• 20ago

    RENOVA MÍDIA

    O massacre das baleias na Noruega

     

    O massacre das baleias na Noruega

     

    A Noruega é um dos países que mais mata, baleias no mundo e não tem planos para desacelerar.

    A nação não se considera vinculada à moratória de caça às baleias assinada em 1986.

    De acordo com um relatório do Animal Welfare Institute, a Noruega matou mais baleias em 2015 e 2016 do que o Japão e a Islândia juntos, os únicos outros dois países no mundo onde a caça às baleias permanece legal de alguma forma.

    Já no ranking de matança do ano de 2017, a Noruega apareceu com 432 baleias mortas, atrás apenas do Japão, que capturou 596 animais no mesmo ano.

    Enquanto o mercado doméstico não tem demanda por carne de baleia, a Noruega lucra exportando produtos de baleia para países asiáticos, além de utilizar a carne para alimentar animais criados em fazendas de peles.

     

    Massacre de baleias grávidas

    Um documentário exibido pela rede pública de televisão norueguesa NRK revelou que 90% de todas as baleias minke mortas anualmente em águas norueguesas são fêmeas. A maior parte delas estava grávida.

    No vídeo, Dag Myklebust, capitão do navio baleeiro Kato, confirmou a informação, mas minimizou o fato de grande parte dos animais serem fêmeas grávidas.

    “Nós temos uma abordagem profissional, então, não pensamos nisso. Caçamos e ponto final”, disse Myklebust, dizendo ainda que a gravidez é “um sinal de boa saúde”.

    Crueldade com os animais

    A Comissão Internacional de Caça de Baleias (IWC, na sigla em inglês), que garante a caça sustentável das baleias minke, classifica a caça empregada pela Noruega como “desumana”, uma vez que não proporciona “a morte sem dor, estresse ou sofrimento perceptível para o animal”.

    Os barcos pesqueiros noruegueses matam as baleias com arpões equipados com granadas na ponta, uma invenção do século 19. O processo é lento, fazendo os animais agonizarem durante horas.

    Após penetrar no corpo do mamífero, o arpão libera ganchos, como um guarda-chuva, permitindo que o animal seja içado por um guindaste até a embarcação, informa reportagem da emissora britânica BBC.

    “Quando a granada explode, provoca imenso trauma físico da baleia”, diz a ONG Animal Welfare Institute, sediada nos Estados Unidos.

    Atrito entre Noruega e Bolsonaro

    A caça às baleias foi proibida no Brasil por decreto em 1986. Em 2007, o governo brasileiro se juntou a outros 30 países em um grande protesto diplomático contra a caça promovida pelo Japão.

    Recentemente, após decisão do governo da Noruega de congelar repasses de R$ 134 milhões ao Fundo Amazônia, o presidente da República, Jair Bolsonaro, reagiu com críticas ao país europeu.

    “A Noruega não é aquela que mata baleia lá em cima, no Polo Norte, não? Que explora petróleo também lá? Não tem nada a oferecer para nós. Pega a grana e ajuda a (chanceler alemã) Angela Merkel a reflorestar a Alemanha”, declarou Bolsonaro.

  • 05ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Moro desmoraliza novamente a Folha

     

     

    Cada mensagem roubada que a Folha divulga, sempre com incontido sensacionalismo, no melancólico papel de emissária do criminoso Glenn Greenwald, é rapidamente desmascarada por Sérgio Moro.

    Infelizmente, no momento em que o superministro poderia estar se preocupando com ações de combate a bandidagem, ao crime organizado e ao tráfico de drogas, é forçado a paralisar suas atividades para rememorar fatos e destruir as infâmias e calúnias de uma imprensa vil, desastrada e medíocre.

    Neste domingo (4), a Folha acusa Sérgio Moro de ter dado uma palestra em 2016 (há quatro anos, portanto), em Novo Hamburgo (RS), e não ter registrado o tal evento no cadastro eletrônico de Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

    O ex-juiz desmoraliza o ‘jornaleco’ (parece ser esse o termo mais adequado para se qualificar a Folha):

    O valor recebido na palestra foi integralmente doado a uma entidade que atende pessoas com deficiência (Pequeno Cotolengo).

    A palestra foi amplamente divulgada na mídia.

    O cadastro a que se reporta a Folha, só viria a ser criado no ano seguinte, em 2017

    Moro finaliza com uma chacota: “Pelo jeito, o cadastro é mais importante do que a caridade”.

     

  • 14maio

    GAZETA DO POVO

    Recomendações técnicas foram ignoradas na “Batalha do Centro Cívico”

     

    Entenda quais pontos devem ser foco dos inquéritos do Ministério Público e da Polícia Militar que investigam o ataque da polícia aos professores no dia 29 de abril

     

    Robson Vilalba

    Robson Vilalba

    Confira os pontos que devem ser foco dos inquéritos do Ministério Público e da Polícia Militar que investigam o ataque da polícia aos professores no dia 29 de abril.

    Ainda na quarta-feira (13), oMinistério Público Federal também abriu investigação para apurar se direitos humanos foram violados naquele dia

    Ordem de dispersão ou proclamação

    Pelo manual de Controle de Distúrbios Civis usado pela Polícia Militar, a proclamação é a primeira etapa após o esgotamento das negociações.

    Se os policiais responsáveis pela “batalha do Centro Cívico” consideravam que o diálogo tinha chegado ao fim no momento em que alguns dos manifestantes tentavam transpor as grades posicionadas em frente da Assembleia Legislativa, deveriam, então, ter anunciado em alto e bom som que a força seria empregada.

    Assim, as pessoas que quisessem evitar o “choque” poderiam sair da região. Por isso, é praxe que o caminhão do Batalhão de Operações Especiais da PM tenha equipamento de som adequado.

    O problema, porém, é que não houve o aviso de dispersão, segundo policiais ouvidos pela reportagem.

    Foco na turba e não na multidão

    Às 14h55 daquele dia, manifestantes tentavam furar a barreira montada por cercas metálicas e cordão de policiais. Era o estopim da “batalha do Centro Cívico”, segundo relatos de repórteres que cobriram os fatos do dia 29.

    Ali, conforme apurou a reportagem, esses agentes da PM deveriam ter focado no controle de quem estava tentando invadir a Casa do Povo.

    Seria compreensível se usassem spray de pimenta e o bastão para controlar a turba – definida no manual da PM como “multidão que passa a promover desordem”.

    No entanto, policiais da inteligência, à paisana, deveriam ter identificado e detido, se necessário fosse, quem tentava passar a barreira.

    Mas, além dos agentes do cordão, teria havido emprego imediato de várias forças da tropa, desencadeando a violência desproporcional contra a turba e outros manifestantes que não davam indícios de que pretendiam ocupar a Assembleia.

    Exagero de efetivo

    Não é preciso saber o total exato do efetivo empregado para analisar indícios de exageros no número de policiais. Passaram dos 1,6 mil.

    Policiais do interior, de várias unidades de Curitiba e região e até policiais ainda em formação na Academia de Polícia Militar do Guatupê estiveram presentes.

    Embora apenas o MP e a PM possam definir, pelas apurações, se houve excesso, é possível suspeitar de um erro técnico na chegada da tropa no dia 29.

    Segundo o manual da PM, o desembarque dos policiais no “teatro de operações” deve ser feito longe das vistas dos manifestantes.

    Desde o fim de semana que antecedeu o dia 29, policiais chegavam a olhos vistos. Foi parte do planejamento.

    Pode-se argumentar que houve necessidade para formar o cerco, mas é certo que a visibilidade do efetivo empregado aumentou a tensão entre manifestantes.

    Falta de inteligência

    Os black blocs que estariam na “batalha do Centro Cívico” até agora não foram identificados. Mas é possível que estivessem lá. Eles são, em sua maioria, jovens estudantes que participam de movimentos sociais na cidade.

    Desde a Copa das Confederações, o termo black bloc começou a ser usado para rotulá-los como um grupo violento.

    Em junho de 2013, alguns deles chegaram a atirar coquetéis molotov contra policiais do Bope que estavam embaixo da marquise do Palácio Iguaçu.

    Naquela ocasião, a polícia teve paciência. Ano passado, durante a Copa do Mundo, a polícia também teve paciência e inteligência, ao monitorar os black blocs constantemente.

    Vários agentes se infiltraram nas manifestações. Chegou-se a descobrir que o filho de um policial militar participava do grupo de black blocs.

    No dia 29 de abril deste ano, a estratégia mudou. Nenhum black bloc foi identificado previamente ou retirado de cena para evitar o tumulto.

    Seguindo as orientações do manual da PM, a tropa também devia ter evitado atirar bombas de gás,em razão da proximidade de uma creche.

    Há ainda relatos de policiais que apontam para uma falha da radiocomunicação da PM, o que dificultou o controle da tropa.

    A regra de ouro, de preservar a integridade física das pessoas, segundo vários policiais, foi desrespeitada. por uma sucessão de erros.

    Ataque total

    De acordo com policiais, a operação “Centro Cívico” foi a única na história recente do estado em que houve emprego total de quase todos os meios de força da Polícia Militar ao mesmo tempo.

    Além dos cães, atiradores de elite foram posicionados – instrumento considerado importante como ato de prevenção – e até helicóptero foi usado.

    O problema é que não teria havido aplicação gradual, mas uma espécie de ataque total. Jato d’agua, bastões, sprays de pimenta, dois modelos de balas de borracha, bombas de gás lacrimogênio e efeito moral deveriam ter sido usados gradualmente.

    Pela visão de policiais, apenas o segundo e o terceiro instrumentos citados poderiam ter sido usados juntos na contenção da barreira.

    Todos esses meios foram empregados de uma vez só, segundo vários professores que participaram da manifestação.

    Relatos deles ao Ministério Público apontam ainda que bombas de efeito moral e gás foram arremessadas do helicóptero – o que aumentaria muito a probabilidade de vítima fatal – e que a tropa de choque teria disparado pelas costas dos manifestantes que tentavam furar o bloqueio para entrar na Assembleia.

    Influências políticas

    Embora o cenário que antecedeu a “batalha do Centro Cívico” tenha sido construído com várias decisões políticas, a operação policial precisava, necessariamente, ter sido baseada em questões técnicas.

    É por isso que a tropa treina exaustivamente o controle de distúrbios civis. Apesar disso, componentes políticos teriam contaminado o chamado “teatro de operações”, a nomenclatura dada pela polícia militar ao cenário das ações.

    No caso, a Praça Nossa Senhora de Salete. Entre esses aspectos políticos, os principais deles são o planejamento e a execução determinados pelo ex-secretário da Segurança Pública, Fernando Francischini, que é deputado federal, e pelos coronéis Nerino Mariano de Brito, subcomandante-geral da PM, com ligações estreitas com o titular da pasta, e Arildo Luís Dias, ex-assessor militar da Assembleia Legislativa do Paraná.

    Dias foi o comandante da operação no dia. Ele passou os últimos quatro anos trabalhando na segurança da Assembleia.

    Por isso, segundo policiais ouvidos pela reportagem, deveria ter sido poupado de trabalhar na ação, já que haveria um conflito de interesse natural.

    Em última análise, havia o risco, mesmo que mínimo, de Dias sofrer influência demasiada, tanto da Casa do Povo, como da Sesp.

    Nerino também poderia ter sido poupado, já que esteve presente em 1988 quando a cavalaria da PM passou por cima de vários professores.

  • 13mar

    AFP

    Homem chora pela morte da família

    O sargento americano acusado de matar 16 civis afegãos poderá enfrentar a pena de morte em seu julgamento nos Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira o secretário americano de Defesa, Leon Panetta.

    O suspeito do massacre será submetido à Justiça militar americana, que prevê a pena de morte para alguns casos, disse o chefe do Pentágono a jornalistas durante um voo para o Quirguistão.

    Perguntado diretamente se o militar poderia ser condenado à morte, Panetta respondeu: “nesta situação isto deve ser considerado”.

    Panetta qualificou o ataque de “terrível perda de vidas” e destacou que ainda não ficou claro o que motivou o massacre de civis.

    Na manhã deste domingo, o sargento americano da força internacional da Otan (Isaf) saiu de sua base na província de Kandahar, um reduto talibã, e matou os moradores de três casas de vilarejos próximos, incluindo nove crianças e três mulheres.

    Depois ele queimou os corpos, voltou à base e relatou a ocorrência.

    “Não estamos certos de sua motivação, ele permanece sob custódia e garanti ao presidente (Hamid) Karzai que será levado à Justiça, pagará por isto”, declarou Panetta.

    Mais cedo, o comandante das forças da Otan no Afeganistão, o general americano John Allen, confirmou que o incidente foi “um ato isolado”.

    “A evidência até o momento, tanto em termos de observações como relatórios e entrevistas, nos leva a crer que ele atuou como um só indivíduo neste ponto”, afirmou Allen, que se negou a dar o nome do militar para proteger a investigação.

   



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