• 03ago

    DIÁRIO DO PODER

     

    Energia solar flutuante gera otimismo no setor e na economia

     

    Esperança dos especialistas é que o presidente Bolsonaro tome gosto, ao inaugurar a primeira etapa da Usina Solar Fotovoltaica Flutuante, na Bahia

     

    Painéis de energia fotovoltaica no reservatório de Sobradinho (BA) podem gerar até 1MWp. Foto: Chesf

    Painéis de energia fotovoltaica no reservatório de Sobradinho (BA) – Foto: Chesf

     

    A esperança dos especialistas em energia é que o presidente Jair Bolsonaro tome gosto, ao inaugurar nesta segunda-feira (5) a primeira etapa da Usina Solar Fotovoltaica Flutuante, no reservatório de Sobradinho (BA), e mande fazer outro projeto, de 3.5 gigawatts, na transposição do rio São Francisco.

    Esse novo projeto deverá gerar mais de 87 mil empregos no Nordeste, sobretudo em Pernambuco.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    Em tempo de vacas raquíticas, detalhe fundamental: será totalmente privado o investimento de R$14 bilhões na nova usina solar flutuante.

    Uma usina solar flutuante provocará brutal redução na conta de energia da transposição, que, atualmente, passa de R$ 500 milhões ao ano.

    Com água, sol, terra e energia barata, o quadrilátero entre os canais da transposição, em Pernambuco, será a nova fronteira agrícola do Brasil.

  • 26jun

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Governo aprova resolução para abrir mercado e tentar reduzir preço do gás natural

     

    Medida do Conselho de Política Energética visa criar condições para entrada de empresas no mercado de transporte e distribuição. Governo diz que preço da energia elétrica pode cair.

     

    O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta segunda-feira (24) uma resolução para abrir o mercado de transporte e distribuição de gás natural. O governo avalia que a medida pode reduzir o preço do gás.

    Entre outras medidas, a resolução prevê as seguintes recomendações:

     – ações para a Petrobras deixar de controlar a venda de gás natural;
     – adoção de incentivos para os estados abrirem mão do monopólio de distribuição.

    Segundo o secretário-executivo-adjunto do Ministério de Minas e Energia, Bruno Eustáquio, o conselho não pode fazer determinações à Petrobras, mas as ações previstas na resolução poderão ser concretizadas por meio de um termo de compromisso a ser assinado pela estatal e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

    Pelo acordo, a Petrobras deverá se comprometer a:
    • vender distribuidoras e transportadoras de gás natural;
    • abrir mão da exclusividade de uso da capacidade dos dutos.
    • Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, as medidas poderão fazer com que, entre dois e três anos, o preço do gás caia cerca de 40%.

    Incentivo aos estados

    A resolução aprovada nesta segunda-feira recomenda à União a adoção de incentivos para os estados abrirem mão voluntariamente do direito ao monopólio da distribuição de gás natural.

    “O ‘Novo Mercado de Gás’ visa promover a livre concorrência no mercado de gás do Brasil. Busca reduzir o preço da energia, permitir a reindustrialização do país e um desenvolvimento sustentável”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

    De acordo com o ministério, mais de 80% do gás natural são consumidos pela indústria e por usinas térmicas. Em março deste ano, por exemplo, os consumidores residenciais responderam por 1% da demanda, e os automóveis, 9%.

  • 18jun

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Carros elétricos terão isenção de IPVA até 2022

     

     

    Começou a tramitar na Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (17) o projeto de lei do Governo do Estado que zera o Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) na compra de veículos elétricos.

    Hoje, a alíquota cobrada é de 3,5%. A isenção irá vigorar até 31 de dezembro de 2022.

    “A ideia é diminuir cada vez mais o preço dos veículos elétricos e torná-los mais acessíveis à população”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “A busca de soluções sustentáveis é uma realidade com o uso de carros que poluem menos”, acrescenta.

    O projeto enviado à Assembleia Legislativa altera e acrescenta dispositivos na Lei 14.260, de 2003, que estabelece normas sobre o tratamento tributário do IPVA.

    No novo texto, os carros elétricos passam a integrar uma lista de isentos que inclui veículos de propriedade da União, Estados, Distrito Federal e municípios, autarquias e fundações mantidas pelo poder público, instituições de educação e de assistência social, partido político, entidade sindical de trabalhador e de templos de qualquer culto.

    Outra alteração diz respeito aos veículos que utilizam Gás Natural Veicular (GNV). Para garantir isonomia, o benefício de alíquota 1%, que já era oferecido ao GNV, também irá vigorar até o final de 2022.

    Na mensagem que acompanha o projeto de lei, o governador informa aos deputados que o objetivo das alterações é incentivar o uso de automóveis movidos à energia elétrica, “conferindo maior eficiência e menor consumo em comparação àqueles movidos à combustão”, e destaca a contribuição com o meio ambiente, já que os veículos elétricos não são poluentes.

    PRONTO PARA CRESCER – Tendência global, o uso de veículos elétricos vem crescendo, ancorado por políticas de desenvolvimento sustentável.

    No Brasil, o Paraná é o Estado mais preparado para viabilizar esse mercado, com políticas de incentivo, a ampliação do programa Smart Energy (vinculado ao Tecpar), parcerias com o setor privado e o fortalecimento da eletrovia da Copel, a maior do país, que corta o Estado de Leste a Oeste via BR-277.

    A Copel garante que a energia não será um gargalo para o desenvolvimento. A empresa se prepara para atender um incremento de até 700% no consumo.

    Hoje, a eletrovia possui 730 quilômetros de extensão, ligando o Porto de Paranaguá às Cataratas do Iguaçu.

    As estações existentes são todas de recarga rápida, entre meia hora e uma hora, e a cada carga os veículos elétricos ganham autonomia para rodar de 150 a 300 quilômetros.

    Da mesma forma, o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) estabeleceu diversas parcerias e acordos de cooperação, entre elas, com a Renault, que vai disponibilizar ao instituto a plataforma do Twizy, o veículo elétrico produzido pela montadora.

    O Tecpar também atua na certificação da cadeia de eletropostos e no dimensionamento e otimização da distribuição.

  • 20Maio

    PARANÁ PORTAL

     

    Mesmo com tempo nublado, Curitiba tem potencial para usar energia solar

     

    Energia solar

    O assunto, aliás, ganha ainda mais relevância nesta época do ano.

    Em maio, por conta de chuvas menos frequentes onde ficam os reservatórios das usinas hidrelétricas, o Governo Federal adotou, mais uma vez, a bandeira amarela na tarifa e deixou a conta de luz mais cara.

    Já no caso da “energia solar curitibana”, apesar de as nuvens sugerirem o contrário, se existe qualquer claridade, é porque há luz; e se há luz, a radiação solar está presente; e se há radiação solar, então é possível gerar eletricidade.

    “E temos que olhar não só a radiação de um determinado dia, mas uma média ao longo do ano.

    Consegue-se gerar em Curitiba e qualquer lugar do Paraná com valores significativos, maiores do que em muitos países europeus”, explica o Engenheiro Industrial Elétrico Gerson Máximo Tiepolo, especialista no assunto e conselheiro do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR).

    Tiepolo salienta que, no Brasil, o modelo mais utilizado não possibilita acumular energia.

    O arranjo é basicamente formado por placas fotovoltaicas, que convertem a radiação solar em eletricidade, abastecendo equipamentos eletroeletrônicos em todos os cômodos da casa.

    O sistema é interligado à rede de distribuição local. Caso o consumo seja maior do que a geração doméstica, a energia que falta vem da rede da Copel (no caso do Paraná).

    Já se a geração for maior do que o consumo, o excedente é injetado na rede local e o consumidor ainda ganha créditos para usar nos meses seguintes.

    E para ter em casa?

    O Engenheiro Eletricista Sérgio Inácio Gomes, conselheiro do Crea-PR, explica que os sistemas fotovoltaicos podem ser uma boa alternativa para economizar na conta de luz, mas, antes, é preciso ter tudo na ponta do lápis.

    Segundo ele, cada consumidor pertence a uma categoria tarifária, que impacta na quantia paga pelo quilowatt/hora, de acordo com as classes.

    “Tem que saber interpretar a conta”, pontua. “Vários fatores são colocados na análise para se chegar à conclusão do payback, que é o tempo estimado para a compensação do retorno do investimento. Por isso, é importante ter um Engenheiro Eletricista como responsável técnico.”

    Sobre o valor do investimento, Gomes frisa que existem muitas variáveis, como a superfície disponível no telhado para se instalar os painéis, o consumo de eletricidade e as características climáticas da região, mas estima que a instalação residencial saia, em média, por R$ 15 mil.

    “O projeto tem que ser compatível com o consumo. É um investimento que se paga de seis a oito anos, é interessante fazer um planejamento”, afirma.

    Sustentável

    Além de economia, encarar o sol como fonte de eletricidade é uma questão de sobrevivência energética.

    O aumento no preço da gasolina e do diesel, e o próprio uso destes combustíveis fósseis no transporte e em usinas termelétricas, cuja influência nas mudanças climáticas vem sendo estudada à exaustão pela ciência, têm despertado o interesse por formas limpas de se gerar energia.

    As transformações que o planeta experimenta, inclusive, têm interferido no regime de chuvas e na disponibilidade de água para suprir a demanda em hidrelétricas, principal matriz enérgica do Brasil.

    “A complementação por fontes renováveis, como eólica e solar, é imprescindível. Hoje, temos em torno de 60% da matriz de energia vinda das hidrelétricas. Mas um dos problemas é que os grandes potenciais para a instalação de novas usinas já foram usados. O que ainda existe está no Norte e estamos falando de impactos ambientais”, ressalta Tiepolo.

    O conselheiro do Crea-PR frisa que a diversificação da matriz passa, necessariamente, por incentivos governamentais, como linhas de financiamento, descontos no IPTU e remuneração pela energia excedente: “a microgeração é extremamente benéfica, para que as perdas sejam menores, pois se está gerando e consumindo no mesmo local”.

    Um exemplo de uso energético 100% sustentável foi um projeto da Copel, que, neste verão, levou ao litoral do Paraná um contêiner para atender turistas.

    Equipada exclusivamente com painéis solares, a instalação foi capaz de abastecer bicicletas e patinetes elétricos, terminais de carregamento de celulares, além de ter sido autossuficiente no consumo de eletricidade e devolvido parte da energia gerada à rede da Copel.

    Sérgio Inácio Gomes destaca que o mercado dos painéis solares está em expansão e aparece, portanto, como um destino promissor para futuros profissionais.

    “É uma demanda presente e futura, que está crescendo e vai crescer ainda mais. Não só no Brasil, mas em todo o mundo”, acrescenta.

  • 10ago

    NEY LEPREVOST NO ENCONTRO DO COMITÊ ENERGIA INOVADORA 

     

     

     

    O candidato a governador Ratinho Junior e os deputados Ney Leprevost e Alexandre Guimarães, realizaram na noite desta quarta-feira (09), reunião com o Comitê de Energia Inovadora, com o objetivo de debater as novas tendências do setor energético.

    Em seu discurso, Leprevost defendeu os servidores da Copel e disse que a empresa deve continuar pertencendo aos paranaenses.

    Ney anunciou que será candidato a deputado federal e defendeu o fim do foro privilegiado; as reformas política e tributária, e a adoção do voto distrital.

    Na oportunidade, o pré-candidato a governador Ratinho Junior disse que se for eleito não haverá privatização da Copel.

    “A Copel não será vendida, primeiro porque está sendo bem administrada, com uma boa saúde financeira e prestando um bom serviço ao cidadão. E, além disso, envolve uma questão de estratégia social para o desenvolvimento do estado”, afirmou.

    O Comitê de Energia Inovadora reúne diversos especialista da área de energia e é coordenado pelos engenheiros Sergio Cequinel, Franklin Miguel Kelly e Rafael Rodrigues.

    Nos últimos sete anos, a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica elegeu seis vezes a Copel como a melhor distribuidora de energia do Brasil.

    Maior empresa do Paraná, a Copel investiu R$ 3,57 bilhões em 2016, o maior valor da sua história, e garantiu novos investimentos no total de R$ 2 bilhões para este ano.

    Dinheiro que movimenta e reforça a economia do Paraná, além de garantir mais qualidade de vida para os paranaenses.

    Também participaram da reunião os deputados Guto Silva, Marcio Nunes e os vereadores Prof. Euller, Mauro Bobato e Cristiano Santos.

    (Via Assessoria de Imprensa – Rodrigo França)

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