condução coercitiva.

    A decisão deve sair pela culatra, pois procuradores e juízes tendem a substituir o depoimento compulsório, sem intimação prévia, por uma ferramenta mais draconiana: a prisão temporária.

    A condução coercitiva foi largamente utilizada nas investigações da Lava Jato.

    Em quatro anos, a força-tarefa de Curitiba e o juiz Sergio Moro lançaram mão da ferramenta 227 vezes.

    A rotina virou polêmica em 2016, quando a PF conduziu Lula para ser interrogado numa sala do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

    Em ações protocoladas no Supremo, o PT e a OAB questionaram a constitucionalidade do procedimento.

    Numa decisão solitária e liminar (provisória), o ministro Gilmar Mendes, relator das ações, proibiu a condução coercitiva em dezembro de 2017. Desde então, proliferam os pedidos de prisão temporária.

    A decisão de Gilmar alterou os rumos, por exemplo, de um processo que envolve seu amigo Michel Temer.

    No inquérito sobre corrupção no setor de portos, a Polícia Federal desejava conduzir coercitivamente 13 investigados.

    Entre eles empresários e amigos do presidente. Como Gilmar proibira o transporte de suspeitos na marra, a PF requisitou a intimação simultânea dos encrencados.

    Ao analisar o pedido, a procuradora-geral da República Raquel Dodge preferiu requerer a prisão temporária dos 13 investigados.

    Simultaneamente, requisitou batidas policiais de busca e apreensão em escritórios e residências. Com isso, manteve o efeito surpresa, evitando a eventual combinação de depoimentos e a destruição de provas.

    A opção de Raquel Dodge foi avalizada pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo sobre portos na Suprema Corte.

    Pela lei, a prisão temporária vale por cinco dias, renováveis. Contudo, a procuradora-geral pediu a revogação das detenções depois de três dias. E foi atendida por Barroso.

    Verificou-se que, concluídas as buscas e os interrogatórios, não havia a necessidade de esticar o encarceramento.

    Libertou-se inclusive um investigado que se recusou a prestar depoimento: o coronel aposentado da PM paulista João Baptista Lima, apontado como operador de propinas de Temer.

    Dodge e Barroso deixaram claro nos textos anexados ao inquérito que as detenções não teriam ocorrido se as conduções coercitivas não estivessem proibidas.

    No plenário do Supremo, Barroso votou com a ala minoritária. A certa altura, o ministro declarou fez um histórico sobre a legislação que permitia as conduções coercitivas. Disse o seguinte:

    “O artigo 260 do Código de Processo Penal constou da redação original, que está em vigor desde 3 de outubro de 1941. Portanto, está em vigor há quase 80 anos, trinta dos quais sob a vigência da Constituição de 1988.

    Concorre a uma passagem para Zurich, para as Ilhas Virgens ou para as Ilhas Cayman quem adivinhar o que aconteceu de novidade no Brasil para justificar a súbita indignação contra a condução coercitiva tantos anos após a sua vigência.”

    “Eu arrisco um palpite”, prosseguiu Barroso. ”É que o direito penal finalmente vai chegando, aos poucos, com atraso, mas não tarde demais, ao andar de cima, aos que sempre se imaginaram imunes e impunes.

    Gente que paga tudo com dinheiro vivo, desconhece o sistema bancário, gente que vive de dinheiro fácil, gente que vive com dinheiro dos outros, gente que vive com dinheiro desviado.”

    O ministro concluiu: “Agora que juízes corajosos rompem este pacto oligárquico de impunidade e de unidade, e começam a delinear um direito penal menos seletivo e a alcançar criminosos do colarinho branco, há um surto de garantismo. É o mal travestido de bem.”

    A tendência é que os “juízes corajosos” de que fala Barroso, impedidos de utilizar uma ferramenta que estava disponível há 77 anos, passem a impor as prisões temporárias.

    Quer dizer: a pretexto de socorrer investigados, o Supremo complicou-lhes a vida.

    De resto, ficou demonstrado uma vez mais que a Justiça é cega.

    Mas tem um olfato aguçadíssimo.

  • 14jun

    UCHO.INFO

     

    *) Ipojuca Pontes

    Ciro Gomes, tal qual o arbitrário Nhô Augusto Matraga do Saco-da-Imbira, personagem de Guimarães Rosa, é o sujeito que quer entrar no céu (presidência da República) na base do porrete.

    Para tanto, símile do temerário filho do coronel Afonsão das Pindaíbas, vive de rosnar ameaças, distribuindo agressões e patadas verbais em cima dos adversários e até entre os aliados políticos mais próximos (vide, por exemplo, o caso do presidiário Lula da Selva, seu ex-protetor, a quem se compraz em avaliar como “um merda”).

    (Considerado por muitos um disponível “língua de aluguel”, Ciro se autodenomina “operador da política”, mas, de fato, examinando-se direitinho o seu comportamento desequilibrado, o mais justo seria diagnosticá-lo como um caso clínico).

    Na trilha de político profissional (vá lá, “operador”), o atual chefão da oligarquia dos Ferreira Gomes (Sobral-CE) nem sempre adotou o estilo cangaço.

    Ele começou, de mansinho, na Aliança Renovadora Nacional (ARENA), depois passou às fileiras do PDS, ambos partidos de sustentação da “ditadura militar”.

    Em seguida, pressentindo a mudança dos ventos soprados pelos próprios milicos (por exemplo, César Cals no Ceará), pulou para o PMDB, partido de oposição liderado por “Dr. Ulysses”, a múmia responsável pela ingovernável “Constituição Cidadã”.

    Daí para o PSDB, toca do marxista-gramscista FHC, o Vasilinoso, foi um passo (em falso). Mas, sequioso por sentar no Trono do Planalto, larga o PSDB – um ninho de cascavéis sempre enroladas nos antros do poder – e se transfere para o PPS, ex-PCB, a secção brasileira do doentio comunismo internacional.

    Ali, logo descobre que seu obsessivo projeto presidencial não iria adiante e, então, rápido, pula para o PSB, a sigla-trampolim ocupada por comunistas contumazes, socialistas, oportunistas e demagogos de toda espécie, entre eles, o coroné Miguel Arraes, Erundina, Saturnino “Choroso” Braga, Garotinho e até mesmo o desvairado Jânio Quadros.

    Todavia, marginalizado no PSB, que já tinha como dono um herdeiro de Arraes, parte para apoiar a criação do PROS (o indefinido Partido Republicano da Ordem Social), aventura que abandonou correndo para ingressar no PDT de Brizola, o “Engenheiro do Caos”, hoje amarrado ao ex-jornaleiro Carlos Lupi, demitido do Ministério do Trabalho por Dilma Rousseff após denúncia de corrupção pela própria Comissão de Ética da Presidência da República.

    Como se pode avaliar, o doidivanas Gomes pula de galho em galho ao pendor de sua obsessão. Inutilmente, de resto.

    O homem já disputou duas eleições presidenciais e nas duas foi derrotado, a última delas de forma canhestra para o presidiário Lula e até mesmo para o falso Garotinho, cria de Brizola, frequentemente visto por trás das grades.

    Destemperado, boquirroto, Ciro é o que se pode chamar de “mala sem alça”, um fardo que o País não quer carregar, mas que se apresenta, outra vez, como candidato à Presidência da República.

    Traz a tiracolo, como guru ideológico, a figura aloprada de Mangabeira Unger, “visionário sem visão” de Harvard, o biombo furado sob o qual procura se esconder boa parte da mediocridade política cabocla.

    O guru de Harvard é um fenômeno. Enrolado no forte sotaque de gringo, Unger, na sua algaravia acadêmica, já seduziu, entre outros, Dr. Ulysses, Brizola, Dilma Rousseff, o PRB do Bispo Macedo e o próprio Lula.

    (Detalhe: depois de exigir em artigo de jornalão o impeachment de Lula, apontando-o como chefão do PT, “o partido mais corrupto da história nacional”, o professor aloprado, sem o menor pudor, aceitou assumir a “Secretária Especial de Ações de Longo Prazo” do governo Lula.

    Resultado: no cargo, em curto prazo, as obscuras ações de Unger só fizeram o País descer ladeira abaixo, em especial a região amazônica submetida ao seu inviável “Plano da Amazônia Sustentável”.

    Comunistóide enrustido, Ciro é decoreba do Foro de São Paulo criado por Fidel, organização responsável pelo completo fracasso político, social, moral e econômico da América Latina, do qual a faminta Venezuela do tiranete Maduro – defendido por Gomes – é exemplo clamoroso.

    No frigir dos ovos, as propostas do Oligarca de Sobral para “operar” o Brasil são todas nocivas e passam pelo aumento da carga tributária, o desmanche da reforma trabalhista, o retorno das bilionárias extorsões sindicais sobre os salários dos trabalhadores, a derrubada do teto de gastos do governo e, o mais daninho, a adoção do “Estado controlado”, embuste do comunista Antonio Gramsci, “Il Gobbo”, para enquadrar a sociedade e os indivíduos.

    No caso do aumento dos impostos, o candidato, defensor intransigente da CPMF, pretende impor imposto sobre as grandes fortunas e outros que tais – impostos a posteriori transformados em sorvedouro para o abastecimento de megasálarios dos políticos e da burocracia selvagem.

    Sem falar, é claro, no festim das empreiteiras com suas obras faraônicas e intermináveis, tais como a Transnordestina e a Transposição do Rio São Francisco (em parte, administradas pelo próprio Ciro), cujas águas, segundo ambientalistas, encontram-se ameaçadas de extinção.

    O truque de Ciro Gomes para se manter no foco da mídia é apresentar problemas (a maioria deles, falsos), apontar bodes expiatórios e apresentar soluções que só ele, caso eleito, poderá resolver nos primeiros meses.

    Empafioso de si mesmo, mente com uma fluência admirável de político profissional, distorcendo dados estatísticos e a tudo levando de roldão, inclusive a plateia, em geral, perplexa ou desinformada.

    Mas não a todos: recentemente, num painel sobre livre comércio, o professor Tom Palmer, do Catho Institute, replicou, na lata, que Ciro Gomes devia tomar vergonha na cara (“you should be ashamed”).

    É que Ciro, rico, bem vestido e alimentado, tinha dito antes que a liberdade de consumo era algo como uma “ameaça à identidade cultural brasileira”.

    Só para completar: Ciro disse que apreciava a frase “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura”, do assassino “Che” Guevara, que se comprazia em matar prisioneiros, ele próprio, com tiros na nuca na prisão de La Cabana.

    Mas que, sem endurecer coisa alguma, esvaindo-se em diarreia braba, foi posto a correr do Congo pelo mercenário sul-africano Mike “Mad” Hoare.

    (*) Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos.

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