• 26ago

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Lésbicas encharcam bebê com gasolina e o queimam até a morte nos EUA

     

    Imagem: Facebook/ Natchitoches PD

    Uma mãe pediu à namorada para encharcar seu bebê com gasolina e queimá-lo até a morte nos EUA.

    O estado de Louisiana requisitou que Hanna Nicole Barker (23) receba a sentença de pena de morte se for condenada pelo assassinato do bebê de 6 meses, Levi Cole Ellerbe, em julho de 2018.

    Na semana passada, o estado apresentou uma moção, um ano após Barker ser presa e por suspeita de pedir à namorada Felicia Marie-Nicole Smith (26) para matar Levi.

    Hanna Barker, da cidade de Natchitoches em Louisiana, alegou que seu bebê Levi foi sequestrado por duas pessoas que bateram em sua porta, que foi borrifada no rosto com spray de pimenta e que os sequestradores fugiram com a criança.

    Ela disse em seu depoimento que ligou para o 911 para informar que seu filho estava desaparecido.

    Uma hora depois, uma mulher que dirigia para casa, vendo fogo em uma colina próxima ao lado de uma ferrovia, informou a polícia que descobriu o local do crime.

    De acordo com investigações da polícia, a namorada Felicia carregou Levi a pedido de Hanna e encharcando-o com gasolina, o queimou.

    A namorada de Hanna foi presa quatro dias depois e acusada de homicídio de primeiro grau.

    A mãe, Hanna Barker, também foi presa e acusada da mesma ofensa. O bebê Levi foi encontrado com queimaduras de 3º grau em 90% de seu corpo, e morreu no dia seguinte.

    Durante uma audiência em setembro passado, um tenente do corpo de bombeiros local disse ao juiz que Hanna e Felicia tinham um relacionamento afetivo, mas que Felicia estava mais interessada no relacionamento do que Hanna.

    Hanna informou às autoridades que ela se relacionava com Felicia apenas por atenção e dinheiro, e que ela pediu a sua amante que matasse seu filho Levi.

    Os advogados de Barker disseram que não há provas para provar essa alegação.

    Hanna já havia sido condenada por delitos de drogas e estava em liberdade condicional na época do assassinato.

    De acordo com a polícia local, Hanna havia violado os termos de sua condicional por ter Felicia em sua casa.

    Hanna Barker irá a julgamento em janeiro de 2020 e sua namorada Felicia ainda não foi indiciada, mas estará de volta ao tribunal no final deste mês.

    Os promotores provavelmente também solicitarão a pena de morte se ela for condenada.

    Pena de morte nos EUA

    A pena de morte nos Estados Unidos é oficialmente permitida em 30 dos 50 Estados, bem como pelo governo federal.

    Cada Estado que permite a pena de morte possui diferentes leis e padrões quanto aos métodos, limites de idade e crimes que qualificam para esta penalização.

    Os Estados Unidos são o 7º país onde mais pessoas são executadas anualmente; atrás da China, Irã, Arábia Saudita, Iraque, Paquistão e Egito.

    Cinco métodos são utilizados no país atualmente: a injeção letal, a eletrocussão, a câmaras de gás, o enforcamento e o fuzilamento.

    A injeção letal domina como método de execução. De junho de 2000 a julho de 2006, apenas 6 das 387 execuções foram por um método diferente.

    Alguns estados permitem que os condenados escolham o método pelo qual serão mortos.

    No estado de Lousiana a pena de morte é aplicada pelo método da injeção letal.

  • 30jul

    GAZETA DO POVO

     

    Ucrânia aprova lei que iguala o comunismo ao nazismo

     

    Agora a foice e o martelo são considerados tão nefastos quanto a suástica nazista na Ucrânia| Foto: Pixabay

    Seus nomes ainda nos perseguem. Chelmno. Belzec, Sobibor. Treblinka. Auschwitz. Dachau. Majdanek.

    Eles evocam imagens dos horrores dos centros de extermínio nazistas, onde milhões de judeus, poloneses, prisioneiros de guerra soviéticos e ciganos foram sistematicamente mortos em um dos grandes horrores do século XX.

    Para muitos de nós, essa imagem está associada exclusivamente a Hitler e seus asseclas nazistas. Essa visão não se alinha com o registro histórico, no entanto.

    Saldo mortal do Comunismo

    O Livro Negro do Comunismo, um best-seller internacional, revela que a ‘obra’ dos comunistas no século XX mais do que se igual ao dos nazistas.

    Uma olhada rápida mostra que o número de mortes comunistas supera o sangrento legado dos nazistas: na China, 65 milhões de mortos; na União Soviética, quase 20 milhões; Vietnã, 1 milhão; Camboja, 2 milhões.

    Na Coreia do Norte o saldo é de 2 milhões e contando. Adicione mais alguns milhões com a Europa Oriental (1 milhão), África (1,7 milhão) e o Afeganistão (1,5 milhão).

    “Ao todo, regimes comunistas mataram cerca de 100 milhões de pessoas — cerca de quatro vezes mais que o número de mortos pelos nazistas — tornando o comunismo a ideologia mais assassina da história humana”, escreveu Marc Thiessan no Washington Post.

    A diferente maneira como os horrores da Alemanha nazista e os horrores do comunismo do século XX são vistos têm sido fonte de frustração para muitos que veem a dissonância cognitiva em como a foice e o martelo são tratados em comparação com a suástica.

    Para os legisladores na Ucrânia, essa dissonância cognitiva era maior do que podiam suportar.

    Em 2015, foi aprovada legislação para tornar o nazismo e o comunismo legalmente sinônimos.

    Na semana passada, essa lei foi confirmada por um tribunal ucraniano.

    “O regime comunista, como o regime nazista, infligiu danos irreparáveis aos direitos humanos porque durante sua existência ele tinha total controle sobre a sociedade, promovia perseguições e repressões politicamente motivadas, violava suas obrigações internacionais e suas próprias constituições e leis”, declarou a corte.

    A decisão abre caminho para a remoção da maioria dos monumentos comunistas remanescentes com nomes soviéticos na Ucrânia. Também proíbe o uso de símbolos nazistas e comunistas.

    A fome da Ucrânia

    Que o comunismo é um assunto delicado na Ucrânia não deveria ser uma surpresa.

    Como relatou Anne Applebaum, autora ganhadora do Prêmio Pulitzer, em seu livro de 2017, ‘Red Famine: Stalin’s War on Ukraine’ (Fome Vermelha: A Guerra de Stalin contra a Ucrânia, sem edição no Brasil), quase 4 milhões de ucranianos morreram de fome na União Soviética entre 1931 e 1934.

    Applebaum esclarece como isso aconteceu.

    “A decisão desastrosa da União Soviética de forçar os camponeses a abandonar suas terras e se unir a fazendas coletivas; o despejo de “kulaks”, os camponeses mais ricos, de suas casas; o caos que se seguiu “, escreve ela,” tudo era responsabilidade de Joseph Stalin, o secretário-geral do Partido Comunista Soviético “.

    Milhões de pessoas morrendo de fome é algo hediondo. O mais aterrorizante é que essa política não foi acidental.

    Até o verão de 1932, a fome em massa parecia evitável, escreve Applebaum.

    Os soviéticos poderiam ter pedido ajuda internacional, como fizeram em ocasiões anteriores. Poderia ter parado de exportar grãos ou interromper as requisições de grãos.

    Os líderes do partido optaram por não fazer nada disso.

    “Em vez disso, no outono de 1932, o Politburo soviético, a liderança de elite do Partido Comunista Soviético, tomou uma série de decisões que ampliaram e aprofundaram a fome no campo ucraniano e ao mesmo tempo impediram os camponeses de deixar a república em busca de comida”.

    “No auge da crise, grupos organizados de policiais e ativistas partidários, motivados por fome, medo e uma década de retórica odiosa e conspiratória, entraram nas casas das famílias camponesas e levaram tudo que era comestível: batata, beterraba, abóbora, feijão, ervilha, qualquer coisa no forno e no armário, animais de fazenda e animais de estimação.”

    Como resultado, 3,9 milhões de ucranianos morreram.

    À luz desses horrores, não é surpresa que muitos na Ucrânia, que sofreram durante o período de domínio nazista na década seguinte, enxerguem pouca diferença entre as atrocidades coletivas dos nazistas e as atrocidades coletivas dos comunistas.

  • 03jul

    CONEXÃO POLÍTICA 

     

    Menino de 7 anos é espancado até a morte pela mãe e namorada por se recusar a se vestir como menina no México

     

     

    No México, um garoto de 7 anos, identificado como Karol Rámon foi espancado até a morte por sua mãe, depois de recusar pedidos para se vestir como menina.

    A namorada da mãe também é suspeita de estar envolvida nos atos de espancamento contra o menino.

    De acordo com site mexicano Noticias Ya, no mês de fevereiro deste ano, Rámon foi espancado até a morte pelas mãos de sua própria mãe em Guanajuato, uma cidade no México.

    A mãe, identificada como Margarita, levou seu filho para um hospital comunitário após a “surra”, embora ele já estivesse morto antes mesmo que os médicos pudessem socorrê-lo.

    No corpo de Rámon foi encontrado muitos hematomas, velhas cicatrizes, queimaduras de cigarro e marcas feitas por algum objeto grande, relatou o site.

    Conforme a investigação policial, o menino foi espancado com um cinto, uma cadeira, um chicote e até um martelo.

    Além dos golpes, a mãe e sua namorada deixaram Rámon sem comida por dias.

    A suspeita de maus tratos lançou uma investigação sobre a morte de Rámon, revelando as histórias de abuso nas mãos da mãe e sua namorada.

    Antes do ataque covarde que tirou a vida da criança, Rámon teria sido espancado pelas duas mulheres ao se recusar a usar roupas de meninas.

    “Ele foi brutalmente espancado na cabeça e no estômago, causando sérios danos internos”, disse o investigador da polícia local.

    A avó da criança teria tentado ganhar a custódia da criança por causa do abuso, mas não obteve sucesso.

    Margarita foi presa e acusada do assassinato de seu filho; e passará pelo menos quatro meses em prisão preventiva.

    De acordo com o Gabinete do Procurador Regional de Guanajuato, a investigação ainda está em andamento.

    A polícia está recolhendo todas as provas possíveis, para que se oficialize o motivo do assassinato da criança.

    Caso Rhuan

    Os relatos brutais vêm logo após o monstruoso assassinato do menino Rhuan, de 9 anos no Brasil, que teve seu pênis arrancado, toda a sua pele removida de seu rosto, antes de ser decapitado por sua mãe e sua parceira.

    A mãe, Rosana Cândido, 27 anos, e sua parceira Kacyla Pessoa, 28, usaram uma faca para tentar arrancar os globos oculares de Rhuan, para evitar um possível reconhecimento.

    As duas lésbicas também tentaram queimar o corpo de Rhuan.

    Por causa da fumaça, abortaram o plano e deceparam o corpo da criança em partes que foram colocadas em uma mala e jogadas em um esgoto; outras partes do menino foram recuperadas em mochilas na casa das mulheres.

    De acordo com o pai de Rhuan, Rosana havia fugido com o garoto há cinco anos.

    Ela matou o filho, esquartejou, decapitou, arrancou a pele e tentou se livrar do corpo. Foi um caso muito terrível“, disse o chefe de polícia Guilherme Melo.

  • 19jun

    DIÁRIO DO PODER

     

    Bolsonaro expõe caso Rhuan, menino torturado e esquartejado pelas ‘mães’ gays

     

    Mídia brasileira e mundial preferiu dar destaque a casal de lésbicas agredido em Londres

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    Bolsonaro expõe caso Rhuan, menino torturado e esquartejado pelas ‘mães’ gays

     

    Jair Bolsonaro lançou luz, nesta terça (18), sobre um caso que desapareceu rapidamente do noticiário: o garotinho de 9 anos, Rhuan, que teve o órgão genital decepado, foi torturado durante meses, assassinado e esquartejado pela própria mãe e sua companheira, na cidade de Samambaia (DF), a poucos quilômetros do Palácio do Planalto.

    A polícia acredita que Rhuan foi morto e cortado em pedaços por ser menino.

    Bolsonaro defendeu prisão perpétua para casos assim.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    No dia em que as duas mulheres foram presas por matar e esquartejar o menino, as manchetes se voltavam contra um caso de homofobia.

    No Brasil e no mundo, todo destaque foi dedicado a duas mulheres vítimas de intolerância, agredidas em Londres por serem gays.

    Sobre a intolerância em Londres, um site brasileiro cravou: “homofobia mata”.

    O caso Rhuan mostrou que heterofobia também. Até esquarteja.

  • 11jun

    METROPOLES.COM

    O resultado do laudo cadavérico detalha a crueldade com que Rhuan Maycon da Silva Castro, 9 anos, foi assassinado em Samambaia. De acordo com a Polícia Civil, o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia. Assustada, a vítima ainda se levantou e ficou ajoelhada ao lado da cama. Em seguida, levou mais 11 golpes desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe, no dia 31 de maio.

    O laudo apontou ainda que, quando a cabeça de Rhuan foi arrancada, os sinais vitais do menino ainda estavam presentes. Segundo a PCDF, enquanto a mãe começava a esquartejar o corpo, a companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, 28, acendia a churrasqueira. Ela teria segurado o garoto durante o esfaqueamento.

     

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