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  • 17maio

    RENOVA MÍDIA

     

    Juiz da Lava Jato manda prender José Dirceu

     

    Justiça do Paraná mandou prender novamente o ex-ministro José Dirceu (PT)

     

    Juiz da Lava Jata manda prender José Dirceu

     

    O juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal no Paraná, onde está localizada a Operação Lava Jato, expediu o novo mandado de prisão contra José Dirceu na noite desta quinta-feira (16).

    Bonat concedeu ao ex-ministro a chance de se entregar à Polícia Federal em Curitiba até as 16h desta sexta-feira (17).

    Mais cedo, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que julga os processos da Lava Jato em segunda instância, confirmou a condenação do ex-ministro a 8 anos e 10 meses, como noticiou a RENOVA.

    O ex-ministro ficou preso no Paraná entre agosto de 2015 e maio de 2017.

    Na ocasião, ele obteve no Supremo Tribunal Federal (STF) um habeas corpus para aguardar o julgamento dos recursos em liberdade, mas com monitoramento por tornozeleira eletrônica.

    Em maio de 2018, após esgotados os recursos no TRF-4 sobre sua primeira condenação na Lava Jato, ele foi preso novamente.

    No fim de junho, porém, a Segunda Turma do STF decidiu manter o réu solto até que os recursos dele sejam julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), registra o G1.

  • 16maio

    INTERNET

     

    Por uma Lavajato no Futebol

    O futebol brasileiro é tão ou mais podre do que a política!

     

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  • 07mar

    O ANTAGONISTA

     

    URGENTE: LAVA JATO IDENTIFICA CONTATOS DE ALOYSIO COM GILMAR E PEDE SUSPEIÇÃO DO MINISTRO

     

    A Lava Jato encaminhou à PGR pedido de suspeição do ministro Gilmar Mendes nas investigações envolvendo Paulo Preto e o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira.

    No ofício encaminhado a Raquel Dodge, a força-tarefa anexou extratos de ligações e mensagens que indicam intensa articulação entre o advogado José Roberto Santoro, o ex-senador Aloysio Nunes, o ex-ministro Raul Jungmann e o ministro do STF Gilmar Mendes.

    Mendes acabou por conceder o habeas corpus, o que foi motivo de comemoração entre os interlocutores.

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    Nelson Jr./SCO/STF

     

    A cronologia devastadora que embasa o pedido do MPF para afastar Gilmar dos casos envolvendo Paulo Preto e Aloysio Nunes

     

    Ao pedir a suspeição de Gilmar Mendes nos casos que envolvem Aloysio Nunes Ferreira Filho e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, os procuradores reproduziram a cronologia dos contatos entre o tucano, o ministro do STF,  o ex-ministro da Justiça Raul Jungmann e o advogado de Paulo Preto, José Roberto Figueiredo Santoro.

    É uma cronologia devastadora.

    • “Em 08/02/2019, sexta-feira, Paulo Vieira de Souza, protocolou, por meio de seu advogado José Figueiredo Santoro, Habeas Corpus número 167727 perante o E. Supremo Tribunal Federal, distribuído no mesmo dia por prevenção ao Ministro Gilmar Mendes.
    • “Às 18h23 do dia 10/02/2019, por meio de aplicativo de mensagem, o advogado José Roberto Figueiredo Santoro perguntou a Aloysio Nunes Ferreira Filho: ‘Caríssimo você falou com nosso amigo?’
    • “Na sequência, especialmente no dia 11/02/2019, segunda-feira, primeiro dia útil após o protocolo do habeas corpus, diversos fatos, dados o contexto narrado e os personagens envolvidos, aconteceram em íntima conexão ao processo distribuído no Supremo Tribunal Federal.
    • “Às 16h50, o telefone XXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes fez contato, por 1 minuto e 8 segundos, com Aloysio Nunes Ferreira Filho (…)
    • “Às 17h32, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho falou com o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann, durante 45 segundos (…)
    • “Às 17h48, o telefone XXXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes tentou  realizar contato com Aloysio Nunes Ferreira Filho.
    • “Às 18h33, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho tentou falar com o ex-ministro da Justiça Raul Jungmann (…)
    • “Às 18h39, por aplicativo de mensagens, Aloysio Nunes Ferreira Filho recebeu do ex-ministro da Justiça Raul Jungmann o número do celular aparentemente atribuído ao Ministro Gilmar Mendes (…)
    • “Às 19h10, por aplicativo de mensagens, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann perguntou a Aloysio Nunes Ferreira Filho se ele havia falado com o Ministro Gilmar Mendes: “Falou?!”
    • “Entre 19h11 e 19h13, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho tentou realizar contato com telefones aparentemente atribuídos ao Ministro Gilmar Mendes, inclusive aquele que foi transmitido a Aloysio Nunes Ferreira Filho por Raul Jungmann imediatamente antes (…)
    • “Às 19h13, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho falou com o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann, durante 1 minuto e 30 segundos (…)
    • “Às 19h18, por aplicativo de mensagens, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann enviou a Aloysio Nunes Ferreira Filho um novo número de contato aparentemente atribuído ao Ministro Gilmar Mendes, com o texto: “Tente esse outro” (…) 
    • “Entre 19h26 e 19h29, o telefone XXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes tentou realizar contato com Aloysio Nunes Ferreira Filho (…)
    • “Às 19h29, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho foi contatado pelo telefone XXXX do gabinete do Ministro Gilmar Mendes, e manteve conversar por 52 segundos (…)
    • “Entre 19h31 e 19h34, por telefone, Aloysio Nunes Ferreira Filho tentou falar com o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann (…)
    • “Às 19h34, por aplicativo de mensagens, Aloysio Nunes Ferreira Filho informou o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann que falou com o Ministro Gilmar Mendes: “Falei”.
    • “Às 19h51, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann perguntou: “E?!?!”.
    • “Às 21h19, Aloysio Nunes Ferreira Filho respondeu: “Vago, cauteloso, como não poderia ser diferente.”
    • “Em paralelo, às 19h34 e 19h35, por aplicativo de mensagens, Aloysio Nunes Ferreira Filho informou ao seu advogado José Roberto Figueiredo Santoro que falou com “o amigo” Ministro Gilmar Mendes: “Falei. Resposta vaga: sim, já estou sabendo…”, e “Compreensível dadas as circunstâncias”.
    • “Em resposta, às 20h02, José Roberto Figueiredo Santoro escreveu a Aloysio Nunes Ferreira Filho: “Vc é um anjo”.
    • “No dia 12/02/2019, às 14h19 e às 14h22, Lélio Guimarães Vianna, oficial de Justiça da 5a Vara Federal de São Paulo, por aplicativo de mensagens, envia foto e mensagem a Aloysio Nunes Ferreira Filho. Na mensagem, escreveu: “Boa tarde, Dr. Aloísio, como combinado segue foto. Peço a gentileza de confirmar horário para que possamos fazer a intimação. Grato. Lélio Oficial de Justiça”.
    • “Conforme a imagem revela, tratava-se de intimação para que Aloysio Nunes Ferreira Filho participasse de audiência na 5a Vara da Justiça Federal de São Paulo, na condição de testemunha de defesa de Paulo Vieira de Souza, no processo criminal número 0011507-87.2018.403.6181 (…)
    • “No dia 13/02/2019, às 22h28, por aplicativo de mensagens, José Roberto Figueiredo Santoro informou a Aloysio Nunes Ferreira Filho que o Ministro Gilmar Mendes deferiu o Habeas Corpus número 167727, em que figurava como interessado Paulo Vieira de Souza, afilhado político de Aloysio Nunes Ferreira Filho: “Deferiu o HC”.
    • “No dia 14/02/2019, quando a notícia sobre o Habeas Corpus chegou à grande imprensa, às 16h15, Aloysio Nunes Ferreira Filho escreveu ao ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann: “Nosso  causídico é foda”.
    • “Em resposta, às 21h36, o ex-Ministro da Justiça Raul Jungmann escreveu: Sr. de escravos..”
  • 15fev

    JOVEM PAN

     

    Vélez quer investigar corrupção e desvios no MEC

     

     

    Uma Operação “Lava Jato da Educação” pode ter início com indícios de corrupção e desvios de dinheiro público descobertos em investigação interna sobre atos de gestões anteriores no Ministério da Educação, afirmou nesta quinta-feira (14) o titular da pasta, Ricardo Vélez Rodríguez.

    Ele assumiu o cargo em janeiro, nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro.

    A declaração foi feita durante a assinatura de protocolo de intenções com outros órgãos de governo que vão apurar esses supostos desvios.

    O evento teve presença dos ministros Sérgio Moro (Justiça), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e André Mendonça (Advocacia-Geral da União), além do diretor geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo.

    Segundo o Ministério da Educação, Vélez apresentou exemplos “emblemáticos” de favorecimentos indevidos e desvios nos programas Universidade Para Todos (Prouni) e Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) – este envolvendo o Sistema S -, concessão ilegal de bolsas de ensino a distância e irregularidades em faculdades federais.

    O pente-fino em gestões anteriores é prioridade do ministro nos primeiros 100 dias de gestão.

    A pasta pretende enviar documentos para ministérios poderem “aprofundar investigações, instaurar inquéritos e propor medidas judiciais” cabíveis.

    “Queremos apurar desvios praticados por pessoas que usaram o MEC e as autarquias como instrumentos para desvios”, afirmou Vélez.
    Segundo a pasta, os demais ministros elogiaram a iniciativa e se colocaram à disposição.
  • 09jan

    ISTOÉ

     

    Ex-segurança de Lula diz que ‘cumpriu ordens’ e foi ‘capataz’ de reforma no sítio

     

    Ex-segurança de Lula diz que ‘cumpriu ordens’ e foi ‘capataz’ de reforma no sítio

    Lula no sítio de Atibaia

     

    Em alegações finais no processo envolvendo o sítio Santa Bárbara, em Atibaia, Rogério Aurélio Pimentel, ex-segurança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a citar o recebimento de envelopes de dinheiro da Odebrecht e disse que foi “capataz” das obras feitas por empreiteiras no imóvel.

    O assessor afirmou que apenas cumpriu ordens da ex-primeira-dama Marisa Letícia e que não agiu fora das atribuições de seu cargo. Pimentel pediu à juíza federal Gabriela Hardt absolvição.

    As alegações finais são o último capítulo da ação penal, em que os réus entregam suas últimas peças de defesa, antes de serem sentenciados.

    O ex-presidente é acusado de receber supostas propinas de R$ 1 milhão correspondentes às reformas no imóvel, que está em nome de Fernando Bittar, filho de Jacob Bittar, ex-prefeito de Campinas e amigo do petista.

    Lula nega e afirma ter sido perseguido tanto por Sérgio Moro, quando exercia a magistratura, quanto por Gabriela Hardt.

    Segundo a força-tarefa da Operação Lava Jato, Pimentel teria ajudado a ocultar as supostas vantagens indevidas da OAS, Odebrecht e Schahin, quando tocou as reformas no sítio.

    Em alegações finais, ele afirma que “não participou da ocultação de patrimônio ou valor algum, apenas foi-lhe determinado funcionar como ‘capataz’ na reforma do famigerado sítio, ou seja, ver o andamento da obra e informar à Primeira-dama”.

    Pimentel também confirmou a movimentação de dinheiro em espécie da Odebrecht em meio às necessidades das obras no sítio.

    “Se o Réu não sabia sequer as quantias que continham nos envelopes, tampouco possa se esperar que soubesse de eventual origem ilícita dos valores”.

    “Enquanto o Ministério Público acredita que o Réu [Rogério Aurélio Pimentel] tenha sido partícipe de um grande plano de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, sendo o responsável pela obra, na verdade este era apenas, e tão somente, o mensageiro das demandas”, sustentam os advogados.

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