• 19jan

    PARANÁ PORTAL/Francielly Azevedo

     

    ‘Superlua de Sangue’ poderá ser vista neste domingo

     

    Entre a noite deste domingo (20) e a madrugada de segunda-feira (21), os curitibanos poderão observar a “Superlua de Sangue”.

    O acontecimento é considerado singular e está previsto para ocorrer novamente só em 2037.

    O evento astronômico poderá ser visto a olho nu em Curitiba. Na ocasião, a Lua será encoberta pela sombra da Terra, que estará alinhada entre o satélite natural e o Sol.

    Os raios de sol não chegarão na Lua diretamente, apenas algumas faixas de frequência da luz solar passam pela atmosfera da Terra e atingem a Lua.

    Isso faz com que o astro fique sob a sombra da terra e ganhe uma coloração avermelhada, popularmente conhecida como “Lua de Sangue”.

    O fenômeno fica ainda mais interessante porque vai acontecer bem na época em que a Lua está mais perto da Terra e, por isso, parece estar maior no céu, sendo chamada de “superlua”, de acordo com o professor de Física e especialista em Astronomia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Dietmar Foryta.

    “São dois fenômenos que estão se sobrepondo: a passagem muito próxima do eclíptico, ou seja, a luz que vai iluminar a Lua e a proximidade da terra da Lua. Aproximadamente uma vez por ano você vai ter a super Lua porque está na posição mais próxima”, contou

    Quem quiser ver a “superlua de sangue” vai precisar madrugar.

    Será possível observar o acontecimento entre às 1h34 e às 4h51 da manhã na madrugada de domingo (20) para segunda-feira (21).

    O eclipse total começa às 2h41, quando a sombra da Terra escurece a superfície visível da Lua como um todo.

    Pra visualizar a “superlua de sangue” não é preciso nenhum equipamento, basta olhar para o céu.

    A torcida do astrônomo é para que as nuvens em Curitiba colaborem.

    “Nós temos poucas noites boas em Curitiba. O interessante de Curitiba é que quando anoitece forma-se uma camada de nuvens, por causa da queda da temperatura”, explicou.

    Outros eclipses vão acontecer nos próximos anos, mas, até 2021, nenhum deles será total.

    Já o fenômeno da “superlua de sangue” deve ser observado somente daqui há 18 anos, em 2037.

  • 28jul

    G1/GLOBO.COM

     

    Fotos: Lua de sangue é observada no Paraná

     

    Eclipse desta sexta-feira (27) é o mais longo do século.

     

    Paranaenses puderam observar nesta sexta-feira (27) o eclipse da lua, promovendo a chamada Lua de sangue. 

    Este é o eclipse mais longo do século.

    Um eclipse lunar total acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham, quando nosso planeta faz uma sombra no satélite.

    Isso faz a Lua ficar escura, perder o brilho, e é um fenômeno que pode ser visto a olho nu.

     

    Em Curitiba a Lua de sangue pode ser observada nesta sexta-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Em Curitiba a Lua de sangue pode ser observada nesta sexta-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press) 

    Este eclipse é o maior do século, segundo especialistas (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Este eclipse é o maior do século, segundo especialistas (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press) 

    Lua de sangue apareceu em Curitiba por volta das 18h40 desta sexta-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Lua de sangue apareceu em Curitiba por volta das 18h40 desta sexta-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
     

    Curitibanos foram para o parque para observar a Lua de sangue nesta sexta-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Curitibanos foram para o parque para observar a Lua de sangue nesta sexta-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press) 

    Curitibanos foram ao Parque Barigui preparados para observar a Lua de sangue nesta setxa-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Curitibanos foram ao Parque Barigui preparados para observar a Lua de sangue nesta setxa-feira (27) (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Antes mesmo da lua aparecer, famílias estavam prontas para a observação (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press)
    Antes mesmo da lua aparecer, famílias estavam prontas para a observação (Foto: Giuliano Gomes/ PR Press) 

    Fenômeno foi observado também no oeste do estado (Foto: Eliane Holler)
    Fenômeno foi observado também no oeste do estado (Foto: Eliane Holler)
  • 27jul

    G1

     

    Eclipse mais longo do século terá Lua de sangue e Marte mais perto; prepare-se

     

    No Brasil, quanto mais na costa, ao leste, melhor será para assistir. Recife é a capital que começará a ver mais cedo, às 17h15.

     

    É hoje! O eclipse mais longo do século terá 1h42 de fase total e quase 4 horas de parcial nesta sexta-feira (27).
    Para assistir, é só checar a hora que a Lua nasce na sua cidade e estar mais perto da costa possível, no leste do Brasil.
    A melhor capital para assistir é Recife, mas João Pessoa vai poder começar a aproveitar apenas 1 minuto depois.

    O eclipse

    Um eclipse lunar total acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham, quando nosso planeta faz uma sombra no satélite.

    Isso faz a Lua ficar escura, perder o brilho, e é um fenômeno que pode ser visto a olho nu.

     Quem lembra do eclipse solar total que aconteceu nos Estados Unidos em agosto do ano passado sabe que é importante usar óculos especiais.

    No caso do eclipse da Lua, basta olhar para o céu: usar uma luneta ou um binóculo pode ajudar.

    O fenômeno começa às 16h30, mas a Lua não terá nascido no Brasil.

    Mesmo assim, vamos poder observar uma parte da fase total – quando o satélite está inteiro na sombra – e da fase parcial (umbra).

    É só esperar a Lua nascer. Tudo acaba às 19h19.

    CIDADE HORÁRIO
    JOÃO PESSOA 17H16
    BELO HORIZONTE 17h34
    BRASÍLIA 17h57
    CURITIBA 17h47
    FLORIANÓPOLIS 17h40
    FORTALEZA 17h36
    NATAL 17h19
    PORTO ALEGRE 17h46
    RECIFE 17h15
    RIO DE JANEIRO 17h26
    SALVADOR 17h22
    SÃO PAULO 17h39
    VITÓRIA 17h18

    Horário do nascer da Lua no dia 27 de julho

    Como é um eclipse lunar total (Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1)Como é um eclipse lunar total (Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1)

    Como é um eclipse lunar total (Foto: Karina Almeida e Alexandre Mauro/G1)

    Lua de sangue

    A Lua desta sexta-feira também será de sangue – o fenômeno deixa o satélite com um tom avermelhado.

    Isso acontece porque os raios do Sol são bloqueados pela Terra, mas passam pela atmosfera.

    A luz é a soma de todas as cores (arco-íris) e cada uma delas se comporta de uma forma quando chega na camada de ar ao redor do nosso planeta.

    A cor azul, por exemplo, se espalha muito mais que a vermelha – que acaba predominando.

    Por isso, teremos a versão mais “quente” do nosso satélite.

    O fenômento da Lua de Sangue (Foto: Alexandre Mauro/G1)O fenômento da Lua de Sangue (Foto: Alexandre Mauro/G1)

    O fenômento da Lua de Sangue (Foto: Alexandre Mauro/G1)

    Marte mais perto

    Já descobrimos água líquida em um reservatório no planeta vizinho, e agora ele estará muito perto da Terra.

    De acordo com a Agência Espacial Brasileira (AEB), a distância será de 56 milhões de quilômetros, sendo que a média é de 228 milhões.

    Além disso, ele aparecerá no lado oposto ao Sol, o que formará uma bela visão ao lado da Lua.

    Vale assistir o eclipse e ficar de olho no brilho do planeta vermelho.

  • 19set

    VEJA.COM

     

    ‘Lua de sangue’: vídeo mostra como será eclipse do dia 27

     

     

    A Nasa divulgou uma simulação de como seria o evento se observado da Lua.

    Conhecido como ‘Lua de Sangue’, ele poderá ser visto de todo o Brasil

     

    ''Lua de Sangue'' é vista em Utsunomiya (Japão); o fenômeno ocorre durante um eclipse lunar
    Quando a Lua estiver totalmente dentro da sombra, adquire um tom avermelhado. Devido a esse efeito, os eclipses totais da Lua são apelidados popularmente de “Luas de sangue”.(Yoshikazu Tsuno/AFP)

     

    Um evento astronômico especial poderá ser visto de todo o Brasil no fim do mês.

    Na noite de 27 de setembro, um eclipse lunar total (quanto a Lua fica encoberta pela sombra da Terra) irá coincidir com uma Superlua (ponto da órbita em que o satélite está o mais próximo possível da Terra, durante a Lua cheia).

    Além de a Lua parecer maior nos céus, ela vai adquirir uma coloração avermelhada, o que tornou o fenômeno conhecido como “Lua de sangue”.

    Relativamente raro (o último foi em abril do ano passado), o evento é um dos mais belos de ser visto nos céus e poderá ser observado de todo o Brasil.

    O eclipse do fim do mês é o último de quatro eclipses totais da Lua que ocorrem em sequência – um fenômeno conhecido como tétrade.

    A última vez que isso aconteceu foi em 1982 e, segundo os astrônomos, não irá acontecer novamente antes de 2032.

    A “Lua de sangue” ocorre quando o satélite está totalmente dentro da sombra da Terra, entre as 23h47 do dia 27 e as 0h23 do dia 28 (horário de Brasília).

    Nesse momento, a luz do Sol não chega diretamente à Lua, mas é “filtrada” pela atmosfera da Terra, que age como uma “lente”.

    As partículas em suspensão na atmosfera são refletidas, o que dá o aspecto avermelhado ao evento.

    É o mesmo fenômeno que ocorre durante o pôr do sol, quando o astro parece ficar avermelhado no horizonte.

    Para explicar como se dará o eclipse, a Nasa divulgou um vídeo que mostra como seria o fenômeno visto da Lua.

    Confira:

     

  • 04set

    MENSAGEIRO SIDERAL – FOLHA.COM

     

    A equipe do Observatório Sonear, em Minas Gerais, ataca novamente, desta vez com a descoberta de um cometa que tem órbita similar à do famoso Halley. Tá bom pra você ou quer mais?

    Imagem obtida pelo italiano Ernesto Guido, com o Observatório Siding Spring, confirmando a descoberta do "Halley brasileiro" (Crédito: Ernesto Guido)

    Imagem obtida pelo italiano Ernesto Guido, com o Observatório Siding Spring, em 31 de agosto, confirmando a descoberta do “Halley brasileiro” (Crédito: Ernesto Guido)

     

    O astro foi batizado de Pimentel, em homenagem ao astrônomo amador Eduardo Pimentel, membro do grupo que fez a descoberta, ao analisar imagens colhidas pelos telescópios do observatório, em 24 de agosto. As instalações do Sonear — bancado totalmente com recursos privados — ficam na zona rural da pequena cidade de Oliveira, a 130 km de Belo Horizonte.

    “A órbita deste cometa é classificada como do tipo Halley, ou seja, com período maior que 20 anos e menor que 200 anos”, destaca Cristóvão Jacques, que lidera o esforço do Sonear.

    Trata-se do quarto cometa descoberto pela equipe em menos de dois anos de operação e o primeiro deles classificado como periódico, ou seja, com uma órbita elíptica que o traz periodicamente para a região interna do Sistema Solar.

    O pessoal do Sonear já havia descoberto o primeiro cometa 100% brasileiro, e agora eles encontraram o primeiro cometa periódico descoberto no Brasil.

    No hemisfério Sul, desde o fim do 2013, não tem para mais ninguém.

    Imagens da descoberta do cometa, colhidas pelo Sonear em 24, 27 e 31 de agosto. (Crédito: Sonear)

    Imagens da descoberta do cometa, colhidas pelo Sonear em 24, 27 e 31 de agosto. (Crédito: Sonear)

     

    O observatório é, por definição, amador (ou seja, operado sem remuneração), mas seus resultados são de um profissionalismo incrível. Projetado originalmente para descobrir e rastrear asteroides que pudessem ameaçar à Terra, ele já descobriu 15 novos objetos desse tipo. Felizmente, nenhum deles vai colidir conosco.

    Por seus esforços, o Sonear (sigla para Southern Observatory for Near Earth Asteroid Research) recebeu recentemente o Prêmio Edgar Wilson de 2014, concedido pelo Smithsonian Astrophyisical Observatory, nos Estados Unidos.

    O NOVO COMETA
    Registrado junto à IAU (União Astronômica Internacional) com a sigla P/2015 Q2, o cometa Pimentel completa uma volta inteira ao redor do Sol em 21,3 anos.

    A exemplo do Halley, ele também tem uma órbita dita retrógrada — o cometa avança na direção oposta à dos planetas — e bastante desalinhada com relação ao plano do Sistema Solar.

    A órbita do cometa Pimentel. A órbita vermelhinha é a de Marte, e a laranja, a de Júpiter. (Crédito: IAU)

    A órbita do cometa Pimentel. A órbita vermelhinha é a de Marte, e a laranja, a de Júpiter. (Crédito: IAU)

     

    Sua aproximação máxima do Sol (periélio, para os íntimos) acontece a 1,82 unidades astronômicas de distância do astro-rei. Na prática, isso quer dizer que o cometa nunca adentra sequer a órbita de Marte. (Uma UA é definida como a distância média Terra-Sol, aproximadamente 150 milhões de km.)

    É uma órbita bem mais larga, portanto, que a do cometa Churyumov-Gerasimenko, que recebeu, no ano passado, a visita das sonda europeia Rosetta e do módulo de pouso Philae (ambos ainda estão lá).

    Isso significa que o Pimentel provavelmente jamais chegou perto o suficiente do Sol para sofrer transformações muito significativas. Em outras palavras, ele é uma relíquia praticamente intocada da época em que os planetas ainda estavam se formando, 4,6 bilhões de anos atrás.

    “Meu palpite é que esse cometa veio da nuvem de Oort e em algum momento foi capturado pela ação de Júpiter e levado a se tornar periódico”, diz Jacques. “Mas para confirmar isso seria preciso realizar simulações complicadas da evolução dele.”

    Uma coisa, contudo, é certa: por ser periódico e ter um periélio perto da órbita de Marte, ele seria um ótimo candidato para futura visitação por uma espaçonave.

    Quem sabe um dia a Agência Espacial Brasileira decide mandar uma sonda não-tripulada para explorar de perto o cometa Pimentel?

    Pode parecer um cenário improvável hoje, a julgar pelo estado vergonhoso do nosso programa espacial, mas pense bem: esse cometa dá uma volta no Sol a cada 21 anos e provavelmente não sairá dessa toada nos próximos milhões de anos. Temos tempo para planejar…

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