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  • 18maio

    BEM PARANÁ

     

    Ex-ministro José Dirceu chega ‘atrasado’ à Polícia Federal em Curitiba

     

    José Dirceu

    José Dirceu (Foto: Agência Brasil)

     

    O ex-ministro José Dirceu chegou às 21h30 desta sexta-feira (17) à sede da Polícia Federal, em Curitiba.

    O prazo para ele se apresentar vencia às 16 horas desta sexta.

    Contudo, ele não foi considerado foragido; a defesa do ex-ministro confirmou que ele se entregaria ainda nesta sexta-feira, mas um pouco atrasado.

    Dirceu mora em Brasília, a 1.400 km de Curitiba, e veio de carro à capital paranaense.

    A viagem duraria pelo menos 16 horas, sem paradas, sem exceder limites de velocidade e com pista e visibilidade boa.

    Segundo informações preliminares, ele deveria chegar por volta das 20h30 à sede da PF.

    O atraso ocorreu também porque, segundo a defesa, a pista estava molhada.

    A prisão de Dirceu ocorre porque a Justiça do Paraná ordenou o cumprimento da pena da segunda condenação na Operação Lava Jato.

    Ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão foi assinada pelo juiz Luiz Antônio Bonat na quinta-feira (16). Foi ele quem estipulou que Dirceu deveria se entregar até esta sexta, às 16 horas.

    A determinação de prisão foi feita depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) negou um recurso da defesa do ex-ministro.

    Os advogados pediam a prescrição da pena. O ministro foi condenado em 2017 por corrupção e lavagem de dinheiro.

    Na primeira instância, no Paraná, a pena estipulada foi de 11 anos e 3 meses. Após o recurso, a 8ª Turma do TRF-4 decidiu reduzir o tempo para 8 anos e 10 meses.

  • 11mar

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Saiba porque o nome de uma delegada da Lava Jato no comando do COAF amedronta a Grande Mídia

     

     

    O fato de Sérgio Moro, titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Messias Bolsonaro, ter nomeado Erika Marena, a “mãe” do nome “Operação Lava Jato” e membro de sua força-tarefa, para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) parece ter chateado alguns magnatas da Imprensa brasileira e setores duvidosos da “high society”.

    Neste domingo (10), por exemplo, o jornalista Elio Gaspari dedicou sua tradicional coluna na Folha de S.Paulo para detonar membros da #LavaJato.

    Escreve que esse grupo “formou uma fundação” e em alguns trechos chega a acusá-los de agir à revelia da lei para alcançar objetivos.

    Críticas semelhantes são avistadas em matérias do G1 – O Portal de Notícias da Globo, do Estadão e na Revista Veja, além de ilustrar “análises” de colunistas e “especialistas”. Uma ação abertamente coordenada.

    Fico pensando… em 519 anos de História, nunca o Brasil teve uma equipe de autoridades qualificadas disposta a empenhar todos os esforços necessários (inclusive comprometendo suas vidas pessoais, casamento, filhos, etc.) para punir o crime organizado de colarinho-branco e recuperar alguns bilhões de reais roubados dos cofres públicos.

    Reitero: NUNCA tínhamos visto algo dessa natureza no Brasil. Tudo que tínhamos era uma vastíssima história de CORRUPÇÃO e IMPUNIDADE encrostada nos Três Poderes.

    E por que agora nossos “doutos especialistas” decidiram descer o malho nos membros da #LavaJato?

    A resposta passa exatamente pelo alcance e pelo poder do COAF.

    Façamos uma pergunta simples: onde estava o COAF quando o baiano Geddel Vieira Lima movimentou R$ 51 milhões, sacando essa quantia de bancos brasileiros e malocando-a em malas e caixas de papelão num apartamento em Salvador?

    Ou quando Paulo Preto lavou a égua do tucanato com R$ 100 milhões escondidos num bunker em São Paulo, como informa um delator ao Poder Judiciário?

    O que nós tínhamos até aqui era um COAF aparelhado e seletivo, que só alcançava irregularidades nas movimentações financeiras do botequim da dona Emengarda ou no quiosque de frango assado da dona Vespasiana.

    Peixes graúdos nunca caíram na rede do COAF. Por que?

    Essas perguntas ajudam a esclarecer a razão dos ataques coordenados aos membros da #LavaJato exatamente quando Sérgio Moro nomeia um deles para a chefia do COAF.

    Assim como a Receita Federal já começou a pescar tubarões da envergadura de ministros do Supremo Tribunal Federal, já imaginaram o COAF enquadrando figuras notórias por movimentações financeiras suspeitas?

    Muito em breve, vamos descobrir que os R$ 2 milhões do Queiroz e do Flávio Bolsonaro são fichinha perto das contas pejotizadas de alguns jornalistas, atores, cantores, apresentadores de TV, palestrantes e “especialistas”.

    Ter alguém da Operação Lava-Jato no comando do COAF é um baita trunfo.

    Nós, Povo Brasileiro, devemos esse voto de confiança a pessoas que, comprovadamente, trabalham em favor do País há mais de cinco anos.

    É nosso dever… mesmo que isso contrarie o Elio Gaspari.

    Sigamos em frente…

  • 28fev

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Lava Jato não se intimida, reage e taxa Gilmar como “mentiroso”

     

     

     

    Duríssima a nota expedida pela Força Tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro.

    O ‘intocável’ ministro Gilmar Mendes em entrevistas concedidas nos últimos dias, após ter se tornado público a sua investigação por parte da Receita Federal, atacou os membros da Força Tarefa e ofendeu procuradores e magistrados envolvidos na Operação Calicute.

    A parte que trata Gilmar Mendes como ‘mentiroso’ diz o seguinte sobre as afirmações proferidas pelo ministro: “(…)são devaneios sem qualquer compromisso com a verdade”.

    Veja abaixo a íntegra da nota:

    “As afirmações propaladas há alguns dias na mídia pelo ministro do STF Gilmar Mendes, sobre uma suposta relação entre procedimentos instaurados pela Receita Federal contra si, e as suas decisões nos habeas corpus derivados da Operação Calicute, são devaneios sem qualquer compromisso com a verdade.

    Os membros da Força-Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro não têm conhecimento de qualquer atuação do órgão fazendário que tenha relação, ainda que indiretamente, com o ministro Gilmar.

    A Receita Federal, por meio do seu Escritório de Pesquisa e Investigação (ESPEI) é importante parceira do Ministério Público Federal nas investigações realizadas, sendo sua atuação limitada ao objeto das apurações, sempre com respaldo na lei e prévia autorização judicial.

    O auditor que supostamente teria investigado o Ministro não trabalha, nunca trabalhou ou foi demandado por membros da Força-Tarefa da Lava Jato do Rio de Janeiro.

    A propósito, as divergências com o Ministro ou qualquer outra autoridade foram sempre expressadas em manifestações formais e em procedimentos próprios, como nos dois pedidos de suspeição/impedimento que foram feitos, em razão da notória ligação de Mendes com investigados que por ele foram soltos.

    É preocupante que um Ministro do Supremo Tribunal Federal se sinta perseguido. Havendo fatos ilícitos concretos devem ser objetivamente apontados, para que sejam investigados.

    Mas palavras ao vento e insinuações caluniosas para desqualificar o trabalho de instituições brasileiras que têm o reconhecimento da sociedade em nada contribuem para o amadurecimento da nossa democracia.

    A afirmação em público de que a Receita Federal presta serviços de “pistolagem” por encomenda de procuradores e juízes demonstra que Sua Excelência continua a ofender gratuitamente a honra de magistrados e servidores porque acredita estar acima do bem e do mal, comportamento que numa República amadurecida não deve ter espaço.”

  • 27fev

    ISTOÉ

     

    Em segredo, operador do PSDB recorre a Gilmar, que já o soltou 2 vezes

     

    Em segredo, operador do PSDB recorre a Gilmar, que já o soltou 2 vezes

     

    O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, apontado pela Operação Lava Jato com operador do PSDB, recorreu ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 25.

    A defesa de Vieira de Souza entrou com uma Reclamação – instrumento jurídico que visa preservar a competência da Corte mais alta do País e garantir a autoridade de suas decisões – em segredo de Justiça.

    A Reclamação, em processo físico, foi distribuída a Gilmar por prevenção ao inquérito 4428 – no qual Vieira de Souza é investigado.

    Esta apuração foi enviada para a Justiça Eleitoral de São Paulo por decisão da Segunda Turma – da qual Gilmar faz parte – no dia 12 de fevereiro.

    Por volta das 16h, Gilmar tirou o sigilo do procedimento.

    O ex-diretor da Dersa é réu em duas ações penais da Lava Jato em São Paulo, uma sobre supostos desvios de R$ 7,7 milhões que deveriam ser aplicados na indenização de moradores impactados pelas obras do Rodoanel Sul e da ampliação da avenida Jacu Pêssego e outra sobre cartel em obras viárias do Estado e do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Metropolitano.

    No dia 13 de fevereiro, o ministro atendeu a um recurso da defesa do ex-diretor da Dersa e determinou novas oitivas de testemunhas na ação penal sobre os desvios de R$ 7,7 milhões e adiou o fim do processo que estava em sua última fase.

    A Reclamação de Vieira de Souza foi ajuizada após sua prisão, em 19 de fevereiro, pela Lava Jato do Paraná. Nesta investigação, o operador é suspeito de lavagem de dinheiro no esquema da Odebrecht.

    O Ministério Público Federal afirma que o operador disponibilizou, a partir do segundo semestre de 2010, a fortuna de R$ 100 milhões em espécie ao operador financeiro Adir Assad, no Brasil.

    Assad entregou os valores ao Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, aos cuidados do doleiro Álvaro José Novis – que fazia pagamentos de propinas, a mando da empresa, para vários agentes públicos e políticos, inclusive da Petrobrás.

    Em contrapartida, relata a investigação, a Odebrecht repassou valores, por meio de contas em nome de offshores ligadas ao Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, ao operador Rodrigo Tacla Duran.

    “Esse, por sua vez, repassou o dinheiro, ainda no exterior, mediante a retenção de comissões, diretamente a Paulo Vieira de Souza, ou, por vezes, a doleiros chineses, que se encarregavam de remeter os valores, também por meio de instituições bancárias estrangeiras, ao representado (Paulo Vieira de Souza)”, narrou a Lava Jato.

    A Procuradoria da República afirmou ainda que o ex-diretor da Dersa manteve R$ 131 milhões em quatro contas no banco Bordier & CIE, de Genebra, em nome da offshore panamenha Groupe Nantes SA, da qual o operador é beneficiário econômico e controlador. As contas foram abertas em 2007 e mantidas até 2017.

    Os procuradores afirmam que a Odebrecht repassou ao operador do PSDB um total de EUR 275.776,04 em 26 de novembro de 2007, por intermédio de conta mantida em nome da offshore Klienfeld Services LTD.

    No ano seguinte, em 25 de março de 2008, por meio da offshore Dessarollo Lanzarote, o Groupe Nantes recebeu US$ 309.258,00.

    Em 19 de dezembro de 2008, por intermédio da offshore Shearwater Overseas, ligada à Andrade Gutierrez, Vieira de Souza foi beneficiário de US$ 643.774,00.

    “Em 24 de dezembro de 2007, portanto logo após Paulo Vieira de Souza ter recebido da Odebrecht EUR 275.776,04, cuja transferência aconteceu em 26 de novembro de 2007, um dos responsáveis por sua conta mantida em nome do Grupo Nantes na Suíça solicitou a representantes do Banco a entrega de cartão de crédito no hotel Majestic Barcelona, na Espanha, para Aloysio Nunes Ferreira Filho”, diz a investigação.

    Ligado a governos do PSDB no Estado, ele foi diretor da Desenvolvimento Rodoviário S.A (Dersa), estatal paulista. Suas relações com tucanos é muito antiga. Ele desfruta da fama de que detém informações privilegiadas.

  • 26fev

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Toffoli faz “lobby” por lei que limite a atuação da Receita Federal

     

     

    O jurista Modesto Carvalhosa denunciou nesta segunda-feira (25) a atuação perversa intentada pelo Ministro Dias Toffoli, Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O objetivo é firmar um ‘pacto’ com os parlamentares para que a Receita Federal seja impedida de promover fiscalização de ministros do STF e de parlamentares.

    Veja abaixo o texto do jurista:

    Causa profundo espanto e revolta na cidadania brasileira a conduta do Ministro Dias Toffoli, Presidente do STF, que tem procurado deputados para a aprovação de uma lei que coíba atividades de investigação promovidas pela Receita Federal, com respeito às fraudes que tem sido cometidas por contribuintes.

    Tudo em decorrência do vazamento de informações relativas a um outro Ministro da mesma Casa, Gilmar Mendes.

    Esse cerceamento das atividades da Receita é um escândalo, mostra a que ponto chegou a falta de decoro e não pode, em definitivo, ser permitido.

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