• 05out

    FOLHA.COM

    O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, aceitou nesta segunda-feira denúncia contra Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, eleito ontem deputado federal pelo PR com 1,35 milhão de votos.

    O pedido foi feito pelo Ministério Público Eleitoral de São Paulo.Segundo o juiz, a carta que apresentou para provar que é alfabetizado justifica o recebimento da denúncia.

    “A prova técnica produzida pelo Instituto de Criminalística aponta para uma discrepância de grafias”, afirma Silveira.

    Para o juiz, o laudo levanta dúvida sobre o documento apresentado pelo deputado eleito ao apontar um “artificialismo gráfico”.

    A denúncia foi recebida como complemento de outra aceita no dia 22 de setembro por omissão de bens na sua declaração quando se registrou candidato.

    Tiririca tem 10 dias para se defender. O advogado do humorista afirmou que o partido é quem deve se pronunciar. Não foi encontrado ainda representante do PR que pudesse falar do assunto.

    DESCANSO

    Tiririca está em Fortaleza (CE) para descansar. Com a família, o comediante desembarcou na capital cearense na madrugada desta segunda-feira e falou, ainda no aeroporto Pinto Martins, com a TV Diário, uma emissora local.

    “Eu tô muito feliz, agora a gente vai dar uma descansada. Viemos comemorar aqui, na terra da gente, que é muito importante, e a expectativa é a melhor possível. Se Deus quiser, vamos fazer muita coisa boa”, disse, em relação ao seu mandato.

    Tiririca disse ainda que não imaginava que seria eleito. “É sensacional, é coisa de Deus”, disse.

    PEDIDO NEGADO

    No dia 29 de setembro, o mesmo juiz rejeitou um pedido do promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, que queria fazer um teste de escrita e leitura com o candidato.

    Para ele, não havia qualquer causa de inelegibilidade, inclusive quanto à instrução mínima.

    Na decisão, o juiz afirma que, a lei “não exige que os candidatos possuam mediano ou elevado grau de instrução, mas apenas que tenham noções rudimentares da linguagem pátria, tanto que é preceito do próprio Estado democrático de Direito a pluralidade / diversidade, buscando-se evitar, inclusive, a formação de um elitismo no corpo dos membros dos poderes legislativo e executivo.”

    Reportagem da revista “Época”, de duas semanas atrás, mostrava indícios de analfabetismo do deputado eleito.

    Para a revista, o humorista Ciro Botelho –que escreveu o livro “As piadas fantárdigas do Tiririca”– afirmou que o candidato não sabe ler ou escrever.

    A reportagem também descreve situações em que ele mostra dificuldade de leitura.

    No último dia 22, a Justiça recebeu uma denúncia contra o candidato por omissão da declaração de bens no pedido de registro de sua candidatura.

    A denúncia também foi oferecida pelo Ministério Público Eleitoral, que entende ter havido falsidade ideológica.

  • 05out

    Congresso em Foco

    Ele disse que “se lixava” para a opinião pública. E 97,38 mil eleitores se lixaram

    Moraes (PTB-RS), réu em ações penais e se lixa para a opinião pública, terá um segundo mandato na Câmara dos Deputados

    para essa declaração dele na eleição de domingo (3).

    Com quase 100 mil votos, o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) foi reeleito para o seu segundo mandato na Câmara.

    Réu de duas ações penais no Supremo Tribunal Federal (STF), o petebista se tornou célebre na atual legislatura por duas frases.

    Ao assumir a presidência do Conselho de Ética, em maio de 2008, o gaúcho desdenhou dos processos a que responde na Justiça.

    “Serei absolvido em todos. Lá na minha terra, tem um ditado que diz que cão que não tem pulga, ou teve ou vai ter, mesmo que seja pequena”, afirmou Moraes.

    “Sou ético, sou firme, não me dobro e tenho sete mandatos.”

    Meses depois, voltou a causar polêmica ao defender o arquivamento de uma denúncia no Conselho contra o deputado Edmar Moreira (PR-MG), acusado de usar a verba indenizatória com suas empresas de segurança.

    “Estou me lixando para a opinião pública”, afirmou Moraes aos jornalistas.

    “Até porque parte da opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, mas a gente se reelege.”

    No Supremo, Sérgio Moraes é acusado de ter cometido crimes de responsabilidade no período em que foi prefeito de Santa Cruz do Sul.

    Numa das ações, o parecer da Procuradoria-Geral da República é pela condenação.

  • 05out

    ASSESSORIA DE IMPRENSA DE GLEISI HOFFMANN

    GLEISI E SUA FAMÍLIA

    Gleisi Hoffmann (PT) entrou para a história da política paranaense ao se tornar a primeira mulher a conquistar uma vaga no Senado Federal como representante do Estado.

    Com 3.196.468 de  votos vai ocupar uma das cadeiras no Congresso ao lado de Roberto Requião, companheiro de chapa da petista.

    Logo após a divulgação do resultado pelo TRE, Gleisi agradeceu a todos os paranaenses pela confiança em seu nome e reafirmou seu compromisso em lutar pelo desenvolvimento social e econômico do Paraná.

    “Estou muito feliz e gratificada porque hoje mais de três milhões de pessoas foram às urnas e digitaram 131. Isso me dá um grande senso de responsabilidade perante o Estado e o povo paranaense. Peço a Deus que me ilumine nessa caminhada para que eu  possa colocar em prática aquilo que propus durante a campanha. Não serei senadora de um grupo, de um partido apenas, vou ser senadora dos paranaenses. Esse mandato é do povo do Paraná”, disse.

    Em sua trajetória pessoal e profissional, Gleisi sempre defendeu seus ideais de maneira enfática, olhando com atenção e firmeza para as necessidades da população.

    No Senado, buscará a mediação e a união das lideranças para defender os interesses dos paranaenses.

    “O Senado é o espaço para o diálogo, para a construção de consensos, onde quem ganha é a nossa gente. Vou defender todo o Paraná, sem exceção, sem qualquer discriminação. Serei firme na defesa do povo paranaense e do povo brasileiro.”

    A defesa de mais direitos para as mulheres será um dos compromissos da senadora eleita.

    “Quero ajudar a construir um país onde a violência contra a mulher seja coisa do passado. Um país onde todas as donas de casa tenham direito a aposentadoria e onde os idosos recebam respeito, carinho e reconhecimento”, diz.

    Paranaense de Curitiba, casada com o ministro do Planejamento Paulo Bernardo e mãe de João Augusto e Gabriela Sofia, Gleisi filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 1989.

    Disputou o Senado Federal pela primeira vez em 2006, tendo obtido mais de 45% do total de votos válidos. Em 2008, disputou a prefeitura de Curitiba pelo PT.

    Formada em Direito com especialização em Gestão de Organizações Públicas e em Administração Financeira, foi secretária de estado no Mato Grosso do Sul e secretária de gestão na prefeitura de Londrina.

    Integrou ao lado de Dilma Rousseff a equipe de transição do governo Lula.

    Foi a primeira mulher a assumir a Diretoria Financeira da Itaipu Binacional a convite do presidente Lula e da então ministra Dilma.

    Lá desenvolveu ações como o Casa Abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica, o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente, o Programa Saúde na Fronteira e o combate à prostituição infantil.

    Como senadora, vai trabalhar por mais e melhores recursos para o Paraná, para ampliar os investimentos em obras de infraestrutura e programas sociais.

    “Vamos ampliar as conquistas e avançar com as mudanças que o presidente Lula vem promovendo em nosso país, com Dilma eleita neste segundo turno. Vou trabalhar pelo combate ao tráfico de drogas e por apoio e carinho para aqueles que precisam”.

    “Mas também quero mais vagas no Prouni e nas escolas técnicas, mais apoio às universidades estaduais e as federais. Também vou me empenhar para que nossos agricultores familiares e empresariais recebam mais apoio dos governos e tenham melhores condições para produzir”, enfatiza.

    No Senado, Gleisi pretende fomentar programas, projetos e investimentos que desenvolvam o Paraná com respeito ao meio ambiente, em especial, a partir de obras que contribuam para o crescimento da economia.

    O fortalecimento da agricultura – do agronegócio à agricultura familiar, considerando vocações e potencialidades – será pauta presente da senadora.

    “Também vou me dedicar à construção no Paraná de cidades mais seguras, com educação e saúde cada vez melhores. Da creche ao atendimento no posto de saúde, da escola à estrada, do primeiro emprego à casa própria com o programa Minha Casa, Minha Vida”.

    “Vou ser uma parceira dos nossos  prefeitos e prefeitas na busca por recursos, pois sei que a vida começa a acontecer em nossas cidades”.

  • 05out

    UOL/ELEIÇÕES

    A maior eleição da história do Brasil levou mais de 100 milhões de pessoas às urnas no domingo (3).

    Mas esse não é o único número que explica os resultados que elegeram centenas de candidatos e levaram disputas estaduais e a presidencial para uma segunda votação, em 31 de outubro. Confira o levantamento feito pelo UOL Eleições.

    Candidatos

    Com 46,9% dos votos, a petista Dilma Rousseff é a primeira mulher a disputar o segundo turno das eleições presidenciais brasileiras.

    Deputado eleito, Tiririca (PR-SP) é o segundo mais votado da história para o cargo.

    Com mais de 1,3 milhão de votos, ele fica atrás apenas de Enéas Carneiro (morto em 2007), do extinto Prona, que somou 1.573.642 em 2002.

    A surpreendente vitória do senador eleito Aloysio Nunes (PSDB-SP), com mais de 11 milhões de votos, faz dele o parlamentar mais votado da história do país, superando Aloizio Mercadante (PT), que chegou aos 10 milhões de votos há oito anos.

    Pela primeira vez o Rio Grande do Sul elege um governador em primeiro turno: Tarso Genro (PT).

    Houve 45 candidatos a deputado federal, estadual ou distrital que receberam apenas um voto nas eleições.

    Quase 20% do eleitorado se absteve de votar no domingo. O maior índice veio do Maranhão, com cerca de 24% do total.

    O menor saiu de Roraima, com menos de 14% de ausentes.

    A Paraíba foi o Estado que mais anulou votos para presidente: foram cerca de 10%. O menor porcentual é do Rio Grande do Sul, com 3,34% do total.

    Dados sócio-econômicos

    A presidenciável Marina Silva (PV) venceu no colégio eleitoral mais rico do Brasil, o Distrito Federal, com renda média de R$ 2.176.

    Dilma venceu no mais pobre, o Piauí, com renda média de R$ 567,10.

    Entre os dez Estados com maior índice de analfabetismo, José Serra só venceu no Acre.

    Entre os dez Estados mais populosos do Brasil, Dilma venceu em oito (Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Pará e Maranhão). Serra triunfou em São Paulo e no Paraná.

    Entre os dez Estados com maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), Dilma teve vantagem em cinco: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais.

    Serra ficou à frente em Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Marina levou somente no DF.

    Família

    Em Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte, pai e filho se elegeram, respectivamente, senador e deputado federal.

    São eles os alagoanos peemedebistas Renan Calheiros e Renan Filho; os sergipanos do PSB Valadares e Valadares Filho e os candidatos do DEM José Agripino Maia e Felipe Maia.

    No Acre, os irmãos petistas Tião Viana e Jorge Viana, foram eleitos, respectivamente, governador e senador.

    No Maranhão, a governadora Roseana Sarney (PMDB) terá na Câmara dos Deputados o irmão Sarney Filho (PV). O senador reeleito Edison Lobão (PMDB) terá na mesma Casa sua mulher, Nice Lobão (DEM).

    As bancadas familiares podem crescer ainda mais dependendo do julgamento sobre a lei da Ficha-Limpa no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Geografia

    Dilma foi a mais votada em 18 Estados, enquanto Serra venceu em oito.

    Em 2002, quando foi candidato à Presidência pela primeira vez, Serra só venceu no Estado de Alagoas no primeiro turno.

    Desta vez, não venceu entre os alagoanos, mas ganhou em oito colégios eleitorais: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Roraima.

    A candidata do PT venceu em dois Estados nos quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi derrotado em 2006: Goiás e Rio Grande do Sul.

    Na primeira eleição de Lula, em 2002, ele só perdeu em Alagoas (Serra), Ceará (Ciro Gomes) e Rio de Janeiro (Anthony Garotinho).

    Serra teve mais de 10 pontos percentuais de vantagem sobre Dilma em dois Estados: Acre e Roraima.

    Dilma exibiu vantagem desse porte em todos os Estados do Nordeste, exceto por Sergipe, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Tocantins, Amazonas, Pará e Amapá.

    Família Lupion: Pai e filho eleitos

    Observação do blogueiro :- No Paraná, três situações semelhantes. Pai, deputado federal e filho, deputado estadual:

    – Reinhold Stephanes e Stephanes Jr.

    – Cesar Silvestri e Cesar Silvestri Filho

    – Abelardo e Pedro Lupion


  • 05out

    PORTAL RPC

    Diferente das expectativas iniciais, a validade ou não da Lei da Ficha Limpa não vai alterar o quadro dos eleitos na Assembléia Legislativa do Paraná e Câmara dos Deputados nas eleições do último domingo.

    O Tribunal Superior Eleitoral divulgou no meio da tarde desta segunda os votos de todos os políticos do Paraná que tiveram seus registros negados pela referida lei.

    O mais votado foi Geraldo Cartário (PDT), com 30.577 votos. Na coligação da qual fazia parte, o candidato eleito que teve menos voto foi Dr. Rosinha, com cerca de 90 mil votos, ou seja, muito mais do que o obtido por Cartário.

    Entre os mais votados entre os que tiveram registro indeferido ficou Alessandro Meneghel, do PRB, (15.177 votos) que também não chegou nem perto de conseguir uma cadeira, afinal o candidato que se elegeu com menos voto foi Abelardo Lupion, que teve cerca de 80 mil votos.

    Nomes conhecidos como Antônio Belinati, Nilton Servo e Íris Simões tiveram poucos votos, principalmente porque era sabido que eles não devem escapar do enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

    O Projeto de Lei, sancionado pelo presidente Lula em junho, proibe a candidatura de políticos condenados pela Justiça em decisão colegiada em processos ainda não concluídos.

    Os votos depositados nestes candidatos serão considerados como votos nulos. Caso a decisão sobre as candidaturas seja revertida no TSE ou no Supremo Tribunal Federal, estes votos voltam a ser contabilizados.

    Pelo Brasil

    Paulo Maluf (PP-SP), que recebeu 497 mil votos, poderia ter sido eleito deputado federal por São Paulo caso a lei não valesse.

    Se os votos forem computados, ele passa a ser o terceiro mais votado do estado.

    No Pará o candidato a deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) também estaria eleito.

    Confira a votação de cada um dos candidatos indeferidos:

    Geraldo Cartário Ribeiro (PDT): 30.577 votos
    Iris Xavier Simoes (PDT): 771
    Nilton Cezar Servo (PRB): 1.416
    Antonio Ricardo Dos Santos (PRB): 6.195
    Alcione Gonçalves Valentim (PSDC): 219
    Jose Chagas Dos Santos (PSDC): 2.245
    Jose Evanildo Alves Da Silva (PSDC): 534
    Adriana Popadiuk (PSDC): 161
    Maria Aparecida Leonel (PSDC): 780
    Michele Cardoso Costa (PSDC): 126
    Vera Lucia Fernandes Trotta Telles (PSDC): 684
    Valdenir Costa Cruz (PSDC): 57
    Guaraci Almeida Ribas (PSDC): 1.732
    Pedro Marcelino Dos Santos (PSDC): 1.606
    Nelson Zamarian (PSB): 1.025
    Rosângela Rolim De Moura (PV): 367
    Dalva Regina Raymann De Souza (PV): 313
    Josiani De Oliveira Deninski (PSOL): 339

    Deputado Estadual

    Leonildo Sandri (PRB): 2.411 votos
    Antonio Casemiro Belinati (PRB): 3.901
    Leandro Pierin Borges Da Silveira (PDT): 918
    Lucimara Dos Santos Rodrigues (PSL): 300
    Luiz Antonio Ferreira Pereira (PPS): 718
    Alessandro Meneghel (PRB): 15.177
    Erivan Passos Da Silva (PRTB): 198
    Jose Aparecido Da Rocha (PSDC): 297
    Jose Carlos Neves Da Silva (PMN) :7.443
    Erico Gilberto Cassou Muller (PSDC): 468
    Guaracy Prestes Ribas (PSDC): 320
    Luiz Pereira (PSB): 2.589
    Irineu Rodrigues Ribeiro (PV): 11.438
    Antonio Carlos Ribas Sauergier Dandrade (PV): 420

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