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  • 27jul

     

    Foi um começo de noite legal, nesta quinta, 26.

    Convidado pelo meu amigo Newton Ishii, que ficou conhecido no Brasil inteiro em função da Operação Lava Jato como o Japonês da Federal, para o lançamento do livro onde ele relata muitas situações dos bastidores da Lava Jato, principalmente, e que ele, como Policial Federal, vivenciou.

    O evento foi muito concorrido e só teve um breve tumulto protagonizado por meia-dúzia de desocupados que , com a barulheira de uma corneta e um cartaz com os dizeres “Lula livre”, invadiram o local.

    Isto fez com que todos os presentes lembrassem que Lula, felizmente, está condenado e preso, para o bem do Brasil.

    Claro que, imediatamente, foram expulsos do local sob vaias dos presentes. E a bela cerimônia continuou.

    Parabéns ao Newton Oshii pela iniciativa, pois assim a memória dos brasileiros, talvez, fique mais aguçada.

    Já diz o ditado ” País sem memória é um País sem futuro”.

    O livro foi escrito pelo jornalista Luiz Humberto Carrijo, também presente e muito cumprimentado pelo brilhante resultado de dois anos de muita pesquisa e entrevistas exclusivas.

  • 13nov

    ISTOÉ

     

    Os inimigos do papa

     

    Menos de quatro anos depois do calvário que levou Bento XVI à renúncia, Francisco é traído e se vê envolvido no Vatileaks 2, um escândalo de proporções muito maiores

     

    Débora Crivellaro ([email protected])

    “…De todas as reformas contempladas no primeiro ano de seu pontificado, poucas saíram do papel. Isso, infelizmente, significa uma coisa: o plano de Bergoglio de afastar os mercadores do templo continua não realizado três anos após sua eleição. Essa situação é uma fonte de descontentamento para muitas pessoas. Mais e mais cardeais estão criticando o papa, alguns abertamente…”

    Esse trecho do livro “Via Crucis”, do jornalista italiano Gianlugi Nuzzi,  lançado na quinta-feira 5 na Europa, escancarou o que uma série de incidentes sinalizaram nos últimos meses: o papa Francisco não tem conseguido combater os graves pecados da Igreja Católica.

    O pontífice argentino que conquistou o mundo com seu carisma, gestos corajosos e sorriso persistente, foi eleito em março de 2013 com a missão de moralizar as finanças do Banco do Vaticano, expurgar os religiosos que cometiam excessos administrativos e financeiros, acabar de uma vez por todas com a intermináveis e nem um pouco católicas intrigas da Cúria Romana e curar a chaga do abuso sexual cometido por religiosos católicos.

    Mas avançou muito pouco na dissolução da problemática rede que levou à renúncia de seu antecessor, Bento XVI. Para piorar o quadro, apesar de gozar da simpatia e admiração da maioria dos católicos – e até dos não crentes – Bergoglio parece estar cada vez mais sozinho no ambiente de poder.

    E, mais do que isso, coleciona grupos antipáticos a ele. O primeiro a se declarar publicamente contrário são os ultraconservadores. Há também os burocratas. E, agora, sabe-se, a alta hierarquia corrupta, que há décadas fazia mau uso do dinheiro, em benefício próprio.

    Junto com “Via Crucis”, chega às livrarias européis outro livro que fala sobre isso, sob o título “Avareza”.

    Ambos tratam das finanças católicas e foram elaborados a partir de documentos fornecidos por dois altos funcionários da prefeitura de assuntos econômicos da Santa Sé: o padre espanhol Lucio Vallejo Balda, ligado a Opus Dei, e Francesca Chaouqui, uma especialista italiana em redes de comunicação.

    Os dois foram presos no início da semana passada (Francesca já está solta).

    Mas este episódio, já batizado Vatileaks 2 e bem mais grave que o primeiro, mostra que os inimigos estão muito próximos, para desgosto do bem-intencionado pontífice.

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    Os livros chegam em um momento muito delicado para o catolicismo, com Francisco enfrentando resistência para mudar a gestão dos recursos financeiros da Igreja.

    “Via Crucis” foi escrito pelo jornalista italiano Gianluigi Nuzzi, que em 2012 publicou “Sua Santidade: as cartas secretas de Bentos XVI”, sobre o ruidoso episódio envolvendo o mordomo Paolo Gabriele.

    A obra descreve como cardeais vivem em propriedades elegantes e espaçosas, muitas vezes de graça, andam de classe executiva e gastam milhares de euros que deveriam ser destinados à caridade com eles mesmos.

    “Avareza”, do também jornalista Emiliano Fittipaldi, detalha por meio de documentos originais (cerca de 20 páginas do livro são reproduções fotográficas de arquivos secretos, como atas, orçamentos e notificações) como operações comerciais no interior dos muros do Vaticano – postos de gasolina, farmácia, lojas de tabaco e supermercado  — geraram dezenas de milhões de euros em receitas com a venda de produtos a preços com desconto, devido a isenções fiscais.

    Eis um trecho, sobre os negócios com cigarro: “…A ‘tabacaria de Deus’, explicam analistas da Ernest & Young, é a segunda mais importante fonte de receita do departamento de serviços econômicos do Vaticano…”

    Segundo o vaticanista americano John Allen Jr, grande parte do que está denunciado nas obras já era sabido, principalmente por quem vivencia diariamente a Santa Sé.

    “O grande mérito desses livros é que eles colocaram nomes e números concretos sobre o que era só impressão”, afirma.

    Ambos, Nuzzi e Fittipaldi tiveram acesso a um material confidencial notável supostamente reservado ao pontífice.

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    OS CORVOS
    Francesca Chaouqui e o padre espanhol Lucio Vallejo Balda: eles teriam fornecido os documentos secretos que produziram os livros

     

    Até o polêmico ex-secretário de Estado Tarcisio Bertone voltou ao centro da controvérsia, como no primeiro Vatileaks.

    “Avareza”, de Fittipaldi explica como a Fundação Menino Jesus, criada para ajuda o hospital pediátrico administrado pelo Vaticano, foi usada para pagar a reforma da famosa cobertura de 700 metros quadrados do ex-todo poderoso.

    “A fundação pagou uma conta de 200 mil euros”, diz o jornalista. Da Menino Jesus também saíram recursos para alugar, por exemplo, um helicóptero pela soma de 23,8 mil euros.

    “É ofensivo, outra das muitas acusações injustas e falsas que recebi ao longo dos anos”, defendeu-se o cardeal Bertone.

    O livro também menciona deslizes de outros integrantes da atual alta cúpula, como o cardeal George Pell, prefeito da Secretaria Econômica, que teria “desviado para seus amigos 500 mil euros em seis meses.”

    Fittipaldi diz ter tido acesso a documentos destinados ao cardeal Pell que “pela primeira vez resume o verdadeiro valor de todos os imóveis das instituições vaticanas, avaliados em 160 milhões de euros.

    O autor, porém, calcula que o montante dessas propriedades pode chegar a 4 bilhões de euros.

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    TRAIÇÃO
    Paolo Gabriele era mordomo de Bento XVI e o traiu, roubando documentos de seus aposentos: o papa emérito não resistiu e renunciou

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    Outro escândalo que sacode as colunas da Praça São Pedro e saem das páginas de Fittipaldi dizem respeito à venda de canonizações.

    “Há alguns casos nos quais os parentes das pessoas que morreram e que estão à espera de ser beatificadas e canonizadas podem pagar até 500 mil euros”, disse.

    Neste caso, um outro nome de peso está envolvido: o arcebispo Georg Gänswein,secretário de Bento XVI.

    Velhos personagens de um período obscuro que voltam à cena, para mostrar que décadas de corrupção, desvios e vícios dentro de uma instituição poderosa como a Igreja Católica, não acabam apenas com a meia-dúzia de gestos de um bom papa.

    Resta saber como Bergoglio irá reagir.

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    Colaborou Camila Brandalise
    Fotos: Christopher Furlong/Getty Images 

  • 08dez

    Prezados Amigos, 

    escrevo para convidá-los para o lançamento do livro “Reflexões sobre Segurança Pública: nada mais do que tudo”, de minha autoria e publicado pela Editora Plano B.

    O lançamento será dentro de uma das galerias do antigo Presídio do Ahú, em Curitiba, Paraná, Brasil, com a apresentação de 4 violinistas da Orquestra Sinfônica do Paraná.

    Acredito que o evento será uma experiência única, pois acontecerá dentro de um presídio, à noite, com sombras, energias e um pouco de beleza trazida pela música. 

    O lançamento representará bem o livro: uma mistura de percepções, lembranças, dúvidas e reflexões.

    Espero todos vocês lá.Será uma honra para mim a presença de cada um. 

    Convidem amigos e familiares.

    Dia 11/12/2014, das 18:00 às 22:00 horas, no antigo Presídio do Ahú.

    Av, Anita Garibaldi, 750, Curitiba, Paraná, Brasil.

    Grande abraço,

    Rafael F. Vianna

    www.delegadorafaelvianna.blogspot.com

    LIVRO PENITENCIÁRIA

     

  • 11nov

    VEJA.COM

    A obra foi baseada em um manuscrito da Biblioteca Britânica, que data do século VI e é conhecido há quase 200 anos

    Pintura de Jesus Cristo, de Rembrandt

    Pintura de Jesus Cristo, de Rembrandt: sinopse descreve o livro como “história de detetive histórica” (Reprodução/VEJA)

    Jesus teria se casado com Maria Madalena e tido dois filhos com ela. Essa teoria será defendida por um livro que será lançado ainda neste mês, baseado em um manuscrito encontrado na Biblioteca Britânica, afirma o jornal The Sunday Times.

    A obra — que lembra trabalhos de ficção como O Código da Vinci, do escritor americano Dan Brown, e A Última Tentação de Cristo, do grego Nikos Kazantzakis — tem como autores Simcha Jacobovici, escritor e cineasta especializado em história antiga e investigações arqueológicas, e Barrie Wilson, professor de estudos da religião da Universidade York, no Canadá. 

    De acordo com o The Sunday Times, o livro The Lost Gospel (O Evangelho Perdido, em tradução livre) trará detalhes até então desconhecidos da vida de Jesus quando ele tinha vinte anos. Também serão abordadas supostas ligações de Jesus com figuras políticas importantes do Império Romano, como o imperador Tibério.

    O livro se baseia em um manuscrito conhecido como A História Eclesiástica de Zacharias Rhetor(de Mitilene), que esteve no Museu Britânico desde 1847, até ser transferido para a Biblioteca Britânica há cerca de duas décadas.

    A sinopse fornecida pela editora descreve a obra como uma “história de detetive histórica”, uma ficção que traz a primeira tradução para o inglês do manuscrito redescoberto na Biblioteca Britânica.

    De acordo com Barrie Wilson em seu site, o texto está escrito em siríaco — um dialeto do aramaico — e “data do século VI, mas foi traduzido de um manuscrito grego muito mais antigo”.

    “Os estudiosos têm conhecimento disso há quase 200 anos, mas ainda não sabem o que fazer com ele”, afirma Wilson. A Biblioteca Britânica não quis comentar as conclusões do livro.

    Outras menções — As teorias que defendem o casamento de Maria Madalena com Jesus têm origem em uma passagem do Evangelho de Felipe, um dos livros apócrifos (que foram deixados de lado pela tradição católica), no qual os dois personagens aparecem se beijando. 

    Em 2012, a descoberta de um papiro que mencionava a “esposa de Jesus” reascendeu a discussão.

    Embora o documento tenha sido considerado falso pelo jornal L’Osservatore Romano, publicação oficial do Vaticano, cientistas da Universidade Columbia, da Universidade Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) publicaram neste ano um estudo que descarta a possibilidade de falsificação.

    Não há no papiro nenhuma indicação do nome da “esposa de Jesus”.

  • 04nov

    ISTOÉ

    Andres Vera

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    TRANSFORMAÇÃO
    Autor de cerca de 20 livros e membro de nove sociedades científicas, o professor
    Rivail era um descrente. Até que passou a frequentar reuniões de “mesas girantes”
    na França e adotou o nome que o tornou célebre como o criador do espiritismo
     

    “A pessoa que estudar a fundo as ciências rirá dos ignorantes. Não mais crerá em fantasmas ou almas do outro mundo.” Era assim que o professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, membro de nove sociedades científicas e autor de cerca de 20 livros sobre pedagogia na França do século XIX, resumia seu ceticismo.

    Intelectual respeitado, ele vivia em um universo no qual a ciência estava em ebulição, em meio a discussões sobre eletromagnetismo, motor a vapor e lâmpada incandescente.

    Apesar disso, tornou-se o criador da doutrina espírita tal qual ela está sistematizada hoje, que crê, entre outras coisas, na reencarnação e na comunicação entre vivos e mortos.

    É a história dessa transformação que está sendo contada no recém-lançado “Kardec, a Biografia” (ed. Record), do jornalista brasileiro Marcel Souto Maior.

    “Kardec precisou ir além da religião para criar uma doutrina inteira em apenas 13 anos”, diz o autor.

    De 1857, ano de sua conversão, aos 53 anos, a 1869, quando morreu de aneurisma cerebral, o francês já havia arrebatado sete milhões de seguidores no mundo. 

    Um número impressionante para um planeta com então 1,3 bilhão de habitantes e comunicação precária.

    Os créditos da velocidade recaem sobre o próprio. “Ele alcançou isso porque dava tratamento científico aos estudos e sabia divulgá-los”, afirma Souto Maior.

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    PASSE
    Sessão num centro espírita brasileiro: religião baseada nos livros de Kardec 

    A aproximação do cientista com o espiritismo começou em 1855, quando um fenômeno agitava a França: as mesas “girantes”.

    Em reuniões fechadas ou salões públicos, participantes ditavam perguntas a mesas que se moviam, no que era identificado como um sinal de resposta, de mortos ilustres ou anônimos.

    Curioso, Rivail passou a frequentá-las em Paris. Procurava, antes, por cabos, roldanas e fios. “Estamos longe de conhecer todos os agentes ocultos da natureza”, escreveu.

    Convencido da boa-fé de alguns grupos, ele passou a crer. Tempos depois, um espírito contou que o conhecera na época do imperador romano Júlio César, em 58 a.C.

    Na época, Rivail chamava-se Allan Kardec – daí a mudança de nome. Os primeiros registros do professor sobre o espiritismo viraram “O Livro dos Espíritos” (1857).

    Ele assinaria também outras quatro obras básicas, a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e a publicação mensal, ao longo de 12 anos, de uma revista – tornando-se, assim, o grande codificador da doutrina.

    Mas Kardec também presidia sessões espíritas e nelas presenciou, por exemplo, uma jovem de 12 anos receber, de lápis em punho, as palavras de Luís IX, rei da França morto seis séculos antes.

    Em outra concorrida reunião, o missionário e uma plateia embasbacada testemunharam um médium receber – e executar – uma partitura atribuída a Mozart.

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    Para confeccionar sua obra, Souto Maior percorreu as bibliotecas de Paris em busca de material sobre o “papa dos espíritas”.

    Jornais de época mostram, por exemplo, a briga entre o criador do espiritismo e a Igreja Católica.

    Em 1861, em um episódio conhecido como “Auto de Fé de Barcelona”, foram queimados 300 livros espíritas na cidade espanhola.

    Entre eles estavam “O Livro dos Espíritos” e a tal sonata de Mozart. “Kardec era político”, diz Souto Maior.

    “Depois das brigas, ele media as palavras com a Igreja e sabia que isso traria publicidade.” A perseguição ao espiritismo não poupava o francês, médiuns admirados por ele ou mesmo seguidores novatos.

    Em 1865, dois jovens de Nova York voaram a Paris para mostrar “toques espontâneos de instrumentos musicais e transporte de objetos no ar.”

    Durante a exibição, um espectador invadiu o palco e revelou à plateia o truque: tábuas soltas e uma passagem secreta. A imprensa transformou o episódio em piada. Kardec se defendeu. Disse que o embuste não atingia a verdadeira ciência espírita, devota à evolução do ser humano.

    “Fora da caridade não há salvação”, escreveu. Insistentemente perseguido, começou a demonstrar sinais de exaustão e teve um problema cardíaco.

    “Daí em diante foi uma contagem regressiva até sua morte”, diz Souto Maior. Em seu túmulo, no Cemitério Père-Lachaise, em Paris, há hoje mais mensagens em português do que em francês. Por quê?

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    A resposta está tanto no espiritismo como no povo brasileiro. Entre 2000 e 2010, o número de espíritas no País cresceu 65%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O espiritismo tem 3,8 milhões de fiéis autodeclarados, segundo o IBGE, e 30 milhões de simpatizantes, segundo a Federação Espírita Brasileira.

    “Nossa população aceita muito bem a ideia de vida após a morte”, diz Geraldo Campetti, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira.

    Há um consenso entre biógrafos céticos, estudiosos da religião ou espíritas devotos: o kardecismo é praticamente uma criação brasileira.

    Três fatores ajudaram a disseminação da doutrina: o sincretismo brasileiro, que facilita a convivência entre crenças, a proximidade entre espiritismo e cristianismo e, por último, um certo médium de Uberaba, em Minas Gerais.

    “A repercussão alcançada por Chico Xavier é o maior fator da expansão dos espíritas no País”, diz o sociólogo Reginaldo Prandi, professor da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro “Os mortos e os vivos”.

    O espiritismo chegou ao Brasil em 1860 e ganhou relevância com Bezerra de Menezes, médico e político que, além de expoente da doutrina, traduziu obras de Kardec para o português.

    Mas coube a Chico Xavier, falecido em 2002, o fenômeno da explosão da doutrina a partir da década de 1970.

    O mineiro ostenta mais de 450 livros publicados.

    Sua biografia “As Vidas de Chico Xavier”, escrita pelo mesmo Marcel Souto Maior, vendeu mais de um milhão de exemplares e chegou ao cinema com direção de Daniel Filho. Fez 3,4 milhões de espectadores.

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    MESTRE
    O médium Chico Xavier, morto em 2002,
    grande difusor do espiritismo no País

    Souto Maior diz que o roteiro cinematográfico da história de Rivail-Kardec já foi finalizado.

    “O filme deve ficar pronto no ano que vem.” Discípulo fiel do kardecismo, Chico Xavier costumava recomendar a todos as palavras de Kardec.

    Se o conselho valer para a nova biografia e o futuro filme, a história de Hippolite Rivail deve manter o fenômeno de público.

    foto: Arquivo/ag. O Globo
    Fontes: IBGE e Federação Espírita Brasileira
    fotos: ROBERTO CASTRO/AG. ISTOÉ

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