• 12ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Brasil atinge média de países “bons pagadores” em índice internacional que mede risco de calote

     

     

    O Brasil alcançou os 129 pontos no CDS (Credit Default Swap), um indicador internacional que mede as chances de um Estado dar calote em suas dívidas.

    Neste índice, quanto mais próximo de zero, menores as chances de um país dar calote em suas dívidas.

    O número coloca o país na mesma faixa de países considerados “bons pagadores” e pode, mais adiante, elevar a classificação do país frente às agências de classificação de risco.

    Atualmente o país detém a classificação BB-, mas o CDS agora encontra-se na mesma faixa de países classificados como BBB-.

    Em 2015 e 2016, o ambiente político instável, a economia estagnada, inflação em alta, dificuldades fiscais e o impeachment de Dilma Rousseff levaram ao rebaixamento do Brasil na classificação das agências de risco e o CDS chegou aos 600 pontos no período anterior às eleições.
    Atualmente, a avaliação é de que a Reforma da Previdência e a perspectiva de uma série de reformas prometidas pela equipe econômica de Paulo Guedes vem elevando o índice e gera uma expectativa de que a partir de 2020 o país seja elevado nas classificações das agências de avaliação de riscos.

    A incerteza, no entanto, fica em função do modesto crescimento econômico apresentado até o momento após o estancamento da crise. Um indicador que pode fazer com que as agências mostrem relutância em atualizar as notas brasileiras.

    Porém, há otimismo de que a Reforma Tributária e outras medidas do Ministério da Economia melhorem a situação no próximo semestre.

  • 10ago

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Governo zera tarifas de importação para medicamentos contra câncer e HIV

     

     

    Entrou em vigor na última quinta-feira, 8, um pacote do Ministério da Economia, liderado por Paulo Guedes, para redução de tarifas de importação para 17 produtos.

    Em quatro casos, as tarifas foram zeradas, incluindo medicamentos para o tratamento de câncer e doenças como o HIV.

    São os seguintes: produtos imunológicos na forma de medicamentos, etravirina, cloridrato de pazopanibe e bisturis elétricos.

    Além desses, tiverem redução insumos industriais, produtos para construção e operação de centros de dados, bens de consumo e produtos de higiene.

    As tarifas, que chegavam a 18%, agora ficam na maioria dos casos entre zero e 2%.

    A pasta espera que o corte dessas tarifas reduza os custos para as empresas brasileiras, barateando os produtos para o consumidor final e até para o governo, que adquire esses produtos, por exemplo, para o SUS.

  • 01ago

    EXAME

     

    “Reformas deixam Brasil em situação boa como nunca vi”, diz CEO do Itaú

    • Segundo Bracher, as reformas devem continuar avançando e “não têm sido influenciadas pela turbulência política”

     

     

     

    Após o avanço da Reforma da Previdência e o início das discussões sobre as Reformas Fiscal e Tributária, o Brasil se encontra em um cenário macroeconômico bastante positivo, afirma Candido Bracher, presidente do banco Itaú Unibanco.

    “As reformas deixam o Brasil em uma situação tão boa como eu nunca vi em minha carreira”, disse o executivo em teleconferência com a imprensa após a divulgação dos resultados do segundo trimestre do ano.

    A Reforma da Previdência, que ele espera que deve ser aprovada no Senado e na Câmara até setembro, pode trazer economias significativas e a inflação baixa e controlada e a pequena taxa de juros trazem mais estabilidade para o crescimento.

    “Estamos otimistas com a economia a médio prazo e acreditamos que esse desenvolvimento pode ser sustentável”, disse o executivo.

    Segundo Bracher, as reformas devem continuar avançando e “não têm sido influenciadas pela turbulência política”. Ele ainda cobrou mudanças tributárias que destravem os negócios. “Espero iniciativas para simplificar nossa economia”, disse.

    O banco projeta crescimento do PIB de 0,8% em 2019. A taxa de juros, a Selic, hoje em 6,5%, deve chegar a 5% até o fim do ano, segundo previsões do banco.

    Embora a taxa de juros esteja no nível histórico mais baixo, o spread bancário, ou a diferença entre o que as instituições pagam para captar dinheiro e o que cobram quando o emprestam, continua um dos mais altos do mundo. 

    Questionado sobre se a queda na taxa básica de juros deve impactar nos valores de juros praticados pelo banco, Bracher afirmou que o spread já caiu nos últimos anos, mas que não é possível imaginar que as taxas bancárias irão cair na mesma velocidade.

    O executivo destacou ainda que as linhas de crédito que têm crescido mais são também as que envolvem mais risco de inadimplência e com maior dificuldade de recuperar o dinheiro emprestado.

    O crédito para pessoas físicas aumentou 14% no trimestre em relação ao ano passado, enquanto o oferecido para micro, pequenas e médias empresas aumentou 19%. O segmento de crédito a grandes empresas, historicamente com custo de crédito menor, encolheu 1,8%. 

    Esse movimento também foi sentido pelos bancos rivais, Santander e Bradesco. Endividadas e em crise, a demanda de grandes empresas por crédito encolheu.

    Mesmo as companhias que optam por buscar fontes de financiamento estão buscando mais emissões de dívidas no mercado, ao invés de empréstimos bancários.

  • 01ago

    DIÁRIO DO PODER

     

    Copom reduz taxa básica de juros de 6,5% para 6%, primeiro corte em 16 meses

     

    Com a decisão, a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986

     

    BC havia colocado como condição para o novo ciclo de cortes o avanço da reforma da Previdência. Foto: EBC

    BC havia colocado como condição para o novo ciclo de cortes o avanço da reforma da Previdência. Foto: EBC

     

    Pela primeira vez em um ano e quatro meses, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 6% ao ano, com corte de 0,5 ponto percentual.

    A decisão surpreendeu os analistas financeiros, que esperavam corte de 0,25 ponto.

    Com a decisão de hoje (31), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015.

    Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. Desde então, a taxa não tinha sido alterada.

    Em comunicado, o Copom reiterou a necessidade de avanços nas reformas estruturais da economia brasileira para que os juros permaneçam em níveis baixos por longo tempo.

    “O Copom reconhece que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira tem avançado, mas enfatiza que a continuidade desse processo é essencial para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia”, destacou.

    “Em particular, o Comitê julga que avanços concretos nessa agenda são fundamentais para consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva”, acrescentou.

    A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

    Em junho, o indicador fechou em 3,37% no acumulado de 12 meses. Depois de vários meses de alta no início do ano, o índice desacelerou nos últimos meses.

    Em junho, o IPCA ficou em apenas 0,01%, o menor percentual para um mês desde novembro de 2018.

    Para 2019, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    O IPCA, portanto, não poderá superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

    Inflação

    No Relatório de Inflação divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2019 em 3,6%, continuando abaixo de 4% até 2021.

    De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,8%.

    Crédito mais barato

    A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica.

    No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 0,8% para este ano. A expectativa está em linha com as do mercado.

    Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 0,82% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2019.

    A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

    Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

    Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.

    Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

  • 29jul

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Paulo Guedes volta a dizer que vai ‘disparar o canhão da privatização’

     

    “Privatizar e abrir totalmente o mercado é medida urgente”, afirmou.

     

    Tânia Rego | Agência Brasil

     

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer que pretende acelerar o processo de privatização abrir o mercado brasileiro para a livre concorrência.

    A afirmação aconteceu durante participação na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

    Segundo ele, o próximo passo governo será “disparar o canhão da privatização” e assegurou que “vem empresa grande por aí”.

    Ainda durante a palestra na ACRJ, Guedes defendeu o presidente Jair Bolsonaro – destacando a competência e seriedade do chefe de Estado.

    “Acredito no presidente, é um homem de coragem, de determinação e de princípios morais. […] Vamos baixar os juros da dívida. Vamos reduzir essa dívida, gastar 250 em vez de 400 e vai sobrar dinheiro para saúde e para o povo.”

    “A democracia pediu isso [pelas privatizações], para o setor privado fazer a estrutura pelos próximos 30 anos e para ter saneamento. Investir no trabalhador e não fazer estádio. Não tem time em cidade com estádio para 60 mil pessoas.”

    “O país está carregando ativos, algumas estatais viraram focos de aparelhamento, não investem e não deixam o setor privado investir. Nós temos que vender esse troço.”

    “Isso não é uma coisa rápida, isso não é um resfriado e isso não tem também uma recuperação rápida, mas vai dar certo porque nós estamos fazendo agora o caminho inverso. O principal responsável por essa doença é o crescimento descontrolado dos gastos públicos”, afirmou.

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