• 20jun

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Governador destaca papel social das igrejas da Convenção Batista

     

    Comemoração de 100 de Convenção Batista na Assembléia Legislativa do Paraná, com homenagem do Governador Carlos Massa Ratinho JuniorFoto Gilson Abreu

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou nesta terça-feira (18), durante homenagem dos 100 anos da Convenção Batista Paranaense, a atuação social dos pastores e dos seus membros em favor dos mais humildes.

    Na mesma ocasião, em solenidade na Assembleia Legislativa, os Correios lançaram um selo comemorativo do centenário da instituição, que marca a reunião de cerca de 400 igrejas e 50 mil pessoas.

    Para o governador, as comunidades religiosas como a Convenção Batista alcançam pessoas que até mesmo os poderes públicos estadual ou municipal têm dificuldades de atender.

    “As igrejas, de modo geral, enxergam os invisíveis”, disse Ratinho Junior. Segundo ele, as igrejas levam a palavra de Deus, mas também socialização, e encaminham as pessoas no caminho do bem.

    “Se tirássemos esse trabalho possivelmente as dificuldades do País seriam muito maiores”, afirmou.

    Ratinho Junior também destacou que a cerimônia em lembrança ao dia 10 de julho de 1919, quando cinco igrejas paranaenses e três catarinenses se uniram para formar a Convenção, foi um gesto de reconhecimento do Legislativo e do Executivo aos serviços prestados à sociedade.

    “A Igreja Batista tem a sua missão com o Evangelho, mas também um grande trabalho social atrelado, capaz de contagiar outras áreas sociais, e outras igrejas a colaborar nesse projeto”, acrescentou.

    O governador disse que o Paraná se coloca à disposição para colaborar com o que for preciso nesse trabalho e que as congregações devem ser conselheiras da administração pública.

    HOMENAGEM – A homenagem foi proposta pela deputada Cantora Mara Lima, líder da bancada evangélica. A parlamentar destacou na sua exposição que a Convenção Batista presta diversos trabalhos sociais em cidades pequenas, médias e grandes no Estado.

    “A Convenção da Igreja Batista é idônea. Trabalha a favor da comunidade espiritualmente falando e também na inclusão social. É uma parceira do Estado porque tem se voltado a favor do carente, do necessitado, mostrando o caminho do bem”, ressaltou.

    O pastor Geremias Corrêa Junior, presidente da instituição, disse que a CBP funciona como uma espécie de associação entre as igrejas, que permanecem autônomas, mas dentro de uma orientação voltada para o atendimento das comunidades.

    “As igrejas precisam ser relevantes nas cidades onde estão, atender as comunidades. Em Umuarama, fabricamos fraldas geriátricas para os idosos. Em Curitiba há um trabalho imenso contra a drogadição e no Litoral e em outras regiões trabalhamos na área esportiva com os jovens”, afirmou.

    Helen Anne Butler Muralha, 94, filha do fundador da instituição, Guilherme Butler, também foi homenageada na Assembleia Legislativa.

    Segundo ela, antigamente a igreja olhava muito para si, mas hoje abraça a comunidade com sentido de levar os ensinamentos de Jesus Cristo.

    “Quando se é criança não se imagina o que o seu pai representa para as pessoas. Fiquei muito emocionada porque a homenagem reconhece a importância do trabalho, o que ele desenvolveu no Paraná”, afirmou.

    SELO – O superintendente dos Correios no Paraná, Paulo Cezer Kremer dos Santos, também apresentou na cerimônia o selo comemorativo alusivo aos 100 anos da Convenção Batista Paranaense.

    Eles circularão nas correspondências das igrejas da denominação. A peça estampa o número 100 com elementos característicos do Estado, como a araucária e campos de plantação, além das formas da água, tradução visual do batismo Batista.

    HISTÓRIA – A história dos Batistas no Paraná começa com a primeira pregação do Evangelho feita por Samuel Pires de Melo, em setembro de 1902. Ele começou sua trajetória missionária em Santos (SP) e no começo do século 20 se mudou para Paranaguá.

    Em 1910, Samuel procurou a Convenção Batista Nacional porque seu trabalho já congregava quatro igrejas litorâneas. Em 1919, essas comunidades paranaenses e três igrejas catarinenses se unem para formar a Convenção, que posteriormente viria a ser apenas do Paraná.

    Segundo o pastor Nivaldo Aparecido Cavallari, 3° vice-presidente da CBP, o trabalho social começou na sua fundação, com milhões de pessoas atendidas ao longo do tempo.

    “Há relatos de que havia uma sala anexa na igreja em Paranaguá para uma escola para a população carente da cidade. Os estudos mostram que sempre houve na Convenção um olhar social e educacional. Ela nasceu assim”, explicou.

    São cera de 400 igrejas em todo o Paraná. Na Grande Curitiba, cerca de 125 igrejas recebem apoio da Convenção para educação teológica por meio da Faculdade Batista e da Casa de Passagem para recuperação de dependentes químicos.

    PRESENÇAS – Estiveram presentes na homenagem o desembargador Tito Campos de Paula, vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná; os deputados estaduais Gilson de Souza, Alexandre Amaro, Jonas Guimarães, Coronel Lee e Soldado Adriano José; e os pastores Paschoal Piragine Jr, da Primeira Igreja Batista (PIB), e Roberto Silvado, ex-presidente da Convenção Batista Brasileira.

  • 28jan

    DOMINGO ESPETACULAR / YOU TUBE

     

    Conheça a pilota que fez resgate impressionante em Brumadinho (MG)

     

    A major Karla Lessa afirma que este tipo de resgate “é como equilibrar uma vassoura na ponta dos dedos”.

    Ela também destaca o trabalho feito em equipe.

     

  • 27nov

    Recalcatti homenageia participantes de Seminário da Educação Básica

     

     

    Durante a sessão plenária desta segunda-feira, 26, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) um grupo de professores recebeu menções honrosas pela participação no Seminário da Educação Básica do Estado do Paraná, promovido no Legislativo no último mês de maio.

    As menções honrosas aos professores foram propostas pelo deputado Rubens Recalcatti (PSD), que falou da Reforma do Ensino Médio e os Itinerários Formativos, temas decorrentes da implementação da Lei Federal nº 13.415/2017, criada para a aplicação do chamado Novo Ensino Médio.

    Sobre o seminário, o parlamentar afirmou que “foi um trabalho excepcional na construção de relatórios apresentados pelas cinco comissões temáticas constituídas por professores, pedagogos e técnicos das áreas, da rede pública e privada de ensino, além de representantes de entidades estudantis”.

    “Durante o ano, 660 alunos participaram neste Plenário de um aulão para o Exame Nacional do Ensino Médio. Nenhum Legislativo brasileiro faz isso”.

    “Nenhum Legislativo promove esta mudança, assim como foi também este seminário”, afirmou o professor Marlus Geronasso, um dos coordenadores do evento, em agradecimento ao apoio do presidente da Alep, deputado Ademar Traiano (PSDB), e aos membros da Mesa Executiva, à educação paranaense.

    De acordo com o professor, a Assembleia não apenas fala em educação: ela “faz” educação.

    Marlus Geronasso, professor do Grupo UNINTER, destacou as novas diretrizes curriculares, apresentadas no final de 2018, para a implantação do Novo Ensino Médio, nos anos de 2019 e 2020.

    “No seminário trabalhamos com a sugestão dos cinco itinerários formativos. A lei preconizava em seu início a obrigatoriedade de um itinerário. Nós aqui expandimos e entendemos que esta liberdade só existirá se os cinco itinerários normativos foram fornecidos: ciências humanas, ciências da natureza, matemática, linguagens e formação profissional. Aí sim, este indivíduo terá condições de optar por seu caminho de vida”, explicou.

    Os professores homenageados foram Dinamara Pereira Machado, Marlus Humberto Geronasso, Maria Tereza Xavier Cordeiro, Christiane Kaminski, Rodrigo Berté, Vera Lucia Pereira dos Santos, André Luiz Moscaleski Cavazzani, Luís Fernando Lopes, Renata Adriana Garbossa, Everson Araújo Nauroski, Douglas Henrique Antunes Lopes, Maria Eneida Fantin, André Frota, Marcos Ruiz, Paula Reis, Gisele do Rocio Cordeiro, Paulo Martinelli, Denise Terezinha Marques, Sueli Pereira Donato, Wilson da Silva, Guilherme Gonçalves de Carvalho, Elenita de Oliveira e Mariana Monfort Barboza.

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    Com informações de Trajano Budola, da Divulgação Alep

    Foto: Pedro de Oliveira, da Divulgação Alep

  • 24nov

    Na presença de 3 almirantes Ney Leprevost recebe Medalha da Marinha

     

     

    O deputado Ney Leprevost foi homenageado na sexta-feira, dia 23 de novembro, pela Marinha do Brasil com a “Medalha Amigo da Marinha”.

    A solenidade contou com a presença de três Almirantes:  o Almirante-de-esquadra Küster (comandante de operações navais); o Contra-Almirante Valicente (diretor do centro de Comunicação Social); o Contra-Almirante Mello (comandante do 8º distrito naval); Capitão-de-Mar-e-Guerra Germano (Capitão dos Portos do Paraná); Sr. Orson (presidente da SOAMAR-BR); Sr. Newton (presidente eleito da SOAMAR-Curitiba); e dezenas de oficiais.

    A honraria “Medalha Amigo da Marinha” visa agraciar personalidades civis, sem vínculo funcional com a instituição, militares de outras forças, bem como instituições que tenham se destacado no relacionamento com a Marinha do Brasil e no trabalho de divulgar a mentalidade marítima da importância do mar e das águas para o desenvolvimento do País.

    Ney agradeceu a homenagem e disse que o trabalho da Marinha e das forças armadas é fundamental para garantir a soberania nacional.

    Além do deputado Ney Leprevost, foram homenageados Antonio Carlos Ferreira, Arsenio de Almeida Neto, Daniel Augusto Glomb, Ferrucio Kochinski, Haraldo Hauer Freudenberg, Jefferson Rizental Gomes (representado pelo filho Paulo Henrique Gulin Gomes), José Devanir Frítola, José Lúcio Glomb, Luiz Roberto Kuenzer Bond, Luiz Carlos Gryzinski, Marcos Rupollo (representado pela sra. Nayara Rupollo), Napoleão Augusto Chiamulera, Newton Vasniewiski Ribeiro, Osvaldo Hoffmann Filho, Paulo Garmatter, Pedro Prosdócimo Neto, Renato Hauer Malschtzky (representado pela sra. Claudia Maria Malschtzky), Ronaldo Assumpção, Túlio Tagliari, Valério Weber e Valdomiro Mancini Filho.

    Na ocasião também aconteceu o lançamento da sucursal em Curitiba da Sociedade dos Amigos da Marinha (SOAMAR).

    (Via Assessoria de Imprensa – Pedro Mariucci Neto).

  • 20nov

    RENOVA MÍDIA

     

    Solenidade na Itália homenageia heróis da Força Expedicionária Brasileira

     

    Todos os anos, durante o mês de novembro, na cidade de Pistoia, Itália, ocorre uma cerimônia onde os heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutaram em território italiano durante a Segunda Guerra Mundial são homenageados

     

    Solenidade na Itália homenageia heróis da Força Expedicionária Brasileira

     

    O evento deste ano de 2018 contou com a presença de diversas autoridades políticas e militares italianas e diplomáticas brasileiras, inclusive governadores e prefeitos das cidades onde a FEB combateu e “contribuiu com a liberação local do jugo nazifascista”, segundo informações do site do Exército Brasileiro.

    A solenidade contou com uma homenagem, aos soldados da FEB, por parte do Exército dos Estados Unidos da América (EUA) e da Associação dos Veteranos da 10ª Divisão de Montanha dos EUA.

    Esta unidade combateu ao lado dos brasileiros sob a égide do IV Corpo de Exército, do V Exército de Campanha dos EUA, entre os meses de janeiro e abril de 1945, tendo contribuído com as ações vitoriosas da FEB em Monte Castello, La Serra, Castelnuovo e Montese, por exemplo.

    Entenda mais um pouco

    Em dezembro de 1944, após os meses iniciais do emprego operativo da FEB contra o jugo nazifascista em solo italiano, foi instalado o Cemitério Militar Brasileiro na cidade de Pistoia.

    Em maio de 1945, ao término da guerra, o Brasil contabilizava a morte de 465 militares na Campanha da Itália.

    Destes, 457 integravam o efetivo do Exército Brasileiro e oito eram oriundos da Força Aérea Brasileira.

    O Cemitério de Pistoia foi o sepulcro dos heróis brasileiros até 1960, quando então seus despojos foram exumados e transladados para o Monumento Nacional aos Mortos na Segunda Guerra Mundial, na cidade do Rio de Janeiro.

    Nessa ocasião, o Cemitério foi desativado e, em 1966, o terreno que o abrigou cedeu lugar ao Monumento Votivo Militar Brasileiro.

    Em 1967, um ano após a inauguração do MVMB, foram localizados os restos mortais de um dos três militares brasileiros desaparecidos desde o fim da guerra – e até hoje não identificado – que se tornou o único brasileiro sepultado no local, no emblemático túmulo do “Soldado Desconhecido”.

    Os corpos dos outros dois militares permanecem extraviados até os dias atuais.

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