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  • 10ago

    FOLHAPRESS

     

    Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo

     

    Em um primeiro debate morno, promovido pela Bandeirantes, os candidatos à Presidência evitaram, com algumas exceções, ataques diretos e trazer temas polêmicos à tona na noite desta quinta (9).

    Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos, como o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará.

    A ausência de Lula, preso em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro, contribuiu para um embate menos caloroso.

    Nesse cenário, Guilherme Boulos, do PSOL, tentou assumir o papel de porta-voz da esquerda e se apresentou como “do partido de Marielle Franco”, vereadora assassinada no Rio de Janeiro em março.

    O candidato paranaense, Alvaro Dias foi um dos que mais tratou do tema da Lava Jato, dizendo que a operação “deve ser institucionalizada” como política de combate à corrupção, e citando novamente o juiz Sergio Moro como seu futuro ministro da Justiça.

    Ciro Gomes, por sua vez, questionou o fato de o juiz Moro receber auxílio-moradia mesmo morando em Curitiba, onde atua.

    Foi ele, inclusive, que protagonizou um dos únicos confrontos em que o tom das acusações se elevou.

    Boulos questionou Jair Bolsonaro (PSL) sobre a funcionária de seu gabinete Walderice Santos da Conceição, que, segundo mostrou a Folha de S. Paulo, trabalha num comércio de açaí em Angra dos Reis, onde o deputado federal tem uma casa.

    “Quando a Folha de S.Paulo foi lá, ela estava de férias. Ela é essa senhora, humilde, trabalhadora”, disse Bolsonaro.

    Ao ser questionado por Boulos se ele não tinha vergonha de manter uma “funcionária fantasma” e de ter auxílio moradia da Câmara mesmo tendo imóvel em Brasília, Bolsonaro respondeu que teria vergonha se “tivesse invadindo as casas dos outros”, numa provocação ao líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

    “E não vim pra cá bater boca com um cidadão desqualificado como esse aí”, completou Bolsonaro, encerrando sua fala antes do tempo.

    Além de Boulos, o Cabo Daciolo (Patriota) também destoou do clima mais ameno, atirando sobre praticamente todos os opositores.

    Dos 13 candidatos à Presidência definidos nas convenções, apenas oito participaram do debate: além de Bolsonaro, Alckmin, Ciro, Boulos e Daciolo, foram convidados Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB).

    Todos se enquadram na determinação da lei eleitoral de que devem ser convidados candidatos de partidos ou coligações que tenham pelo menos cinco congressistas.

    O outro seria Lula. O PT chegou a pedir à Justiça que ele fosse autorizado a participar via videoconferência.

    Com o pedido negado, o partido resolveu fazer um debate paralelo, com o vice e potencial titular da chapa, Fernando Haddad.

    ALCKMIN E BOLSONARO

    O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) foi o mais demandado pelos opositores mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto, que evitaram Bolsonaro.

    Marina, por exemplo, pressionou o ex-governador de São Paulo por sua aliança com o chamado “centrão” (DEM, PP, PR, PRB e SD).

    “O sr. diz que é candidato à Presidência porque quer mudar o Brasil. No entanto, fez aliança com o centrão, que é a base de sustentação do governo Temer. […] O sr. acha que isso é fazer mudança?”, questionou a candidata da Rede.

    Ciro, por sua vez, disse que a reforma trabalhista, defendida no debate por Alckmin como “necessária”, “foi um erro” e “introduziu muita insegurança” no país. “Essa selvageria nunca fez nenhum país do mundo prosperar”, afirmou o candidato do PDT.

    Questionado em temas como violência contra a mulher e segurança pública, Bolsonaro manteve posições como a defesa da castração química para estupradores e um referendo para facilitar a venda de armas aos “cidadãos de bem”.

    “A violência só cresce no Brasil devido a uma equivocada política de direitos humanos. […] O cidadão de bem, esse foi desarmado. O bandido continua bem armado.”

    Segundo a assessoria da Bandeirantes, o debate teve pico de 7,5 pontos de audiência, segundo o Ibope, e média de 6,1 pontos na Grande São Paulo.

    Cada ponto representa 71.855 casas ou 201.061 telespectadores.

  • 09ago

    RENOVA MÍDIA

     

    Marqueteiros dos adversários não sabem como lidar com Bolsonaro

     

    Campanhas dos adversários do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.

     

    Faltando apenas algumas horas para o primeiro debate presidencial, que será realizado na Band, os adversários de Jair Bolsonaro ainda não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de confrontar o líder nas pesquisas.

    As recentes sabatinas e entrevistas das quais Bolsonaro participou levaram os QGs rivais a reverem a estratégia de ataques constantes.

    Segundo informações da jornalista Vera Magalhães em sua coluna no Estadão:

     

    ” Um dos responsáveis pela preparação de um dos oito contendores observa que “o bizarro, o inusitado”, não tira voto de Bolsonaro. Ao contrário, parecem fortalecê-lo diante do eleitorado fiel.

    A seguir esta leitura, o melhor seria deixá-lo “quieto”, sem forçar um confronto direto no qual ele pode sair “vencedor” segundo uma régua que não é a convencional da política.

    A desconstrução de Bolsonaro seria feita, aí sim, na propaganda eleitoral de TV, quando seus adversários vão dispor de um latifúndio de tempo para atacá-lo, e ele não terá nenhum para contra-atacar ou se defender.

    Para esses estrategistas, as redes sociais não têm poder de fogo para rebater uma campanha destrutiva.

    Resta saber se todos vão resistir à tentação de um tête-à-tête com o primeiro colocado no páreo.

    Isso vale principalmente para Ciro Gomes (PDT), que pode querer aproveitar a ausência do candidato petista no confronto para ser o antípoda de Bolsonaro diante do eleitor de esquerda. “

     

    primeiro debate presidencial em TV aberta será transmitido pela Rede Bandeirantes nesta quinta-feira (9) às 22:00 e promete nos oferecer embates históricos.

  • 25out

    YOU TUBE

    Perguntadora do debate da Globo tem dificuldades para arranjar emprego devido à idade de 55 anos.

  • 25out

    O TEMPO/POLÍTICA –CARLA KREEFFT

    Presidenciáveis evitam propostas, apesar da plateia de indecisos

    ELEIÇÕES/DEBATE

    Tensão. Aécio Neves e Dilma Rousseff responderam perguntas de eleitores indecisos em dois blocos e fizeram perguntas um para o outro

    O debate, realizado na noite desta sexta pela Rede Globo, o último do segundo turno da eleição, foi marcado pelos ataques mútuos sempre motivados pela comparação das gestões petista e tucana.

    Assuntos como as denúncias de desvios na Petrobras, abordadas pela revista “Veja”, o financiamento de um porto em Cuba, além de projetos sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, foram explorados já no primeiro bloco, quando os candidatos fizeram perguntas um para outro.

    Apesar da plateia de indecisos, eles não se preocuparam com as propostas de governo.

    A economia não foi esquecida pelos dois participantes do debate. Criação de empregos, controle da inflação e salário mínimo também foram discutidos no primeiro bloco.

    Enquanto Aécio Neves questionava as ações da administração de Dilma Rousseff, a presidente relembrava a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para mostrar que teve melhor desempenho do que o governo tucano.
    Aécio chegou a dizer que, embora se orgulhasse de ser do partido de Fernando Henrique Cardoso, o candidato a presidente é ele.

    Já no segundo bloco, os candidatos foram questionados por eleitores indecisos. A dificuldade para comprar a casa própria e medidas para melhorar a educação e ampliar o número de creches foram as primeiras perguntas.

    Em seguida, a falta de punição para a corrupção foi a questão colocada para a presidente Dilma, o que permitiu que Aécio comentasse a resposta e aproveitou para dizer que é preciso “tirar o PT do poder”.

    A previdência foi o tema da última pergunta de uma eleitora indecisa. Dilma aproveitou para afirmar que o fator previdenciário foi criado pelos tucanos.

    Mas Aécio Neves lembrou que a proposta para extingui-lo foi vetada pelo ex-presidente petista Luiz Inácio Lula.

    Repasses. No terceiro bloco, em que os candidatos voltaram a fazer perguntas um para outro, Aécio questionou o atraso nos repasses do Fundo Nacional de Assistência, o que foi negado por Dilma.

    Aécio rebateu garantindo que não vai atrasar o repasse para programas sociais e lembrou que o governo do PT tentou fechar as Apaes, o que também foi negado pela petista.

    A falta de água em São Paulo foi a pergunta de Dilma para Aécio. Ela questionou se não houve falta de planejamento. Ele respondeu que faltou parceria do governo federal e foi lembrado por Dilma que a água é um problema dos governos estaduais.

    A presidente, então, afirmou que o PSDB está levando São Paulo para o programa “Meu banho, Minha Vida”, ironizando.

    Reforma política e agronegócio foram os assuntos focados ainda no terceiro bloco, mas a maior polêmica ficou por conta do mensalão. Aécio questionou se para Dilma José Dirceu e um herói nacional.

    Ela disse que o no caso do mensalão mineiro, não houve investigação nem punição. O candidato tucano lembrou que o articulador do mensalão mineiro participa da campanha da petista.

    Falando do Pro-Uni, Dilma afirmou que Aécio nunca respeitou os mínimos constitucionais em saúde e educação. 

  • 20out

    UOL/SÃO PAULO

    No penúltimo debate entre presidenciáveis antes do fim do segundo turno, realizado pela Rede Record na noite deste domingo (19), os candidatos Dilma Rousseff (PT) Aécio Neves (PSDB), evitaram a “baixaria” que marcou os dois primeiros debates e se concentraram na discussão de propostas e nos casos de corrupção envolvendo a Petrobras.

    Debate-presidente-segundo-turno-record-07-size-598

     

    A expectativa em relação aos ataques que Dilma e Aécio poderiam fazer um ao outro era grande, sobretudo depois do debate da última quinta-feira (16), realizado pelo UOL, SBT e Jovem Pan.

    Na ocasião, os dois trocaram ofensas pessoais e citaram supostos casos de nepotismo envolvendo parentes de ambos.

    No debate deste domingo, o tom foi bem menos agressivo e o encontro foi marcado por uma vasta apresentação de dados estatísticos sobre inflação, crescimento econômico e criminalidade.

    O primeiro bloco do debate, o mais longo, com quatro perguntas para cada lado, foi marcado pela discussão de três temas: segurança pública, economia e corrupção na Petrobras.

    O segundo e terceiro blocos foram marcados por questionamentos sobre o Bolsa-Família, o papel dos bancos públicos na economia e obras inacabadas.

    Segurança pública

    Aécio criticou a política de segurança pública do governo federal afirmando que ela teria “falhado” citando dados do Unicef de que, no Brasil, 24 jovens morrem por dia.

    “Onde falhou o seu governo no enfrentamento da criminalidade e do avanço das drogas no Brasil?”, indagou.

    Dilma respondeu afirmando que a segurança pública não é responsabilidade do governo federal, mas que, mesmo assim, investiu R$ 17,7 bilhões no setor.

    A candidata voltou a afirmar que, se reeleita, tentará mudar a constituição e atribuir parte da responsabilidade pela segurança pública à esfera federal.

    “Todo mundo sabe que o governo federal não tem a responsabilidade constitucional da segurança. Nós queremos ter esta responsabilidade. Tanto é assim, mesmo não tendo, gastamos do nosso orçamento R$ 17,7 bilhões”, afirmou.

    Dilma ressaltou ainda que a criminalidade em Minas Gerais aumentou entre 2002 e 2012 –Aécio foi governador entre 2003 e 2010– enquanto os demais Estados da região Sudeste teriam observado queda nos índices.

    “O mapa da violência demonstra que de 2002 a 2012, houve um crescimento de 52% nos homicídios em Minas Gerais, enquanto no Sudeste, como um todo, houve uma queda de 37% dos homicídios”, afirmou.

    VEJA TRECHOS DO DEBATE DA RECORD ENTRE OS PRESIDENCIÁVEIS

     

    Economia

    O candidato do PSDB à Presidência criticou o ritmo de crescimento da economia brasileira e a taxa de inflação no país, e comparou os dados do Brasil aos de outros países latino-americanos.

    “Por que isso não acontece em países vizinhos nossos? Cito o exemplo do Chile, que consegue crescer bem mais do que o Brasil controlando sua inflação. Onde está o erro, candidata?”, indagou.

    A candidata à reeleição, Dilma Rousseff respondeu destacando que o Brasil tem uma taxa de 5% de desemprego que, segundo ela, é o menor nível da história, e disse que a proposta tucana de levar a inflação para 3% elevaria o desemprego para 15%.

    “Para ter 3% de inflação, o senhor vai triplicar o desemprego, ele vai para 15%, e o senhor vai elevar a taxa de juros, como já fizeram antes, a 25%, porque esse é o receituário”, disse Dilma.

    Petrobras

    A corrupção na Petrobras voltou à tona durante o debate.

    Aécio perguntou se Dilma confiava no tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, apontado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, como um dos operadores do esquema de desvio de recursos da estatal.

    “A senhora reconhece agora que houve desvios. Aquele que é denunciado, para recebimento dessa propina, o tesoureiro João Vacari Neto, continuará como presidente do partido e continuará também como membro do Conselho de Itaipu. A senhora confia nele, candidata?”, perguntou Aécio.

    Em sua resposta, Dilma devolveu a pergunta ao tucano.

    “O senhor confia em todos aqueles que segundo as mesmas fontes que acusam o Vaccari dizem que o seu partido, o presidente dele, que lamentavelmente está morto (Sérgio Guerra), recebeu recursos para acabar com a CPI? O senhor acredita, candidato?”, questionou Dilma.

    Na réplica, Aécio voltou ao ataque. “Porque se na Petrobras, onde ele não tinha, pelo menos qualquer acesso formal, 2/3 da propina segundo o delator, eram transferidas para ele, eu fico imaginando em Itaipu, onde ele tem um crachá, que assina documentos, que pode estar acontecendo lá”, disse o tucano.

    Bancos públicos

    No segundo bloco, os bancos públicos ocuparam parte da pauta, com os candidatos confrontando dados que já haviam debatido em oportunidades anteriores.

    Aécio acusou Dilma de fazer “terrorismo eleitoral” com os funcionários de Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    Segundo Aécio, seu plano de governo não prevê demissões nem redução das funções dos bancos públicos. “Apenas não deixaremos que os bancos entrem na cota política do governo, a gestão será profissionalizada”, disse o tucano.

    A candidata do PT respondeu dizendo que quem faz “terrorismo eleitoral é o seu candidato a ministro da Fazenda (Armínio Fraga), que diz que os bancos públicos terão seu papel reduzido. Eu, se fosse funcionária de um desses bancos, iria ficar com três pulgas atrás da orelha com o senhor”.

    No último bloco, Dilma enfatizou as “conquistas” obtidas pelo país nos últimos anos. “Ninguém mais do que você que me escuta sabe o quanto foi difícil melhorar a vida da sua família. A vitória é sua, de mais ninguém. A vitória é sua”, disse.

    Aécio Neves voltou a dizer que é o candidato da mudança. “Eu sou candidato a presidência da República para mudar de verdade o Brasil, não apenas no slogan”, disse.

    Reta final

    Este foi o terceiro debate entre Aécio e Dilma no segundo turno das eleições presidenciais.

    O primeiro foi realizado pela Band, no dia 14 de outubro, e foi marcado pela troca de ataques entre os adversários.

    O segundo pelo UOL, SBT e Jovem Pan, no dia 16 de outubro, em que o tom dos ataques aumentou.

    O confronto derradeiro entre os concorrentes ocorrerá no dia 24, sexta-feira, na Globo.

    Aécio e Dilma estão empatados tecnicamente nas intenções de voto segundo as últimas pesquisas do Datafolha e do Ibope, divulgadas no dia 15 de outubro.

    O tucano está com 51% dos votos válidos, contra 49% da petista.

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