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  • 18jun

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Direitista Iván Duque é eleito presidente da Colômbia. O mundo não quer o socialismo

     

    Com 98,2% dos votos apurados, o afiliado político do ex-presidente Álvaro Uribe conseguiu mais de 10,2 milhões de votos

     

    Direitista Iván Duque é eleito presidente da Colômbia. O mundo não quer o socialismo

    O candidato do partido Centro Democrático, Iván Duque, venceu a corrida eleitoral à Presidência da Colômbia neste domingo, 17, e tomará posse no dia 7 de agosto.

    Com 98,2% dos votos apurados, Duque, um afiliado político do ex-presidente Álvaro Uribe, tem mais de 10,2 milhões de votos, o equivalente a 53,97% do total, de acordo com o Registro Nacional do Estado Civil, o órgão eleitoral do país.

    O ex-guerrilheiro Gustavo Petro, do movimento Colômbia Humana, tem 7,9 milhões de votos, 41,81% do total apurado.

    A vantagem parcial de 12,16% para Duque não permite que Petro alcance o patamar, já que falta a análise de apenas 1,80% das mesas para o encerramento da apuração. 

    Conforme os resultados atuais, foram contabilizados 4,20% votos brancos.

     A jornada eleitoral começou às 8h locais (10h de Brasília), e as seções eleitorais permaneceram abertas por oito horas.

    Com o resultado, Iván Duque superou os 7,5 milhões de votos que recebeu no primeiro turno da disputa, em 27 de maio.

    Aos 41 anos, ele é o presidente mais jovem eleito na Colômbia desde 1872. A vice de Duque será Marta Lucía Ramírez, primeira mulher a ocupar esse posto no país.

    A eleição é determinante para os acordos de paz que buscam acabar com meio século de confronto armado no país.

    O prolongado conflito com as guerrilhas adiou por décadas o tradicional duelo entre direita e esquerda na quarta economia da América Latina.

    “São eleições transcendentais”, afirmou Juan Manuel Santos, o presidente que deixará o poder em agosto, ao votar durante a manhã na Praça de Bolívar de Bogotá.

    Vencedor do Nobel da Paz de 2016, Santos destacou as “garantias” de segurança que os eleitores terão, em um país onde a violência afetou as eleições por décadas.

  • 13nov

    FOLHA.COM

     

    Missão da Unasul na Venezuela não poderá fazer críticas contundentes

     

     

    Representantes da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) poderão acompanhar a eleição parlamentar venezuelana de 6 de dezembro, circular livremente pelos centros de votação e conversar com opositores.

    Mas, numa restrição à fiscalização, não terão status de observadores e deverão se abster de emitir críticas contundentes ao processo.

    Após semanas de polêmica, as prerrogativas para a missão eleitoral da Unasul foram definidas em convênio assinado nesta quinta (12) em Caracas entre representantes do bloco e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

     

    Boris Vergara – 26.out.2015/Xinhua
    O presidente Nicolás Maduro em reunião no CNE sobre as eleições de 6 de dezembro
    O presidente Nicolás Maduro em reunião no CNE sobre as eleições de 6 de dezembro

     

    O documento não deixa claro qual será a participação do Brasil após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desistir de enviar representantes em protesto contra o veto branco ao ex-ministro Nelson Jobim como chefe da comitiva.

    O convênio não define o comando da missão e não especifica a data de chegada dos acompanhadores, o que reduz ainda mais a possibilidade de uma avaliação abrangente do ambiente institucional e da equidade de campanha, como queria o TSE.

    Embora dê garantias de circulação e acesso, o convênio exige dos acompanhadores que “se ajustem a regras mínimas de conduta estabelecidas nos princípios de imparcialidade […] e de não ingerência” e se abstenham de “proferir calúnias contra as instituições públicas”.

    A formulação destas limitações, cuja violação pode levar à suspensão da credencial, pode ser vista como uma maneira de limitar a capacidade da missão de exercer fiscalização intrusiva e emitir comentários críticos sobre eventuais suspeitas de irregularidade.

  • 06nov

    REUTERS

     

    Papa: “É triste ver sacerdotes e bispos apegados ao dinheiro”

     

    Nesta semana, dois livros revelaram escândalos financeiros no Vaticano.

     

    Para o autor de um dos livros, o papa Francisco está só em sua luta para promover a transparência

     

     

    Papa Francisco chega para presidir uma missa especial para a abertura da Assembleia Geral da Caritas Internationalis na Basílica de São Pedro, no Vaticano - 12/05/2015
    Papa Francisco chega para presidir uma missa especial para a abertura da Assembleia Geral da Caritas Internationalis na Basílica de São Pedro, no Vaticano(Max Rossi/Reuters)

     

    O papa Francisco disse nesta sexta-feira que é “triste” ver que há sacerdotes e bispos “apegados ao dinheiro”, e apelou para que “vençam a tentação de uma vida dupla” em sua homilia da missa realizada em sua residência no Vaticano.

    O pontífice disparou contra o que qualificou de “carreiristas, apegados ao dinheiro” que prejudicam a Igreja Católica.

    “O cristão está chamado ao serviço, não a servir-se dos outros”, acrescentou o papa.

    As palavras de Francisco foram ditas no dia seguinte da publicação de dois livros com documentos secretos da Santa Sé apontando irregularidades financeiras no Vaticano e de excessos de despesas cometidos por cardeais.

    Concretamente, são oferecidos dados dos apartamentos e residências de alguns cardeais e bispos, como o ex-secretário de Estado Tarsicio Bertone, que vive em uma mansão que vale milhões de euros.

    O Vaticano indicou nesta semana que os documentos contidos nesses livros procedem de relatórios realizados por órgãos da Santa Sé por encomenda do papa em seu plano de reforma interna das instituições vaticanas e que correspondem a uma “fase de trabalho já superada”.

    Solidão – Emiliano Fittipaldi, autor de “Avarizia”, livro com documentos secretos do Vaticano afirmou nesta semana que o papa “está bastante só”.

    Segundo o autor, o papa tenta fazer reformas estruturais e promover a transparência nas finanças do Vaticano, mas sua missão está sendo sabotada por membros da própria Igreja Católica.

    Fittipaldi também revelou que, nos processos de canonização, familiares dos candidatos a beatos ou santos são cobrados.

    “Há alguns casos nos quais os parentes das pessoas que morreram e que estão à espera de ser beatificados e canonizados podem pagar até 200.000, 300.000 ou 400.000 euros”, disse.

    O outro livro publicano nesta semana sobre escândalos no Vaticano chama-se “Via Crucis”, do também italiano Gianluigi Nuzzi.

    Mesmo antes de serem lançados, as obras foram responsáveis pelo afastamento do padre espanhol Lucio Vallejo Balda – que segue preso no Vaticano – e da italiana Francesca Chaouqui.

    Ambos são apontados como os autores do vazamento dos documentos sobre as finanças da Santa Sé.

  • 05nov

    ISTOÉ

     

    A ruína da dinastia Kirchner

     

    Candidato apoiado por Cristina não deslancha nas eleições presidenciais da Argentina e oposição ganha força para segundo turno inédito

     

    Mariana Queiroz Barboza ([email protected])

    Com o sonho de um terceiro mandato, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, passou os últimos anos despreocupada em criar um sucessor. Enterrado o projeto “Cristina eterna”, a presidente se viu obrigada a aceitar um candidato de fora de seu círculo de confiança.

    Apesar das ressalvas, ela apostava na vitória tranquila de Daniel Scioli nas eleições presidenciais realizadas no domingo 25. Scioli ficou na frente de seu maior adversário por uma diferença inesperada de apenas dois pontos percentuais: 36,9% contra 34,3% de Mauricio Macri.

    O peronista dissidente Sergio Massa, ex-chefe de gabinete da presidente, ficou em terceiro, com 21,3%. A disputa passará por um inédito segundo turno em 22 de novembro.

    Até lá, a corrente política de Cristina dentro do peronismo, o kirchnerismo, será colocada à prova. Por enquanto, os ventos não são muito favoráveis a ela.

    Na primeira pesquisa divulgada após o primeiro turno, Macri apareceu em primeiro lugar, com 45,6% das intenções de voto, quatro pontos a mais que Scioli.

    Até a quinta-feira 29, Massa não havia declarado voto em nenhum dos candidatos remanescentes, mas afirmou: “Não quero que Scioli ganhe.”

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    SEM SUCESSOR
    Cristina Kirchner alimentou por anos o projeto de um terceiro mandato. Sem conseguir reformar a Constituição, ela agora vê seu futuro político ameaçado

    A rejeição ao modelo implementado pelo casal Kirchner ficou evidente em duas das maiores províncias do país. No maior revés, os kirchneristas perderam sua fortaleza na província de Buenos Aires.

    Foi lá que Aníbal Fernández, o controverso chefe de gabinete de Cristina, entregou a vitória para uma pupila de Macri, Maria Eugenia Vidal.

    Na segunda-feira 26, Fernández justificou-se: “Não imaginávamos o impacto que poderia ter a denúncia do Canal 13 e de Jorge Lanata.”

    Ele se referia às acusações, apresentadas com estardalhaço pelo jornalista Lanata, que o vinculavam ao narcotráfico.

    Em Córdoba, segunda província mais importante economicamente e em representação política, Scioli foi ainda pior. Ficou em terceiro, atrás de Macri e Massa.

    “O kirchnerismo chegou a um ponto crucial”, disse à ISTOÉ Laurence Allen, analista de América Latina da consultoria IHS, de Londres.

    “Se Scioli ganhar, ele estará numa forte posição para desenvolver seu próprio estilo. No longo prazo, poderia ser melhor para os kirchneristas se Macri vencesse, porque eles teriam a oportunidade de voltar renovados em 2019.”

    Nesse cenário, Patricio Giusto, diretor da consultoria Diagnóstico Político, de Buenos Aires, vê o oposto.

    “Massa está muito bem posicionado para disputar a nova liderança do peronismo”, escreveu em relatório.

    “Uma derrota de Scioli implicaria numa derrota total do kirchnerismo e numa reconfiguração de poder em que seriam levantadas sérias dúvidas sobre o futuro político de Cristina.”

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    Segundo Allen, da IHS, independentemente do vencedor, o próximo governo argentino será mais moderado do que os anos Kirchner na Casa Rosada, marcados pela intensa polarização entre o casal e seus inimigos públicos, como o Grupo Clarín e o líder sindical Hugo Moyano.

    Agora ambos os candidatos mostram-se mais amigáveis ao mercado e aos investidores estrangeiros. Mas, para Pablo Nemiña, pesquisador da Faculdade Latinoamericana de Ciências Sociais, de Buenos Aires, a eleição de Macri poderia significar um radicalismo à direita.

    “Ele está disposto a implementar de imediato reformas pró-mercado, como a eliminação das restrições cambiais, e isso pode ter graves consequências”, afirma.

    A ruína da dinastia Kirchner expõe um racha dentro do peronismo. O grupo de intelectuais Carta Aberta pediu para que Scioli se mantenha à esquerda e reveja sua equipe ministerial.

    Falando como eleito durante a campanha do primeiro turno, o candidato governista chegou a anunciar os nomes de seu futuro gabinete ministerial. Nenhum viria da Cámpora, grupo liderado por Máximo Kirchner, filho de Cristina e Néstor.

    “Ainda que a Cámpora fique de fora, sua força na Câmara poderá fazer com que Scioli tenha que negociar com eles”, diz Nemiña.

    No legislativo, os candidatos da Cámpora tiveram bom desempenho e terão, no total, 24 deputados nacionais – entre eles, o atual ministro da Economia, Axel Kicillof – e três senadores.

    Mesmo assim, a base governista, como um todo, encolheu 20%. Por isso, Scioli não hesita em distanciar-se cada vez mais de Cristina. “Serei mais Scioli do que nunca”, declarou.

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  • 04nov

    EFE

     

    Mais de 40% dos produtos vendidos na internet na China são falsificados

     

    • Reprodução

     

    Um relatório oficial que foi remetido à Assembleia Nacional Popular da China, o legislativo do país, revela que 41,3% dos produtos vendidos nos sites chineses de comércio eletrônico em 2014 eram falsificados ou de baixa qualidade, informou nesta terça-feira (3) o jornal oficial “China Daily”.

    O documento também mostra que as queixas dos consumidores chineses relacionadas com as vendas pela internet quadruplicaram no ano passado em relação a 2013, chegando a 77.800, o que representa 92,3% do total de reclamações.

    Apenas 58,7% dos produtos investigados cumpriam com os padrões de qualidade e eram autênticos.

    O relatório foi elaborado para realizar o acompanhamento da aplicação da Lei de Proteção dos Direitos e dos Consumidores e foi apresentado ontem em uma reunião da Comissão Permanente da ANP.

    “Ignorar os direitos dos consumidores e vender falsificações são elementos notórios da indústria de comércio online”, disse Yann Junqi, vice-presidente da Comissão Permanente da ANP, em declarações citadas pelo “China Daily”.

    A pesquisa do Legislativo evidenciou algumas das lacunas de um setor em plena ebulição que no ano passado aumentou suas vendas em mais de 40% e faturou 2,8 trilhões yuans (US$ 442 bilhões).

    O documento também diz que o Ministério do Comércio da China considera que a venda de produtos falsificados e de má qualidade são as principais preocupações do setor.

    No mês de janeiro, um estudo preparado pela Administração Estatal de Indústria e Comércio e pela Associação de Consumidores da China afirmou que 41% dos produtos vendidos pelas principais lojas virtuais da China eram falsificados.

    Essa pesquisa acabou gerando protestos do site líder do mercado do comércio eletrônico na China, o Alibaba, e uma troca de acusações entre a empresa e as autoridades do país, que resultou em um acordo para incrementar o controle sobre as falsificações.

    O uísque falso tenta imitar a famosa garrafa da marca Jack Daniels Reprodução

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