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  • 29out

    INFORME PARANÁ

     

    Por proposição do deputado Ney Leprevost foi realizada no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, “Sessão alusiva ao Dia Internacional do Serviço Leonístico”, um reconhecimento público aos voluntários do Lions Clube que doam seu tempo para realizar trabalhos e ações de interesse social e comunitário, servindo e sendo solidários com quem mais precisa.

    Durante seu pronunciamento o deputado Ney Leprevost parabenizou os voluntários que trabalham com amor e dedicação ao próximo.

    “São pessoas que doam seu tempo para realizar trabalhos sem fins lucrativos. Eles praticam ações que são de interesse social e comunitário, ajudando e sendo solidários com quem precisa. O trabalho desenvolvido pelos voluntários é digno de reconhecimento e incentivo”, disse.

    Em seu discurso a Governadora do Distrito LD1, Dra. Dolores Bustelo, elogiou o trabalho do parlamentar:

    “Gostaria de agradecer ao deputado Ney Leprevost, que também é um leão, pelo apoio e reconhecimento que sempre prestou ao nosso trabalho, o Lions tem superado muitos desafios e ainda tem muitos a superar”.

    “Precisamos de mais braços, mais mentes e mais corações para somar na nossa missão”, disse.

    O Governador do Distrito LD6, Sr. Ademir Paulino Ferrarini, também agradeceu ao parlamentar.

    “Em nome dos associados do Distrito LD6 quero agradecer ao deputado Ney Leprevost pela justa homenagem. Muito obrigado deputado”, afirmou.

    O Lions Clube é a maior organização de clubes de serviço do mundo. São 46 mil clubes e 1,36 milhão de sócios atuando em mais de 208 países.

    Os Leões servem principalmente à juventude, muitos de seus projetos comunitários levam assistência às crianças e escolas locais através de bolsas de estudo, recreação e orientação.

    São vários programas, incluindo o Concurso de Cartaz sobre a Paz, acampamentos e intercâmbios juvenis e o Lions-Quest.

    O Programa Leo promove o crescimento pessoal por meio de oportunidades de voluntariado para jovens associados.

    Além dos deputados Ney Leprevost e José Carlos Schiavinato, a mesa foi composta pelo Presidente do Conselho de Governadores do Lions Clube Distrito Múltiplo LD (PR, SC e RS), Sr. João Péricles Goulart, pela Governadora do Distrito LD1, Sra. Neiva Anna Scalco e pelo Governador do Distrito LD6, Sr. Ademir Paulino Ferrarini.

    (Via Assessoria de Imprensa – Rodrigo França

  • 17set

    INFORME PARANÁ

     

    Professores, educadores e religiosos são homenageados por Ney Leprevost na sessão de 60 anos do Colégio Bagozzi

     

    Por proposição do deputado Ney Leprevost foi realizada no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, sessão solene em homenagem aos 60 anos de fundação do Grupo Educacional Bagozzi.

    “A educação é um instrumento imprescindível para construção de uma sociedade mais justa, livre e solidária”, afirmou Ney Leprevost.

    Na oportunidade, foram homenageados professores, funcionários, educadores e diretores da instituição.

    Receberam a homenagem no plenário Carlos José Gomes, Lourdes de Uzeda, Estefania Michalczuk, Hildegard Sondhal, Walter Sergio Stavitski, Douglas Oliani, Roberto Celso dos Santos, Angela das Graças Afonso Waltrick.

    E, ainda, Dione Darci Rocha, Celia Cristina Capille, Ciraco Bandinu, Ailton Ferreira de Almeid, Giovanni Batista Erittu, Sergio Souza, Antonio Ramos de Moura Neto, e José Alves de Melo Neyo.

    Além do deputado Ney Leprevost, a mesa foi composta pelo superintendente do Grupo Educacional Bagozzi, padre Giovanni Erittu, e pelo secretário municipal, Celso Torquato, que na ocasião representou o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet.

    (Via Assessoria de Imprensa – Rodrigo França)

     

  • 01set

     

    PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO FÍSICA CONQUISTAM FRENTE PARLAMENTAR LIDERADA PELO DEPUTADO NEY LEPREVOST

     

    ____________________AFT_8403

    Hoje, dia 01 de setembro, data em que é comemorado o Dia do Profissional da Educação Física, o deputado Ney Leprevost, autor da Lei de Incentivo ao Esporte, assumiu a coordenação da Frente Parlamentar da Educação Física e da Atividade Física, sugerida pelo Conselho Regional de Educação Física do Paraná (CREF9/PR).

    Segundo o deputado Ney Leprevost, “o direito a saúde está expressamente garantido na constituição federal e a busca pela saúde tem como um dos seus pressupostos básicos o exercício de atividades física ou esportiva”.

    “Estamos lançando em parceria com o Conselho Regional de Educação Física do Paraná a Frente Parlamentar da Educação Física e da Atividade Física, uma de nossas metas é defender o incentivo ao esporte. Temos que apoiar os profissionais da educação física que ensinam nossas crianças a praticarem esporte”.

    “Esporte é vida, esporte é saúde, esporte é um instrumento formidável para manter as crianças dentro da escola, longe do crime, longe da violência”, afirmou.

    De acordo com o presidente do (CREF9/PR), Prof. Antonio Eduardo Branco, “estamos muito felizes pelo deputado Ney Leprevost aceitar coordenar a Frente Parlamentar da Educação Física e da Atividade Física. O lançamento no Dia do Profissional de Educação Física, mostra o quanto ele está antenado. O Ney é um guerreiro da saúde e uma liderança que pode nos ajudar muito aqui na Assembleia Legislativa”, disse.

    Além do deputado Ney Leprevost, a mesa foi composta pelo Procurador Geral do STJD, Sr. Paulo Marcos Schmitt; pelo Diretor de Ensino e Pesquisa da PM, coronel Heraldo Régis da Silva; pelo Secretário Municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Sr. Aluísio Dutra Junior; pelo Sr. Marcus André, representando a Secretaria Estadual da Saúde; pelo presidente do Conselho Regional de Educação Física da 9ª Região – Estado do Paraná, professor Antonio Eduardo Branco e pelo assessor da Secretaria de Estado do Esporte e Turismo, Sr. Ivo Ericsson de Lima.

    (Via Assessoria de Imprensa – Rodrigo França)

  • 28ago

    75 ANOS

     

    BLOG DO ZÉ BETO

    por Célio Heitor Guimarães

    Está semana, para surpresa geral, sobretudo minha, completei 75 anos. Quer dizer, como aprendi com o saudoso Rubem Alves, “desfiz” 75 anos.

    Por isso, não me perguntem quantos anos tenho, porque não sei. Sei quantos já não tenho – conforme ensinamento de Rubem: exatamente os 75 já feitos.

    Quando atingiu a mesma idade, o inesquecível Ruben escreveu: “Minha formação filosófica exige que eu use as palavras com precisão porque as palavras devem revelar o ser.

    E é assim, usando de forma precisa as palavras, que comunico aos meus leitores que desfiz 75 anos…”.

    Para ser sincero, nunca pensei chegar até aqui. Viver tanto tempo. Não é coisa comum em minha família, especialmente em relação aos homens. Estou quebrando paradigmas.

    Viver muito tem as suas vantagens: convive-se por mais tempo com quem se quer bem, aprende-se bastante, contempla-se muitos nasceres e pores do sol, vê-se os netos crescerem, ganha-se coragem para dizer o que precisa ser dito, sem medo de represálias…

    Mas tem as suas desvantagens: as ilusões se vão, os sonhos se perdem no horizonte; convive-se mais tempo com os patifes, safados e oportunistas, em especial os da vida pública; os ídolos desmoronam ou se mostram falsos; testemunha-se mais tempo as injustiças, o sofrimento alheio, a ausência de solidariedade; assiste-se à destruição de um mundo que tem tudo para dar certo; sofre-se a ausência de pessoas queridas; a solidão aumenta e, sente-se na carne a falta de força para reagir a isso tudo.

    O pior é que não me sinto velho. Ou, por outra: velho sei que sou e aceito essa condição, mas não me sinto um inútil. Posso ter dificuldade de andar, passei a olhar onde piso, não devo tropeçar, dói-me as juntas, sou obrigado a medir o tamanho dos degraus antes de descer ou subir uma escada; a saúde não é mais a mesma, preciso tomar alguns remédios, e já não posso fazer muito do que tanto gostava, como levar os meus olhos para passear por este país de múltiplas belezas.

    Mas ainda sou capaz de pensar, raciocinar, tirar conclusões, reviver a vida vivida. Acho, até, que vejo as coisas com maior clareza, maior exatidão. Não com mais paciência, por certo. Pelo contrário, a indignação mantém-se intacta e é maior ainda, agora que tenho pouco tempo.

    Outra alegria é a descoberta dos amigos de verdade, aqueles que são poucos, mas verdadeiros. E ainda mantenho o amor pelas letrinhas, o gosto inenarrável de dispô-las uma atrás da outra, formando palavras, contando histórias, dando opiniões e fazendo minha catarse, aliviando tensões e dando pálida ajuda na busca por um mundo novo, mais justo e mais igual.

    E assim espero continuar fazendo enquanto houver quem se disponha a divulgar os meus escritos e quem faça a gentileza de lê-los.

    Como todo mundo, lutei a vida inteira. Pela sobrevivência, pelos meus ideais, pela vontade incontida de mudar o mundo. Como a luta seguiu os ditames da Convenção de Genebra e os limites da decência, da sinceridade e da lisura, pouco consegui.

    Mas dei o melhor que pude. E, pessoalmente, não posso me queixar da vida. Não reuni fortuna nem patrimônio, mas recebi a honra divina de ter nascido na Lapa e ser lapeano, crescer em Araucária, quando o rio Iguaçu ainda era líquido; e me civilizar em Curitiba.

    Casei-me com a mulher que quis, que foi e será a única da minha vida, por toda a eternidade e ainda mais. Cleonice, que me suporta com amor, paciência e resignação há mais de 50 anos, tem lugar garantido no Céu.

    Tenho um filho muito querido, Carlos Eduardo, inteligente, digno e trabalhador (e, ainda por cima, jornalista), uma nora, Melissa, que é a filha que não tive, e dois netos extraordinários, Eduardo e Fernanda, e mais um sobrinho-neto de pouca convivência, mas com lugar cativo no meu coração, Pedro Henrique, filho de Heitor e Luciana e neto de meu irmão Édison, que já nos deixou.

    Profissionalmente, só fiz o que gostava, um privilégio que poucos têm.

    Pintei cartazes de cinema, fui locutor de rádio e colunista de jornal, formei-me em Direito, ajudei a criar e a fazer revistas e jornais, participei da administração pública, dei a minha parcela na tarefa de dignificar com trabalho e correção o serviço público, fui advogado militante e acho que não deslustrei o escritório dos meus queridos Romeu Felipe Bacellar Fº e Renato Andrade; e hoje, no ocaso da vida, estou neste blog, exercitando uma vocação, por gentileza e benevolência do bravo Zé Beto, um valente cidadão que soube, como poucos, enfrentar as tragédias da vida e sair-se vitorioso.

    Na terça-feira, reuni a família em torno de um tinto italiano de boa safra. Trocamos opiniões e abraços, reafirmamos estimas recíprocas e continuamos a vida. Dos amigos, recebi telefonemas carinhosos e manifestações por e-mails, igualmente afetuosas.

    São as melhores coisas que podem acontecer quando o crepúsculo e a noite se anunciam, como ensinava Rubem Alves.

    Ele achava ainda que a vida humana não se mede nem por batidas cardíacas nem por ondas celebrais.

    “Somos humanos” – pontuava –, “e permaneceremos humanos enquanto estiver acesa em nós a chama da alegria”.

    Desfeita essa esperança, a vida perderá o sentido.

    Estou de pleno acordo.

  • 09ago

    FACEBOOK – Ney Leprevost

     

    pai ney leprevost


    Parabéns a todos os pais que de alguma forma se sacrificam para garantir o pão na mesa da sua família e que mesmo nos momentos mais difíceis tem uma palavra de amor, ou uma orientação construtiva, para seus filhos.

    Para o meu filho quero sempre ensinar humildade, honestidade, gentileza, solidariedade e muito apreço pelos livros .

    *****

    Tomo a liberdade de fazer minha a singela homenagem que meu amigo Ney Leprevost fez a todos os pais deste nosso querido Brasil.

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