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  • 09ago

    R7

     

    Senado argentino rejeita lei que tornaria o aborto legal no país

     

    Debate durou 17 horas e acabou na madrugada desta quinta-feira (9). Projeto agora só poderá ser apreciado pelos senadores daqui pelo menos um ano

     

    População argentina se manifestou durante o debate da lei do aborto no Senado

    População argentina se manifestou durante o debate da lei do aborto no Senado

    REUTERS/Marcos Brindicci/08.08.2018

    Após cerca de 17 horas do debate que começou na manhã desta quarta-feira (8), o Senado argentino rejeitou, por 38 votos a 31, o projeto de lei que descriminaliza o aborto para qualquer situação até 14 semanas de gestação. 

    Com a decisão, o aborto continua sendo crime na Argentina, exceto para os casos de gravidez por estupro e nas ocasiões em que a gestante corre o risco de morrer.9

    O mesmo projeto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em 13 de junho deste ano, mas precisava do voto favorável de 37 dos 72 senadores.

  • 11jul

    JORNAL LIVRE

     

    Justiça argentina decreta prisão de Kirchner, a aliada de Lula e Dilma

     

     

    Um juiz argentino pediu a prisão preventiva da ex-presidenta Cristina Kirchner em um processo sobre suposto acobertamento de terroristas por autoridades do país vizinho.

    Mas, como Cristina tem imunidade parlamentar, o magistrado Claudio Bonadio pediu que o Senado casse o foro privilegiado da ex-presidente, para que ela possa ser presa.

    A determinação de prisão foi emitida na última quinta-feira (5), informa o site do jornal espanhol El País, e foi formalizada no dia seguinte à posse de Cristina como senadora. Ela nega as acusações.

    “Esta ação é um grande disparate jurídico. O governo está por trás disto, porque querem um Parlamento submisso, onde os legisladores votem o que eles querem, mas comigo não vão conseguir. Vou representar os interesses de quem votou em mim, como sempre fiz”, defendeu-se Cristina em outubro passado, em depoimento ao juiz.

    O judiciário argentino apura se o governo Kirchner articulou estratégia para deixar sem punição iranianos acusados de tramar atentado que, em 1994, devastou a sede do grupo beneficente judaico Amia, o que resultou em 85 mortos.

     Aliados da ex-presidente também sob investigação já foram detidos.

    Ainda segundo o El Pais, o Senado se reúne a partir de 10 de dezembro para empossar os novos senadores.

    Como primeira missão, com prazo de 180 dias para que isso aconteça, eles terão que decidir se cassam o foro privilegiado de Cristina.

    Ré em outros processos, a ex-presidente se elegeu à margem do peronismo e lidera um bloco de oito senadores, acrescenta o jornal espanhol.

    O grupo não é suficiente para impedir a quebra da imunidade, mas há a possibilidade de que senadores de outro campo político não acatem a recomendação judicial.

    A informação é do Congresso em Foco.

  • 22jun

    GAZETA DO POVO/Barry Brownstein/Foundation for Economic Education

     

    Três mitos do socialismo desmentidos pelo pesadelo da Venezuela

     

    Esses mitos sobre a suposta grandeza do socialismo se negam a desaparecer, mesmo depois de o socialismo ter feito dezenas de milhões de vítimas

     

    Pessoas fazem compras no mercado municipal de Chacao, em Caracas, em junho de 2018. A pior crise econômica da história da Venezuela causa falta de alimentos, água e medicamentos | FEDERICO PARRAAFP

    Pessoas fazem compras no mercado municipal de Chacao, em Caracas, em junho de 2018. A pior crise econômica da história da Venezuela causa falta de alimentos, água e medicamentos /FEDERICO PARRAAFP

     

    A história nos oferece inúmeros exemplos de déspotas cruéis que governaram sob diversas ideologias coletivistas.

    Hitler, Mao, Stalin, Pol Pot e, hoje, Kim Jong Un e Nicolás Maduro, podem ter dado nomes distintos às suas ideologias coletivistas, mas estas resultaram na morte de incontáveis milhões de pessoas e em sofrimento interminável para os sobreviventes.

    Fato preocupante, a maioria das pessoas da geração do milênio preferiria viver sob o socialismo ou o comunismo.

    Economicamente analfabetos e indiferentes à história, eles se aferram à fantasia de que, se as pessoas certas chegassem ao poder, eles poderiam viver em sua utopia imaginária, onde a sociedade seria organizada de acordo com seus desejos e caprichos. 

    O jornalista Anatoly Kurmanaev cobre a Venezuela e vive no país há cinco anos.

    Ele descreveu sua experiência do derretimento do país em um ensaio recente para o Wall Street Journal, “The Tragedy of Venezuela”. 

    Kurmanaev cresceu na Rússia na década de 1990 e testemunhou “corrupção, violência e degradação”. Diz que “o colapso da Venezuela está sendo muito pior que o caos” que ele viveu em primeira mão na Rússia. 

    Em meu próprio ensaio para a FEE “Venezuela’s Road to Literal Serfdom”, tratei das ilusões que as pessoas nutrem em relação ao socialismo.

    Através do trabalho de repórter de Kurmanaev, podemos mergulhar mais fundo nos mitos sobre o socialismo aos quais muitos ainda aderem. 

    Primeiro Mito: os coletivistas se preocupam mais com os pobres 

    Não existe varinha mágica capaz de transformar as melhores intenções dos coletivistas em bons resultados. Milton Friedman observou: “O poder concentrado não se torna inofensivo pelas boas intenções daqueles que o criam”. 

    Não podemos medir intenções, mas podemos atestar resultados. Os capitalistas tiraram bilhões de pessoas da pobreza, enquanto os coletivistas levaram milhões de pessoas à morte pela fome.

    A liberdade enriquece; a força empobrece. Em “Free to Choose”, Friedman escreveu: “Uma sociedade que põe a liberdade em primeiro lugar acabará, como subproduto afortunado, com mais liberdade e mais igualdade”. 

    Kurmanaev observa como a fachada de boas intenções ruiu na Venezuela: 

    “O que chamou minha atenção ao chegar foi quão pouco os socialistas se importavam com mesmo uma aparência de igualdade.

    Eles chegavam a coletivas de imprensa em favelas em comboios de SUVs blindados, novos em folha. Faziam visitas televisionadas a fábricas decrépitas usando relógios Rolex e carregando bolsas Chanel.

    Levavam jornalistas a campos petrolíferos decrépitos pertencentes ao Estado, transportando-os em jatinhos particulares com porta-papel higiênico folheados a ouro… 

    Na Venezuela, vi crianças abandonarem escolas que tinham deixado de servir refeições; vi professores que trocaram os livros didáticos por picaretas para trabalhar no garimpo perigoso.

    Vi fotos de carcaças de cavalos na escola de veterinária da maior universidade do país – animais abatidos e consumidos devido à escassez de alimentos.” 

    Kurmanaev diz: “O chamado governo socialista não fez nenhum esforço para proteger de cortes a saúde e a educação, os dois supostos pilares de seu programa”.

    Como se pudesse existir uma forma benigna de socialismo, ele acrescenta: “Aquilo não era socialismo. Era uma cleptocracia – o governo de ladrões.” 

    Não existe socialismo benigno. Segundo o professor de direito Ilya Somin, o socialismo é sempre “o governo composto por ladrões violentos”; 

    “A repressão e a ‘má gestão’ por parte de ditadores são características de Estados socialistas em todo o mundo.

    Os países escandinavos, às vezes citados como exemplos de socialismo bem-sucedido, na realidade não são socialistas, porque neles os meios de produção não pertencem ao Estado.

    Sob muitos aspectos, eles têm mercados mais livres que os da maioria das outras nações ocidentais.” 

    Segundo Mito: os bem-intencionados resolvem problemas que o mercado não é capaz de superar 

    Recebemos os líderes que nossas crenças produziram. Continue lendo »

  • 18jun

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Direitista Iván Duque é eleito presidente da Colômbia. O mundo não quer o socialismo

     

    Com 98,2% dos votos apurados, o afiliado político do ex-presidente Álvaro Uribe conseguiu mais de 10,2 milhões de votos

     

    Direitista Iván Duque é eleito presidente da Colômbia. O mundo não quer o socialismo

    O candidato do partido Centro Democrático, Iván Duque, venceu a corrida eleitoral à Presidência da Colômbia neste domingo, 17, e tomará posse no dia 7 de agosto.

    Com 98,2% dos votos apurados, Duque, um afiliado político do ex-presidente Álvaro Uribe, tem mais de 10,2 milhões de votos, o equivalente a 53,97% do total, de acordo com o Registro Nacional do Estado Civil, o órgão eleitoral do país.

    O ex-guerrilheiro Gustavo Petro, do movimento Colômbia Humana, tem 7,9 milhões de votos, 41,81% do total apurado.

    A vantagem parcial de 12,16% para Duque não permite que Petro alcance o patamar, já que falta a análise de apenas 1,80% das mesas para o encerramento da apuração. 

    Conforme os resultados atuais, foram contabilizados 4,20% votos brancos.

     A jornada eleitoral começou às 8h locais (10h de Brasília), e as seções eleitorais permaneceram abertas por oito horas.

    Com o resultado, Iván Duque superou os 7,5 milhões de votos que recebeu no primeiro turno da disputa, em 27 de maio.

    Aos 41 anos, ele é o presidente mais jovem eleito na Colômbia desde 1872. A vice de Duque será Marta Lucía Ramírez, primeira mulher a ocupar esse posto no país.

    A eleição é determinante para os acordos de paz que buscam acabar com meio século de confronto armado no país.

    O prolongado conflito com as guerrilhas adiou por décadas o tradicional duelo entre direita e esquerda na quarta economia da América Latina.

    “São eleições transcendentais”, afirmou Juan Manuel Santos, o presidente que deixará o poder em agosto, ao votar durante a manhã na Praça de Bolívar de Bogotá.

    Vencedor do Nobel da Paz de 2016, Santos destacou as “garantias” de segurança que os eleitores terão, em um país onde a violência afetou as eleições por décadas.

  • 13nov

    FOLHA.COM

     

    Missão da Unasul na Venezuela não poderá fazer críticas contundentes

     

     

    Representantes da Unasul (União das Nações Sul-Americanas) poderão acompanhar a eleição parlamentar venezuelana de 6 de dezembro, circular livremente pelos centros de votação e conversar com opositores.

    Mas, numa restrição à fiscalização, não terão status de observadores e deverão se abster de emitir críticas contundentes ao processo.

    Após semanas de polêmica, as prerrogativas para a missão eleitoral da Unasul foram definidas em convênio assinado nesta quinta (12) em Caracas entre representantes do bloco e o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

     

    Boris Vergara – 26.out.2015/Xinhua
    O presidente Nicolás Maduro em reunião no CNE sobre as eleições de 6 de dezembro
    O presidente Nicolás Maduro em reunião no CNE sobre as eleições de 6 de dezembro

     

    O documento não deixa claro qual será a participação do Brasil após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desistir de enviar representantes em protesto contra o veto branco ao ex-ministro Nelson Jobim como chefe da comitiva.

    O convênio não define o comando da missão e não especifica a data de chegada dos acompanhadores, o que reduz ainda mais a possibilidade de uma avaliação abrangente do ambiente institucional e da equidade de campanha, como queria o TSE.

    Embora dê garantias de circulação e acesso, o convênio exige dos acompanhadores que “se ajustem a regras mínimas de conduta estabelecidas nos princípios de imparcialidade […] e de não ingerência” e se abstenham de “proferir calúnias contra as instituições públicas”.

    A formulação destas limitações, cuja violação pode levar à suspensão da credencial, pode ser vista como uma maneira de limitar a capacidade da missão de exercer fiscalização intrusiva e emitir comentários críticos sobre eventuais suspeitas de irregularidade.

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