• 24mar

    BLOG DO FERNANDO RODRIGUES – UOL

    Claudia Raia, Marília Pêra, Francisco Cuoco e Roberto Medina, entre outros, estão nos arquivos

    Jorge Amado e Tom Jobim, que já morreram, também aparecem no SwissLeaks

    Maioria dos citados já recebeu incentivos públicos por meio de leis de fomento

    Arte/Folhapress

     

    Nomes da cultura nacional, ligados a música, TV, cinema e literatura, estão na lista dos 8.667 brasileiros relacionados a contas numeradas –cujos donos são identificados apenas por um código– na agência de “private bank” do HSBC em Genebra, na Suíça.

    Os dados dos arquivos se referem a 2006 e 2007, embora algumas contas já estivessem encerradas nessa época.

    Num trabalho de reportagem do UOL em parceria com o jornal “O Globo”, os citados foram todos procurados e disseram não ter contas no HSBC no momento ou não ter cometido qualquer irregularidade.

    A investigação mostra também que há casos de personalidades que receberam dinheiro público para desenvolver atividades artísticas por meio de leis de fomento –como a Lei Rouanet e o Fundo Nacional de Cultura.

    Mas não é possível nem correto fazer uma conexão entre o dinheiro captado e os recursos que eventualmente circularam nas contas bancárias na Suíça.

    Os arquivos da filial do HSBC em Genebra foram extraídos em 2008 por Hervé Falciani, que era técnico de informática do banco.

    Os dados foram obtidos em 2014 pelo ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos), organização sem fins lucrativos, com sede em Washington, nos EUA, que firmou parceria com o jornal francês “Le Monde” para investigar o caso, conhecido como SwissLeaks.

    No Brasil, UOL e “Globo” fazem a apuração com exclusividade.

    Os dados do HSBC em Genebra indicam que registros de quatro membros da família de Jorge Amado (1912-2001) na instituição.

    Além do escritor, aparecem na lista sua mulher Zélia Gattai (1916-2008), e os dois filhos: a editora gráfica Paloma e o escritor João Jorge.

    Os quatro integrantes da família Amado foram titulares da conta 30351 TG, aberta em 25 de janeiro de 2001 e encerrada em 25 de março de 2003.

    Em Salvador, a Fundação Casa de Jorge Amado funciona com apoio do Ministério da Cultura.

    Segundo a assessoria de imprensa da pasta, de 2009 a 2012, a entidade recebeu do Fundo Nacional de Cultura R$ 477 mil e captou R$ 1,2 milhão via Lei Rouanet, embora no site do Ministério da Cultura apareça um valor menor captado, de R$ 622 mil.

    A Lei Rouanet permite a empresas financiarem projetos culturais e deduzir 100% do valor gasto do seu Imposto de Renda, até o limite de 4% do imposto devido.

    Abaixo, os dados das contas no HSBC relacionadas a celebridades (clique na imagem para ampliar):

    tabela2

    O cineasta Andrew Waddington, mais conhecido como Andrucha, também é listado como dono de uma conta numerada no banco suíço.

    Sócio da produtora Conspiração Filmes, ele aparece nos registros dividindo uma conta com seu irmão Ricardo Waddington, que hoje é diretor da TV Globo. Em 2006/2007, a conta dos dois não tinha saldo.

    Andrucha e Ricardo Waddington foram titulares da conta 14870 HW, aberta em 7 de março de 1997 e encerrada em 31 de janeiro de 2000.

    A Conspiração Filmes, de Andrucha, captou R$ 13,4 milhões, conforme dados do Ministério da Cultura. O dinheiro foi liberado para projetos como “Taça do Mundo é Nossa”, “Casseta & Planeta O Filme”, “Matador” e “Eu Tu Eles”.

    O cineasta Hector Babenco aparece relacionado à conta 1683 JM, aberta em 25 de abril de 1988 e encerrada em 6 de janeiro de 1992.

    Sua produtora, a HB Filmes, já captou R$ 16,2 milhões para trabalhos como o filme “Carandiru” e a peça de teatro “Hell”.

    A atriz Claudia Raia, segundo os registros do HSBC, teve uma conta na agência de Genebra, número 34738 ZES, de 3 de maio de 2004 a 5 de novembro de 2006.

    Era um depósito em conjunto com seu então marido, o também ator Edson Celulari. Eles se separaram em 2010. Na época em que os dados foram extraídos do banco, em 2006/2007, a conta tinha um saldo de US$ 135 mil.

    Cláudia Raia, por meio de suas duas empresas denominadas “Raia Produções”, captou, de 2009 a fevereiro de 2015, um total de R$ 7,4 milhões via Lei Rouanet para os musicais “Pernas pro Ar”, “Charlie Chaplin” e “Raia 30 Anos”.

    A responsável pela produtora é a irmã de Cláudia, Maria Olenka de Fátima Motta Raia.

    Já Edson Celulari, por meio da Cinelari Produções Artísticas, captou de 1997 a 2012 R$ 2,6 milhões para as peças “D. Quixote de lugar nenhum”, “Fim do jogo”, “Nem um dia se passa sem notícias suas” e “Dom Juan”.

    Na tabela abaixo, o valores captados via Lei Rouanet pelos artistas brasileiros citados no SwissLeaks. As imagens foram extraídas do sistema SalicNet, do Ministério da Cultura:

    ArteO nome do ator Francisco Cuoco também está entre os correntistas na Suíça.

    Ele aparece relacionado a uma conta no HSBC da Suíça, de número 25403 ZFG, aberta em 11 de setembro de 1994 e ainda ativa em 2006/2007, com saldo de US$ 116 mil.

    Cuoco já atuou em peça patrocinada em 2009 pela estatal Eletrobrás, a “Deus é química”, escrita por Fernanda Torres. Em 2011, também estrelou “Três Homens Baixos” em festival com apoio da Lei Rouanet.

    E ainda há mais duas atrizes nos arquivos do HSBC: Marília Pêra e Maitê Proença.

    Marília Pêra está relacionada a depósitos no HSBC da Suíça por meio da conta 25570 ZGM, aberta em 22 de fevereiro de 1999 e ativa em 2006/2007. À época, o saldo era de US$ 834 mil.

    A empresa da atriz, a Peramel Produções Artísticas, captou R$ 100 mil via Lei Rouanet para montar e divulgar a peça “A filha da…”, com a própria Marília em cartaz, que estreou em 2002.

    A atriz Maitê Proença está nos arquivos do SwissLeaks vinculada à conta 15869 HP, aberta em 17 de abril de 1990 e ativa em 2006/2007, quando os dados foram extraídos do HSBC. O saldo era de US$ 585 mil.

    Sua empresa, a M. Proença Produções Artísticas, captou R$ 966,9 mil via Lei Rouanet para as peças “Achadas e Perdidas”, “Isabel”, “A Beira do Abismo me Cresceram Asas” e “As Meninas”.

    Maitê envolveu-se em uma polêmica por causa de duas pensões recebidas do governo do estado de São Paulo no valor total aproximado de R$ 17 mil mensais, deixadas por seus pais, o procurador de Justiça Carlos Eduardo Gallo e a professora Margot Proença, mortos em 1989 e 1970, respectivamente.

    Maitê recebe o benefício porque nunca se casou oficialmente, no papel. Ela teve as pensões cortadas no final de 2009 por decisão da SPPrev (São Paulo Previdência).

    O governo alegou que a atriz não podia mais ser considerada filha solteira de Carlos e Margot, pois manteve vida conjugal com o empresário Paulo Marinho, com quem viveu por 12 anos e teve uma filha.

    Para a SPPrev, sua união estável deveria ser equiparada ao casamento.

    Maitê recorreu à Justiça. Em 2010, conseguiu restabelecer o pagamento das pensões. Em 2013, a atriz defendeu o recebimento do benefício e afirmou ao UOL que a pensão era um “direito adquirido”.

    Jô Soares está no acervo de dados vazado do HSBC identificado como “acteur, journaliste, écrivain & animateur de télévision sur chaînes TV au Brésil” (ator, jornalista, escritor e animador de televisão em canais de TV no ​​Brasil).

    Apresentador do “Programa do Jô”, de entrevistas, ele aparece relacionado a 4 contas no HSBC de Genebra, todas já encerradas em 2006/2007.

    A de número 33540 GG, aberta em 5 de março de 2001 e fechada em 17 de janeiro de 2003, a 23940 AM, aberta em 9 de janeiro de 1998 e fechada em 29 de outubro de 2002, a 1514 GG, aberta em 4 de novembro de 1988 e fechada em 25 de março de 1997, e a 1642 GG, aberta em 21 de fevereiro de 1997 e fechada em 10 de março de 2001.

    O músico Tom Jobim (1927-1994) e sua última mulher, Ana Lontra Jobim, também estão relacionados a contas no HSBC da Suíça. Ana manteve uma conta conjunta com Tom, número 20282 AC, de 23.dez.1993 a 7.jun.1995.

    Ana também manteve outras 2 contas relacionadas a seu nome. A número 23015 AB, de 2.set.1995 a 14.fev.1996, e a conta 23082 AB, de 1.dez.1996 a 23.ago.2005.

    A Fundação Tom Jobim já captou R$ 1,7 milhão via Lei Rouanet. O dinheiro foi aplicado em eventos como a exposição Tom Jobim – Música e Natureza.

    Arte/Folhapress

     

    O publicitário e empresário Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, aparece ligado à conta 7853 MA, aberta em 16 de janeiro de 1990 e fechada em 5 de setembro de 2000 no HSBC.

    Conforme informações do Ministério da Cultura, a empresa Rock World captou R$ 13,6 milhões para a realização do Rock in Rio 2013 e 2015.

    Com exceção de Jô Soares e de Ricardo Waddington, os artistas e intelectuais listados nas planilhas do HSBC de Genebra receberam dinheiro público para realizar seus trabalhos.

    É legal ter contas na Suíça?

    Ter uma conta bancária na Suíça ou em qualquer outro país não é ilegal, desde que seja declarada à Receita Federal.

    Os titulares também devem informar ao Banco Central quando o saldo for superior a US$ 100 mil.

    Participam da apuração da série de reportagens SwissLeaks os jornalistasFernando Rodrigues e Bruno Lupion (do UOL) e Chico Otavio, Cristina Tardáguila eRuben Berta (do jornal “O Globo”).

  • 14dez

    AGÊNCIA ESTADO

    Ex-senadora foi eleita pela revista de jornal britânico como a mulher mais influente na política este ano

    Marina Silva faz discurso após resultado do primeiro turno

    Marina Silva faz discurso após resultado do primeiro turno (Ricardo Matsukawa)

    Marina Silva foi eleita a mulher mais influente na política neste ano pela revista semanal FT Magazine, do jornal britânico Financial Times.

    A lista “Women of 2014”, segundo o site da publicação, destaca as mulheres que deixaram a sua marca como líderes, ativistas e lutadoras em um ano que “abalou” o mundo.

    O jornal destaca que a trajetória de Marina reflete a história do Brasil desde 1950, quando milhões de pessoas saíram da pobreza para a cidade.

    “Uma seringueira analfabeta, que trabalhou na Amazônia até os 16 anos, e se tornou senadora, ministra do meio ambiente e candidata à presidência duas vezes”, diz a publicação.

    Além de abordar sua carreira acadêmica, o Financial Times pontua que Marina apoiou Luis Inácio Lula da Silva e deixou o ministério do meio ambiente em 2008, quando percebeu que o ex-presidente estava reduzindo sua autoridade.

    O jornal mencionou uma declaração de Marina na época: “Eles são reféns dos elementos mais atrasados do Congresso, aqueles que tem a visão de crescimento da produção com a expansão da área da agricultura, não por meio de ganhos de produtividade com a tecnologia, formação e inovação.”

    A ex-senadora aparece ao lado de nomes influentes, como Laura Poitras, jornalista que divulgou as informações da Agência de Segurança Nacional americana, NSA; da ativista pelo clima Naomi Klein; de Ana Botín, presidente do Banco Santander; Joanne Liu, líder da ONG Médicos Sem Fronteiras e ativista contra o Ebola; e Arundhati Bhattacharya, a primeira mulher a comandar o State Bank of India. 

  • 06dez

    VEJA.COM

    Ex-atleta gravou um vídeo para mostrar que está se recuperando bem da infecção que o mantém internado há mais de uma semana

    Pelé tocou violão ao lado da namorada Márcia Aoki no Hospital Albert Einstein, em São Paulo

    Pelé tocou violão ao lado da namorada Márcia Aoki no Hospital Albert Einstein, em São Paulo (Reprodução/Facebook)

    Pelé deu mais uma prova de sua ótima recuperação na tarde desta sexta-feira. O ex-atleta de 74 anos publicou um vídeo em sua conta no Facebook, no qual aparece sorrindo, sentado, tocando violão ao lado de suas filhas e da namorada, Márcia Aoki.

    Pelé agradeceu o apoio que vem recebendo ao longo destas quase duas semanas de internação por problemas renais.

    “Eu aproveito esta oportunidade para agradecer a todos vocês, de todo o mundo, que se preocuparam com a minha saúde. Graças a Deus eu estou bem, estou recuperado, aqui com a minha família. Eu sei que tem pessoas de toda parte do mundo que estavam preocupadas comigo”, declarou.

    Ele ainda disse algumas palavras em inglês para seus fãs do exterior.

    “Não se preocupem, muito obrigado. Sei que todo mundo estava preocupado com minha saúde, mas estou bem. Convido vocês mais uma vez a virem ao Brasil, curtirem os Jogos Olímpicos de 2016, vamos participar dos Jogos juntos. Obrigado a Deus e obrigado a todos que de alguma forma rezaram por mim.”

    O boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na manhã desta sexta-feira informa que Pelé já “não apresenta sinais de infecção” e tem “melhora progressiva do seu estado geral”.

    Os médicos ainda não estipularam uma previsão de alta, mas a tendência é que o ex-jogador deixe o hospital nos próximos dias. Pelé está internado desde o dia 24 de novembro.

    Ele havia voltado ao hospital para fazer exames de rotina, após ser submetido a uma cirurgia para remover pedras do rim. Os resultados identificaram uma infecção renal, que exigiu a nova internação de Pelé. 

      Pelé toca violão no quarto do hospital e diz estar bem de saúde
  • 17nov

    GAZETA DO POVO/JOSÉ CARLOS FERNANDES

    A escritora e ex-primeira dama morreu no domingo (16), aos 103 anos

    Foto:- Rodolfo Buhrer/Arquivo Gazeta do Povo

    Rodolfo Buhrer/Arquivo Gazeta do Povo /

    Os paranaenses dos quatro costados costumam contar uma história saborosa. No final da 1960, ao comprar um imóvel na Praça Osório, o então ex-governador Bento Munhoz da Rocha disse a sua companheira, Flora, que “aquele seria seu apartamento de viúva”.

    Ela achava graça. Poderia ir antes do marido, afinal. Ao que ele respondia: “Os Camargo são eternos”, numa referência à longeva família da mulher, filha de um dos mitos políticos do estado, Affonso Camargo.

    Bento estava certo. Morreu em 1973. Flora “viveu para contar”, merecendo a aura de eterna. Chegou aos 103 anos, completados em 23 de setembro deste ano.

    Gostava de dizer que buscava um recorde – ir mais longe do que sua irmã, Eleonora da Veiga, hoje com 110 anos.

    Perdeu essa aposta, mas ganhou todas as outras. A discreta esposa de Bento – eleito o “Paranaense do Século” numa pesquisa da Gazeta do Povo, – morreu ontem, no início da tarde, de causas naturais, no posto de a mais marcante primeira dama de que se teve notícia.

    Não é exagero dizer que há um antes e depois de Flora.

    Flora Camargo seguiu à risca os protocolos das meninas bem-nascidas. Estudou no Cajuru e no Sacre-Coeur, cultivou tanto as letras quanto as habilidades manuais.

    É curioso. Por boas décadas não só confeccionou seu próprio guarda-roupa como se deu por satisfeita com ele.

    “Conservava várias peças, numa espécie de galeria, e nos mostrava quando a visitávamos”, conta a amiga e parceria na Academia Paranaense de Letras (APL), Chloris Casagrande Justen, atual presidente da instituição.

    A moça prendada se casou aos 17 anos – os Camargo e os Munhoz da Rocha eram próximos, nada mais natural. Tiveram cinco filhos: Caetano, Mitzy, Daisy, Sandra e Suzana.

    Em 1951, com a chegada de Bento ao poder, a surpresa. Flora manteve a discrição própria de quem foi educada por freiras francesas.

    Os amigos, inclusive, sempre a destacam como “a grande observadora”. A questão é que o governo a que assistiu colocou o Paraná nas trilhas da modernidade, um fato que não a pegou distraída.

    “Tenho para mim que Flora foi educada para viver esse papel. Não decepcionou”, diz a amiga “de uma vida inteira”, a escritora Liamir Hauer, 91 anos.

    “Gosto de dizer que Flora era feminista antes mesmo dessa palavra existir”, resume a nora Gilda Carnasciali Munhoz da Rocha. Prova disso é que não se acomodou aos rapapés palacianos.

    Nos idos da década de 1950, enquanto o marido erguia o Centro Cívico, para citar um de seus feitos, ela fundava a assistência social no estado.

    Criou o projeto Cidade dos Meninos – para a dita “infância desvalida” – e mais de 400 postos de puericultura. Parte desses projetos sumiram em gestões posteriores – um desacato que, também em silêncio, nunca perdoou.

    “Marca de sua elegância”, comenta a jornalista Rosy de Sá Cardoso, que soma mais de 60 anos de vida profissional, tempo em que observou a grande dama.

    Não se tratava de uma mulher para ser lembrada pela roupa que usou numa recepção do Palácio Iguaçu. Era ilustrada. Ainda que à sombra de um orador como Bento, dava-se com as palavras, um gosto que não conseguiu manter preso aos diários privados.

    Escreveu uma dezena livros, o primeiro, Apontamentos, em 1954. Publicou colunas na revista O Cruzeiro e jornal Gazeta do Povo, entre outros veículos.

    Em 2008, somando já 97 anos, as escritoras Chloris Justen e Adélia Woellner lutaram para lhe fazer justiça, apoiando sua candidatura à Academia Paranaense de Letras.

    Ocupava a cadeira n.º 10. O tempo e a idade logo a impediram de desfrutar da vida de acadêmica – mas Flora sabia se comunicar como poucos, inclusive por cartas. “Continuou presente, a seu modo. Era um ícone”, reforça Chloris.

  • 14fev

    F5/UOL

    Roberto Justus, 58, abriu o jogo a respeito de sua preferência por mulheres mais jovens.

    “Quero deixar claro que não vejo graça apenas em mulheres mais jovens”, afirmou à revista “Quem”.

    “Claro, seria mentiroso da parte de um homem dizer que preferimos uma mulher da nossa idade a uma mais jovem.”

    Atualmente, ele namora a modelo Ana Paula Siebert, 26. A diferença de idade entre eles é de 32 anos.

    “Estava recém-solteiro, na carência, mas não aconteceu nada”, disse.

    Um dia, convidei ela para almoçar e a coisa realmente começou. A gente ficou encantado. Ela descobriu coisas sobre mim que não imaginava.”

    O casal, que já se conhecia desde 2009, quando ela fez parte do elenco de “O Aprendiz – Universitário” (Record), se reencontrou nas entrevistas para a edição do programa com ex-participantes.
    Edu Moraes/Divulgação/TV Record

    Apresentador responde a perguntas indiscretas dos convidados no “Roberto Justus +”

    “Sou um companheiro muito melhor hoje, ela me equilibrou”, afirmou o apresentador, que era casado com Ticiane Pinheiro, 37, até o ano passado.

    Já Ana Paula confessou que sempre gostou de homens mais velhos.

    “Brincava que, se eu ficasse solteira, procuraria um homem de 40 e poucos anos”, disse.

    “Fui um pouco além. A gente tem uma conversa legal, eu aprendo muito, ele me traz segurança.”

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