• 20jun

    RENOVA MÍDIA

     

    Ibovespa fecha acima dos 100 mil pontos pela 1ª vez na história

     

     

    O Ibovespa teve alta de 0,9% a 100.303 pontos, com volume financeiro negociado de R$ 15,35 bilhões.

    Enquanto isso, o dólar comercial teve queda de 0,25% a R$ 3,8494 na compra e a R$ 3,8501 na venda.

    O dólar futuro para julho recua 0,26% a R$ 3,854.

    O índice subiu principalmente após a Reserva Federal decidir manter os juros nos Estados Unidos no intervalo entre 2,25% e 2,5% ao ano.

    Os investidores também ficaram atentos nesta quarta-feira (19) para o depoimento do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no Senado e a decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom).

    “A alta recente do Ibovespa vai chamar alguma realização de lucros, mas a tendência primária ainda é de alta, principalmente se houver suporte ao encaminhamento da reforma e se o cenário externo se acalmar”, afirmou o economista Alvaro Bandeira, apostando na sustentação do novo patamar

  • 04jun

    BEM PARANÁ/AGÊNCIA BRASIL

     

    Balança comercial tem superávit de US$ 6,422 bilhões em maio

     

     

    Depois de dois meses de queda, o superávit da balança comercial voltou a subir em maio.

    No mês passado, o país exportou US$ 6,422 bilhões a mais do que importou, alta de 5,8% em relação ao resultado positivo de US$ 6,073 bilhões de maio de 2018.

    Este foi o terceiro melhor resultado da série histórica para o mês, só perdendo para maio de 2017 (superávit recorde de US$ 7,661 bilhões) e de 2016 (superávit de US$ 6,43 bilhões).

    Com o resultado de maio, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 22,806 bilhões nos cinco primeiros meses de 2019, valor 5,9% inferior ao do mesmo período do ano passado.

    No mês passado, as exportações somaram US$ 21,394 bilhões, com alta de 5,6% em relação a maio de 2018 pelo critério da média diária.

    As vendas de manufaturados cresceram 29,5% na mesma comparação, com destaque para gasolina (R$ 0 para R$ 123 milhões), óleos combustíveis (197,3%), laminados planos de ferro e de aço (168%) e partes de motores e turbinas para aviação (151,8%).

    As exportações de semimanufaturados subiram 15,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para ferro fundido (92,3%), semimanufaturados de ferro ou de aço (73%) e óleo de soja bruto (68,6%).

    Apesar do início da safra, as vendas de produtos básicos caíram 3,9%, puxadas pelo recuo nas exportações de minério de cobre (-32,3%), soja em grão (-30,3%) e farelo de soja (21%).

    As importações somaram US$ 14,972 bilhões, com alta de 7,8% em relação a maio do ano passado pelo critério da média diária.

    As compras de combustíveis e de lubrificantes aumentaram 27,5%, influenciadas pela valorização do petróleo no mercado internacional durante boa parte do mês.

    As importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) subiram 16,4%. As compras de bens intermediários aumentaram 6,4%.

    Apenas a importação de bens de consumo caiu, com recuo de 6,5% na mesma comparação, decorrente principalmente da alta do dólar no último mês.

    Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019, motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.

    Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,5 bilhões para este ano.

    O Ministério da Economia projeta superávit de US$ 50,1 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019.

  • 04jun

    RENOVA MÍDIA

     

    Ministro confirma interesse da Espanha em plano de privatização

     

    20 anos atrás, empresas espanholas também se instalaram no Brasil como uma “aposta no futuro”

     

    Ministro confirma interesse da Espanha em plano de privatização

     

    O governo Jair Bolsonaro manifestou, nesta segunda-feira (3), confiança em uma participação de empresas da Espanha em seu plano de privatizações.

    Após reunião com empresários espanhóis operando no país, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou:

    “[A Espanha] sempre foi um grande parceiro do Brasil e ratificou seu grande interesse em aumentar seu investimento nas áreas aeroportuárias e de turismo, assim como em energia e saneamento.”

    O ministro destacou que o Brasil também tem especial interesse no investimento espanhol, que no final da década de 1990 chegou com força ao país e já acumula capitais da ordem dos 41 bilhões de euros:

    O embaixador espanhol, Fernando García Casas, ressaltou que esse valor é “mais do que a Espanha investe no México e na Argentina juntos”.

    Segundo o diplomata, a reunião com o ministro da Infraestrutura permitiu “exorcizar qualquer pessimismo” que pudesse haver com relação à situação econômica do Brasil, que ainda se recupera da dura recessão do período 2015-2016.

  • 20maio

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Trump tem cenário favorável para reeleição em 2020

     

     

    Foto: AP Photo / Ted S. Warren, File

    Uma pesquisa realiza pelo Wall Street Journal em parceria com a NBC News mostrou que, apesar de desaprovado por mais de 50%, o presidente Donald Trump encontra um cenário favorável para uma reeleição em 2020.

    A prosperidade econômica dos Estados Unidos é um dos grandes motivos. O país passa pelo menor nível de desemprego desde os anos 90 e os americanos tiveram 1 aumento de 3,2% nos salários nos últimos 12 meses. 

    Uma análise feita pelo Axios indicou que desde Franklin Roosevelt, (presidente de 1933 a 1945) todos os presidentes norte-americanos que não apresentaram recessão no ano anterior ao pleito foram reeleitos.

    Eis o desempenho de Trump no levantamento quando é questionada sua atuação na área econômica do país:

    :

    Avaliação da atuação de Trump na economia em maio de 2019 (em %) Fonte: Wall Street Journal/NBC News

    Para o site de notícias [Axios], a derrota de Trump seria uma“ruptura com a história recente” norte-americana.

    Axios ainda apontou alguns bons motivos que podem contribuir para a reeleição de Trump:

    — A economia cresceu 2,3% durante o 1º ano completo de Trump, e mais 2,9% em 2018 — um pouco menos do que os 3% prometidos pela Casa Branca, mas ainda com o maior ritmo anual desde 2015.

    — O desemprego está em entre os mais baixos em 50 anos e o crescimento do número de empregos que começou na gestão Obama se mantém há 103 meses.

    — Pela própria orientação do BC americano, as taxas de juros permanecerão baixas por mais algum tempo. A inflação está baixa e controlada e os comerciantes estão apostando que os juros caiam, inclusive.

  • 18maio

    DIÁRIO DO PODER

     

    Guedes prevê enxurrada de “notícias boas” após reforma da Previdência

     

    O ministro da Economia está otimista e acredita que tem muita coisa boa para o segundo semestre

     

     Foto: Fernando Frazão 

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, previu que haverá uma “enxurrada de notícias boas” no segundo semestre, após a aprovação da reforma da Previdência. Ele também classificou de barulho as notícias sobre o mau resultado do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, garantindo que as expectativas vão se reverter rapidamente após a aprovação da reforma.

    Guedes participou nesta quinta (17) do 91º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) e, entre outros acenos para o setor, disse que o governo fará um choque da energia barata, entre 30 a 60 dias, para ajudar a economia.

    “O choque da energia barata, se cortar o gás pela metade do preço, permite a reindustrialização do Brasil. Hoje o gás é queimado, quando se retira o petróleo. Só a Vale está dizendo que vai investir US$ 20 bilhões nos próximos 10 anos, para fazer os gasodutos. Tem muita coisa positiva vindo por aí”.

    “Nós estamos tentando manter o foco. A bola está na marca do pênalti. Chutou a bola para dentro, vai começar uma enxurrada de notícias boas, que nós estamos preparando para o segundo semestre”, disse o ministro, que foi aplaudido pelo público do encontro, formado principalmente por representantes da indústria da construção.

    Guedes, que subiu ao palco do evento com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), elogiou a participação do Congresso na condução da reforma da Previdência, considerada por ele como “a mãe das reformas”.

    “Nós estamos muito confiantes na liderança dele [Rodrigo Maia] na Câmara dos Deputados, no apoio político que estamos recebendo lá. Rodrigo tem sido muito construtivo como presidente da Câmara. O [senador e presidente do Senador Davi Alcolumbre [DEM-AP] também nos tem dado todo apoio. Se fizermos uma reforma de R$ 1 trilhão, nós temos potência fiscal para lançarmos um sistema de capitalização logo depois”.

    “E este sistema de capitalização bota o Brasil para crescer. A reforma da Previdência clareia os horizontes para investimentos privados, internos e externos. Na hora em que aprovar, os recursos começam a vir”, disse Guedes.

    Um outro país

    Guedes afirmou que a reforma será aprovada nos próximos meses e no segundo semestre já será possível perceber um “outro país”.

    Para o ministro, os resultados de crescimento do PIB abaixo do esperado na economia não são preocupantes, pois apenas indicam que houve um excesso de otimismo do mercado.

    “O Brasil vai retomar o crescimento. Esta revisão [do crescimento do PIB] que está sendo feita para baixo agora não está me preocupando. Mercado financeiro é meio excitado mesmo. Isso é coisa menor. É som de batalha. É tiro para cá, tiro para lá, mas o que interessa é a marcha principal do evento”.

    “Os Poderes estão alinhados, o Congresso e o  Executivo falando a mesma língua, do ponto de vista econômico. Aqui é uma barulheira na superfície, mas no mais profundo é um processo saudável, construtivo”.

    “É a dinâmica de uma sociedade aberta. Estou super confiante no Brasil”, disse o ministro.(ABr)

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