• 29jun

    PARANÁ PORTAL/PEDRO RIBEIRO

     

    Conselho de Medicina homenageia profissionais com 50 anos de atividades

    O médico cardiologista Constantino Costantini será um dos homenageados pelo Conselho Regional de Medicina

     

    Como tem sido tradição nos últimos 34 anos, em outubro, como parte das comemorações alusivas ao Dia do Médico, o Conselho Regional de Medicina do Paraná presta homenagem aos profissionais que alcançaram 50 anos de atividades ininterruptas sem qualquer sanção ética.

    A entrega do Diploma de Mérito Ético-Profissional é uma forma reverenciá-los por trajetória tão intensa em prol dos valores hipocráticos.

    O simbolismo maior é pelo exemplo que devem representar àqueles que pretendem seguir ou já se iniciam na atividade, para que não se desviem do caminho da ética e tenham em mente a missão de zelar pela saúde das pessoas.

    Neste ano, serão 139 médicos a serem distinguidos com a comenda, em sua maioria formados pela Universidade Federal do Paraná e também pela Católica do Paraná.

    Em 1986, quando da homenagem inaugural, foram somente 10 os expoentes éticos da profissão alcançados. Nesta jornada já são quase 1,5 mil os diplomados.

    Parece muito, em números, mas é uma conquista que mostra perseverança. Afinal, é preciso trabalhar por meio século sem se desviar dos rigores éticos da profissão para ter o nome inscrito no rol do Jubileu de Ouro da Medicina.

    Dos 139 médicos homenageados em 2019, muitos são pioneiros e desbravadores de pequenas municipalidades paranaenses, para onde seguiram logo depois de formados, em 1969.

    Hoje, a maior parte desse grupo mora em Curitiba (43). Outros 13 são de Londrina, nove de Maringá, oito de Ponta Grossa, sete de Apucarana, cinco de Campo Mourão, quatro de Cascavel e três de Foz do Iguaçu.

    Os demais estão em cidades menores, onde constituíram famílias e até contam com filhos na profissão.

    Na seleta lista, cujos integrantes serão homenageados em solenidade no dia 13 de outubro, está o casal Mário Riscalli Júnior e Rosária Maria Olaio Riscalli, formados pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro e que se radicaram em campo Mourão.

    Também aparece a pediatra Du Su Ying, nascida na China e formada pela UFPR, e o cardiologista Costantino Roberto Costantini Frack, nascido na Argentina, graduado pela Universidade de Córdoba e que teve seu diploma revalidado pela Universidade Estadual de Londrina.

    O Dr. Costantini, aliás, merece especial menção não somente por ser um dos médicos mais novos do grupo, mas pelo que representa para a Medicina enquanto profissional e também professor.

    Ele, que se habilitou para atuar no Paraná em 1976, é diretor do hospital cardiológico de Curitiba que leva o seu nome.

    A unidade foi inaugurada em maio de 1998 como clínica cardiológica.

    Hoje, é uma das mais renomadas instituições de sua especialidade no Brasil.

  • 08dez

    ISTOÉ

     

    As atrocidades do Mais Médicos

     

    Depoimentos, áudios e trocas de mensagens às quais ISTOÉ teve acesso revelam que médicos cubanos viviam quase como escravos no Brasil.

    Vigiados por agentes enviados por Havana, não podiam sair de um município a outro sem autorização mesmo nas folgas, eram assediados sexualmente e até extorquidos.

    Agora, quem não quer voltar à ilha sofre ameaças

     

    Montagem sobre foto: Gerson Nascimento

    Em 29 de novembro, a doutora Dayaimy González Valon, 38 anos, integrante do programa “Mais Médicos”, anunciou em transmissão ao vivo pelo youtube uma decisão, segundo ela, de caráter irrevogável: preferia permanecer no Brasil a regressar ao flagelo da ditadura cubana.

    “É uma decisão da qual não me arrependo”, desabafou ela, que havia desembarcado no Brasil no dia 12 de outubro de 2016, com destino ao município de Paranatinga, interior de Mato Grosso, em substituição a um colega.

    Nesses dois anos, além de atender aos moradores da cabeceira municipal, a médica viajou exaustivamente pela região para atender à população de cinco assentamentos rurais e duas comunidades indígenas.

    Apenas vinte minutos após a declaração de ruptura, a médica recebeu a ligação do Coordenador Estadual da Brigada no estado de Mato Grosso, Dr. Leoncio Fuentes Correa.

    A conversa que começou amena rapidamente degenerou para o tom ameaçador. “Pense bem doutora, eu apenas sugiro (…) no final, se você ficar aqui, você sabe que não vai entrar em Cuba por oito anos. E você tem família em Cuba (…) e se algo acontecer com um de seus familiares, que tomara não aconteça, você não poderá entrar no país (…)”, afirmou.

    “Se você não entrar nesse voo (marcado para 7 de dezembro), eu te reportarei por abandono do posto. Quando eu preencher essa ficha, ela automaticamente vai para a imigração e em oito anos você não poderá ir a Cuba. Isso não tem retorno”, advertiu o coordenador numa ligação de sete minutos gravada pela médica, à qual ISTOÉ teve acesso.

    Apesar de não ser uma norma escrita, os cubanos que saem do país enviados pelo governo para as chamadas “missões internacionalistas”, sejam médicos, esportistas ou maestros, e decidem abandonar os contratos laborais, são banidos e proibidos de voltar durante o período de oito anos.
    “O castigo é arbitrário e busca punir de maneira exemplar àqueles que ousam desobedecer. Nega o direito de entrar na nossa própria terra e o direito de conviver com nossos familiares”, lamenta a Dra. Nora Salvia, que saiu da Missão Bairro Adentro na Venezuela em 2014 e é uma das fundadoras do Grupo NoSomosDesertores, que pressiona pela suspensão da norma.

     

    “Ele me ofendia, me humilhava e ameaçava me desligar. Depois,
    oferecia passagem para relaxar um pouco no hotel com ele”
    Médica, vítima de assédio sexual praticado por agente cubano

     

    Leôncio Fuentes é um dos 36 consultores internacionais contratados pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), para o biênio 2018-2019.

    Todos, sem exceção, funcionários cubanos com cargos nas instituições de saúde em Cuba. Assim como também é cubano o representante da entidade regional no Brasil, Joaquin Molina, que, antes de ingressar na OPAS, em 1991, ocupara altos cargos no Ministério de Saúde da ilha caribenha.

    Travestidos de “consultores internacionais”, os funcionários cubanos compuseram e ainda compõem no Brasil – ao menos enquanto aqui estiverem – uma rede de vigilância montada pelo regime para exercer controle total sobre os profissionais enviados pela ilha – tratados por esses agentes cubanos quase como escravos desde que desembarcaram em solo brasileiro.

    Emails, mensagens e depoimentos obtidos por ISTOÉ lançam luz sobre a atuação desta rede de verdadeiros capatazes em Santa Catarina, Rio Grande Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Groso, Goiás e Pará.

    Era para esses “consultores” da OPAS que os médicos deviam informar sobre cada passo. Desde visitas familiares que receberiam de Cuba até meras saídas para outros municípios fora do horário do expediente.

    Os agentes cubanos controlavam para que a permanência dos parentes no Brasil não excedesse três meses, sob pena de o profissional ser desligado do programa Mais Médicos.

    Segundo o relato de uma médica cubana, para comprovar o retorno para Cuba do marido, foi exigido o envio do cartão do embarque.

    No caso de viagens para fora dos municípios de atuação, mesmo nas folgas, médicos relataram que deviam ter autorização do coordenador para se deslocar, informando o endereço onde ficariam. Caso contrário, eram punidos.

    Controle autoritário

    Médicos cubanos ouvidos por ISTOÉ que decidiram romper com o regime e ficar no Brasil denunciaram outras situações de autoritarismo, descaso, abuso de poder e até assédio sexual por parte dos coordenadores cubanos.

    “Ele me fez sofrer muito, me ofendia, me humilhava, me chamava de indisciplinada e ameaçava analisar meu caso e me desligar”, relata uma médica que foi vítima de assédio sexual do seu superior estadual durante um longo período.

    “Passei a gravar as conversas”, relata. O coordenador, segundo ela, “oferecia pagar a passagem” para a capital do estado, a mais de 380 km da região onde a médica exercia, para “relaxar um pouco no hotel com ele”.

    Aflita com a situação, a médica decidiu contar para uma colega em outro município, que confessou ter recebido os mesmos apelos e afagos do coordenador.

    O cubano Alioski Ramirez Reyes rompeu com o regime em 2017. Ao finalizar o contrato de três anos no Mais Médicos, também optou por não voltar ao seu país.

    E vivenciou a pressão dos emissários de Havana. “Tive a amarga experiência de receber a senhora Amaylid Arteaga García (assessora estadual) na minha casa”.

    “Fez uma serie de denúncias e ameaças porque, supostamente, meu nome estaria na lista de 180 médicos que haviam entrado na Justiça do Brasil pelo direito de assinar um contrato individual no Programa Mais Médicos”.

    “Disseram que iam me colocar no primeiro avião para Cuba e que estavam avaliando invalidar meu diploma de medicina”, conta.

    “Eles ameaçam sempre de forma verbal, não deixam registros”, explica. Por não retornar para Cuba, Alioski foi expulso do Partido Comunista pela estrutura partidária montada pelos cubanos no Brasil.

    ATUAÇÃO Médicos cubanos no Brasil acompanham hemodiálise: trabalho sob vigilância linha dura

    Arrecadação

    Quiçá o fato mais revelador de que os assessores da OPAS não passavam de comissários políticos comandados pelo regime foi o mecanismo estruturado nas 27 unidades federais do País para a arrecadação mensal de uma contribuição partidária.

    Não bastassem os 75% tungados dos respectivos salários, os médicos filiados ao Partido Comunista eram obrigados a entregar mensalmente no Brasil uma contribuição de R$ 24.

    O dinheiro era arrecadado em cada município e transferido para a conta do coordenador estadual, que por sua vez repassava os valores para a Coordenação Nacional em Brasília.

    Estima-se que, por essa via, os cubanos podem ter arrecadado no Brasil mais de R$ 1,7 milhão extra, em nome do Partido Comunista.

    Operado sob sigilo total, o esquema era de conhecimento geral dos médicos cubanos, mesmo entre aqueles não filiados ao partido.

    Para falar do assunto, mantido a sete chaves, os coordenadores usavam códigos. O dinheiro era “Bola”, “Maçã” ou “Pinhata” e os militantes eram “peloteros”, termo usado em Cuba para designar “jogador de beisebol”, o esporte nacional.

    “Uma amiga do Partido me explicou o significado do código, que vi pela primeira vez em um e-mail enviado para todos os médicos. Também tivemos algumas reuniões de colaboradores em Porto Alegre e, no final, a coordenadora se reunia com seus “peloteros”, conta a Dra. Eva Maria Arzuaga Duanys, 44 anos, que mora em Barros Casal, Rio Grande do Sul.

    Num grupo fechado de médicos no Facebook, a revolta com a decisão cubana de deixar o Mais Médicos extravasou e o sigilo partidário foi quebrado.

    Os cubanos protestavam pelo pouco tempo fornecido a eles para organizar o envio dos pertences para Cuba, pela falta de dinheiro para transportar eventualmente uma carga e a ausência de informações sobre o traslado.

    “Onde estão os nossos coordenadores? Para cobrar o dinheiro da contribuição do partido ligam pelo WhatsApp, mas para dar uma resposta que merecemos ninguém aparece”, escreveu uma médica.

    TEATRO DO ABSURDO Depois de submetidos a humilhações por consultores cubanos no Brasil, médicos são recebidos com “pompa” por autoridades de Cuba (Crédito:MARCELINO VAZQUEZ)

    Na conta de quem?

    De 2013 a 2018, a OPAS contratou 120 desses consultores internacionais, conforme os Planos de Trabalho divulgados pela entidade desde 2014 e de um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que analisou os primeiros desembolsos do governo federal em 2013.

    Além de apontar “obscuridade na relação” OPAS-Cuba, o TCU questionou a contratação de 20 assessores internacionais para os primeiros sete meses do programa, pelo salário de R$25.000 por mês.

    O TCU pediu esclarecimentos sobre o papel deles no projeto, sendo que o Mais Médicos já previa tutoria de profissionais brasileiros para os cubanos.

    O salário dos consultores estava incluído nos custos do Programa e era repassado pelo Ministério da Saúde à OPAS no montante para pagamento dos bolsistas, passagens, diárias, seguros e ajudas de custo para a instalação dos médicos nos municípios.

    O BUNKER Sede da OPAS no Brasil abrigava conselheiros que atuavam aqui a serviço do regime cubano (Crédito:Divulgação/Kardel Producoes Fotograficas)

    Sustentar a vigilância opressiva cubana teria custado aos cofres públicos R$ 52,1 milhões, transferidos à OPAS como pagamento de assessores.

    De acordo com médicos cubanos entrevistados, os coordenadores recebiam líquido R$ 11.800, o que indica que Cuba também aplicava confisco salarial aos seus homens de confiança.

    Até março deste ano, o Ministério da Saúde havia desembolsado mais de R$ 6,6 bilhões pela permanência dos cubanos no programa.

    Considerando que a entidade regional ficava com 5% do líquido dos recursos, a OPAS faturou pelo menos R$ 330 milhões em cinco anos de Mais Médicos.

    Diferentemente do que acontece com os médicos brasileiros e de outras nacionalidades, os cubanos recebiam apenas R$ 2.976,26 dos R$ 11.800 referentes à bolsa paga pelo Mais Médicos.

    A retenção salarial pactuada entre o governo petista de Dilma Rousseff e o regime de Cuba foi possível graças ao mecanismo usado para a contratação dos cubanos.

    De acordo com o 80º Termo de Cooperação Técnica assinado pelo PT, a entidade ficou responsável pelo fornecimento de profissionais de saúde para atendimento da população brasileira.

    Os cubanos chegaram então ao programa não através de contratos individuais com o Ministério da Saúde, mas como parte de um acordo de cooperação entre a OPAS e Cuba.

    Segundo o contrato, o governo brasileiro entregava à OPAS o valor total dos salários e das ajudas de custo, que são repassados integralmente para Cuba.

    O governo cubano se encarregava de fazer a remuneração dos médicos através de depósitos que saíam da Embaixada de Cuba em Brasília.

    Cuba ficava com a maior parte da ajuda de custo oferecida pelo programa para a instalação dos médicos participantes, além de embolsar 75% dos vencimentos dos médicos.

    O que sobrava do confisco constituía o “prêmio” por suportar aqui, em solo brasileiro, as atrocidades típicas do regime cubano perpetradas por agentes travestidos de consultores internacionais.

    Tudo pago com o nosso dinheiro.

  • 26out

    UOL

     

    • iStock

     

    Quem pede pela liberação da fosfoetanolamina sintética (fabricada e distribuída na USP São Carlos) acredita que a substância pode curar qualquer tipo de câncer.

    Mas é possível um único remédio tratar mais de cem tipos de doenças? Segundo os oncologistas consultados pelo UOL a resposta é não.

    “É errado chamar o câncer de doença porque na verdade é um conjunto de mais de cem doenças que são tratadas de forma específica”, afirma Gustavo dos Santos Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

    Segundo Fernandes, há de se levar em conta que cada câncer surge e afeta um órgão ou parte do corpo de forma diferente, por isso necessitam de medicações específicas.

    “Os genes ativados de um tumor são diferentes no pulmão e no intestino, por exemplo, e cada órgão é atingido de uma forma diferente. Não há um único agente capaz de curar todas essas doenças”, diz.

    Mito da pílula milagrosa

    A crença no poder de cura da fosfoetanolamina sintética remonta do antigo mito da ‘pílula milagrosa contra o câncer’, comum no começo do século passado, afirma a oncologista Maria Del Pilar Estevez Diz, coordenadora da Oncologia Clínica do Icesp (Instituto do Câncer de São Paulo).

    A oncologia moderna, no entanto, pegou o caminho oposto, por oferecer cada vez mais tipos específicos de medicamentos de acordo com as características da doença, explica a oncologista.

    “Nos diversos mecanismos celulares que podem levar ao câncer, é muito difícil ter um único remédio. O que prevalece hoje é uma estratégia individualizada com uma grande gama de medicamentos para um tratamento mais personalizado”, afirma.

    Entenda

    Após uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), o Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou a suspensão da distribuição das cápsulas do IQSC (Instituto de Química de São Carlos) para quem conseguisse liminar na Justiça, o que obrigou a USP a voltar a produzir e distribuir a fosfoetanolamina sintética.

    Com isso, mais de 700 liminares foram expedidas e o IQSC ficou sobrecarregado. A USP pede na Justiça a suspensão da entrega das cápsulas.

    Segundo os pesquisadores, a fosfoetanolamina se aliaria a lipídios para entrar na célula e ativar a mitocôndria.

    Com isso, o sistema de defesa do organismo reconheceria a célula como “anormal” e a atacaria.

    Em pesquisas com camundongos com câncer renal os efeitos foram positivos.

    Oncologistas, a USP, o ICQS e os próprios pesquisadores alertam que a substância nunca foi testada em humanos, o que a inviabiliza como remédio.

    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), responsável por registrar e permitir o comércio de qualquer medicamento no país, diz que a distribuição da droga é ilegal por nunca ter passado por testes clínicos.

    Câncer no Brasil

    O câncer se caracteriza pelo crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos. Por se dividirem rapidamente, quase de forma incontrolável, formam-se tumores malignos que podem se espalhar para outras regiões do corpo.

    Esses tumores podem surgir em diferentes tipos de células.

    O tratamento do câncer é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas. A principal é a cirurgia, que pode ser feita em conjunto com a radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea.

    O tratamento mais adequado leva em conta a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. 

    Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), estima-se que 576 mil novos casos de câncer, incluindo os casos de pele não-melanoma, surjam em 2015, e pelo menos 189.454 pessoas morram em decorrência do câncer. 

    O câncer de pele do tipo não-melanoma (182 mil casos novos) será o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).

    Entre os tumores que devem causar mais mortes estão o câncer do pulmão (24.490 casos); cólon e reto (15.415 casos), mama feminina (14.206 casos); estômago (14.182 casos); próstata (13.772 casos) e colo do útero (5.430 casos).

  • 24mar

    R7

    Médico se desespera com morte de jovem de 19 anos e emociona redes sociais

     

    Imagem de profissional lamentando óbito foi tirada na Califórnia

    Médico ficou muito abalado com a morte do jovemReprodução/DailyMail

     

    O lado emocional dos médicos foi materializado na foto tirada na Califórnia, Estados Unidos.

    Um profissional de saúde foi fotografado enquanto lamentava a morte de um jovem paciente de 19 anos, após a realização de uma cirurgia.

    A imagem foi postada por um colega de trabalho e ganhou repercussão nas redes sociais. As informações são do site Dailymail.

    A postagem foi feita com a seguinte mensagem: “Apesar de ser uma coisa comum no nosso mundo, estamos acostumados a perder pacientes mais velhos. Desta vez, perdemos um de 19 anos, e foi uma das coisas que atingiu meu colega em cheio”.

    Segundo o texto, todos que participavam da cirurgia ficaram arrasados.

    — Eu podia ver que todos ficaram muito tristes pelos olhos.

    Nas redes sociais, outro médico também comentou:

    “Eu sei exatamente como ele está se sentindo. Apesar da foto retratar um momento muito triste, isso me mostra que eu escolhi a carreira certa para minha vida”.

    “Mostra que nossa profissão é realmente importante”.

  • 14mar

    VEJA.COM

    O paciente de 21 anos havia perdido o órgão após um ritual de circuncisão

    Cirurgiões são vistos durante cirurgia de transplante de pênis realizada em dezembro na África do Sul
    Três meses após o procedimento que durou nova horas, o paciente já recuperou todas as funções urinárias e reprodutivas do órgão(Stellenbosch University/Divulgação)

    Uma equipe de médicos sul-africanos anunciou nesta sexta-feira a realização do primeiro transplante de pênis bem-sucedido no mundo.

    O paciente, um sul-africano de 21 anos, teve o órgão amputado há três anos, após uma malograda circuncisão realizada durante uma tradicional cerimônia africana.

    A cirurgia durou nove horas e foi realizada em dezembro do ano passado, no hospital Tygerberg, da Cidade do Cabo.

    Após três meses, o paciente já recuperou todas as funções urinárias e reprodutivas do órgão.

    A sensibilidade ainda não voltou completamente, mas Andre van der Merew, chefe da unidade de urologia da Universidade Stellenbosch, que comandou a operação, acredita que isso deve ocorrer em até dois anos.

    O transplante foi parte de um estudo piloto que prevê a cirurgia de outros nove pacientes, em datas ainda indefinidas.

    “Esta é uma situação muito séria. A perda do órgão é profundamente traumática”, disse van der Merew.

    A equipe acredita que o transplante pode servir a homens que perderam o pênis em decorrência de um câncer e, eventualmente, como última opção para problemas de disfunção erétil.

    Fator de risco – Uma preocupação dos médicos é que o paciente não reconheça o novo órgão como parte do seu corpo, e isso comprometa o sucesso do transplante.

    Foi o que aconteceu no primeiro transplante de pênis, realizado em 2006, na China.

    O órgão teve que ser retirado em razão de problemas psicológicos, apesar do sucesso cirúrgico da operação.

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