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  • 23out

    BLOG DE ALUÍZIO AMORIM

     

    O empresário Hermes Magnus, o homem que fez as primeiras denúncias que deram origem à Operação Lava Jato da Polícia Federal, concedeu entrevista exclusiva ao jornal da Band TV.

    A reportagem revela como começaram as investigações que deram origem à Operação Lava Jato.

     

    Nesta entrevista Hermes Magnus, que hoje vive no exterior, depois que sofreu ameaças, conta como tudo aconteceu. 
    Não deixem de ver este vídeo. É impressionante! Imperdível!

  • 21out

    FOLHA.COM

     

    Propina era dividida com ex-ministros, afirma delator

     

     

    Zanone Fraissat – 15.abr.2014/Folhapress
    Alexandre Romano, ex-vereador do PT preso na Lava Jato
    Alexandre Romano, ex-vereador do PT preso na Lava Jato

     

    Mais novo delator da Lava Jato, o advogado e ex-vereador petista Alexandre Romano disse em seus depoimentos que dividia propinas ligadas a contratos do Ministério do Planejamento com o ex-ministro Paulo Bernardo e com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, entre 2010 e 2012. Os valores eram divididos em partes iguais, afirmou.

    Depois de 2012, segundo Romano, o ex-ministro da Previdência Carlos Gabbas também passou a se beneficiar do esquema.

    Investigadores da Lava Jato dizem que os desvios no Planejamento chegam a R$ 51 milhões desde 2010. Foi nesse ano que a pasta contratou, sem licitação, a empresa Consist para avaliar para bancos qual era a capacidade financeira de funcionários da pasta para tomarem empréstimos consignados. Na época, Bernardo era o ministro.

    A Consist contratava escritórios de advocacia em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre e o valor que a empresa pagava a eles era repassado para petistas.

    Um e-mail apreendido pela Polícia Federal aponta que Paulo Bernardo indicava o que deveria ser feito com os recursos. Um motorista de Gleisi foi pago com dinheiro do esquema, segundo a PF.

    Romano é considerado um personagem-chave para a apuração do caso porque ele era o responsável por receber recursos da Consist em São Paulo.

    O acordo foi fechado com a Procuradoria-Geral da República, em Brasília, porque Romano cita políticos em sua delação, como a senadora Gleisi Hoffmann.

    O suposto esquema no Planejamento começou a ser investigado pela Operação Lava Jato, mas o Supremo decidiu mandar o inquérito para a Justiça Federal de São Paulo por entender que ele não tem conexão com a Petrobras.

    Como tem foro privilegiado, Gleisi está sendo investigada pelo Supremo Tribunal Federal.

    Já o processo contra Paulo Bernardo, que não ocupa nenhum cargo desde que sua mulher perdeu a eleição para o governo do Paraná no ano passado, corre na Justiça Federal de São Paulo.

    Segundo outro delator da Lava Jato, o lobista Milton Pascowitch, a Consist pagou R$ 10,7 milhões ao tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, para conseguir o contrato no Planejamento.

    O ministério rompeu o acordo com a Consist depois que os investigadores apontaram o desvio.

    Romano estava preso desde 13 de agosto em Curitiba, foi libertado neste sábado (17) por ter feito o acordo e ficará em prisão domiciliar.

    OUTRO LADO

    O ex-ministro Paulo Bernardo e o PT não quiseram se manifestar sobre as acusações de Alexandre Romano.

    O ex-ministro Carlos Gabbas nega ter recebido recursos ilegais.

    O advogado de João Vaccari Neto, Luiz Flavio Borges D´Urso, diz que seu cliente só recebia doações legais.

    Para Gabbas, “a acusação não tem lógica nem fundamento” porque a Consist nunca trabalhou para o Ministério da Previdência.

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) diz que não teve acesso à delação, não conhece Romano nem recebeu doações ou repasses da Consist.

    O advogado de Romano, Antonio Augusto Figueiredo Basto, diz que seu cliente não fez acordo de delação.

  • 01out

    FOLHA.COM

     

     

    Suíça encontra quatro contas bancárias atribuídas a Eduardo Cunha

     

    Alan Marques/Folhapress
    BRASÍLIA, DF, BRASIL, 01.10.2015. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, dá entrevista no salão Verde da Câmara. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER
    O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

     

    Procuradores da Suíça não acharam uma só conta secreta, mas quatro, pelo menos, cujo controle é atribuído ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo a Folha apurou junto a investigadores que atuam no caso.

    Uma dessas contas tem como beneficiários Cunha e sua mulher, a jornalista Claudia Cordeiro Cruz, que foi apresentadora de telejornais da Rede Globo ente 1989 e 2001.

    Nesta quarta (30) o presidente da Câmara se recusou a comentar se tinha conta no exterior. Em março deste ano, em depoimento à CPI da Petrobras, ele disse que não tinha dinheiro fora do Brasil.

    A Folha revelou nesta quarta (30) que a Suíça descobrira contas, sem especificar o número delas.

    Os valores depositados nas quatro contas foram bloqueados pelas autoridades suícas por conta da suspeita de que receberam recursos de suborno, que chegaram àquele país por meio de processos de lavagem de dinheiro.

    A Suíça não revelou ainda o montante que foi bloqueado.

    As contas foram abertas em nome de empresas offshores, que ficam em paraísos fiscais para dificultar as investigações, já que esses países, diferentemente da Suíça, não costumam colaborar com apurações sobre lavagem de dinheiro e corrupção.

    Para evitar receber dinheiro de terrorismo, de drogas e de suborno, a Suíça exige que toda conta tenha um beneficiário final. Em quatro delas o beneficiário é Cunha, segundo as autoridades que investigam o caso.

    O Ministério Público da Confederação Suíça começou em abril a investigar a suspeita de que Cunha escondera dinheiro naquele país.

    A Suíça não irá prosseguir a apuração criminal sobre Cunha, como ocorre com outros suspeitos da Lava Jato.

    O país decidiu mandar para o Brasil todo o material encontrado sobre o presidente da Câmara para que a apuração seja feita aqui.

    A transferência da investigação para o Brasil está prevista no acordo de cooperação em matéria criminal que a Suíça assinou com o Brasil em 2009.

    Não é a primeira vez que isso ocorre. Autoridades suícas já haviam transferido para o país a apuração sobre o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

    DEPÓSITO DE LOBISTA

    Uma das contas cujo controle os suíços atribuem a Cunha recebeu recursos de um lobista do PMDB chamado João Augusto Henriques, preso pela Operação Lava Jato em 21 de setembro.

    Em depoimento à Polícia Federal, Henriques disse que fizera um depósito na conta de Cunha sem saber que era do deputado.

    Segundo o lobista do PMDB, ele fizera a transferência a pedido do economista Felipe Diniz, filho do deputado Fernando Diniz (PMDB-MG), que morreu em 2009.

    Ainda segundo Henriques, o valor depositado não era propina, mas uma comissão lícita porque Diniz o ajudara a costurar um negócio que resultara na compra pela Petrobras de um campo de exploração de petróleo no Benin, na África.

    Os investigadores na Lava Jato desconfiam que essa versão possa ter sido criada por Henriques para protejer Cunha.

    OUTRO LADO

    O advogado de Cunha, o ex-procurador geral da República Antonio Fernando de Souza disse por meio de nota que não comentaria as contas encontradas na Suíça.

    Souza disse que pretende se defender no inquérito contra o presidente da Câmara instaurado no Supremo Tribunal Federal.

    A Folha não conseguiu localizar o advogado de Fernando Diniz.

  • 01out

    GAZETA DO POVO

     

    E-mails apreendidos revelam convite de Gleisi para empreiteiros investigados

     

    Senadora Gleisi Hoffmann voltou a aparecer na investigação da Lava Jato. Foto:- Wenderson Araujo Gazeta do Povo

    Senadora Gleisi Hoffmann voltou a aparecer na investigação da Lava Jato. Foto:- Wenderson Araujo Gazeta do Povo

     

    A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) voltou a aparecer nas investigações da Operação Lava Jato. Na análise dos e-mails apreendidos pela Polícia Federal (PF) na Odebrecht, o nome da senadora aparece em uma troca de mensagens entre executivos da empresa.

    Trata-se de um convite da Casa Civil para uma reunião na qual estariam presentes representantes de outras quatro empresas investigadas na operação.

    Na troca de e-mails, a secretária do presidente da Odebrecht informa que Marcelo Odebrecht teria sido convidado para uma reunião no dia 10 de abril de 2013.

    “Ligaram da Casa Civil [Min. Gleisi] lhe convidando para uma reunião no dia 10/04, quarta-feira, às 9h00. Assunto: seguro de obras, concessões e similares”, diz um trecho do e-mail enviado à Odebrecht.

    De acordo com o e-mail, também foram convidados para a reunião os presidentes da Camargo Correa, OAS, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez – todas empresas investigadas na Operação Lava Jato por suspeita de formação de cartel para concorrer a obras públicas no país.

    Em resposta, Odebrecht pede que a secretária verifique se o executivo Benedicto Barbosa da Silva Junior pode ir em seu lugar. Segundo o presidente da empreiteira, “Ele mesmo [Benedicto] fala na Casa Civil”. Barbosa afirma que se organizaria para participar do encontro.

    Marcelo Odebrecht está preso no Complexo Médico Penal, em Pinhais, desde junho desse ano, quando a PF deflagrou a 14ª fase da Operação Lava Jato. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por participar do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato.

    Investigações

    Essa não é a primeira vez que o nome da senadora Gleisi Hoffmann aparece vinculado às investigações da Lava Jato.

    No Supremo Tribunal Federal (STF) há um inquérito que investiga a participação de Gleisi no esquema.

    Em depoimentos em regime de colaboração premiada o doleiro Alberto Youssef, disse que teria doado R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010, por intermédio de um empresário, dono de um shopping center em Curitiba.

    O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, também disse em delação premiada que, em 2010, recebeu pedido “para ajudar a campanha” de Gleisi.

    Segundo ele, a solicitação foi feita por Paulo Bernardo.

    Mais recentemente, o juiz federal Sergio Moro encaminhou ao STF outros indícios de envolvimento da senadora na Lava Jato.

    Segundo o despacho, parte do dinheiro repassado da Consist – empresa investigada por irregularidades em contratos no âmbito do Ministério do Planejamento – ao escritório do advogado Guilherme Gonçalves – que trabalhou em campanhas de Gleisi – foi usado para pagar despesas da senadora.

    Um dos exemplos citados no despacho de Moro é o pagamento do salário de um motorista de Gleisi.

    De acordo com os investigadores, a Consist teria iniciado pagamentos de vantagens indevidas depois da celebração de um acordo de cooperação entre o Ministério do Planejamento, a Associação Brasileira dos Bancos (ABBC) e o Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Privada (Sinapp).

    O objetivo do acordo era a disponibilização, pela internet, de serviços e sistema informatizado de gestão de margem consignável em folha de pagamento.

    Na semana passada, o STF aprovou o fatiamento das investigações referentes ao caso. A senadora será investigada no Supremo, mas o relator do caso não será o ministro Teori Zavascki, que atua nos casos da Lava Jato.

    Já os demais envolvidos, que não possuem prerrogativa de foro, serão investigados em São Paulo, e não mais no Paraná, onde atua a força-tarefa da Lava Jato.

    Outro lado

    Em nota, a senadora Gleisi Hoffmann afirmou que fez várias reuniões com os empresários para “discutir o tema de seguro de obras no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa de Investimento em Logística (PIL)”.

    “Numa dessas reuniões foi chamada para ouvir as grandes empresas que respondiam por obras do PAC e também manifestavam interesse em concessões. Participaram também o diretor de infraestrutura em logística do PAC, o diretor de Grandes Riscos da BB Seguros e o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Foi uma reunião divulgada na agenda diária e publicada no site da Casa Civil”.

    “Em outras oportunidades, nos reunimos com presidentes de associações da área, como a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)”, diz a nota.

    A senadora nega qualquer relação com a Consist. Sobre a suposta doação de R$ 1 milhão, Gleisi se defende.

    “Foram ouvidos todos os empresários que contribuíram para a minha campanha, foi levantado sigilo telefônico, tudo. E não apareceu absolutamente nada. Resta saber como vai ser finalizada”, diz.

  • 30set

    VEJA.COM

     

    Mendes: STF pode rever fatiamento da Lava Jato

     

     

    Após reunião com Eduardo Cunha, o ministro Gilmar Mendes defendeu que a corte reveja sua decisão.

    ‘As ramificações são preocupantes.’

     

     

    Ministro Gilmar Mendes em sessão plenária
    Ministro Gilmar Mendes em sessão plenária(Dorivan Marinho/SCO/STF/Divulgação)

     

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira acreditar que a corte pode fazer uma “correção de rumo” na decisão que abriu brecha para o fatiamento dos processos da Operação Lava Jato.

    Segundo ele, a corte pode voltar a analisar “com muito cuidado” o veredicto que permitiu retirar das mãos do juiz Sergio Moro ações sobre que não digam respeito diretamente à Petrobras.

    Numa decisão que turva o futuro das investigações sobre o maior escândalo de corrupção da história brasileira, o Supremo decidiu na última quarta-feira que Moro não deve ficar necessariamente com as ações resultantes da investigação inicial sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

    Os ministros julgaram um caso específico das investigações, a fase Pixuleco II, e determinou que o processo referente ao ex-vereador petista Alexandre Romano seja enviado de Curitiba para São Paulo e que o inquérito da senadora Gleisi Hoffmann saia das mãos do ministro Teori Zavascki, relator das ações do petrolão no STF.

    Apesar de a decisão do tribunal ter sido tomada apenas no processo que envolve Romano e Gleisi, os efeitos são devastadores.

    A partir de agora, o caminho está aberto para que uma enxurrada de recursos questione, por exemplo, porque o esquema de corrupção em Angra 3, não está sendo julgado no Rio de Janeiro ou os processos que tratam da atuação criminosa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em esquemas anexos ao petrolão não poderiam tramitar na Justiça de São Paulo.

    Mesmo depois da decisão do STF, o juiz Sergio Moro negou nesta semana pedido da construtora Odebrecht, feito ainda em agosto, para que as suspeitas contra a empreiteira não sejam julgadas em Curitiba.

    “Certamente essa decisão [do STF] será passível de embargos de declaração e vamos ter que fazer um exame mais acurado. Não se trata de interpretar o velho Código de Processo Penal feito em 1941 à luz das condições à época reinantes. Mas estamos falando de uma organização criminosa. As ramificações são muito preocupantes e evidentes”, alertou nesta quarta-feira Gilmar Mendes.

    “É preciso que entendamos a conexão ou a continência no contexto da nova lei de organização criminosa, que está permitindo esses avanços com delação premiada e todos os bons resultados. É possível que se encontrem meios de fazer uma distinção e talvez fazer alguma correção de rumo. Espero que isso venha a ser feito”, completou ele.

    Segundo o ministro, caso o Supremo não reveja a decisão que permitiu o fatiamento da Operação Lava Jato, “corremos o risco de ter que fazer um grande esforço de compartilhamento de provas entre Curitiba e outras instâncias”.

    “É preciso que discutamos isso com muito cuidado”, declarou o magistrado após se reunir com o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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