Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 01out

    GAZETA DO POVO

     

    E-mails apreendidos revelam convite de Gleisi para empreiteiros investigados

     

    Senadora Gleisi Hoffmann voltou a aparecer na investigação da Lava Jato. Foto:- Wenderson Araujo Gazeta do Povo

    Senadora Gleisi Hoffmann voltou a aparecer na investigação da Lava Jato. Foto:- Wenderson Araujo Gazeta do Povo

     

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) voltou a aparecer nas investigações da Operação Lava Jato. Na análise dos e-mails apreendidos pela Polícia Federal (PF) na Odebrecht, o nome da senadora aparece em uma troca de mensagens entre executivos da empresa.

    Trata-se de um convite da Casa Civil para uma reunião na qual estariam presentes representantes de outras quatro empresas investigadas na operação.

    Na troca de e-mails, a secretária do presidente da Odebrecht informa que Marcelo Odebrecht teria sido convidado para uma reunião no dia 10 de abril de 2013.

    “Ligaram da Casa Civil [Min. Gleisi] lhe convidando para uma reunião no dia 10/04, quarta-feira, às 9h00. Assunto: seguro de obras, concessões e similares”, diz um trecho do e-mail enviado à Odebrecht.

    De acordo com o e-mail, também foram convidados para a reunião os presidentes da Camargo Correa, OAS, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez – todas empresas investigadas na Operação Lava Jato por suspeita de formação de cartel para concorrer a obras públicas no país.

    Em resposta, Odebrecht pede que a secretária verifique se o executivo Benedicto Barbosa da Silva Junior pode ir em seu lugar. Segundo o presidente da empreiteira, “Ele mesmo [Benedicto] fala na Casa Civil”. Barbosa afirma que se organizaria para participar do encontro.

    Marcelo Odebrecht está preso no Complexo Médico Penal, em Pinhais, desde junho desse ano, quando a PF deflagrou a 14ª fase da Operação Lava Jato. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por participar do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato.

    Investigações

    Essa não é a primeira vez que o nome da senadora Gleisi Hoffmann aparece vinculado às investigações da Lava Jato.

    No Supremo Tribunal Federal (STF) há um inquérito que investiga a participação de Gleisi no esquema.

    Em depoimentos em regime de colaboração premiada o doleiro Alberto Youssef, disse que teria doado R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010, por intermédio de um empresário, dono de um shopping center em Curitiba.

    O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, também disse em delação premiada que, em 2010, recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi.

    Segundo ele, a solicitação foi feita por Paulo Bernardo.

    Mais recentemente, o juiz federal Sergio Moro encaminhou ao STF outros indícios de envolvimento da senadora na Lava Jato.

    Segundo o despacho, parte do dinheiro repassado da Consist – empresa investigada por irregularidades em contratos no âmbito do Ministério do Planejamento – ao escritório do advogado Guilherme Gonçalves – que trabalhou em campanhas de Gleisi – foi usado para pagar despesas da senadora.

    Um dos exemplos citados no despacho de Moro é o pagamento do salário de um motorista de Gleisi.

    De acordo com os investigadores, a Consist teria iniciado pagamentos de vantagens indevidas depois da celebração de um acordo de cooperação entre o Ministério do Planejamento, a Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) e o Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Privada (Sinapp).

    O objetivo do acordo era a disponibilização, pela internet, de serviços e sistema informatizado de gestão de margem consignável em folha de pagamento.

    Na semana passada, o STF aprovou o fatiamento das investigações referentes ao caso. A senadora será investigada no Supremo, mas o relator do caso não será o ministro Teori Zavascki, que atua nos casos da Lava Jato.

    Já os demais envolvidos, que não possuem prerrogativa de foro, serão investigados em São Paulo, e não mais no Paraná, onde atua a força-tarefa da Lava Jato.

    Outro lado

    Em nota, a senadora Gleisi Hoffmann afirmou que fez várias reuniões com os empresários para “discutir o tema de seguro de obras no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa de Investimento em Logística (PIL)”.

    “Numa dessas reuniões foi chamada para ouvir as grandes empresas que respondiam por obras do PAC e também manifestavam interesse em concessões. Participaram também o diretor de infraestrutura em logística do PAC, o diretor de Grandes Riscos da BB Seguros e o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Foi uma reunião divulgada na agenda diária e publicada no site da Casa Civil”.

    “Em outras oportunidades, nos reunimos com presidentes de associações da área, como a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)”, diz a nota.

    A senadora nega qualquer relação com a Consist. Sobre a suposta doação de R$ 1 milhão, Gleisi se defende.

    “Foram ouvidos todos os empresários que contribuíram para a minha campanha, foi levantado sigilo telefônico, tudo. E não apareceu absolutamente nada. Resta saber como vai ser finalizada”, diz.

  • 30set

    VEJA.COM

     

    Mendes: STF pode rever fatiamento da Lava Jato

     

     

    Após reunião com Eduardo Cunha, o ministro Gilmar Mendes defendeu que a corte reveja sua decisão.

    ‘As ramificações são preocupantes.’

     

     

    Ministro Gilmar Mendes em sessão plenária
    Ministro Gilmar Mendes em sessão plenária(Dorivan Marinho/SCO/STF/Divulgação)

     

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira acreditar que a corte pode fazer uma “correção de rumo” na decisão que abriu brecha para o fatiamento dos processos da Operação Lava Jato.

    Segundo ele, a corte pode voltar a analisar “com muito cuidado” o veredicto que permitiu retirar das mãos do juiz Sergio Moro ações sobre que não digam respeito diretamente à Petrobras.

    Numa decisão que turva o futuro das investigações sobre o maior escândalo de corrupção da história brasileira, o Supremo decidiu na última quarta-feira que Moro não deve ficar necessariamente com as ações resultantes da investigação inicial sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

    Os ministros julgaram um caso específico das investigações, a fase Pixuleco II, e determinou que o processo referente ao ex-vereador petista Alexandre Romano seja enviado de Curitiba para São Paulo e que o inquérito da senadora Gleisi Hoffmann saia das mãos do ministro Teori Zavascki, relator das ações do petrolão no STF.

    Apesar de a decisão do tribunal ter sido tomada apenas no processo que envolve Romano e Gleisi, os efeitos são devastadores.

    A partir de agora, o caminho está aberto para que uma enxurrada de recursos questione, por exemplo, porque o esquema de corrupção em Angra 3, não está sendo julgado no Rio de Janeiro ou os processos que tratam da atuação criminosa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em esquemas anexos ao petrolão não poderiam tramitar na Justiça de São Paulo.

    Mesmo depois da decisão do STF, o juiz Sergio Moro negou nesta semana pedido da construtora Odebrecht, feito ainda em agosto, para que as suspeitas contra a empreiteira não sejam julgadas em Curitiba.

    “Certamente essa decisão [do STF] será passível de embargos de declaração e vamos ter que fazer um exame mais acurado. Não se trata de interpretar o velho Código de Processo Penal feito em 1941 à luz das condições à época reinantes. Mas estamos falando de uma organização criminosa. As ramificações são muito preocupantes e evidentes”, alertou nesta quarta-feira Gilmar Mendes.

    “É preciso que entendamos a conexão ou a continência no contexto da nova lei de organização criminosa, que está permitindo esses avanços com delação premiada e todos os bons resultados. É possível que se encontrem meios de fazer uma distinção e talvez fazer alguma correção de rumo. Espero que isso venha a ser feito”, completou ele.

    Segundo o ministro, caso o Supremo não reveja a decisão que permitiu o fatiamento da Operação Lava Jato, “corremos o risco de ter que fazer um grande esforço de compartilhamento de provas entre Curitiba e outras instâncias”.

    “É preciso que discutamos isso com muito cuidado”, declarou o magistrado após se reunir com o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

  • 30set

    UCHO.INFO

     

    Lava-Jato: Gleisi delira e diz ser a nova Joana D’Arc, perseguida pelo “Martelo das Feiticeiras”

     

    gleisi_hoffmann_80Não existem limites para a desfaçatez da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR).

    Atolada no Petrolão, escândalo de corrupção em que foi denunciada por dois delatores por ter embolsado R$ 1 milhão em propinas da Petrobras, alvo da Operação Pixuleco II, que descobriu que um advogado de Curitiba, que levou R$ 7,2 milhões de um esquema criminoso montado a partir do aval do Ministério do Planejamento, pagava as contas da senadora em vez de receber honorários da cliente, e também flagrada pela Operação Nessun Dorma, que apontou a petista como grande receptora de doações da empreiteira Engevix, Gleisi agora tenta se fazer de vítima e inocente.

    Todas essas evidências de envolvimento em esquemas investigados pela Lava-Jato não inibiram Gleisi, que teve coragem de escrever um artigo em que se compara às vítimas de processo de bruxaria – uma espécie de Joana D’Arc das araucárias – processadas e condenadas de acordo com o manual “Martelo das Feiticeiras” (“Malleus Maleficarum”), livro que a petistas supõe ter sido escrito em 1848, mas foi produzido em 1487 pelos dominicanos Henrich Kraemer e James Sprenger.

    É um erro de apenas 361 anos, uma insignificância quando comparado ao tamanho da falácia e do cinismo da senadora de que estaria sendo submetida a julgamento de exceção, à semelhança daqueles conduzidos pela inquisição medieval. Mulheres que não choravam durante o julgamento da Inquisição, por exemplo, podiam ser automaticamente consideradas culpadas de bruxaria e levadas a fogueira.

    A fogueira em que Gleisi está envolvida é de natureza muito distinta.

    A senadora vive em pleno estado de Direito, tem todas as garantias legais, inclusive usufrui do questionável dispositivo chamado “foro especial por prerrogativa de função”, que levou seu envolvimento na Pixuleco II sair da alçada do juiz Sérgio Moro, de Curitiba, para ser investigado por um juizado de São Paulo, o que aumenta suas chances de sair incólume dessa estranha bruxaria cometida com empréstimos consignados e feitiços praticados, em 2010, no âmbito do Ministério do Planejamento, à época comandado por Paulo Bernardo da Silva, ainda marido de Gleisi.

    De igual modo, nada tem a ver com julgamento do Martelo das Feiticeiras as acusações diretas e formais dos delatores Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, que garantiram que Gleisi embolsou R$ 1 milhão em recursos do Petrolão, o maior esquema de corrupção da história moderna, que funcionou durante uma década com a anuência de Lula e Dilma Rousseff.

    A mesma ausência de qualquer viés sobrenatural acompanha a acusação de que a senadora levou dinheiro suspeito da Engevix.

    Todas essas evidências esmagadoras de culpa, que vieram à tona durante processo perfeitamente legal, não impediram Gleisi de se apresentar como vítima de uma moderna caça às bruxas. Em seu artigo ela diz coisas como:

    “A maior crítica é de que a fornalha estava sendo acesa para fazer a pizza, para impedir o juiz Sérgio Moro de atuar, apurar e punir envolvidos em possíveis casos de corrupção. Como meu nome foi envolvido nessa situação, também vi fogo, não a fornalha, mas a fogueira da praça pública. Lembrei imediatamente do livro O Martelo das Feiticeiras, que me foi sugerido por uma grande amiga, a escritora Rose Marie Muraro”.

    E prossegue: “Escrito em 1848, o livro é um manual de como torturar e obter a confissão de mulheres como bruxas, posteriormente queimadas nas fogueiras aos milhares. A publicidade dos processos era a garantia de seu sucesso. Me senti numa daquelas fogueiras que, propositadamente, não eram grandes, para que o espetáculo pudesse ser visto por mais tempo, impor mais temor e ficar gravado na mente das pessoas”.

    Suspeita de ter se beneficiado de gordos esquemas criminosos investigados por três fases da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, Gleisi Helena tenta fazer um voto de pobreza:

    “Toda minha trajetória política sempre foi pautada no trabalho e no servir. Nunca misturei posição pessoal com militância. Tudo que tenho na vida foi conquistado com meu trabalho, sempre foi e será compatível com minha renda”, destaca a senadora que vem se afundando cada vez mais na Operação Lava-Jato.

  • 26set

    MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

     

    image

     

    As investigações da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) na Operação Lava Jato tiveram reconhecimento internacional na noite desta quinta-feira, 24 de setembro, com o recebimento do prêmio anual da Global Investigations Review (GIR), na categoria “órgão de persecução criminal ou membro do Ministério Público do ano”.

    Os procuradores Deltan Martinazzo Dallagnol, Carlos Fernando dos Santos Lima e Roberson Henrique Pozzobon representaram a equipe de 11 membros na cerimônia realizada em Nova Iorque.

    O Global Investigations Review (GIR) é um site de notícias que tem se firmado no cenário internacional como um dos principais canais sobre investigações contra a corrupção e instituiu o prêmio para celebrar os investigadores e as práticas de combate à corrupção e compliance que mais impressionaram no último ano.

    Em seis categorias, foram reconhecidas práticas investigatórias respeitadas e admiradas em todo o mundo. A força-tarefa concorreu com investigações famosas como a do caso Fifa.

    Os países que disputaram o prêmio com o Brasil foram Estados Unidos, Noruega, Reino Unido e Romênia.

    O secretário de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República, procurador regional Vladimir Aras, parabenizou a equipe, destacando a importância da premiação para o reconhecimento internacional da instituição.

    “Os colegas premiados juntam-se àqueles que atuaram na ação penal 470, premiados pela Associação Internacional de Procuradores (IAP, na sigla em inglês) em 2013, e ao procuradores do grupo Justiça de Transição, agraciados pela IAP no ano seguinte”, afirma.

    Formada por procuradores da República que estão na linha de frente da investigação na primeira instância da Justiça Federal do Paraná, a força-tarefa do MPF na Operação Lava Jato investiga um imenso esquema criminoso de corrupção envolvendo a Petrobras desde abril de 2014.

    Dentre os resultados, até o momento, estão 31 acusações criminais contra 143 pessoas pelos crimes de corrupção contra o Sistema Financeiro Nacional, organização criminosa, lavagem de dinheiro, entre outros.

    Foi descoberto o pagamento de propina de cerca de R$ 6,2 bilhões, sendo que R$ 1,5 bilhão já foram recuperados. Também foram propostas 5 acusações de improbidade administrativa contra 37 pessoas e empresas pedindo o ressarcimento total de R$ 6,7 bilhões.

    Designada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atualmente, a força-tarefa conta com 11 membros: Deltan Martinazzo Dallagnol (coordenador), Antônio Carlos Welter, Carlos Fernando dos Santos Lima, Januário Paludo, Orlando Martello Junior, Athayde Ribeiro Costa, Diogo Castor de Mattos, Roberson Henrique Pozzobon, Paulo Roberto Galvão, Júlio Noronha e Laura Tessler. Andrey Borges de Mendonça já integrou a equipe e atua como colaborador.

    Lista de indicados – 1) Brasil – Força-tarefa da Lava Jato no Paraná: por sua investigação e repressão no caso Petrobras

    2) Estados Unidos – Departamento de Serviços Financeiros de Nova Iorque: por tornar-se um dos executores mais temidos do mundo, com uma abordagem única e inflexível.

    3) Estados Unidos – Gabinete do procurador do Distrito Leste de Nova Iorque: por suas investigações no caso Fifa

    4) Noruega – Autoridade Nacional Norueguesa para Investigação e Ação Penal do Crime Econômico e Ambiental: por vencer o caso Yara, enviando uma mensagem para a Noruega e além

    5) Reino Unido – Escritório britânico contra fraudes financeiras (SFO): pela condenação a 14 anos de Tom Hayes no caso da manipulação da taxa de referência interbancária Libor

    6) Romênia – Diretório Nacional Anticorrupção: por mostrar que uma agência em um país pequeno pode atuar em grandes casos internacionais

  • 25set

    FOLHA.COM

     

    Moro diz que processos da Lava Jato correm risco se Justiça não mudar

     

     

    Pedro Ladeira/Folhapress
    O juiz federal Sergio Moro, responsável pela condução dos processos na Operação Lava Jato, participa de audiência pública na CCJ
    O juiz federal Sergio Moro, responsável pela condução dos processos na Operação Lava Jato

     

    O juiz federal Sergio Moro disse em debate nesta quinta-feira (24) em São Paulo que processos da Operação Lava Jato correm o risco de prescreverem se o sistema da Justiça criminal não mudar.

    “Há um risco, sim, de que esses processos caiam no esquecimento”, afirmou o juiz num almoço e debate organizado pelo Lide – Grupo de Líderes Empresariais, organização liderada por João Doria, pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo.

    Moro defende mudanças na Justiça junto com os procuradores da Lava Jato, como a prisão preventiva de quem desvia recursos públicos e a redução das chances de um crime de colarinho branco prescrever.

    O magistrado citou a Operação Mãos Limpas, que ocorreu na Itália entre 1992 e 1994, como um exemplo de que casos rumorosos podem resultar em impunidade.

    Segundo Moro, 40% dos 4.520 investigados na Mãos Limpas foram anistiados ou seus crimes prescreveram.

    O juiz afirmou que os empresários têm um papel essencial no combate à corrupção.

    “A iniciativa privada tem um papel importante em dizer não ao pagamento de propina”.

    Citando processos da Lava Jato que já julgou, Moro disse que os empresários já condenados endossavam a prática de pagamento de suborno.

    “Não houve nenhuma extorsão, o que é assustador”, disse, mencionando a Camargo Corrêa e a OAS como exemplo.

    Moro citou o caso de um empresário de Palermo, na Sicília, que ele considera um verdadeiro herói: Libero Grassi se recusou a pagar propina para a Máfia e conclamou os empresários a segui-lo.

    “A corrupção não é um problema só do poder público”, afirmou o juiz.

    O magistrado se recusou a comentar a decisão do Supremo de fatiar processos da Operação Lava Jato.

« Entradas anteriores   Próximas entradas »