• 11ago

    G1 PR

     

    Prefeitura de Curitiba prevê novo edital do metrô em até três meses

     

    Secretário Municipal de Planejamento falou sobre andamento da licitação.

    TCE-PR liberou certame, desde que prefeitura fizesse adequações no edital.

     

    O secretário municipal de Planejamento de Curitiba, Fábio Scatolin, afirmou nesta segunda-feira (10) que o novo edital para licitação do metrô da cidade deve ser lançado em até três meses.

    O processo licitatório está parado desde agosto de 2014, quando o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) apontou irregularidades e suspendeu o certame.

    Em dezembro do mesmo ano, o TCE-PR liberou o andamento da licitação, desde que a Prefeitura de Curitiba atendesse a algumas exigências na elaboração do edital.

    Era preciso, conforme a decisão, que fosse detalhado o objeto da Parceria Público-Privada (PPP), que fosse apresentada uma pesquisa origem-destino, e que sanados problemas com o laudo ambiental.

    Em audiência na Comissão Especial do Metrô da Câmara Municipal de Curitiba, Scatolin afirmou que os pontos elencados pelo TCE-PR foram atendidos, e que o edital depende apenas de algumas definições, como o marco de aportes públicos, e qual parte irá assumir a correção inflacionária sobre o valor da obra.

    O secretário explicou que devem ser acrescidas ao custo da obra duas correções inflacionárias – uma desde setembro de 2013, até a realização da licitação; e outra desde o início da obra, até a conclusão.

    Scatolin afirmou, ainda, que o atual mau momento econômico também não favorece a retomada da licitação.

    O custo inicial previsto para a licitação é de R$ 4,7 bilhões.

    Deste total, R$ 1,8 bilhão vem do governo federal, R$ 700 milhões do governo do Paraná, R$ 700 milhões da Prefeitura de Curitiba, e R$ 1,5 bilhão da iniciativa privada.

    Metrô de Curitiba (Foto: Reprodução)
    Edital para construção do metrô precisou ser readequado (Foto: Reprodução)

     

    Metrô
    O projeto atual do metrô prevê uma linha de 17,6 quilômetros, entre o Terminal do Cabral e a CIC Sul. Neste trecho, devem ser construídas 15 estações.

    A expectativa da prefeitura é entregar a obra em até cinco anos. Num segundo momento, a linha deverá ser estendida até o Terminal Santa Cândida.

    Porém, essa parte da obra ainda não possui orçamento e nem prazo de entrega.

    Pelo primeiro edital lançado, o custo máximo da passagem deveria ser de R$ 2,55 – corrigido no início da operação. A empresa vencedora deve ser a que oferecer o menor valor de passagem.

    Após o início das obras, a previsão é de que o trecho que vai até o Centro, na Rua das Flores, seja concluído em quatro anos.

    O trecho até o Cabral terá cinco anos para ser terminado, mas as operações poderão começar apenas com a primeira etapa concluída.

    A construção será feita através do método Shield, ou “Tatuzão”, que escava por debaixo da terra, através de uma tuneleira. Dos 17,3 quilômetros de extensão, 2,2 quilômetros devem ser elevados.

    Os trens do metrô devem ser automatizados e movidos a energia elétrica, sem a presença de motoristas.

    Segundo a prefeitura, o modelo permitirá uma maior frequência dos trens, diminuindo o tempo da viagem.

    Por medida de segurança, o acesso dos passageiros aos trens só será aberto, por uma porta automática, quando o trem estiver já parado sobre o trilho das estações.

    Além da integração com os ônibus, a intenção da prefeitura é de integrar o metrô ainda com outros modais, como a bicicleta.

    Isso deve ser feito através da implantação de bicicletário e banheiros em terminais e nas estações do metrô.

    •  

    Novo projeto do Metrô de Curitiba (Foto: Reprodução/RPC TV)

    Projeto do metrô de Curitiba tem 17,6 km de extensão (Foto: Reprodução/RPC TV)
  • 02ago

    G1 PR

     Novo projeto do Metrô de Curitiba (Foto: Reprodução/RPC TV)

    Trecho até a Rua das Flores deve ficar pronto em quatro anos (Foto: Reprodução/RPC TV)

    A Prefeitura de Curitiba fez nesta sexta-feira (1º) o pedido para que a Câmara de Vereadores aprove uma lei para autorizar a contratação de um empréstimo de R$ 700 milhões.

    O valor, conforme a administração municipal, será usado para as obras do metrô na cidade. O orçamento total da obra está fixado em R$ 4,8 bilhões.

    Do total da obra, a prefeitura já conseguiu levantar R$ 1,8 bilhão, que foram liberados pelo governo federal, para o início da construção.

    Além do empréstimo, a prefeitura conta com mais R$ 700 milhões, que devem ser levantados junto ao governo estadual, que precisará fazer um segundo empréstimo para cobrir a construção.

    O restante será pago pela iniciativa privada, que poderá explorar o serviço após a entrega da obra.

    O projeto atual do metrô prevê uma linha de 17,6 quilômetros, entre o Terminal do Cabral e a CIC Sul.

    Neste trecho, devem ser construídas 15 estações. A expectativa da prefeitura é entregar a obra em até cinco anos.

    Num segundo momento, a linha deverá ser estendida até o Terminal Santa Cândida. Porém, essa parte da obra ainda não possui orçamento e nem prazo de entrega.

    Edital lançado

    O edital de licitação das obras do metrô já foi lançado. No dia 28 de agosto, as empresas que estiverem aptas a concorrer serão divulgadas pela prefeitura. 

    O documento prevê que o custo máximo da passagem deverá ser de R$ 2,55. A empresa vencedora será a que oferecer o menor valor de passagem.

    Após o início das obras, a previsão é de que o trecho que vai até o Centro, na Rua das Flores, seja concluído em quatro anos.

    O trecho até o Cabral terá cinco anos para ser terminado, mas as operações poderão começar apenas com a primeira etapa concluída.

    A construção será feita através do método Shield, ou “Tatuzão”, que escava por debaixo da terra, através de uma tuneleira. Dos 17,3 quilômetros de extensão, 2,2 quilômetros devem ser elevados.

    Os trens do metrô devem ser automatizados e movidos a energia elétrica, sem a presença de motoristas.

    Segundo a prefeitura, o modelo permitirá uma maior frequência dos trens, diminuindo o tempo da viagem.

    Por medida de segurança, o acesso dos passageiros aos trens só será aberto, por uma porta automática, quando o trem estiver já parado sobre o trilho das estações.

    Além da integração com os ônibus, a intenção da prefeitura é de integrar o metrô ainda com outros modais, como a bicicleta.

    Isso deve ser feito através da implantação de bicicletário e banheiros em terminais e nas estações do metrô.

  • 03jul

    Bibiana Dionísio – Do G1 PR 

    Novo projeto do Metrô de Curitiba (Foto: Reprodução/RPC TV)
    Novo projeto do Metrô de Curitiba (Foto: Reprodução/RPC TV)

     

    O edital para a construção da primeira fase do metrô de Curitiba será republicado na quinta-feira (3).

    De acordo com a prefeitura, uma das empresas interessadas em participar do processo licitatório pediu esclarecimento e retificação no item que trata da contraprestação, de R$ 30 milhões anuais, paga pela administração municipal à empresa vencedora.

    Como a comissão de licitação avaliou pertinente o questionamento, optou-se pela republicação.

    edital foi lançado em 10 de junho, e a nova previsão para que se conheça a empresa vencedora é 28 de agosto.

     O leilão entre as empresas habilitadas será intermediado pela BM&F Bovespa.

    A chamada Linha Azul do metrô de Curitiba deverá ter 17,3 quilômetros de extensão, ligando a Cidade Industrial de Curitiba (CIC) ao Cabral, no eixo Sul-Norte da cidade. 

    Serão 15 estações.Posteriormente, há a intenção de estender o trajeto até o bairro Santa Cândida. O projeto prevê que o tempo médio de viagem entre a CIC e o Centro seja de 14 minutos, e de mais 14 minutos de Centro até o Cabral.

    O modal deve demorar cinco anos para começar a circular.A republicação do edital não traz mudança de valores ou de qualquer outra regra.

    Por isso, na avaliação da administração municipal, a medida não implica comprometimento no andamento do processo.

    A Prefeitura de Curitiba destaca que o valor da contraprestação consta em outros itens do edital e, portanto, a retificação apenas acrescentar o valor de R$ 30 milhões anuais na cláusula 30, que trata especificamente das regras da contraprestação.

    A empresa vencedora poderá explorar o serviço por 30 anos, além dos cinco de execução.

    O edital prevê que o custo máximo da passagem deverá ficar em R$ 2,55. Será contemplada com a concessão a empresa que oferecer o menor custo para os curitibanos.

    Durante os 30 anos de concessão e os cinco de execução, o repasse totalizará R$ 900 milhões (em valores atuais).

    O metrô

    A obra terá custo de R$ 5,46 bilhões, sendo que R$ 1,8 bilhão foi repassado pelo Governo Federal a fundo perdido.

    Prefeitura e Governo do Paraná devem contribuir com R$ 700 milhões cada, e a iniciativa privada deve complementar o investimento.

    Após o início das obras, a previsão é de que o trecho que vai até o Centro, na Rua das Flores, seja concluído em quatro anos.

    O trecho até o Cabral terá cinco anos para ser terminado, mas as operações poderão começar apenas com a primeira etapa concluída.

    A construção será feita através do método Shield, ou “Tatuzão”, que escava por debaixo da terra, através de uma tuneleira. Dos 17,3 quilômetros de extensão, 2,2 quilômetros devem ser elevados.

    Os trens do metrô devem ser automatizados e movidos a energia elétrica, sem a presença de motoristas. Segundo a prefeitura, o modelo permitirá uma maior frequência dos trens, diminuindo o tempo da viagem.

    Por medida de segurança, o acesso dos passageiros aos trens só será aberto, por uma porta automática, quando o trem estiver já parado sobre o trilho das estações.

    Além da integração com os ônibus, a intenção da prefeitura é de integrar o metrô ainda com outros modais, como a bicicleta. Isso deve ser feito através da implantação de bicicletário e banheiros em terminais e nas estações do metrô.

  • 10maio

    BLOG DO PLANALTO

    A presidenta Dilma Rousseff afirmou que seja por trilho ou pelas canaletas segregadas, os investimentos em mobilidade urbana tratam de garantir um transporte rápido, seguro, eficiente e que poupe tempo das pessoas.

    Na cerimônia de contratação do metrô em Curitiba, nesta sexta-feira (9), ela considerou os recursos importantes para uma vida mais humana, em que as pessoas possam se apropriar dos centros urbanos.

  • 29out

    GAZETA DO POVO

    Foto:- Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo

    Daniel Castellano / Agência de Notícias Gazeta do Povo / Presidente Dilma Rousseff recebe uma réplica em miniatura do ônibus expresso de Curitiba
    Presidente Dilma Rousseff recebe uma réplica em miniatura do ônibus expresso de Curitiba

     

    Os governos federal, estadual e municipal estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (29) em Curitiba para anunciar investimentos no transporte coletivo da capital e região metropolitana.

    Em visita à cidade, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, anunciaram o repasse de R$ 5,3 bilhões para obras em mobilidade.

    Somente para a construção do metrô de Curitiba foram liberados diretamente R$ 1,8 bilhão do governo federal, além do financiamento de R$ 1,4 bilhão, com cinco anos de carência e juros subsidiados.

    O evento, que teve início por volta das 15 horas, aconteceu no Espaço Torres, no Jardim Botânico, onde também estavam presentes a ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT), o prefeito da capital, Gustavo Fruet (PDT) e o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), além de outras autoridades.

    Os recursos são do PAC da Mobilidade e contemplam também outras obras, conforme anunciado ainda nesta manhã pela presidente: extensão da Linha Verde e a criação de um nono anel viário, para os quais serão destinados R$ 408 milhões; e a construção de um corredor de ônibus na RMC, que receberá investimento de R$ 87 milhões.

    De acordo com Fruet, as obras referentes ao plano de mobilidade deverão ser iniciadas no primeiro trimestre do próximo ano. Os investimentos, segundo ele, trarão “o maior aporte de recursos que a cidade já recebeu em 20 anos”. 

    Mais Médicos

    Além de falar sobre os investimentos no Paraná, Dilma também incluiu em seu discurso temas recentes ligados às ações do governo federal, entre eles o programa Mais Médicos.

    Segundo ela, a medida vai beneficiar, além de áreas do interior dos estados, populações mais remotas, como os indígenas.

    A presidente disse que até o final do mês 3,5 mil médicos estrangeiros já deverão estar atuando no país.

    Até abril de 2014, a meta é chegar a 13 mil profissionais. Dezessete municípios do Paraná receberão os 57 profissionais cubanos que vão atuar no estado dentro do Mais Médicos.

    Eles chegaram ao estado entre sábado e esta segunda-feira, junto com outros intercambistas.

    Libra

    Dilma também destacou em seu discurso a importância do leilão do Campo de Libra, ocorrido no último dia 21.

    A presidente ressaltou que 75% dos recursos gerados pela exploração do local ficarão com o governo federal, com os estados e com os municípios, e que isso trará um alto retorno financeiro para o país, além de ser um meio de assegurar mais recursos para uma educação de qualidade. intercambistas.

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