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  • 16nov

    BEM PARANÁ

     

    Só ‘Paranaense’ e nova cor: Petraglia defende mudanças no Atlético

     

    Só ‘Paranaense’ e nova cor: Petraglia defende mudanças no Atlético
    Petraglia (Foto: Geraldo Bubniak) 

    Se dependesse da vontade do presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Mário Celso Petraglia, o clube paranaense teria outro nome e outra cor. O nome de identificação seria “Paranaense” e a cor, vinho. Ao menos foi isso que o dirigente defendeu em entrevista à ESPN, que foi ao ar nesta quarta -feira (14).“Clube Atlético tem vários: Mineiro, Boca Juniors, River Plate e nós, o Paranaense”, disse.

    “O Atlético-MG se apossou do prenome, porque não gosta do ‘Mineiro’. Eu gostaria que nós nos chamássemos ‘Paranaense’. É o ‘meu’ nome, e é assim que somos conhecidos na América do Sul”, completou.

    Segundo o dirigente, o clube deveria passar a dar mais ênfase ao seu gentílico estadual, como forma de se diferenciar e até se projetar internacionalmente – na América do Sul, o clube é chamado de “El Paranaense”.

    Em declarações anteriores, Petraglia defendeu que o Atlético passasse a se chamar CAP – sigla de Clube Atlético Paranaense –, assim como acontece com os clubes alagoanos CSA (Club Sportivo Alagoano) e CRB (Clube de Regatas Brasil).

    Outra polêmica envolve a troca do escudo e a cor do clube. Segundo o dirigente, o escudo já teria um novo visual. E a cor poderia ser o vinho.

    “Não se esqueça de que vermelho mais preto, dá cor-de-vinho, por exemplo”, disse ele à ESPN.

    Para Petraglia, a identidade do clube não iria diminuir. “A identidade vai é aumentar. Nós contratamos empresas especializadas, as coisas não estão sendo feitas na base da opinião”, falou.

    Para essas mudanças saírem do papel, entretanto, é necessário que o clube as aprove.

    “Quem tem que aprovar é o conselho do clube. Eu sou o presidente do conselho do clube”, sugeriu.

    De acordo com o estatuto do Atlético, contudo, as mudanças teriam que ser submetidas a uma reunião do Conselho Deliberativo e aprovadas por 2/3 dos presentes.

    Grama Sintética

    Petraglia ainda falou à ESPN sobre a grama sintética da Arena da Baixada, que recentemente tem sido alvo de críticas dos adversários do Atlético.

    “Essa história da grama é uma bobagem inventada pelo Eurico Miranda (ex-presidente do Vasco). A grama é de altíssimo nível, aprovada pela Fifa”, disse ele.

    “Isso é papo de perdedor. Os clubes tinham era de reclamar dos buracos, que inviabilizam, muitas vezes, o bom futebol”.

  • 14nov

    TRIBUNA DO PARANÁ

     

    Impeachment? Golpe? Entenda a crise do Coritiba

     

    Maus resultados em campo geram disputa política no Coritiba; Assembleia Geral pode destituir presidente

     

    Samir Namur e seus companheiros de chapa após a eleição. O grupo agora corre o risco de ser afastado do Coritiba. Foto: Jonathan Campos

    A péssima campanha em campo levou o Coritiba a uma briga política sem precedentes.

    Apesar de muitas disputas internas, eleições que chegaram a ser decididas por um voto e até renúncia, desta vez surge uma corrente disposta a usar o estatuto do clube para derrubar o presidente Samir Namur e seu G5.

    O pedido da convocação de uma Assembleia Geral foi o caminho usado pelos descontentes para tentar o “impeachment” do cartola. 

    A oposição conseguiu na noite desta terça-feira (13) o número de assinaturas necessárias para a convocação.

    Não há uma razão concreta para pedir a destituição de Namur.

    É no “conjunto da obra” que o grupo de conselheiros se apoia para pedir a Assembleia.

    “Convocar uma assembleia em um momento de crise é salutar. Não tem um motivo para indicar qualquer irregularidade, é uma tentativa de discutir”, disse o ex-vice-presidente Alceni Guerra, um dos conselheiros que integra o abaixo-assinado, em entrevista à Gazeta do Povo.

    Além deles, estão membros da velha-guarda coxa, como Omar Akel e Elias Féder, além de políticos como Tito Zeglin e Reinhold Stephanes Júnior.

    Evangelino renunciou em 1995. Foto: Arquivo

    Evangelino renunciou em 1995. Foto: Arquivo

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Quem encabeça a lista é Julio Jacob Júnior, presidente da Elejor (Centrais Elétricas do Rio Jordão S.A., sociedade de propósito específico ligada à Copel) e que era vice do “Conselhão” do Coxa quando o atual estatuto foi promulgado, em 2011 – Akel era o presidente.

    Em entrevista à Tribuna do Paraná, ele afirmou que a Assembleia Geral permitiria aos sócios se manifestarem.

    “O que se escuta da arquibancada é que a torcida, os sócios, têm vontade de participar mais ativamente do clube, inclusive para decidir a permanência ou não dele (Samir Namur) no cargo”.

    E realmente há essa prerrogativa. O artigo 43 do estatuto do Coritiba diz que entre as atribuições da Assembleia está “eleger ou destituir os membros do Conselho Administrativo”.

    As três formas de convocação são pela própria diretoria, pela assinatura de 20% dos sócios (o clube tem cerca de 12 mil associados. portanto seriam 2.400 assinaturas) ou por no mínimo 80 membros do Conselho Deliberativo.

     

     

    Informo à nação Coxa-Branca que atingimos o número de assinaturas estatutários para a convocação da Assembléia que busca a destituição de SAMIR NAMUR da Presidência do Parabéns aos Conselheiros que atenderam os pedidos dos Sócios.

    Esse pedido segue agora para o presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Foggiato Licheski, que tem dez dias para convocar a Assembleia.

    E a marcação tem que ser divulgada amplamente, inclusive com edital em jornal de Curitiba, com no mínimo 20 dias de antecedência – portanto, o encontro só aconteceria em aproximadamente um mês.

    Só que há um trecho do Estatuto que permite uma antecipação “considerada a urgência da matéria a ser deliberada”, mas isso cabe apenas à mesa do “Conselhão”.

    Bastidores

    A partir da convocação da Assembleia Geral, a disputa interna não vai ser muito diferente do que se vê na política tradicional.

    Será o momento das negociações para garantir a maioria, além das argumentações necessárias para o convencimento dos indecisos e também para a participação maior ou menor de sócios. 

    Para a oposição ao presidente, ele ainda tem capacidade de articulação para barrar um possível impeachment.

    “Não se pode subestimar a força do Samir, ele tem muita força hoje”, disse Alceni Guerra.

    Jair Cirino ganhou por um voto; Vílson Ribeiro de Andrade foi muito contestado. Foto: Arquivo

    Jair Cirino ganhou por um voto; Vilson Ribeiro de Andrade foi muito contestado. Foto: Arquivo

    Não há no estatuto do Coritiba nenhum regimento para reuniões que votariam a derrubada de um presidente.

    Inclusive o abaixo-assinado demonstra essa brecha da “constituição coxa-branca”, quando aponta a “inexistência de previsão estatutária de impeachment para o cargo de Presidente do Conselho Administrativo”. 

    Assim, o trâmite do assunto na Assembleia será definido pelo Conselho Deliberativo.

    A única definição, segundo o artigo 50, é que “antes do início dos trabalhos previstos na pauta qualquer associado poderá manifestar-se sobre o objeto da convocação, por prazo não superior a 5 (cinco) minutos, assegurada prioridade na apreciação e deliberação quanto aos eventuais recursos a ela encaminhados”.

     Esses recursos são de economia interna, mas não se descarta a possibilidade da diretoria entrar na Justiça Comum.

    Histórico

     

    Crises internas não são raras no Coritiba. Em 1995, os resultados financeiros e as dificuldades em campo pressionaram o então presidente Evangelino da Costa Neves, que acabou renunciando, sendo substituído pelo “triunvirato” formado por Joel Malucelli, Edison Mauad e Sérgio Prosdócimo.

    Em 2007, um dossiê contra o então candidato Domingos Moro tumultuou o clube às vésperas da eleição, e Jair Cirino dos Santos, que era a terceira via daquele pleito, venceu a disputa por um voto.

    Nos últimos anos, as gestões de Giovani Gionédis, Vilson Ribeiro de Andrade e Rogério Portugal Bacellar sofreram bastante resistência, mas não houve um movimento explícito defendendo renúncia ou afastamento, como acontece hoje.

     

     

     

  • 09nov

    PARANÁ PORTAL

     

    Ex-presidente do Coritiba pede a renúncia de Samir Namur

     

    Após não conseguir retornar para a Série A do Campeonato Brasileiro, o Coritiba junta os cacos para tentar recomeçar e pensar no futuro. 

    goleada para o São Bento, por 5 a 2, na última terça-feira (6) foi a chamada “gota d’água”.

    Diante de tudo isso, a insatisfação com a recém-empossada diretoria alviverde tem tomado conta de torcedores e até ex-dirigentes.

    Nesta quinta-feira (8), o ex-presidente do Coxa, João Jacob Mehl, fez uma carta aberta em que pede a renúncia do atual presidente Samir Namur.

    “Os grandes homens, sempre souberam dar um passo atrás, reconhecer seus erros e respeitar a opinião da maioria”, aconselhou Mehl.

    Ontem, o G5 do Coxa se reuniu para debater o momento do clube e decidiu pela saída do diretor de futebol Paulo Pelaipe.

    A diretoria estaria sondando Rodrigo Pastana, responsável pelo acesso do Paraná Clube no ano passado.

    Um dos grandes pontos do alviverde é o setor financeiro. No ano que vem, a diretoria terá que trabalhar com uma verba de aproximadamente R$ 46 milhões.

    O valor pode até fazer com que a equipe perca ídolos da torcida e peças importantes como o goleiro Wilson.

    Samir foi eleito no dia 9 de dezembro do ano passado para o triênio 2018-2020 com 1.070 votos.

    Ele concorreu com João Carlos Vialle e Pedro de Castro, que receberam 908 e 857 votos, respectivamente.

    Além de 19 votos brancos e nulos.

    CONFIRA A CARTA NA ÍNTEGRA:

    “CARTA ABERTA ENDEREÇADA AO PRESIDENTE SAMIR

    Meu Caro Samir e Conselheiros. A algum tempo, meu nome, como igualmente de outros experientes ex-presidentes, vimos sendo citados e até intimados a nós posicionamos referente ao momento que vive o nosso Coritiba FC.

    Diante disto, faço esta manifestação, com tristeza, pois gostaria de estar tão somente na arquibancada, vibrando com nossas vitórias.

    Samir Namur, lembro perfeitamente a última reunião do CD que você comandou. Sabendo de sua pretensão de candidatar-se a presidência do Clube.

    Fiz uma manifestação alta e forte, dizendo que o Coritiba não poderia ser novamente cobaia de dirigente inexperiente.

    Um centenário Clube, com tanta bagagem em seus quadros, não poderia ficar a mercê de curiosos.

    Já tínhamos exemplos anteriores, e me assustaram as informações de sua incompetência.

    Mas vieram as eleições e a MINORIA acabou lhe elegendo.

    Samir você teve muita sorte. Pois se o goleiro Wilson tivesse cobrado os inúmeros pênaltis perdidos ano passado não teríamos também caído com o novato Bacellar.

    E você por sua capacidade certamente estaria hoje nós castigando com o fracasso de um rebaixamento.

    Provavelmente você não saiba o que é amor próprio, moral, dignidade, respeito e vergonha na cara.

    Na única derrota em casa no ano de 1999, milhares de torcedores pediram a minha saída, no mesmo momento deixei a presidência e fui para casa.

    Naquela noite, dezenas de Diretores e Conselheiros em minha residência me convenceram a continuar, e não perdemos mais nenhuma partida no ano.

    Mas eu tinha vergonha na cara, tive a dignidade de entregar o cargo, tive o respeito à instituição e meu amor próprio estava ferido.

    Faça o mesmo presidente Samir.

    Faça um teste, pois duvido que alguém vá busca-lo em sua casa.

    Certo dia, o mais vitorioso presidente que tivemos: o Evangelino, teve a dignidade de renunciar.

    Fez isto porque amava o Coritiba, foi inteligente pois sabia que não possuía forças para continuar.

    Faça o mesmo SAMIR, num lapso de lucidez, você poderá evitar um fracasso maior, e a desmoralização total da família coxa branca.

    O Clube mais vitorioso do Paraná, está perdendo torcedores que são nosso maior patrimônio. Reconheça isto Samir.

    O fracasso tornou-se habitual em sua gestão. Um ano a frente do nosso antigo GLORIOSO, já foi suficiente para ratificar sua incompetência.

    Sua capacidade administrativa no futebol, já era de nosso conhecimento. Mas tínhamos esperança, que um bom assessoramento pudesse lhe ilustrar, abrir seus olhos e evitar os mais ridículos erros cometidos neste período.

    Espero que não se promova, um eventual equilíbrio financeiro que o balanço possa apresentar, pois o verdadeiro balanço de sua gestão deverá constar as inúmeras rescisões; a astronômica perda de receita e a imensurável desmoralização que o Clube e seus torcedores estão sofrendo.

    Os grandes homens, sempre souberam dar um passo atrás, reconhecer seus erros.

    E respeitar a opinião da maioria.

    João Jacob Mehl.

    Aqueles que estiverem de acordo, podem assinar junto”

  • 14jul

    FUTEBA FC/YOU TUBE

     

  • 12jul

    YOU TUBE

     

    FRANÇA 1 X 0 BÉLGICA

     

     

    CROÁCIA 2 X 1 INGLATERRA

     

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