• 01out

    DIÁRIO DO PODER

     

    Texto do ‘Wall Street Journal’ elogia ‘revolução de mercado” de Bolsonaro

     

    Um dos jornais mais influentes do mundo destaca ações positivas do governo na economia

     

    O texto publicado no “Wall Street Journal” destaca os avanços na economia, durante o governo de Jair Bolsonaro.Uma das mais importantes publicações do mundo, Wall Street Journal, de Nova York, publicou neste domingo (29) um texto elogiando a “revolução de mercado” que começa a ser promovida pelo governo Jair Bolsonaro (PSL). WSJ é leitura obrigatória dos mais importantes investidores do mundo.

    “A inflação brasileira está agora em torno de 3,5% ao ano, e as taxas de juros reais caíram para 2% a 3%2, registra a autora do texto, jornalista Mary Anastasia O’Grady, na edição do WSJ.

    O jornal americano, um dos mais influentes do mundo, destaca que “o risco de inadimplência está diminuindo, o mercado de ações está subindo e as previsões de crescimento estão melhorando – embora ainda muito abaixo do que o Brasil precisa para se tornar um país desenvolvido”.

    A reportagem reconhece que “essa perspectiva mais brilhante, após quase três anos de recessão, começou durante a presidência de Michel Temer, que assumiu o impeachment da presidente do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, em 2016”, mas observa que  ganhou impulso desde a posse de Bolsonaro.

    Em sua edição online, Wall Street Journal ilustra o texto de O’Grady com o vídeo do discurso de Bolsonaro na abertura da 74ª Assembléia Geral das Nações Unidas, na semana passada, com a legenda “Dirigindo-se aos líderes mundiais das Nações Unidas em Nova York em 24 de setembro de 2019, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro abordou o socialismo que assola a América Latina.”

  • 12set

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Secretário da Receita, Marcos Cintra é demitido por Paulo Guedes

     

    Cintra era defensor de imposto análogo à CPMF.

     


    Léo Pinheiro | Valor

     

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, acaba de demitiu nesta quarta o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra.

    Cintra ocupava o cargo desde o início do governo Bolsonaro.

    O motivo foi a apresentação, num seminário ontem em Brasília, pelo adjunto de Cintra, de estudos não autorizados por Guedes, que defende uma proposta de imposto análogo à CPMF.

    O auditor fiscal José de Assis Ferraz Neto assumirá o cargo interinamente.

    A decisão foi confirmada pelo Ministério da Economia, que divulgou nota oficial afirmando que “não há um projeto de reforma tributária finalizado” e que “a proposta somente será divulgada depois do aval do ministro Paulo Guedes e do presidente da República Jair Bolsonaro”.

    No início deste mês, Bolsonaro já havia criticado a proposta de recriação de imposto nos moldes da CPMF.

    “Já falei para o [Paulo] Guedes: para ter nova CPMF, tem que ter uma compensação para as pessoas. Se não, ele vai tomar porrada até de mim”, disse o presidente.

  • 22ago

    CONTRAPONTO/CELSO NASCIMENTO

     

    Correios e outras 16 estatais serão privatizadas, diz Paulo Guedes

     

     

    O governo federal deverá privatizar 17 empresas estatais, incluindo a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, segundo afirmou o ministro da Economia, Paulo Guedes, Os nomes de todas as empresas, segundo ele, serão divulgados nesta quarta-feira (21).

    De acordo com o blog de João Borges, no G1, nas justificativas para a privatização dos Correios, o Ministério da Economia aponta corrupção, interferências políticas na gestão da empresa, ineficiência, greves constantes e perda de mercado para empresas privadas na entrega de mercadorias vendidas pela internet, o e-commerce.

    Como exemplo de ineficiência, estudos feito pelo governo apontam o “elevado índice de extravio” e morosidade no ressarcimento dos produtos extraviados, além de indicar o rombo de R$ 11 bilhões no fundo de pensão dos funcionários, o Postalis. Além disso, o Postal Saúde, o plano que atende aos funcionários, tem um rombo de R$ 3,9 bilhões.

    Em evento com empresários, Guedes já havia afirmado que o governo iria “acelerar as privatizações” e reiterou a meta que deu ao seu secretário de Desestatização, Salim Mattar, de privatizar US$ 20 bilhões neste ano, e elogiou a fusão entre Embraer e Boeing. Para ele, o ideal seria fazer mais duas ou três fusões do tipo com outras empresas brasileiras.

    Ainda segundo Guedes, o governo tem conversado com países como Estados Unidos e China em busca de acordos comerciais. “Tem uma competição [mundial] para fazer negócio com a gente e estamos em alta velocidade. Vamos dançar com os americanos e com os chineses”, disse.

  • 19ago

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Bolsonaro volta a dizer que Brasil deixa Mercosul caso Argentina ‘crie problema’

     

    Na quinta, o ministro Paulo Guedes citou a possibilidade de o País deixar o Mercosul

    Carolina Antunes | PR

    O presidente Jair Bolsonaro concordou com a declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que caso o candidato da oposição, Alberto Fernández, vença as eleições presidenciais na Argentina e apresente resistência à abertura econômica do Mercosul, o Brasil deixará o bloco.

    “O atual candidato que está à frente na Argentina, ele já esteve vistando o [ex-presidente] Lula, já falou que é uma injustiça ele estar preso, já falou que quer rever o Mercosul. Então o Paulo Guedes, perfeitamente afinado comigo, falou que se criar problema, o Brasil sai do Mercosul, e está avalizado”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada nesta manhã.

    O presidente brasileiro disse que terá diálogo com Fernández, mas deixou claro que o argentino “vai ter que dar o sinal”.

    Por causa do viés ideológico, o meu sentimento [antes de ser eleito] é que tinha que acabar com o Mercosul. Lógico, nós chegamos, afastamos o viés ideológico, o contato foi excelente com Macri, excelente com o Marito [presidente do Paraguai, Mario Benitez], o do Uruguai [Tabaré Vázquez], apesar de ser um pouco da esquerda, deu pra conversar”, enfatizou o presidente.

    Bolsonaro, entretanto, reforçou seu apoio a Maurício Macri.

    Olha a Argentina aqui, o que aconteceu com a bolsa, com o dólar, com as taxas de juros. O mercado deu sinal que não vai perdoar a esquerda na Argentina novamente. Os empresários não vão investir mais enquanto não resolver a situação política lá, completou.

  • 15ago

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    MP da Liberdade Econômica vai gerar 3,7 milhões de empregos em 10 anos

     

    Wilson Dias/Agência Brasil

     

    A aprovação da Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica vai gerar 3,7 milhões de empregos em 10 anos.

    A afirmação é do secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel(foto), que participou na manhã de hoje (14) de reunião com dirigentes empresariais e o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tratar da medida.

    Ele citou estudo da Secretaria de Política Econômica que estima a geração de empregos e crescimento adicional de 7% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 10 anos.

    É um crescimento muito expressivo. Este ano, poderia dobrar o PIB, se tivesse sido introduzido neste ano. É um impacto muito forte, facilita a abertura e o fechamento de empresas, facilita iniciar atividades em estabelecimentos de baixo risco que não dependem mais de alvará, de licença, isso significa 3 a 6 meses de espera que não vai ter mais”.

    O secretário destacou, como vantagens da medida, a possibilidade de digitalizar documentos e depois descartar e a criação de imunidade tributária para a inovação.

    Está mais próximo das regras praticadas em países desenvolvidos, em países-membros da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], já nesse trabalho de harmonização de regras para que o Brasil possa fazer parte da organização em breve”.

    Ele disse que já há sinalização de melhora das perspectivas para a economia, com a tramitação da medida no Congresso Nacional.

    Vai ter, quando for implementada, impacto. É difícil mensurar no curto prazo esse impacto. Mas com certeza vai ser um impacto muito positivo justamente porque os micro e pequenos empreendedores, que são a maior parte dos serviços no Brasil, com atividade de baixo risco, vão ter efeito imediato de não esperar mais por um alvará, uma autorização para começar uma atividade de costureira, de comércio de rua, de sapateiro”.

    Texto-base

    O governo trabalha para que seja mantido o texto-base da Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica, aprovado na noite dessa terça-feira (13) com 345 votos a favor, 76 contras  e uma abstenção.

    A votação dos destaques está marcada para a tarde de hoje.

    Após a reunião com os empresários, Uebel, destacou que o governo considerou a aprovação positiva.

    Tem pontos que vão ser destacados, mas o governo entende que o texto que já foi aprovado ontem é ótimo. Vai ter um impacto muito grande na economia. Toda a classe empresarial está muito feliz, vai desburocratizar principalmente para pequenos e médios empreendedores”.

    Uebel também disse que o texto foi “muito bem costurado pelo presidente [da Câmara dos Deputados] Rodrigo Maia junto ao relator e ao governo.

    É um texto muito debatido, consensual. Os pontos que eram mais polêmicos foram deixados para um segundo momento”.

    Entre os itens retirados do texto aprovado ontem foi a isenção de multas por descumprimento da tabela de frete rodoviário e a criação do Documento Eletrônico de Transporte, que seria emitido para o transporte de bens no país.

    Segundo Uebel, houve um acordo, com a participação do ministro da Infraestrutura, Tarsísio Gomes de Freitas, para que esse assunto seja encaminhado por um projeto de lei, com pedido de urgência.

    É um assunto que merece um debate específico e que não estava 100% relacionado à matéria da MP”.

    De acordo com o Uebel, também foram retirados pontos que alteraram a legislação trabalhista, que também serão debatidos por meio de um projeto de lei.

    Pouquíssimos pontos [relacionados à legislação trabalhista foram mantidos]. Apenas a questão do trabalho aos domingos e o ponto pela exceção”.

    A medida prevê o fim das restrições de trabalho aos domingos e feriados, dispensando o pagamento em dobro do tempo trabalhado nesses dias se a folga for determinada para outro dia da semana.

    Pelo texto, o trabalhador poderá trabalhar até quatro domingos seguidos, quando lhe será garantida uma folga neste dia.

    Originalmente, a proposta era de até sete semanas antes de o trabalhador ter uma folga dominical.

    A proposta dispensa empresas com até 20 funcionários de registrar o ponto.

    Também foi criado o ponto de exceção, que dispensa o trabalhador de marcar presença se houver negociação individual, convenção ou acordo de trabalho.

    Nesse caso, só serão registrados horas extras, férias e folgas. Atualmente, a dispensa é para empresas com até 10 funcionários.

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