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  • 07mar

    O ANTAGONISTA

     

    URGENTE: LAVA JATO IDENTIFICA CONTATOS DE ALOYSIO COM GILMAR E PEDE SUSPEIÇÃO DO MINISTRO

     

    A Lava Jato encaminhou à PGR pedido de suspeição do ministro Gilmar Mendes nas investigações envolvendo Paulo Preto e o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira.

    No ofício encaminhado a Raquel Dodge, a força-tarefa anexou extratos de ligações e mensagens que indicam intensa articulação entre o advogado José Roberto Santoro, o ex-senador Aloysio Nunes, o ex-ministro Raul Jungmann e o ministro do STF Gilmar Mendes.

    Mendes acabou por conceder o habeas corpus, o que foi motivo de comemoração entre os interlocutores.

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    Nelson Jr./SCO/STF

     

    A cronologia devastadora que embasa o pedido do MPF para afastar Gilmar dos casos envolvendo Paulo Preto e Aloysio Nunes

     

    Ao pedir a suspeição de Gilmar Mendes nos casos que envolvem Aloysio Nunes Ferreira Filho e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, os procuradores reproduziram a cronologia dos contatos entre o tucano, o ministro do STF,  o ex-ministro da Justiça Raul Jungmann e o advogado de Paulo Preto, José Roberto Figueiredo Santoro.

    É uma cronologia devastadora.

    • “Em 08/02/2019, sexta-feira, Paulo Vieira de Souza, protocolou, por meio de seu advogado José Figueiredo Santoro, Habeas Corpus número 167727 perante o E. Supremo Tribunal Federal, distribuído no mesmo dia por prevenção ao Ministro Gilmar Mendes.
    • “Às 18h23 do dia 10/02/2019, por meio de aplicativo de mensagem, o advogado José Roberto Figueiredo Santoro perguntou a Aloysio Nunes Ferreira Filho: ‘Caríssimo você falou com nosso amigo?’
    • “Na sequência, especialmente no dia 11/02/2019, segunda-feira, primeiro dia útil após o protocolo do habeas corpus, diversos fatos, dados o contexto narrado e os personagens envolvidos, aconteceram em íntima conexão ao processo distribuído no Supremo Tribunal Federal.
    • “Às 16h50, o telefone XXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes fez contato, por 1 minuto e 8 segundos, com Aloysio Nunes Ferreira Filho (…)
    • “Às 17h32, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho falou com o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann, durante 45 segundos (…)
    • “Às 17h48, o telefone XXXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes tentou  realizar contato com Aloysio Nunes Ferreira Filho.
    • “Às 18h33, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho tentou falar com o ex-ministro da Justiça Raul Jungmann (…)
    • “Às 18h39, por aplicativo de mensagens, Aloysio Nunes Ferreira Filho recebeu do ex-ministro da Justiça Raul Jungmann o número do celular aparentemente atribuído ao Ministro Gilmar Mendes (…)
    • “Às 19h10, por aplicativo de mensagens, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann perguntou a Aloysio Nunes Ferreira Filho se ele havia falado com o Ministro Gilmar Mendes: “Falou?!”
    • “Entre 19h11 e 19h13, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho tentou realizar contato com telefones aparentemente atribuídos ao Ministro Gilmar Mendes, inclusive aquele que foi transmitido a Aloysio Nunes Ferreira Filho por Raul Jungmann imediatamente antes (…)
    • “Às 19h13, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho falou com o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann, durante 1 minuto e 30 segundos (…)
    • “Às 19h18, por aplicativo de mensagens, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann enviou a Aloysio Nunes Ferreira Filho um novo número de contato aparentemente atribuído ao Ministro Gilmar Mendes, com o texto: “Tente esse outro” (…) 
    • “Entre 19h26 e 19h29, o telefone XXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes tentou realizar contato com Aloysio Nunes Ferreira Filho (…)
    • “Às 19h29, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho foi contatado pelo telefone XXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes, e manteve conversar por 52 segundos (…)
    • “Entre 19h31 e 19h34, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho tentou falar com o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann (…)
    • “Às 19h34, por aplicativo de mensagens, Aloysio Nunes Ferreira Filho informou o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann que falou com o Ministro Gilmar Mendes: “Falei”.
    • “Às 19h51, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann perguntou: “E?!?!”.
    • “Às 21h19, Aloysio Nunes Ferreira Filho respondeu: “Vago, cauteloso, como não poderia ser diferente.”
    • “Em paralelo, às 19h34 e 19h35, por aplicativo de mensagens, Aloysio Nunes Ferreira Filho informou ao seu advogado José Roberto Figueiredo Santoro que falou com “o amigo” Ministro Gilmar Mendes: “Falei. Resposta vaga: sim, já estou sabendo…”, e “Compreensível dadas as circunstâncias”.
    • “Em resposta, às 20h02, José Roberto Figueiredo Santoro escreveu a Aloysio Nunes Ferreira Filho: “Vc é um anjo”.
    • “No dia 12/02/2019, às 14h19 e às 14h22, Lélio Guimarães Vianna, oficial de Justiça da 5a Vara Federal de São Paulo, por aplicativo de mensagens, envia foto e mensagem a Aloysio Nunes Ferreira Filho. Na mensagem, escreveu: “Boa tarde, Dr. Aloísio, como combinado segue foto. Peço a gentileza de confirmar horário para que possamos fazer a intimação. Grato. Lélio Oficial de Justiça”.
    • “Conforme a imagem revela, tratava-se de intimação para que Aloysio Nunes Ferreira Filho participasse de audiência na 5a Vara da Justiça Federal de São Paulo, na condição de testemunha de defesa de Paulo Vieira de Souza, no processo criminal número 0011507-87.2018.403.6181 (…)
    • “No dia 13/02/2019, às 22h28, por aplicativo de mensagens, José Roberto Figueiredo Santoro informou a Aloysio Nunes Ferreira Filho que o Ministro Gilmar Mendes deferiu o Habeas Corpus número 167727, em que figurava como interessado Paulo Vieira de Souza, afilhado político de Aloysio Nunes Ferreira Filho: “Deferiu o HC”.
    • “No dia 14/02/2019, quando a notícia sobre o Habeas Corpus chegou à grande imprensa, às 16h15, Aloysio Nunes Ferreira Filho escreveu ao ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann: “Nosso  causídico é foda”.
    • “Em resposta, às 21h36, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann escreveu: Sr. de escravos..”
  • 15fev

    JOVEM PAN

     

    Vélez quer investigar corrupção e desvios no MEC

     

     

    Uma Operação “Lava Jato da Educação” pode ter início com indícios de corrupção e desvios de dinheiro público descobertos em investigação interna sobre atos de gestões anteriores no Ministério da Educação, afirmou nesta quinta-feira (14) o titular da pasta, Ricardo Vélez Rodríguez.

    Ele assumiu o cargo em janeiro, nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro.

    A declaração foi feita durante a assinatura de protocolo de intenções com outros órgãos de governo que vão apurar esses supostos desvios.

    O evento teve presença dos ministros Sérgio Moro (Justiça), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e André Mendonça (Advocacia-Geral da União), além do diretor geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

    Segundo o Ministério da Educação, Vélez apresentou exemplos “emblemáticos” de favorecimentos indevidos e desvios nos programas Universidade Para Todos (Prouni) e Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) – este envolvendo o Sistema S -, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em faculdades federais.

    O pente-fino em gestões anteriores é prioridade do ministro nos primeiros 100 dias de gestão.

    A pasta pretende enviar documentos para ministérios poderem “aprofundar investigações, instaurar inquéritos e propor medidas judiciais” cabíveis.

    “Queremos apurar desvios praticados por pessoas que usaram o MEC e as autarquias como instrumentos para desvios”, afirmou Vélez.
    Segundo a pasta, os demais ministros elogiaram a iniciativa e se colocaram à disposição.
  • 09jan

    ISTOÉ

     

    Ex-segurança de Lula diz que ‘cumpriu ordens’ e foi ‘capataz’ de reforma no sítio

     

    Ex-segurança de Lula diz que ‘cumpriu ordens’ e foi ‘capataz’ de reforma no sítio

    Lula no sítio de Atibaia

     

    Em alegações finais no processo envolvendo o sítio Santa Bárbara, em Atibaia, Rogério Aurélio Pimentel, ex-segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a citar o recebimento de envelopes de dinheiro da Odebrecht e disse que foi “capataz” das obras feitas por empreiteiras no imóvel.

    O assessor afirmou que apenas cumpriu ordens da ex-primeira-dama Marisa Letícia e que não agiu fora das atribuições de seu cargo. Pimentel pediu à juíza federal Gabriela Hardt absolvição.

    As alegações finais são o último capítulo da ação penal, em que os réus entregam suas últimas peças de defesa, antes de serem sentenciados.

    O ex-presidente é acusado de receber supostas propinas de R$ 1 milhão correspondentes às reformas no imóvel, que está em nome de Fernando Bittar, filho de Jacob Bittar, ex-prefeito de Campinas e amigo do petista.

    Lula nega e afirma ter sido perseguido tanto por Sérgio Moro, quando exercia a magistratura, quanto por Gabriela Hardt.

    Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato, Pimentel teria ajudado a ocultar as supostas vantagens indevidas da OAS, Odebrecht e Schahin, quando tocou as reformas no sítio.

    Em alegações finais, ele afirma que “não participou da ocultação de patrimônio ou valor algum, apenas foi-lhe determinado funcionar como ‘capataz’ na reforma do famigerado sítio, ou seja, ver o andamento da obra e informar à Primeira-dama”.

    Pimentel também confirmou a movimentação de dinheiro em espécie da Odebrecht em meio às necessidades das obras no sítio.

    “Se o Réu não sabia sequer as quantias que continham nos envelopes, tampouco possa se esperar que soubesse de eventual origem ilícita dos valores”.

    “Enquanto o Ministério Público acredita que o Réu [Rogério Aurélio Pimentel] tenha sido partícipe de um grande plano de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, sendo o responsável pela obra, na verdade este era apenas, e tão somente, o mensageiro das demandas”, sustentam os advogados.

  • 08jan

    NOTÍCIAS BRASIL ONLINE

     

    Para desespero dos corruptos, Moro se aproxima de Militares do alto comando e pretende criar ‘Lava Jato permanente’

     

     

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro , pode colocar políticos em estado constante de alerta.

    Moro tem o objetivo de criar uma “Lava Jato permanente”, como informa o portal Valor.

    Para isso, o ex-juiz federal mostra uma aproximação com militares do alto comando do Exército, Marinha e Aeronáutica, e também do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

    A previsão orçamentária de R$ 5 bilhões pode fazer com que aconteça algo inédito na história da Segurança Pública, que seria a junção de práticas envolvendo trabalho conjunto entre as Forças Armadas, Polícia Civil e Militar dos Estados, além da Polícia Federal.

    Um dos pontos será evitar a burocracia entre as instituições, abrindo um canal de diálogo.

    Segundo avaliação de um dos integrantes da equipe ministral, como explica o Valor, a burocracia condiz com a demora na tomada de decisões, o que facilita a contextualização da onda de crimes vindos de organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital, conhecido como PCC.

    O grupo é responsável por controlar presídios em diversos estados e ordenar assassinatos e roubos.

    O grupo também busca o monopólio do tráfico de drogas na América do Sul.

    Histórico do ministro
    Sergio Moro ganhou notoriedade pela sua forma de conduzir as investigações da Operação Lava Jato.

    Então juiz, colocou na cadeia o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e outros políticos e empresários envolvidos em crimes.

    Dessa forma, recebeu convite de Jair Bolsonaro para assumir o superministério.

    Moro aceitou e agora busca costurar apoios para autorização de novas medidas no combate à corrupção e crime organizado.

    Pela posição que agora ocupa, Moro consegue maior espaço para aproximação com os militares.

    Discurso de posse
    Na última quarta-feira, 2 de janeiro, foi realizado a cerimônia de posse do ministro.

    Em seu discurso, Moro enfatizou uma fala que atribuiu a Dias Toffoli.

    Na ocasião, o ex-juiz disse que a Justiça e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) devem desenvolver a incrementação da qualidade da Segurança Pública e políticas penitenciárias.

    Moro chegou ao evento juntamente com o ministro da Corte.

    Em outro momento durante a cerimônia de posse, Moro fez mais um aceno para Toffoli.

    O ex-juiz citou a criação do Banco Nacional de Perfis Genéticos, que tem como objetivo a criação de cadastro biométrico para condenados.

    Um outro ponto de proposta de Moro é a infiltração de agentes em facções criminosas, os chamados “policiais disfarçados”.

    O ministro pretende encaminhar o projeto de Lei.

  • 27nov

    O ANTAGONISTA

     

    E-mails do Instituto Lula e transferência bancária de R$ 1 milhão provam lavagem de dinheiro, diz Lava Jato

     

    Na nova denúncia contra Lula por lavagem de dinheiro, a primeira da Lava Jato de São Paulo envolvendo o petista, a força-tarefa afirma que a transação que teria levado ao pagamento de R$ 1 milhão ao Instituto Lula começou entre setembro e outubro de 2011, registra o Estadão.

    A Procuradoria relata que Rodolfo Giannetti Geo procurou Lula e solicitou que o petista interviesse junto ao presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, para que o governo daquele país continuasse realizando operações comerciais com o Grupo ARG, especialmente na construção de rodovias.

    “As provas do crime denunciado pelo Ministério Público Federal foram encontradas nos e-mails do Instituto Lula, apreendidos em busca e apreensão realizada no Instituto Lula em março de 2016 na Operação Aletheia, 24ª fase da Operação Lava Jato de Curitiba”, informou a Lava Jato.

    Em e-mail de 5 de outubro de 2011, relata o jornal, o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Lula, Miguel Jorge, escreveu para Clara Ant, diretora do Instituto Lula, que o ex-presidente havia dito a ele que gostaria de falar com Geo sobre o trabalho da empresa na Guiné Equatorial.

    A empresa estava disposta a fazer uma contribuição financeira “bastante importante” ao Instituto Lula, de acordo com a mensagem.

    Em maio de 2012, em consequência desses contatos, Geo encaminha para Clara Ant por e-mail uma carta digitalizada de Teodoro Obiang para Lula e pede para levar ao mandatário uma resposta de Lula.

    Na carta assinada por Lula, o petista informa a Obiang que Geo dirige a Arg, “empresa que já desde 2007 se familiarizou com a Guiné Equatorial, destacando-se na construção de estradas”.

    Lula também afirma acreditar que o país poderia ingressar, futuramente, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

    A carta foi entregue em mãos a Obiang por Rodolfo Geo.

    “Na análise dos dados apreendidos no Instituto Lula foi localizado registro da transferência bancária de R$ 1 milhão pela ARG ao instituto em 18 de junho de 2016″.

    Recibo emitido pela instituição na mesma data e também apreendido registra a ‘doação’ do valor.

    Para o MPF, não se trata de doação, mas pagamento de vantagem a Lula em virtude do ex-presidente do Brasil ter influenciado o presidente de outro país no exercício de sua função.

    Como a doação feita pela ARG seria um pagamento, o registro do valor como uma doação é ideologicamente falso e trata-se apenas de uma dissimulação da origem do dinheiro ilícito, e, portanto, configura crime de lavagem de dinheiro.”

    xxxxx

     

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