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  • 10ago

    NEY LEPREVOST NO ENCONTRO DO COMITÊ ENERGIA INOVADORA 

     

     

     

    O candidato a governador Ratinho Junior e os deputados Ney Leprevost e Alexandre Guimarães, realizaram na noite desta quarta-feira (09), reunião com o Comitê de Energia Inovadora, com o objetivo de debater as novas tendências do setor energético.

    Em seu discurso, Leprevost defendeu os servidores da Copel e disse que a empresa deve continuar pertencendo aos paranaenses.

    Ney anunciou que será candidato a deputado federal e defendeu o fim do foro privilegiado; as reformas política e tributária, e a adoção do voto distrital.

    Na oportunidade, o pré-candidato a governador Ratinho Junior disse que se for eleito não haverá privatização da Copel.

    “A Copel não será vendida, primeiro porque está sendo bem administrada, com uma boa saúde financeira e prestando um bom serviço ao cidadão. E, além disso, envolve uma questão de estratégia social para o desenvolvimento do estado”, afirmou.

    O Comitê de Energia Inovadora reúne diversos especialista da área de energia e é coordenado pelos engenheiros Sergio Cequinel, Franklin Miguel Kelly e Rafael Rodrigues.

    Nos últimos sete anos, a Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica elegeu seis vezes a Copel como a melhor distribuidora de energia do Brasil.

    Maior empresa do Paraná, a Copel investiu R$ 3,57 bilhões em 2016, o maior valor da sua história, e garantiu novos investimentos no total de R$ 2 bilhões para este ano.

    Dinheiro que movimenta e reforça a economia do Paraná, além de garantir mais qualidade de vida para os paranaenses.

    Também participaram da reunião os deputados Guto Silva, Marcio Nunes e os vereadores Prof. Euller, Mauro Bobato e Cristiano Santos.

    (Via Assessoria de Imprensa – Rodrigo França)

  • 01abr

    ISTOÉ

    Consumidor pagará socorro ao setor elétrico no valor de R$ 37,41 bi, diz Aneel

     

    Valor será diluído e repassado para a conta de luz nos próximos quatro anos e meio e deve causar um impacto de 6 pontos porcentuais, em média, nas tarifas

     

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    O socorro ao setor elétrico vai custar R$ 37,417 bilhões aos consumidores, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    O valor será diluído e repassado para a conta de luz nos próximos quatro anos e meio e deve causar um impacto de 6 pontos porcentuais, em média, nas tarifas.

    O empréstimo foi feito para ajudar as distribuidoras a pagar pela compra de energia ao longo do ano passado e evitar um reajuste muito elevado para os consumidores de uma só vez.

    Ao todo, essa despesa consumiu R$ 21,176 bilhões. Mas o custo, na prática, ficará muito maior devido aos juros cobrados pelas instituições financeiras, que vão consumir R$ 12,838 bilhões.

    O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, negou que o custo do empréstimo tenha sido muito elevado. “O custo da operação foi analisado e entendido como compatível com o mercado”, disse.

    “Foi uma operação em condições de mercado. Foi uma negociação dura, ampla, mas as condições pactuadas são compatíveis com negociações semelhantes já feitas.”

    Como garantia da operação, os bancos decidiram cobrar 10% do valor total do empréstimo, o correspondente a R$ 3,401 bilhões.

    Esse valor será recolhido na tarifa cobrada pelo consumidor e, ao final do pagamento do empréstimo, será ser devolvido.

    “O que é normal em qualquer garantia é que a conta tenha uma folga. Você não pode garantir um fluxo que é exatamente o valor da sua obrigação”, explicou Rufino.

    “Uma ou outra distribuidora pode ficar inadimplente e aí não é suficiente para amortizar.”

    Três operações foram acordadas. A primeira, em abril de 2014, foi de R$ 11,2 bilhões. A segunda, em agosto, foi de R$ 6,578 bilhões. E em fevereiro deste ano, foi fechada a última parcela, de R$ 3,398 bilhões.

    Embora cada operação tenha sido fechada com um taxa de juros diferente, o custo médio do empréstimo será de CDI, mais 2,7% ao ano, com amortização em 54 meses, de novembro deste ano a abril de 2020.

    Tarifas

    Para pagar o empréstimo, as tarifas devem subir, em média, entre 5 e 6 pontos porcentuais a partir deste ano. O repasse será feito na data do reajuste anual de cada distribuidora.

    As distribuidoras que já passaram pelo reajuste ordinário anual em 2015 terão o aumento autorizado reduzido.

    Aumentos de sete empresas aprovados em fevereiro e março consideravam que o empréstimo seria pago em dois anos. Por essa razão, o impacto do empréstimo foi maior, de 11 a 13 pontos porcentuais.

    Foi assim no caso da Ampla, CPFL Mococa, CPFL Santa Cruz, CPFL Sul Paulista, CPFL Leste Paulista, CPFL Jaguari e Energisa Borborema.

    As tarifas dessas empresas devem cair entre 5 e 6 pontos porcentuais. “É claro, alongou o prazo e custou um pouco mais caro, pois é um período maior de encargos que se paga”, afirmou Rufino.

    “Se não fizéssemos o alongamento do empréstimo, todas as empresas teriam um aumento entre 11 a 13 pontos porcentuais em dois anos. Foi uma escolha que foi feita. Entendeu-se que seria oportuno diluir um pouco mais.”

  • 31mar

    UCHO.INFO

    Em meio à crise energética, Brasil reformará usina térmica por R$ 60 milhões e doará à Bolívia

    evo_morales_10Mesmo enfrentando uma crise de energia sem precedentes e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o Brasil gastará R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica à vizinha Bolívia.

    A transação depende apenas da aprovação do Ministério de Minas e Energia e faz parte dos compromissos bilaterais assumidos entre ambos os países.

    Inaugurada em 1989, a usina térmica em questão é a Rio Madeira, pertencente à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras.

    A usina foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre durante duas décadas. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.

    A térmica Rio Madeira foi desativada em outubro de 2009, quando o Estado de Rondônia foi conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e passou a ser abastecido por hidrelétricas, que produzem energia mais barata.

    Em janeiro de 2014, a fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) constatou que a usina, embora desligada, tinha condições de operar parcialmente.

    Seu prazo de concessão acabava apenas em 2018. No entanto, “devido ao alto custo de operação, esta dificilmente seria despachada”.

    Por essa razão, a Aneel declarou os bens da usina como “inservíveis à concessão de serviço público”. Em 2010, cada megawatt-hora (MWh) produzido pela usina custava R$ 846,98.

    Atualmente, a térmica mais cara em operação no Brasil é a de Xavantes, também a movida a óleo diesel, com custo de operação de R$ 1.167 por MWh.

    A usina passará por uma “recauchutagem geral” para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte converterá a usina Rio Madeira para gás natural, combustível abundante na Bolívia.

    A reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões aos cofres brasileiros. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma.

    Só para efeito de comparação, uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.

    Por meio de nota, o Ministério de Minas e Energia informou que o acordo teve como objetivo “promover a cooperação energética com a Bolívia”.

    O ministério alega que a transferência de R$ 60 milhões foi autorizada por meio da Medida Provisória 625/2013.

    O órgão informou também que os trâmites necessários para operacionalizar o acordo deveriam ser informados pela Eletronorte.

    Já a empresa declarou que o governo deveria se pronunciar sobre o assunto, já que se trata de uma negociação internacional.

     

    usina_riomadeira_01

     

    Pedido boliviano

    Vale ressaltar que o pedido de doação da termelétrica foi feito diretamente pelo presidente boliviano, Evo Morales, em reunião bilateral com Dilma Rousseff durante a primeira Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos (Celac), na Venezuela, em dezembro de 2011.

    No encontro, Morales explicou à presidente Dilma os problemas de energia e os apagões constantes enfrentados por seu país e pediu ajuda.

    Apesar de ser um dos maiores produtores de gás do mundo, a Bolívia não tem os equipamentos para transformá-lo em energia elétrica.

    Dilma prometeu, então, ceder à Bolívia a termelétrica Rio Madeira, que estava sem uso no Brasil, mas que precisava ser reformada.

    O contrato seria de empréstimo por dez anos, renováveis por igual período. No entanto, o empréstimo se transformaria, na prática, em doação, já que o custo para devolver a usina ao Brasil dificilmente compensaria.

    A política de boa vizinhança tem por trás não apenas também necessidade de garantir a boa vontade dos bolivianos.

    Maior fornecedor de gás do Brasil, o governo da Bolívia já aumentou duas vezes o preço do metro cúbico enviado ao País, mas garante o abastecimento de outras usinas brasileiras.

    Além disso, o Brasil quer viabilizar a construção de uma hidrelétrica binacional, na divisa entre os dois países.

    Trata-se de um projeto antigo e discutido há anos pelos dois governos, sem ter nenhuma decisão prática até hoje. (Por Danielle Cabral Távora)

  • 28fev

    GAZETA DO POVO – Fernando Jasper

    Tarifa de energia sobe 36,8% no Paraná na segunda-feira

    Para as residências, o aumento será de 31,8% e, para a indústria, de 38,9%. Reajuste extraordinário da Copel foi definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

    Marcelo AndradeNa média nacional, o efeito percebido pelos consumidores, ponderado pela receita das distribuidoras, será de 23,4%. | Marcelo Andrade

    Na média nacional, o efeito percebido pelos consumidores, ponderado pela receita das distribuidoras, será de 23,4%.ENERGIA

    A tarifa média da Companhia Paranaense de Energia (Copel) vai subir 36,8% a partir de segunda-feira (2).

    O reajuste extraordinário, anunciado nesta sexta-feira (27) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), é o quarto mais alto dentre as 58 distribuidoras de energia que terão sua tarifa elevada.

    Na média nacional, o efeito percebido pelos consumidores, ponderado pela receita das distribuidoras, será de 23,4%, segundo a Aneel.

    Segundo a Copel, a conta de luz das residências vai subir 31,8%. Para o setor industrial, o aumento médio será de 38,9%.

    Normalmente, cada concessionária tem direito a um reajuste por ano – o da Copel ocorre no dia 24 de junho.

    No entanto, existia o temor de quebra de várias empresas caso elas tivessem de suportar muito mais tempo sem repassar ao consumidor o aumento de custos que sofreram de 2014 para cá.

    O governo estadual, principal acionista da Copel, informou via assessoria que não vai comentar o assunto, uma vez que o reajuste “foi definido pelo governo federal”.

    Em meados do ano passado, quando a Aneel autorizou a companhia a reajustar sua tarifa em cerca de 35%, o governador Beto Richa determinou que ela aplicasse um aumento menor, de 25%.

    A diferença poderá ser repassada ao consumidor no próximo reajuste tarifário anual, em junho.

    Segundo o diretor-presidente da Copel Distribuição, Vlademir Santo Daleffe, a empresa vai aplicar na íntegra o aumento autorizado pela Aneel.

    “Desse aumento, nem um centavo ficará na mão da Copel. É para fazer frente ao forte aumento da CDE [Conta de Desenvolvimento Energético], da alta da tarifa de Itaipu e da energia que as distribuidoras tiveram de comprar no leilão de ajuste de janeiro”, disse.

    CDE

    O fim dos repasses do Tesouro à CDE criou um rombo da ordem de R$ 23 bilhões para ser rateado entre todos os consumidores brasileiros. Caso os aportes do Tesouro continuassem, o valor do rateio seria bem inferior, de R$ 1,7 bilhão.

    Esses R$ 23 bilhões servirão para cobrir a diferença entre o que as distribuidoras estão gastando para comprar energia – as despesas subiram por causa do uso intenso de usinas termelétricas, a fim de poupar reservatórios – e o que elas vinham cobrando dos consumidores.

    Itaipu

    Além do rateio da CDE, as concessionárias das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste estão arcando com o aumento do custos da energia de Itaipu, que representa em torno de 20% do suprimento dessas empresas.

    Neste ano, as tarifas da hidrelétrica foram reajustadas em 46%, em dólar. Como a moeda norte-americana está mais cara, o aumento em reais fica ainda mais forte.

    Segundo a Aneel, o principal motivo para o aumento da tarifa de Itaipu foi o “cenário hidrológico adverso de 2014”. Por causa da falta de chuvas, a usina produziu menos no ano passado.

    Para honrar seus contratos com as distribuidoras, teve de comprar energia no mercado de curto prazo pagando o Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), que passou boa parte do ano acima de R$ 800 por megawatt-hora (MWh).

    Esse aumento de custos, suportado por Itaipu ao longo de 2014, está sendo agora repassado às distribuidoras e, consequentemente, ao consumidor.

    Leilão de ajuste

     

    Daleffe cita também o leilão de ajuste realizado em janeiro, no qual as distribuidoras brasileiras compraram energia a preços elevados – R$ 385 por megawatt-hora (MWh) – para cobrir volumes “descontratados” que até então elas estavam tendo de comprar no mercado de curto prazo.

  • 05fev

    ISTOÉ

    Entre os reajustes anunciados pela Aneel, o da CPFL Jaguari foi o mais alto, com efeito médio de 45,4%

    Agência Brasil

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    Os aumentos nas tarifas de energia aprovados ontem (3) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não mudaram a expectativa do Ministério de Minas e Energia (MME) da média de reajuste das contas de luz não superar 40% este ano.

    A informação é do ministro Eduardo Braga, que participou hoje (4) da cerimônia de posse de Vital do Rêgo Filho no Tribunal de Contas da União.

    “Na realidade, o que está acontecendo é que houve alguns reajustes que aconteceram ordinários, anteriores ao processo de renegociação do financiamento” de R$ 17,8 bilhões entre as distribuidoras de energia e os bancos, em 2013, disse Braga.

    Ele acrescentou que, para os próximos 12 meses, o impacto dos reajustes será o já divulgado.

    “Teremos de esperar as compensações desses números nos próximos reajustes para ter o reajuste médio. Continuamos dizendo que, pelos estudos do MME, os reajustes médios serão inferiores a esse número [40%].”

    Entre os reajustes anunciados pela Aneel, o da CPFL Jaguari foi o mais alto, com efeito médio de 45,4%. Para consumidores de alta tensão, o efeito médio será 48,85%.

    Segundo o diretor da agência, Romeu Rufino, esse aumento não indica uma tendência. Ele disse que se trata de uma situação específica de uma distribuidora que vinha cobrando valores mais baixos.

    Sobre a saída da presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster, o ministro evitou fazer qualquer comentário.

    Graça e cinco diretores  da empresa renunciaram hoje (4).

    O Conselho de Administração da companhia reúne-se na próxima sexta-feira para escolher os novos diretores.

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