• 27jan

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Ministros do STF ligaram para senadores investigados pedindo ajuda na Lava Toga, segundo jornalista (veja o vídeo)

     

    O jornalista da Jovem Pan, José Maria Trindade, trouxe uma informação bombástica durante o programa “Pingo nos Is”.

    Segundo Trindade, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ligaram para senadores pedindo para que os mesmos se opusessem à assinatura do requerimento da CPI da Lava Toga.

    “O simples fato de um ministro do Supremo pegar o telefone e ligar para um senador – investigado ou não – […] isso já é motivo de impeachment”, disse José Maria Trindade.

    Se confirmada a informação, trata-se de um escândalo sem precedentes.

    A Lava Toga foi criada pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania – SE) com o objetivo de investigar ilicitos de membros de tribunais superiores, especialmente ministros do STF e STJ.

    Confira o comentário na íntegra:

     

  • 14set

    GAZETA DO POVO

     

    Quem são os 175 deputados que assinaram pedido de CPI para investigar a Lava Jato

     

    Manifestante segura bandeira do Brasil e algemas em frente ao TRE-PR, em Curitiba.

    Pano de fundo do pedido de CPI são as supostas conversas reveladas pelo site The Intercept Brasil que revelariam condutas inapropriadas de membros da força-tarefa da Lava Jato.| Foto: Antonio More/Gazeta do Povo

     

    A Câmara dos Deputados divulgou nesta sexta-feira (13) a relação com nomes e partidos dos 175 deputados federais que assinaram o pedido de instalação da CPI da Lava Jato.

     O requerimento para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito que pretende investigar as ações da força-tarefa do Ministério Público Federal, em Curitiba, foi entregue na mesa diretora da Câmara na quarta-feira (11).

    A Secretaria Geral da Mesa conferiu as assinaturas dos deputados antes de tornar pública a lista oficial da CPI da Lava Jato. Cabe agora ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), instalar a comissão.

    Deputados da “bancada da bala” se articulam para convencer alguns colegas a retirar o apoio e inviabilizar a CPI.

    Acompanhe abaixo os deputados que constam na relação:

    Depois da divulgação da lista, a Frente Parlamentar da Segurança da Câmara, conhecida como bancada da bala, disse ter conseguido reverter sete apoios à instalação da CPI da Lava Jato.

    Segundo o líder da bancada, Capitão Augusto (PL-SP), os deputados Ricardo Izar (PP-SP), Fábio Henrique (PDT-SE), Celina Leão (PP-DF), Tábata Amaral (PDT-SP), Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), Fernando Rodolfo (PL-PE) e Alexis Fonteyne (NOVO-SP) retiraram as assinaturas para abertura da CPI.

    O deputado Alexandre Frota (PSL-SP) também teria sinalizado que deve retirar o apoio, disse Capitão Augusto.

    OS DEPUTADOS PARANAENSES QUE ASSINARAM O REQUERIMENTO

    1- ALIEL MACHADO – PSB

    2- ENIO VERRI – PT

    3- EVANDRO ROMAN – PSD

    4- GLEISI HOFFMANN – PT

    5- LEANDRE – PV

    6- RICARDO BARROS – PP

    7- SCHIAVINATO – PP

    8- ZECA DIRCEU – PT

  • 14fev

    RENOVA MÍDIA

     

    CPI da Anistia protocolada no Senado Federal

     

    O senador Capitão Styvenson protocolou o pedido de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar a concessão de indenizações para anistiados políticos

     

    CPI da Anistia protocolada no Senado Federal

     

    O requerimento com 30 assinaturas foi protocolado na tarde desta quarta-feira (13) pelo senador Styvenson Valentim (Pode-RN) e tem como principais alvos membros do Partido dos Trabalhadores (PT).

    Em sua proposta, o senador diz que e as reparações são “uma verdadeira pensão às custas dos impostos pagos com sacrifício pelo cidadão brasileiro”.

    Styvenson também destaca como “beneficiados” o presidiário Lula da Silva e Dilma Rousseff, além do ex-ministro José Dirceu, todos do PT.

    Segundo a Folha, o senador afirma no texto:

    “Concedidas com pouca ou nenhuma transparência, em processos que muitas vezes estão desaparecidos, as reparações parecem contemplar, na sua esmagadora maioria, figuras carimbadas da chamada esquerda brasileira, o que levanta sérias suspeitas de direcionamento.”

    O pagamento de anistias também tem sido alvo de duras críticas da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

    “Ao todo, já foram beneficiadas 39 mil pessoas com quase 10 bilhões de reais”, informa O Antagonista.

    Recentemente, através de postagem no Twitter, Damares prometeu passar um pente-fino nas pensões e indenizações.

    “Vamos abrir essa caixa-preta”, disse a ministra.

  • 13fev

    GAZETA DO POVO

     

    Pressão do STF foi ‘ostensiva’ para enterrar CPI da Lava Toga, diz senador

     

     

    Autor do pedido de investigação da Justiça, senador Alessandro Vieira afirma que houve ameaças de retaliações

     


    Senador Alessandro Vieira: “Alguns setores do STF configuram, sem dúvida, o que se denomina caixa-preta”. FOTO – Pedro França/Agência Senado

    Autor do pedido de criação de uma CPI para investigar denúncias envolvendo juízes de cortes superiores, o senador Alessandro Vieira (PPS-SE) disse que houve pressão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que seus colegas de Senado retirassem suas assinaturas.

    Ministros STF atuaram nos bastidores, durante o fim de semana, para que o Senado recuasse da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o “ativismo judicial”.

    Apelidada de “Lava Toga”, a CPI foi enterrada após três senadores – Katia Abreu (PDT-TO), Rasso Jereissati (PSDB-CE) e Eduardo Gomes (MDB-TO) – retirarem o apoio.

    Katia Abreu, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, inclusive admitiu ter conversado por telefone com o ministro do STF Gilmar Mendes antes de retirar a assinatura.

    Mas ela disse que tomou essa decisão para não criar uma crise institucional entre Poderes.

    A seguir, leia a entrevista do senador Alessandro Vieira:

    Como o sr. recebeu a retirada das assinaturas?

    Não conversei com os dois [os senadores Tasso Jereissati e Kátia Abreu] sobre os motivos [da retirada das assinaturas da CPI]. Vou conversar. Quem tem de se preocupar com isso são os eleitores deles.

    A que o sr. atribui esse recuo?

    Recebo com uma certa naturalidade, uma vez que havia uma pressão muito grande contra a concretização da CPI.

    O sr. considera que o Supremo é uma caixa-preta?

    Alguns setores do STF configuram, sem dúvida, o que se denomina caixa-preta.

    Acha que houve pressão do Judiciário pela retirada das assinaturas, com o argumento de que isso poderia abrir uma guerra entre os Poderes?

    A pressão de alguns ministros aconteceu e ela foi ostensiva. Houve ameaça de retaliação em relação ao plano econômico, de uma crise institucional.

    Os críticos da CPI dizem que seria uma vingança contra o ministro Dias Toffoli por ter derrubado o voto aberto [na eleição para presidente do Senado].

    Não tem cabimento nenhum essa alegação. Não tenho vinculação com nenhum tipo de grupo político. A proposta é uma demanda da sociedade.

    O sr. acredita que a CPI pode abrir uma guerra entre os Poderes?

    A democracia foi suficientemente testada. O Brasil passou dessa fase, mas existem pessoas que tentam se aproveitar desse tipo de ameaça para manter seus privilégios.

  • 16out

    VEJA.COM

     

     

    Sobrinho de Lula admite contrato de US$ 2 mi com a Odebrecht

     

    Taiguara Rodrigues afirmou à CPI do BNDES que recebeu o montante ao longo de quatro anos por meio de contratos firmados com a empreiteira

     

     

     

    Audiência pública para tomada de depoimento do proprietário da empresa de engenharia Exergia Brasil, Taiguara Rodrigues dos Santos - 15/10/2015
    Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho do ex-presidente Lula(Lucio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados)

     

    Considerado uma peça-chave para explicar o envolvimento do ex-presidente Lula com a empresa Odebrecht, alvo de investigação no esquema de corrupção na Petrobras, o empresário Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho do petista, afirmou à CPI do BNDES nesta quinta-feira que, ao longo de quatro anos, recebeu de 1,8 milhão a 2 milhões de dólares em contratos firmados com a empreiteira em Angola.

    Taiguara negou a influência do petista nas obras, mas não convenceu os deputados ao tentar esclarecer como conseguiu firmar parceria com a gigante nacional.

    Conforme reportagem de VEJA revelou, Taiguara ganhou contratos de obras após o ex-presidente Lula ter viajado, com dinheiro da Odebrecht, para negociar transações para a empreiteira.

    O empresário é filho de Jacinto Ribeiro dos Santos, o Lambari, amigo de Lula na juventude e irmão da primeira mulher do ex-presidente, já falecida. Foi na obra de ampliação e modernização da hidrelétrica de Cambambe, em Angola, que o sobrinho de Lula, como é conhecido no meio empresarial, firmou contrato milionário com a Odebrecht.

    O acerto entre as partes foi formalizado no mesmo ano em que a empreiteira conseguiu no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) um financiamento para realizar esse projeto na África.

    O episódio levou o Ministério Público a abrir inquérito para investigar a suspeita de tráfico de influência de Lula em benefício da empreiteira. O petista prestou depoimento ao MP nesta quinta-feira para dar explicações sobre o caso.

    Aos deputados, Taiguara admitiu outros contratos com a Odebrecht, um de 280.000 dólares – não deu detalhes do serviço prestado -, e outro de 750.000 dólares, para a reforma de uma casa de alto padrão em Angola.

    Questionado pelos membros da CPI, Taiguara negou as evidências e disse que o ex-presidente teve “influência zero” nos negócios. Para ele, a relação que mantém com o ex-presidente e o filho dele, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, “não interfere em nada, nem positivamente nem negativamente”.

    O empresário, por outro lado, não conseguiu comprovar as credenciais que lhe aproximariam dos contratos milionários com a Odebrecht, a maior empreiteira da América Latina. Ao detalhar o currículo, Taiguara afirmou ser vendedor desde os 14 anos e negou ter formação acadêmica.

    “Com o passar dos anos, foram aparecendo oportunidades, como a que me fez chegar aqui, a de trabalhar em Angola”.

    “O senhor tinha uma relação de parentesco com o Lula. Esse era o seu capital. É isso que lhe abriu portas”, rebateu o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).

    “Que razões o senhor acha que levaria uma gigante como a Odebrecht a contratar a sua empresa, que ocupava uma parte de um prédio de Santos com cinco funcionários, jamais teria realizado uma obra em São Paulo para trabalhar numa obra de ampliação de hidrelétrica em Angola? Me dê essa receita para que todos nós possamos saber como se consegue um negócio desses”, continuou o parlamentar. Não houve resposta convincente.

    O empresário também confirmou uma mudança nos seus padrões de vida: de um morador de um apartamento de um quarto, ele passou a viver em um duplex de 255 metros quadrados em Santos e a andar de Land Rover.

    Taiguara, no entanto, tentou novamente desvincular a influência de Lula na sua ascensão social.

    Agora, ele narra estar passando por momentos difíceis: “Nesse período em que eu estava em um quarto e sala eu estava bem melhor. De meados de 2014 para cá, com essa queda brusca do petróleo, Angola não tem trabalho. Nossa empresa está há muito tempo sem contrato”.

    O empresário tentou escapar do depoimento à CPI alegando dificuldades para pagar passagem e hospedagem.

    Segundo ele, sua defesa viajou a Brasília arcando os próprios gastos por uma “gentileza”.

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